quinta-feira, 17 de junho de 2010

PROJETO: ALIMENTAÇÃO SUSTENTÁVEL E SAUDÁVEL - REGESD - UFRGS





REGESD - UFRGS







Disciplina - UFRGS
Seminário Integrador
"A escola no contexto atual"


Professora: Ana Lúcia Buogo
Tutora Apoio professora: Marcia de Quadros Piccoli





Aluno: Vilson Antônio Arruda




LINK PARA VER FOTOS DA FEIRA
http://vilsonarruda.blogspot.com/2010/06/feira-de-alimentacao-saudavel-eta-e.html













PROJETO: Educação Alimentar Saudável




















ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO
SUPERINTENDÊNCIA DO ENSINO PROFISSIONAL
28ª COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO
ESCOLA ESTADUAL TÉCNICA DE AGRICULTURA DE VIAMÃO
Rodovia Tapir Rocha (RS040), km 16
Bairro Passo do Vigário – Viamão/RS/BR
Fone: (51) 3485-1173



EDUCAÇÃO ALIMENTAR
SAUDÁVEL


“A Educação Alimentar é forte parceira para sustentabilidade da vida humana”



Viamão, 2010

1- DADOS DE IDENTIFICAÇÃO:
Escola: Estadual Técnica de Agricultura – ETA – Viamão;
Professor (a) coordenador (a): Vilson Antonio da Costa Arruda
Público Alvo: 53 alunos dos cursos de Agricultura (413) e Pecuária (423);
Disciplinas colaborativas: Biologia, Administração Rural, Agroindústria e Extensão Rural;
Professores parceiros: Jane Abreu Gonçalves (Agroindústria) e Isabel Cristina da Veiga (Extensão Rural);
Tempo estimado: de 14 a 25 de junho 2010;
Dias letivos: cerca de 10 dias.












2 - PALAVRAS CHAVE:
Educação, alimentos, saudável, doenças crônicas não transmissíveis, rotulagem, processamento, embalagem e dieta, legislação, ética e valores.








3 - RESUMO:
Este projeto interdisciplinar tem a iniciativa dos alunos das turmas 413, 423 e do professor Vilson Arruda que propõe o estudo da “Educação alimentar saudável” com o objetivo de valorizar a alimentação adequada como fator essencial para o crescimento e desenvolvimento saudável e sustentável do ser humano. Iniciou após uma pesquisa realizada pelos alunos no âmbito escolar quando constataram que a maioria das pessoas desconhece o valor nutritivo dos alimentos e sua importância para a saúde. A referência teórica utilizada para o desenvolvimento deste projeto centrou-se num estudo realizado pelos técnicos do Ministério da Saúde (2005) que analisou os dados coletados numa pesquisa e constatou que a educação nutricional e alimentar faz-se necessária para conscientizar a todos sobre a importância da alimentação saudável, com produtos selecionados e em quantidade suficiente para suprir as necessidades das pessoas. O estudo verificou que é importante preparar um cardápio variado, contendo alimentos pertencentes aos três grupos: construtores, energéticos e reguladores. Os técnicos do Ministério da Saúde indicam que o conhecimento da pirâmide alimentar contribui em muito no preparo de uma refeição balanceada, equilibrada e saudável. Sustentam que a alimentação é uma necessidade básica para a manutenção da saúde e da vida. Em decorrência da falta de nutrientes e/ou o excesso deles, graves problemas podem ser gerados como a subnutrição e/ou a obesidade (Doenças Crônicas Não Transmissíveis - DCNT). O Ministério da Saúde alerta que a família e a escola devem estar atentas, e ambas devem buscar desenvolver hábitos alimentares saudáveis através do exemplo e da educação. As pessoas podem ser influenciadas por vários meios, a consumir produtos industrializados e pobres em nutrientes. Sem orientação procedente, ela é incapaz de distinguir e rejeitar alimentos nocivos à sua faixa etária. Neste momento é de suma importância que, professores e pais, se conscientizem e aprendam sobre educação alimentar para ensinar e se reeducarem, servindo como exemplo, além de orientar a criança sobre a importância do valor nutricional dos alimentos para um crescimento e desenvolvimento saudável.
Entre as ações do projeto proposto está previsto que os alunos confeccionem, embalem e rotulem produtos alimentícios naturais livres de conservantes. Em sequência organizar uma feira aberta para expor esses alimentos que são oferecidos em degustação aos visitantes.




4- DIAGNÓSTICO:
Os (alunos da Escola Técnica de Agricultura realizaram uma pesquisa no âmbito do colégio com as seguintes questões: a)Quantos anos você tem? b) Quantas vezes você se alimenta por dia? c) Que alimentos você consome mais frequentemente? d) Você conhece o valor nutritivo dos alimentos? e) Quais alimentos você consome em maior quantidade? f) Na sua casa as refeições são planejadas de acordo com a pirâmide alimentar? g) Você observa o estado de conservação das embalagens, o que está escrito nos rótulos e o prazo de validade?
Após, a tabulação dos dados perceberam que na comunidade escolar, muitos desconhecem o valor nutritivo dos alimentos, bem como a importância que estes têm para a saúde. Os dados indicam que os alimentos consumidos têm origem na indústria e disponíveis no comércio varejista. Também ficou evidente que os cidadãos não têm hábito de observar os dados constantes nos rótulos, o estado de conservação das embalagens e o prazo de validade dos produtos, bem como, não planejam a sua alimentação diária de acordo com as calorias necessárias para as suas atividades.





5 – INTRODUÇÃO
Após três anos de pesquisa, técnicos do Ministério da Saúde concluíram algo que já era esperado: a alimentação do brasileiro está cada vez pior e exagerada. Segundo, o Ministério da Saúde, essa tendência da má alimentação está sendo refletida nos postos de atendimento de saúde pública, onde cerca de 70% dos gastos do Sistema Único de Saúde (SUS), vão para o tratamento das doenças crônicas não transmissíveis causadas por uma alimentação não saudável.
Problemas causados pelas Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) como obesidade, diabete, hipertensão arterial, câncer, coração e cárie são em parte causados por uma alimentação ruim. Essas doenças são as que mais elevam os gastos com saúde pública no Brasil. Isso sem contar a desnutrição, pois, 260 mil mortes poderiam ser evitadas, a cada ano, no País se a população comesse melhor. O estudo alerta que estes problemas estão aumentando em ritmo acelerado, principalmente, entre os mais pobres por não terem acesso a alimentação variada e correta devido ao pouco poder aquisitivo e também pela falta de uma educação alimentar com diretrizes e reflexivas no âmbito escolar. Entre estes problemas também foi constatado no estudo o aumento do consumo exagerado de sal. Os dados mostram que, em 1975, o brasileiro consumia em média 8,5 gramas por dia de sal. Em 2000, eram 15 gramas. O máximo recomendado pelos padrões médicos são 5 gramas diários.
A pesquisa, que deu origem ao “Guia Alimentar” para a População Brasileira, divulgado pelo Ministério da Saúde em 2005, mostra, por exemplo, que o consumo do feijão (rico em ferro) caiu 30% ao longo dos últimos 30 anos. Nos anos de 1974 à 1975, o gasto com alimento (cesta básica) representava mais de 8% do dinheiro que uma família gastava no supermercado. Em 2002-2003, este gasto caiu para 5,6. Sendo que as frutas, verduras e cereais considerados também alimentos importantes para um regime alimentar sadio tiveram quedas expressivas no consumo. Dados da pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde mostram que o brasileiro não tem o hábito de observar o estado das embalagens e o que está apontado nos rótulos dos produtos. Outro fator de risco é que o brasileiro não tem hábito de preparar um alimento saudável como era realizado no tempo da vovó. A maioria consome alimentos industrializados.













6 – REFERENCIAL TEÓRICO
Deixe que a alimentação seja o seu remédio e o remédio a sua alimentação (Hipócrates). O destino das nações depende daquilo e de como as pessoas se alimentam (Brillat-Savarin, 1825). Afirmações como estas que remontam centenas de anos já atestavam a relação vital entre a alimentação e a saúde.
Neste projeto propomos abordar além das questões necessárias, em termos de base conceitual, sobre o que é uma alimentação saudável, e como podemos alcançá-la no cotidiano de nossas vidas, mas também organizar habilidades práticas com os alunos para que em conjunto possam aprender a processar, embalar, rotular e avaliar os alimentos naturais e sem conservantes para consumo. Entendemos que uma alimentação saudável não deve ser vista somente como uma “receita” pré-concebida e universal, pois deve respeitar alguns atributos individuais e coletivos específicos impossíveis de serem quantificados de maneira prescritiva. Contudo, identificam-se alguns princípios básicos que devem reger a relação entre as práticas alimentares e a promoção da saúde e a prevenção de doenças.
Uma vez que a alimentação se dá em função do consumo de alimentos e não de nutrientes, uma alimentação saudável deve estar baseada em práticas alimentares que tenham significado social e cultural. Os alimentos têm gosto, cor, forma, aroma e textura e todos esses componentes precisam ser considerados na abordagem nutricional. Os nutrientes são importantes; contudo, os alimentos não podem ser resumidos a veículos destes, pois agregam significações culturais, comportamentais e afetivas singulares que jamais podem ser desprezadas. Portanto, o alimento como fonte de prazer e identidade cultural e familiar também é uma abordagem necessária para promoção da saúde.
As diretrizes oficiais brasileiras citadas no Guia Alimentar (2005) é parte da estratégia para implementação da Política Nacional de Alimentação e Nutrição, integrante da Política Nacional de Saúde (BRASIL, 2003f) e se consolida como elemento concreto da identidade brasileira para implementação das recomendações preconizadas pela Organização Mundial da Saúde, no âmbito da Estratégia Global de Promoção da Alimentação, Atividade Física e Saúde (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2005).
A concepção de promoção da saúde, como uma perspectiva capaz de orientar as diferentes práticas no campo da Saúde, vem sendo sistematizada e disseminada a partir da realização da Primeira Conferência Mundial sobre Promoção da Saúde, ocorrida em Ottawa, no Canadá, em 1986. Segundo a Carta de Ottawa:
“Promoção da saúde é o nome dado ao processo de capacitação da comunidade para atuar na melhoria de sua qualidade de vida e saúde, incluindo uma maior participação no controle desse processo. Para atingir um estado completo de bem-estar físico e mental e social, os indivíduos e grupos devem saber identificar aspirações, satisfazer necessidades e modificar favoravelmente o meio ambiente. A saúde deve ser vista como um recurso para a vida e não como objetivo de viver. (BRASIL, 2002c)”.
Nessa concepção, a saúde é tida como um conceito abrangente e positivo que se apóia nos recursos sociais, pessoais e não somente na capacidade física ou nas condições biológicas dos sujeitos. O modo de viver de cada um, portanto, se apóia na cultura, nas crenças e nos valores que são compartilhados coletivamente.
Evidências científicas mais recentes mostram que a saúde pode estar muito mais relacionada ao modo de viver das pessoas do que à idéia, anteriormente hegemônica, da sua determinação genética e biológica. O sedentarismo e a alimentação não-saudável, o consumo
de álcool, tabaco e outras drogas, o ritmo da vida cotidiana, a competitividade, o isolamento do homem nas cidades são condicionantes diretamente relacionados à produção das chamadas doenças modernas. Por isso, a resolução ou redução de riscos associados aos problemas alimentares e nutricionais ampara-se na promoção de modos de vida saudáveis e na identificação de ações e estratégias que apóiem as pessoas a ser capazes de cuidar de si, de
sua família e de sua comunidade de forma consciente e participativa.
Na abordagem da promoção de modos de vida saudáveis, identificam-se duas dimensões: aquela que se propõe a estimular e incentivar práticas saudáveis, como o aleitamento materno, a alimentação saudável e a atividade física regular, e outra que objetiva a inibição de hábitos e práticas prejudiciais à saúde, como o consumo de tabaco e de álcool.
É importante enfatizar que a proposta da Estratégia Global para uma alimentação saudável pressupõe que, para modificar os padrões de alimentação e de atividade física da população, são necessárias estratégias sólidas e eficazes acompanhadas de um processo de permanente monitoramento e avaliação de impacto das ações planejadas. Para assegurar progressos sustentáveis, é imprescindível conjugar esforços, recursos e atribuições de todos os atores envolvidos no processo, tais como as diferentes áreas e esferas de governo, organismos multilaterais, sociedades científicas, grupos de defesa do consumidor, movimentos populares, pesquisadores, setor privado, bem como, as escolas públicas e particulares.
A proposta de Estratégia Global para a Promoção da Alimentação Saudável, Atividade física e Saúde, da Organização Mundial da Saúde, sugere a formulação e implementação de linhas de ação efetivas para reduzir substancialmente as mortes e doenças em todo o mundo. Seus quatro objetivos principais são: (1) Reduzir os fatores de risco para Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) através da ação em saúde pública e promoção da saúde e medidas preventivas; (2) aumentar a atenção e conhecimento sobre alimentação e atividade física; (3) encorajar o desenvolvimento, fortalecimento e implementação de políticas e planos de ação em nível global, regional, nacional e comunitário que sejam sustentáveis, incluindo a sociedade civil, o setor privado e a mídia; (4) monitorar dados científicos e influências-chave na alimentação e atividade física e fortalecer os recursos humanos necessários para qualificar e manter a saúde nesse domínio (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE, 2004).
Para a concretização da Estratégia Global, a Organização Mundial da Saúde recomenda a elaboração de planos e políticas nacionais e o apoio de legislações efetivas, infra-estrutura administrativa e fundo orçamentário e financeiro adequado e investimentos em vigilância, pesquisa e avaliação. Sugere, ainda, a construção de propostas locais e a provisão de informação adequada aos consumidores, por meio de iniciativas vinculadas à educação, publicidade, rotulagem, legislações de saúde, e enfatiza a necessidade de garantia de articulação intersetorial e políticas nacionais de saúde, educação, agricultura e alimentação que incorporem, em seus objetivos, a nutrição, a segurança da qualidade dos alimentos e a segurança alimentar sustentável, a promoção da alimentação saudável e da atividade física, além de políticas de preços e programas alimentares.
As recomendações específicas sobre dieta, constantes do documento final da estratégia, são:
• Manter o equilíbrio energético e o peso saudável;
• Limitar a ingestão energética procedente de gorduras; substituir as gorduras saturadas por insaturadas e eliminar as gorduras trans (hidrogenadas);
• Aumentar o consumo de frutas, legumes e verduras, cereais integrais e leguminosas (feijões);
• Limitar a ingestão de açúcar livre;
• Limitar a ingestão de sal (sódio) de toda procedência e consumir sal iodado.

Com respeito à atividade física, a Estratégia Global recomenda pelo menos 30 minutos de atividade física, regular ou intensa ou moderada, na maioria, senão em todos, os dias da semana, a fim de prevenir as enfermidades cardiovasculares e diabetes e melhorar o estado funcional, nas diferentes fases do ciclo de vida e especialmente na fase adulta e idosa.
Aquilo que se come e bebe não é somente uma questão de escolha individual. A pobreza, a exclusão social e a qualidade da informação disponível frustram ou, pelo menos, restringem a escolha de uma alimentação mais adequada e saudável. E, o que se come e se bebe é ainda, em grande parte, uma questão familiar e social. Em geral, contrariamente ao que se possa imaginar, as escolhas alimentares são determinadas não tanto pela preferência e pelos hábitos, mas muito mais pelo sistema de produção e de abastecimento de alimentos.
O termo “sistema alimentar” refere-se ao conjunto de processos que incluem agricultura, pecuária, produção, processamento, distribuição, importação e exportação, publicidade, abastecimento, comercializa- ção, preparação e consumo de alimentos e bebidas (SOBAL et al, 1998). Os sistemas alimentares são profundamente influenciados pelas condições naturais do clima e solo, pela história, pela cultura e pelas políticas e práticas econômicas e comerciais. Esses são fatores ambientais fundamentais que afetam a saúde de todos. Se esses sistemas produzem alimentos que são inadequados ou inseguros e que aumentam os riscos de doenças, eles precisam ser mudados. É aqui que se manifesta, com maior propriedade, o papel do Estado no que se refere à proteção da saúde da população.O índice de Massa Corporal (IMC) é uma fórmula que indica se um adulto está acima do peso, se está obeso ou abaixo do peso ideal considerado saudável. A fórmula para calcular o Índice de Massa Corporal é: IMC = peso / (altura)2. Segundo o IMC, quem é considerado acima do peso e quem é obeso? Antes de tudo, é preciso salientar que o Índice de Massa Corporal é apenar um indicador, e não determina de forma inequívoca se uma pessoa está acima do peso ou obesa.





A Organização Mundial de Saúde usa um critério simples:





Condição IMC em adultos
abaixo do peso abaixo de 18,5
no peso normal entre 18,5 e 25
acima do peso entre 25 e 30
obeso acima de 30 .





7- JUSTIFICATIVA:
Partindo das hipóteses de que a alimentação é um direito humano e, portanto, como componente fundamental de promoção da saúde é essencial para a vida humana. Que a segurança alimentar e nutricional, é ter o acesso a alimentação adequada em quantidade e qualidade, como requisito básico para a afirmação plena do potencial de desenvolvimento físico, mental e social de todo ser humano. Que a alimentação está situada em um contexto de vida, em um processo histórico e é parte da cultura de um povo.
Reconhecendo as hipóteses e a participação ativa do sujeito e da comunidade no controle de suas condições de alimentação e saúde, este projeto tem como finalidade discutir com a comunidade escolar os motivos pelos quais nos alimentamos e como mantemos a qualidade de vida através de uma nutrição saudável.
Para que isto se concretize vamos desenvolver ações de educação nutricional a partir dos debates propostos em aulas buscando responder as questões relativas à alimentação saudável:
Porque comemos? O que é alimento saudável? Como ele pode ficar? Quais os cuidados que devemos ter ao processar os alimentos? Como interpretar os rótulos? Qual a importância das embalagens para o consumidor?
De acordo com as orientações curriculares oficiais, os temas de saúde devem ser trabalhados em todo o ensino fundamental e Médio. Os Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN (Brasil, 1998) apontam que, embora educar para a saúde seja responsabilidade de diferentes segmentos, a escola é uma instituição privilegiada, que pode se transformar num espaço genuíno de promoção da saúde.
Para Ochsenhofer et al. (2006), a escola deve ser o melhor espaço para prevenir da má-nutriçãoo ser humano por várias razões, entre as quais porque nela é viável trabalhar noções de educação alimentar e nutricional e pelo fato do adolescente se tornar agente de mudança na família.

8- OBJETIVO GERAL:
Estimular a promoção de hábitos de higiene e alimentação saudável nos alunos, corpo docente, funcionários e pais para que todos tenham uma conscientização da importância da qualidade de vida sustentável e livre de doenças.

8.1- OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Reconhecer os princípios de uma alimentação saudável, incluindo origens e funções dos alimentos;
- Informar sobre aspectos específicos da importância da alimentação durante a infância (leite materno), tais como crescimento e desenvolvimento;
- Analisar a diferença entre alimento e nutriente;
-Informar sobre a importância de uma alimentação saudável através da definição de nutrientes, alimentação equilibrada, grupos de alimentos e exemplos de lanches saudáveis;
- Alertar a comunidade escolar sobre o consumo dos alimentos não saudáveis;
- Elaborar um cardápio com uma alimentação saudável através da pirâmide dos alimentos;
- Intervir na ação problema o aluno será capaz de apresentar soluções para mudança de comportamento alimentar;
- Entender a alimentação como fonte da vida;
- Conscientizar a comunidade escolar para a necessidade de uma alimentação saudável;
- Questionar os alimentos transgênicos;
- Realizar nas aulas habilidades para processamento, embalagem e rotulagem dos alimentos;
- Conscientizar para evitar o desperdício dos alimentos;
- Compreender e conhecer a importância de aspectos como: o que observar na compra de alimentos? Interpretar os rótulos e as condições de armazenamento;
- Promover uma feira aberta a comunidade escolar para expor os produtos e degustação para os visitantes.

9- META - CURTO PRAZO
- Participação esperada de 95% dos alunos no envolvimento projeto;




10- ESTRATÉGIAS
10.1- METODOLOGIA
Durante os períodos de aulas os alunos irão desenvolver os objetivos propostos e a realização das seguintes tarefas.
A proposta pedagógica do projeto é desenvolvida de 14 a 25 de junho.

BIOLOGIA: total 4 períodos
Primeira semana (14 a 18 de junho)
Para motivar o interesse sobre o assunto os alunos são convidados a assistirem ao vídeo “Alimentação Saudável” disponível no endereço (http://www.scribd.com/doc/3219218/Alimentacao-saudavel). Em seguida juntando os dados coletados na pesquisa de campo, iniciem, a discussão do tema com base na sistematização das mensagens abordadas no vídeo e no “Guia da Alimentação Saudável”, observando atitudes, normas e valores éticos. O professor atua como mediador, motivando e aprofundando as discussões ao explorar as diferentes habilidades dos alunos chamando a atenção para o problema social da fome.
Segunda semana ( 21 a 25 de junho)
Nesta semana, os alunos já cientes dos hábitos saudáveis, o professor encaminha a apresentação, através de gravura, da pirâmide alimentar, reforçando a importância de uma alimentação saudável ingerindo uma dieta balanceada de nutrientes como: carboidratos, lipídios, proteínas, vitaminas e fibras. Explica a função dos de cada grupo de alimentos e valor calórico para o funcionamento das células. Também alerta para os casos das doenças crônicas não transmissíveis e a desnutrição, principalmente, nas crianças.
Após a explicação sobre a pirâmide, o professor solicita que os alunos, em grupo de dois, prepararem em casa um cardápio variado, contendo alimentos pertencentes aos três grupos: construtores, energéticos e reguladores, observando os princípios da pirâmide alimentar.
Após, os estudos, os alunos têm a tarefa de calcular o seu Índice de Massa Corporal (IMC).





AGROINDÚSTRiA: total de oito períodos
Na primeira semana a professora divide a turma em grupos de 04 alunos. Distribui diferentes textos que contém assuntos sobre hábitos de higiene na preparação dos alimentos, armazenamento e limpeza da cozinha. Depois que os alunos fizerem a leitura e debaterem no grupo, ela solicita que eles façam um relato. Solicita que os alunos tragam na próxima aula receitas e matéria-prima para eles confeccionarem alimentos saudáveis. A professora solicita que os alunos realizem em casa uma pesquisa para montar um glossário sobre aditivos adicionados na alimentação industrial.
Na segunda semana a professora orienta os alunos como observar medidas de segurança na habilidade de manuseio das ferramentas para processar alimentos na agroindústria. Depois orienta os alunos para eles confeccionar alimentos observando uma dieta saudável.




ADMINISTRAÇÃO RURAL: total de 4 períodos
Na primeira semana, para estimular os alunos, o professor convida os estudantes para assistirem o vídeo “Rótulo um meio de Informação” (http://www.youtube.com/watch?v=-VWu-soLGhc) que alerta para a importância dos rótulos para os consumidores. A intenção é que eles sejam alertados para a leitura dos rótulos ao consumir alimentos. Depois media uma discussão com os alunos sobre a ética na rotulagem e sobre os alimentos transgênicos, destacando os aspectos econômicos e ambientais.
Na segunda semana o professor com a intenção de construir junto com os alunos a habilidade de produzir rótulos e embalar produtos, confeccionados por eles na agroindústria, explica que é preciso seguir a legislação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Em seguida, através da internet, na sala de aula, abre o Site da ANVISA e mostra a disponibilidade da legislação vigente, e através de um programa disponível, mostra como formular a tabela nutricional de acordo com a receita que eles produziram na aula de Agroindústria.




EXTENSÃO RURAL: total de 4 períodos
Na primeira semana a professora entrega na sala de aula para os alunos um texto com etapas para organização de Feira ou mostra de produtos. Após a leitura do texto ela solicita que os alunos formem um circulo. Em seguida inicia uma discussão com os alunos para planejar passo a passo a organização de uma Feira de produtos alimentícios e os cuidados de higiene que eles devem observar. Também o tratamento ético e atencioso que devem manter com o público.
Na segunda semana os alunos, numa aula prática, sob orientação da professora devem montar no auditório a Feira para eles mesmos exporem os seus produtos.

AVALIAÇÃO DOS ALUNOS:
Cada aluno tem seu percurso individual e será respeitado o seu tempo para aprender. Vamos trabalhar com a hipótese de que a avaliação do sujeito é o resultado da soma da análise do processo com a verificação do desempenho de cada um e do grupo. Corroborando as idéias de Esteban (2001) para quem uma possibilidade de conectar a avaliação ao processo estabelecido pela Pedagogia de projetos é torná-la uma prática de investigação tanto dos processos desenvolvidos como dos resultados apresentados, alunos e professor são vistos como sujeitos interdependentes para o desenvolvimento do projeto, eivados que são por conhecimentos, desconhecimentos, descobertas, competências e aprendizagens. Haverá disponibilidade de espaço e tempo para as mais diferentes perguntas e dúvidas. Tais elementos indicam os percursos a serem seguidos de modo a dar continuidade ao projeto e definir sua finalização. Desta forma, não importa muito a atribuição de nota ou conceito, mas a preocupação com a compreensão do processo ensino/aprendizagem visando permitir a ampliação do conhecimento: levando ao encontro do que se revela, durante o projeto, como desconhecido, necessário, interessante, desejado ou significativo. Procura-se compreender como o outro – aluno – compreende ou aprende; o que aprende e o que podia ensinar;Será verificado como se relaciona e ensina seus pares; como esclarece o que já sabia, o que passa a saber ou o que não sabia, não apenas ao final do percurso, mas enquanto realiza as atividades propostas e procura construir as competências em questão. Neste sistema de avaliação não trabalha com o objetivo de se chegar a uma única resposta, mas questionando as muitas respostas encontradas e os diferentes caminhos que serão percorridos. Neste panorama, acreditamos que os alunos se sentem livres para dar as suas respostas, mesmo parciais e provisórias, posto que podem ir aprendendo, no decorrer do processo, que todas as respostas existentes no percurso de construção de conhecimento da humanidade, também foram parciais e provisórias a seu tempo.
Vamos levar em consideração as aprendizagens realizadas pelos alunos durante sua realização em todo o processo e não somente no seu desempenho quando da apresentação do produto final (Feira) à comunidade escolar.

10.2- CRONOGRAMA E AÇÕES
ATIVIDADE /PERÍODO
1- Os alunos entrevistam as pessoas na comunidade escolar para observarem os hábitos alimentares. Após, tabularem os dados e realizarem o diagnóstico, elaboram o projeto.
09 de junho
09 horas





2- Os alunos e professores apresentam o projeto à equipe diretiva e a coordenadora pedagógica da Escola Estadual Técnica de Agricultura de Viamão.
Local: Sala da Coordenação Pedagógica
11 de junho
10 horas





3- Lançamento do projeto para a comunidade escolar e imprensa.
Local: Auditório
11 de junho
15 horas





4- Reunião dos professores colaboradores do projeto para elaborarem material pedagógico com informações, sugestões de bibliografia e sites de pesquisa com a finalidade de orientar os alunos.
Local: Sala de reunião dos professores
14 de junho
10 horas





5- Desenvolvimento dos objetivos e planejamento das aulas nas disciplinas colaborativas.
Local: salas de aula e biblioteca
16 a 23 de junho
Observar o horário de aula das disciplinas





6- Palestra com uma nutricionista;
Local: Auditório
17 de junho
10h30min





7- Dia da cozinha: os alunos confeccionam, embalam e rotulam alimentos;
Local: Cozinha da agroindústria 21 à 22 de junho
Manhã e tarde





8- Realização da Feira para mostra e degustação dos produtos confeccionados, embalados e rotulados pelos alunos.
Local: Auditório
23 de junho
10 horas





9- Avaliação do projeto com os professores, alunos e coordenação pedagógica.
Local: Sala da Coordenação Pedagógica
24 de junho
15 horas

11.- RECURSOS
11.1- RECURSOS HUMANOS:
- Alunos envolvidos no projeto: 53
- Professores colaboradores: 02
- Professor coordenador: 01
11.2- RECURSOS FÍSICOS:
Sala de reuniões - sala de aula - biblioteca - auditório - sala de vídeo – cozinha.





11.3- RECURSOS MATERIAIS:
11.3.a- Responsabilidade da escola
Papel A4 – máquina fotográfica – filmadora - xerox - luvas descartáveis – quadro verde – Giz - sacos plásticos - computador – impressora - Vasilhames de cozinha – fogão – gás - projetor tipo data show – Internet.
11.3.b- Responsabilidade dos alunos.
Os recursos que envolvem a matéria-prima para confeccionar (processar) e embalar os alimentos, os alunos vão trazer de casa.





11.4 – RECURSOS FINANCEIROS:
O custeio do projeto, com responsabilidade da escola (8.3.a), será disponibilizado pela verba do repasse financeiro do Governo do Estado
Produto Valor /R$ Quantidade Total/R$
Luvas descartáveis (unidade) 1,00 60 60,00
Gás 25,00 01 25,00
Folhas A4 pacote 500 folhas 9,90 01 9,90
Tinta para impressão tubo 25,00 02 50,00
Sacos plásticos lixo (unidade com 15). 15,00 01 15,00
Xerox (previsão de 100 cópias) 20,00 01 20,00




Transporte palestrante 20,00 01 20,00
Total 199,90

12- CONTEÚDOS
BIOLOGIA:
Alimentação, Guia Alimentar 2005, Citologia, IMC, valores culturais e saúde
ADMINISTRAÇÃO RURAL:
Planejamento, Rotulagem, embalagem, ética, valores e legislação
AGROINDÚSTRIA:
Hábitos de higiene, Etapas do processamento de alimentos, Armazenamento, segurança estratégica na cozinha, EPI, valores e ética.
EXTENSÃO RURAL:
Planejamento, organização de feira, atitudes, relacionamento, cooperação, parceria, valores e ética.




13- REFERÊNCIAS:
ESTEBAN, M. T. A avaliação no cotidiano escolar. 2.ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.
LIMA, MARILENE. Psicóloga - CRP n.º 06/68588; Mestre em Educação: História, Política, Sociedade; Coordenadora da Edukaleidos Consultoria; Consultora ad hoc em instituições de ensino e do terceiro setor. São Paulo/SP,
Home page: www.edukaleidos.pro.br
E-mail: marilenelima@edukaleidos.pro.br / mali@estadao.com.br
OCHSENHOFER K., QUINTELLA, L.C.M., SILVA, E.C., NASCIMENTO, A.P.B., RUGA, G.M.N.A., PHILIPPI, S.T. e SZARFARC, S.C. (2006). O papel da escola na formação da escolha alimentar: merenda escolar ou cantina? Nutrire, 31 (1), pp. 1-16.

Web-bibliografia:
E - educador. Como elaborar Projetos de Ensino.
Disponível em: http://e-educador.com/index.php/projetos-de-ensino-mainmenu-124/77-projetos-de-ensino/2417-projetosensino.
Acesso em 10 de jun. de 2010.

Guia Alimentar. Ministério da Saúde.
Disponível em:
www.materiasespeciais.com.br/saude/guia/guia_alimentar.doc.
Acesso em 10 de jun. de 2010

Vídeo - Alimentação Saudável. Entendendo os aspectos nutricional
Disponível em: http://www.scribd.com/doc/6377255/Alimentacao-Saudavel
Acesso em 10 de jun. de 2010.

Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Legislação
Disponível em:
http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/home/!ut/p/c5/04_SB8K8xLLM9MSSzPy8xBz9CP0os3hnd0cPE3MfAwMDMydnA093Uz8z00B_AwN_Q_1wkA48Kowg8gY4gKOBvp9Hfm6qfkF2dpqjo6IiAJYj_8M!/dl3/d3/L2dBISEvZ0FBIS9nQSEh/
Acesso em 11 de jun. de 2010.

Educação Alimentar
Disponível em: http://educacaoalimentaroc.blogspot.com/
Acesso em 11 de jun. de 2010.

Vídeo “Rótulo um meio de Informação”
Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=-VWu-soLGhc
Acesso em 12 de junho de 2010

Pirâmide Alimentar
Disponível em: http://www.maximasaude.com.br/site/Nutricao/Piramide-Alimentar-Guia-Para-Escolha-de-Alimentos.html
Acesso em 12 de junho de 2010

domingo, 6 de junho de 2010

ATRIBUIÇÕES DO BIÓLOGO - 2010

ATRIBUÇÕES DO BIÓLOGO

Por Roberto Takata

A Biologia é o estudo dos processos vitais dos organismos.

O Biólogo pode trabalhar nas indústrias, em instituições de pesquisa, em organizações não-governamentais, em órgãos do governo, em escolas e outras instituições de ensino, em empresas de ecoturismo, em jardins zoológicos e botânicos, em parques e reservas naturais, em empresas de sanitização de ambientes, laboratórios de testes clínicos e outros como pesquisador, consultor ou professor.

O salário médio inicial gira em torno de R$ 2.000,00.

O que faz?

Sem prejuízo do exercício das mesmas atividades por outros profissionais igualmente habilitados na forma da legislação específica, o Biólogo poderá:

I - formular e elaborar estudo, projeto ou pesquisa científica básica e aplicada, nos vários setores da Biologia ou a ela ligados, bem como os que se relacionem à preservação, saneamento e melhoramento do meio ambiente, executando direta ou indiretamente as atividades resultantes desses trabalhos;
II - orientar, dirigir, assessorar e prestar consultoria a empresas, fundações, sociedades e associações de classe, entidades autárquicas, privadas ou do Poder Público, no âmbito de sua especialidade;
III - realizar perícias, emitir e assinar laudos técnicos e pareceres, de acordo com o currículo efetivamente realizado." (Decreto no. 88.438 - 28/06/1983 - art. 3o)

Realiza pesquisa na natureza e em laboratório, estudando origem, evolução, funções, estrutura, distribuição, meio, semelhanças e outros aspectos das diferentes formas de vida, para conhecer todas as características, comportamento e outros dados importantes referentes aos seres vivos; coleciona diferentes espécimes, conservando-os, identificando-os e classificando-os, para permitir o estudo da evolução e das doenças das espécies e outras questões; realiza estudos e experiências de laboratório com espécimes biológicos, empregando técnicas, como dissecação, microscopia, coloração por substâncias químicas e fotografia, para obter resultados e analisar sua aplicabilidade; prepara informes sobre suas descobertas e conclusões, anotando, analisando e avaliando as informações obtidas e empregando técnicas estatísticas, para possibilitar a utilização desses dados em medicina, agricultura, fabricação de produtos farmacêuticos e outros campos, ou para auxiliar futuras pesquisas. Pode cultivar plantas, criar animais e outros espécimes vivos em laboratório, com fins experimentais. (CBO)

1- São as seguintes as Atividades Profissionais do Biólogo:

1 - Na Prestação de Serviços:
1.1 - Proposição de estudos, projetos de pesquisa e/ou serviços;
1.2 - Execução de análises laboratoriais e para fins de diagnósticos, estudos e projetos de pesquisa, de docência de análise de projetos/processos e de fiscalização;
1.3 - Consultorias/assessorias técnicas;
1.4 - Coordenação/orientação de estudos/projetos de pesquisa e/ou serviços;
1.5 - Supervisão de estudos/projetos de pesquisa e/ou serviços;
1.6 - Emissão de laudos e pareceres;
1.7 - Realização de perícias;
1.8 - Ocupação de cargos técnico-administrativos em diferentes níveis;
1.9 - Atuação como responsável técnico (TRT).
(CFBio [Resolução no. 10 - 05/06/2003 - art. 1o])

Pode ainda dar aulas no ensino básico e superior.

Especialidade
2- São as seguintes as Áreas e Subáreas do Conhecimento do Biólogo:

2.1 - Análises Clínicas.
2.2 - Biofísica: Biofísica celular e molecular, Fotobiologia, Magnetismo, Radiobiologia.
2.3 - Biologia Celular.
2.4 - Bioquímica: Bioquímica comparada, Bioquímica de processos fermentativos, Bioquímica de microrganismos, Bioquímica macromolecular, Bioquímica micromolecular, Bioquímica de produtos naturais, Bioenergética, Bromatologia, Enzimologia.
2.5 - Botânica: Botânica aplicada, Botânica econômica, Botânica forense, Anatomia vegetal, Citologia vegetal, Dendrologia, Ecofisiologia vegetal, Embriologia vegetal, Etnobotânica, Biologia reprodutiva, Ficologia, Fisiologia vegetal, Fitogeografia, Fitossanidade, Fitoquímica, Morfologia vegetal, Manejo e conservação da vegetação, Palinologia, Silvicultura, Taxonomia/Sistemática vegetal, Tecnologia de sementes.
2.6 - Ciências Morfológicas: Anatomia humana, Citologia, Embriologia humana, Histologia, Histoquímica, Morfologia.
2.7 - Ecologia: Ecologia aplicada, Ecologia evolutiva, Ecologia humana, Ecologia de ecossistemas, Ecologia de populações, Ecologia da paisagem, Ecologia teórica, Bioclimatologia, Bioespeleologia, Biogeografia, Biogeoquímica, Ecofisiologia, Ecotoxicologia, Etnobiologia, Etologia, Fitossociologia, Legislação ambiental, Limnologia, Manejo e conservação, Meio ambiente, Gestão ambiental.
2.8 - Educação: Educação ambiental, Educação formal, Educação informal, Educação não formal.
2.9 - Ética: Bioética, Ética profissional, Deontologia, Epistemologia.
2.10 - Farmacologia: Farmacologia geral, Farmacologia molecular, Biodisponibilidade, Etnofarmacologia, Farmacognosia, Farmacocinética, Modelagem molecular, Toxicologia.
2.11 - Fisiologia: Fisiologia humana, Fisiologia animal.
2.12 - Genética: Genética animal, Genética do desenvolvimento, Genética forense, Genética humana, Aconselhamento genético, Genética do melhoramento, Genética de microrganismos, Genética molecular, Genética de populações, Genética quantitativa, Genética vegetal, Citogenética, Engenharia genética, Evolução, Imunogenética, Mutagênese, Radiogenética.
2.13 - Imunologia: Imunologia aplicada, Imunologia celular, Imunoquímica.
2.14 - Informática: Bioinformática, Bioestatística, Geoprocessamento.
2.15 - Limnologia.
2.16 - Micologia: Micologia da água, Micologia agrícola, Micologia do ar, Micologia de alimentos, Micologia básica, Micologia do solo, Micologia humana, Micologia animal, Biologia de fungos, Taxonomia/Sistemática de fungos.
2.17 - Microbiologia: Microbiologia de água, Microbiologia agrícola, Microbiologia de alimentos, Microbiologia ambiental, Microbiologia animal, Microbiologia humana, Microbiologia de solo, Biologia de microrganismos, Bacteriologia, Taxonomia/Sistemática de microrganismos, Virologia.
2.18 - Oceanografia: Biologia Marinha (Oceanografia biológica).
2.19 - Paleontologia: Paleobioespeleologia, Paleobotânica, Paleoecologia, Paleoetologia, Paleozoologia.
2.20 - Parasitologia: Parasitologia ambiental, Parasitologia animal, Parasitologia humana, Biologia de parasitos, Patologia, Taxonomia/Sistemática de parasitos, Epidemiologia.
2.21 - Saúde Pública: Biologia sanitária, Saneamento ambiental, Epidemiologia, Ecotoxicologia, Toxicologia.
2.22 - Zoologia: Zoologia aplicada, Zoologia econômica, Zoologia forense, Anatomia animal, Biologia reprodutiva, Citologia e histologia animal, Conservação e manejo da fauna, Embriologia animal, Etologia, Etnozoologia, Fisiologia animal/comparada, Controle de vetores e pragas, Taxonomia/Sistemática animal, Zoogeografia."

(CFBio [Resolução no. 10 - 05/06/2003 - art. 2o])

CROMATOGRAFIA - EXERCÍCIOS - UFRGS

REGESD - UFGRS

DISCIPLINA DE BIOFÍSICA

Aluno: Vilson Antonio Arruda

Exercícios de cromatografia

1-A fase móvel é a substância (geralmente líquida) que induz a migração da mistura.
2-A razão entre a distância percorrida pela mancha do componente e a distância percorrida pelo eluente é conhecida como o fator de retenção.
3- A cromatografia consiste em um método de análise físico-químico, que permite identificar e quantificar variadas misturas de compostos químicos, que tenham sido separados por um processo chamado migração diferencial, que ocorre devido a diferentes interações entre duas fases imiscíveis, a fase estacionária e a fase móvel.
4-Na cromatografia de camada delgada a fase líquida ascende por uma camada fina do adsorvente estendida sobre um suporte. O suporte mais típico é uma placa de vidro (outros materiais, como folhas pré-recobertas por alumina ou silicagel, podem ser usados).
5-A fase estacionária ou fixa consiste em uma substância que absorve a mistura sob exame.
6- A técnica de cromatografia separa as moléculas pela polaridade e massa, enquanto a técnica de eletroforese separa pela carga e massa.
7- A cromatografia em papel é uma técnica que se baseia na diferença de solubilidade das substâncias em questão entre duas fases imiscíveis, sendo geralmente a água um dos líquidos.

PRÁTICA DOCENTE E ÉTICA


PRÁTICA DOCENTE E ÉTICA

A prática docente, na atual conjuntura, está sendo questionada pelos diferentes segmentos da sociedade. Temos em vista uma nova ordem na educação. Estão preparando um tipo de ENEM para avaliar os professores. Nós professores estamos avaliando os alunos desde os tempos dos jesuítas e agora chegou a nossa vez de prestarmos contas para a sociedade brasileira. A maioria dos professores questiona se isto é justo ou ético. Moral ou imoral.
Entendo que educar não é tarefa única da escola, mas o enfoque humanístico da educação confere a ela a responsabilidade de transmitir conhecimentos e ampliar horizontes do ser humano pela condição de ser, a educação, um direito fundamental do homem.
Eu mesmo fico muitas vezes perdido. Perplexo com as adversidades que ocorrem na sala de aula, e creio que com o tempo ficamos superados pelos novos valores que a sociedade nos impõe. Às vezes me questiono se há ausência de valores, ou os valores é que mudaram e eu continuo no tempo passado. A educação é um processo continuado e humano, uma consequência da interação com a família, do acesso aos bens culturais e da infraestrutura de uma escola. Estamos mergulhados numa violência sem precedentes dos jovens no colégio, talvez motivados pelo atual modelo cultural vigente e apoiado por uma mídia sem controle que apóia a liberdade sexual, tolerância excessiva dos pais, falta de limites, ausência de valores, e adultinização precoce. Esses fatores desencadeiam procedimentos inadequados de conduta na sala de aula e a perda da autoridade do professor, diretor e serviços de monitoria criando um clima para que se crie um ambiente desajustado ao trabalho educativo.
Eu entendo que sempre existiram práticas de autoritarismo entre os seres humanos no âmbito escolar, só que agora começamos a discutir também isso na escola. Paulo Freire tem uma frase poderosíssima que é o fundamento ético mais importante da escola: “Não há saber melhor ou pior, há saberes diferentes”. Esse é um princípio cientificamente comprovado. A Editora Vozes acabou de publicar o livro de Sandra Jovchelovitch, “Os Contextos do Saber”, no qual ela analisa lindamente o saber e mostra que implica paixão, emoção, que o saber impacta a história de vida das pessoas. Essa nova pedagogia é libertadora, pois mostra que não se pode falar em um saber melhor ou pior.
Observo que a população de certo modo já começa a tomar consciência dessa ausência de critérios éticos na vida cotidiana, iniciando reações no sentido de cobrar dos governantes medidas éticas para acabar com a impunidade.
Formular uma educação ética não é fácil. O Estado autoritário, o proselitismo das religiões e democracia laica com sua visão puramente temporal do ser humano, constitui-se em fatores que dificultam essa formulação, mas o educador não pode desistir de buscar um caminho para formar a consciência da juventude, pois é a partir dela que se pode construir uma sociedade de justiça e liberdade.
Acredito que a capacitação docente supervalorizada para o êxito qualitativo da educação necessita pilares básicos para que isso aconteça: a interação com os pais dos alunos e políticas públicas que promovam medidas disciplinares adaptadas à realidade da escola. Não basta ao professor o domínio didático curricular, mas uma formação humana negando o autoritarismo. É preciso na escola um projeto que permite articular projeto pedagógico com o humano para que ocorra a educação pelos afetos onde se concretize uma educação de qualidade onde reine a confiança, a transmissão da segurança e predomine a interação do professor com o aluno através do diálogo e do respeito cooperativo.

A educação é um ato de fé. E é nisto que acredito.

Autor: Vilson Arruda

sábado, 5 de junho de 2010

DESDE QUANDO PEDOFILIA É PRIVILÉGIO?

Desde quando pedofilia é privilégio?

As declarações do arcebispo metropolitano de Porto Alegre, Dom Dadeus Grins, na 48ª Assembléia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil repercutiu negativamente em diferentes segmentos, quando sustentou de forma generalizada que a sociedade é pedófila. Avalio que o padre foi infeliz quando generalizou em sua declaração.
Para refletir sobre o assunto busquei a definição de sociedade e encontrei que: em sociologia, uma sociedade é o conjunto de pessoas que compartilham propósitos, costumes, e que interagem entre si constituindo uma comunidade.
Eu entendo que há alguns indivíduos na comunidade, com desvio de conduta e ética, que podem cometer atos pedófilos contra crianças e adolescentes. Entre esses, podem estar o professor, médico, pai, padrasto, irmão, padre, político, jornalista e, ou empresário. Mas não são todos, e sim partes destes segmentos.
Um indivíduo da sociedade não cientista ao declarar que toda sociedade é pedófila, certamente, não terá repercussão, mas vindo de um religioso cientista, com doutorado e mestrado, a declaração tem um valor muito significativo. Aprendi na vida acadêmica que temos que tomar cuidado ao fazermos generalizações. Feito que Dadeus não observou e acabou ofendendo todo mundo. Nasci na cidade de Viamão e conheço Dom Dadeus desde criança quando ele ainda morava no Seminário Maior de Viamão. Vigário simples, humilde, sensato, respeitado e um religioso com um rol de serviços sociais prestados para sociedade gaúcha. Porém, não posso generalizar afirmando que “todos” os sacerdotes têm as mesmas qualidades de Dom Dadeus, o que seria uma heresia.
No entanto, o que mais me surpreendeu foi a declaração que o arcebispo fez quando disse que “pedofilia não é privilégio da Igreja”. Desde quando pedofilia é privilégio de alguém? Segundo, o dicionário privilégio é uma vantagem concedida a uma ou mais pessoas contra a regra geral. Então, mais uma vez o sacerdote cometeu um deslize de grande envergadura ao tratar a pedofilia como privilégio, enquanto deveria dizer que é um pecado mortal. Será que não existe mais o pecado mortal?
Os seres humanos tendem a serem corporativistas e estão sempre buscando justificativas para sustentar a defesa dos atos não humanizados cometidos por integrantes de seus grupos, e para que essa justificativa tenha repercussão colocam todos numa mesma vala comum.

Vilson Antonio Arruda –
Professor na Escola Técnica de Agricultura de Viamão e graduando em Biologia na UFRGS.

PRESSÃO - EXERCÍCIOS - REGESD - UFRGS



UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
UFRGS
Disciplina: Fenômenos Físicos I
Professor: José Arthur Martins
Tutor On-line: Igor Luiz Penso
Aluno: Vilson Antônio da Costa Arruda
Matrícula: 0178662



Tarefa: Exercícios sobre Pressão
1) Um aluno aperta uma tachinha entre os dedos, como mostrado nesta figura abaixo, a cabeça da tachinha está apoiada no polegar e a ponta, no indicador. Sejam F(i) o módulo da força e P(i) a pressão que a tachinha faz sobre o dedo indicador do aluno. Sobre o polegar, essas grandezas
são, respectivamente, F(p) e P(p).




Considerando-se essas informações, é CORRETO afirmar que:
a) F(i) > F(p) e P(i) = P(p).
b) F(i) = F(p) e P(i) = P(p).
c) F(i) > F(p) e P(i) > P(p).
d) F(i) = F(p) e P(i) > P(p).

RESPOSTA D

Comentário:
Aqui está implícito a base do equilíbrio, pois a tachinha está em repouso entre os dedos. Assim, as forças que os dedos fazem precisam ser iguais: 1ª Lei de Newton. Por outro lado, embora não seja fundamental, podemos lembrar também a importante 3ª Lei de Newton: “a força que o dedo faz na tachinha é igual em módulo à que a tachinha faz no dedo. Confirmando o Princípio da Ação e Reação. Porém, pressão é força distribuída em uma Área: P = F/A
As áreas de contato nos dedos são visualmente distintas. Também se deduz que a pressão é inversamente proporcional à área.
Logo, área menor. Pressão maior.
Conclui-se que a o aluno sente uma Pressão maior no dedo indicador por que este dedo tem área menor que o dedão.



2) A figura abaixo mostra um tijolo apoiado sobre um plano horizontal em três situações:



Considerando cada situação, analise as afirmativas a seguir:
I. A força que o tijolo exerce sobre o plano é a mesma nas três situações.
II. A pressão que o tijolo exerce sobre o plano é diferente nas três situações.
III. Pressão que o tijolo exerce sobre o plano é máxima na situação 1.
Está(ão) correta(s):
a) apenas I b) I e II c) apenas III d) II e III e) I, II e III

Resposta B

3) Numa aula de física os alunos são convidados a se sentar numa cadeira de pregos dispostos de maneira uniforme. Para espanto de muitos, não ocorre nenhum acidente. A alternativa que corretamente explica essa experiência é:
a) A pressão é inversamente proporcional a força aplicada.
b) A força está distribuída entre todos os pregos, portanto a pressão exercida é pequena.
c) A pressão é diretamente proporcional à área.
d) A quantidade de pregos não exerce influência sobre o resultado da experiência.
e) A força exercida sobre a área independe da distribuição dos pregos.

Resposta B


4) Qual a pressão exercida por um tanque de água que pesa 1000 N, sobre a sua base que tem uma área de 2 m2?

Resolução:
P = F/A = 1000 N / 2m2 = 500 N/m2

Pressão é de 500 N/m2


5) A água contida num tanque exerce uma pressão de 40 N/m2 sobre a sua base. Se a base tem uma área de 10 m2. Calcule a força exercida pela água sobre a base.

P = F/A = P * A = 40 N/m2 * 10 m2 = 400 N

Força = 400 N


6) Um individuo precisa atravessar um lago coberto com uma fina camada de gelo. Em que situação ele tem maiores probabilidades de atravessar o lago sem que o gelo se quebre, andando normalmente ou arrastando-se deitado no gelo? Explique.

Resposta: É mais fácil atravessar um lago coberto de uma camada fina de gelo se arrastando, porque vai haver menor pressão no deslocamento do corpo sobre o gelo. Isto ocorre porque a pressão é diretamente proporcional a área.

7) Um faquir possui duas "camas", do mesmo tamanho, uma com 500 pregos e a outra com 1000 pregos. Baseando-se no seu conceito de pressão, em qual das duas camas você julga que ele estaria mais "confortavelmente" instalado?

Resposta: Acredito que na cama de 1000 pregos.
Concluo assim, porque quando nos deitamos, o nosso peso se distribui por uma área grande e, dessa forma, a pressão de cada prego é pequena, e não nos fere. Se, por outro lado, ficássemos em pé sobre a cama, com certeza iríamos nos machucar, pois agora o nosso peso estaria distribuído por uma área bem menor (dos pés) e, assim, a pressão seria bem maior.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

DENSIDADE - REGESD - UFRGS - EXERCÍCIOS CORRIGIDOS



Disciplina: Fenômenos Físicos I
Professor: José Arthur Martins
Tutor On-line: Igor Luiz Penso

Aluno: Vilson Antônio da Costa Arruda
Matrícula: 0178662


Exercícios: Densidade
01. Analise as seguintes situações e responda as seguintes perguntas:
I. Se colocarmos um ovo na água ele afunda por ser mais denso que a mesma?
II. Se adicionarmos sal na água o ovo sobe, pois o ovo torna- se menos denso?
III. Se adicionarmos sal na água o ovo sobe, pois a água torna-se mais densa com a
dissolução do sal?

As respostas dos itens I, II e III são respectivamente:
a) sim – sim – sim
b) sim – não – não
c) sim – não – sim
d) não – não – não
e) não – sim – não

RESPOSTA C

02. Sabe-se que a densidade do gelo é 0,92 g/cm3, a do óleo é 0,8 g/cm3 e da água é
de 1,0 g/cm3. A partir desses dados podemos afirmar que:
a) o gelo flutua no óleo e na água.
b) o gelo afunda no óleo e flutua na água.
c) o gelo flutua no óleo e afunda na água.
d) o óleo flutua sobre a água e o gelo flutua sobre o óleo.
e) a água flutua sobre o gelo e afunda sobre o óleo.

RESPOSTA B

03. Duas substâncias, A e B, são colocadas num recipiente, uma após a outra. Durante
o preenchimento, são medidos continuamente a massa e o volume contidos no recipiente. Com esses dados constrói-se o gráfico abaixo. As massas específicas (densidades) de A e B, em g/cm3,são, respectivamente.
a) 1,0 e 1,2.
b) 2,0 e 4,8.
c) 1,0 e 1,4.
d) 2,0 e 4,0.
e) 2,0 e 3,0

RESPOSTA C

04. Um pedaço de gelo flutua em equilíbrio térmico com certa quantidade de água
depositada em um balde. À medida que o gelo derrete, podemos afirmar que:
a) o nível da água no balde aumenta, pois haverá uma queda de temperatura da água.
b) o nível da água no balde diminui, pois haverá uma queda de temperatura da água
c) o nível da água no balde aumenta, pois a densidade da água é maior que a
densidade do gelo.
d) o nível da água no balde diminui, pois a densidade da água é maior que a densidade
do gelo.
e) o nível da água no balde não se altera.

RESPOSTA E

Como cheguei a essa conclusão:
Como as substâncias água e gelo se encontram em equilíbrio térmico, a temperatura dos dois são iguais a cerca de 0º Celcius. Sendo, “V” o volume de gelo imerso, “M” a massa do gelo e “d” a densidade da água, temos no equilíbrio de forças.

Assim, o volume de água proveniente do gelo derretido é igual ao volume de gelo que estava imerso. Concluindo que o nível da água no balde não se altera.

05. Sabe-se que a densidade da água é 1g/cm3. A tabela abaixo fornece as massas e volumes de algumas substâncias:


Os corpos com maior densidade que a água são
a) A e C.
b) A e B.
c) A, B e C.
d) B e D.
e) A, B e D

REPOSTA A

Como fiz a resolução

DA = 25/10 = 2,5g/cm3 DB = 400/800 = 0,5g/cm3

DC = 5/1 = 5g/cm3 DD = 300/400 = 0,75g/m3

segunda-feira, 31 de maio de 2010

HISTÓRICO DA ESCOLA TÉCNICA DE AGRICULTURA DE VIAMÃO - ETA - RS - BR


Referência do texto acima: FENATA

Foto: Prédio administrativo da escola

ESCOLA ESTADUAL TÉCNICA DE AGRICULTURA – ETA
RS 040, Km 16 (Rodovia Tapir Rocha) , Passo do Vigário – Viamão/RS/BR
Localizada numa área de 407 hectares

Diretor atual(2010): Professor Evandro Cardoso Minho

RESUMO HISTÓRICO DA ETA
ETA MAIS 100 ANOS

Tendo em mente o ideal da ESCOLA DE ENGENHARIA DE PORTO ALEGRE; Conduzir o indivíduo do mais modesto ao mais elevado grau de ensino técnico, um pioneiro, JOÃO SIMPLÍCIO ALVES DE CARVALHO, hoje patrono de nossa Escola, buscou inspiração para a implementação de uma entidade educacional que harmonizasse práticas educacionais de ensino, pesquisa e extensão rural na formação de jovens capazes de mudar o panorama agropecuário de sua época . Isto significou o início de nosso ensino técnico profissional. A ESCOLA TÉCNICA DE AGRICULTURA de Viamão tem, portanto, sua origem na ESCOLA DE ENGENHARIA de Porto Alegre (fundada em 1896) que chamou a si a organização do Ensino Profissional do Rio Grande do Sul.
Em 1906 foi criada na Estação Experimental de Taquari, uma Escola de Capatazes Rurais de duração efêmera, pois em 1º de novembro de 1910 (esta data é considerada como a da fundação de nossa Escola) todo o acervo da Estação, acrescido de equipamentos atualizados é transferido para a Chácara das Bananeiras, onde a ESTAÇÃO AGRONÔMICA EXPERIMENTAL do Estado já funcionava desde 1898 (atualmente, esta área, pertence à Brigada Militar, fica situada na Avenida Aparício Borges em Porto Alegre). Ali foi criada uma ESCOLA DE CAPATAZES (origem de nossa Escola) e nesta o CURSO DE CAPATAZES RURAIS, com 03 anos de formação) sob a égide da Escola de Engenharia de Porto Alegre..
Em 08-02-1910 foi criado o INSTITUTO DE AGRONOMIA E VETERINÁRIA (hoje Faculdade de Agronomia), unindo esforços da União, que o subvencionaria, e do Governo do Estado, que organizou o Curso de Capatazes Rurais. Os recursos para sua instalação foram proporcionados pela Lei nº 93 de 27 de novembro de 1909 que elevava a 4% a taxa profissional (incidia sob todos os impostos arrecadados) concedida ao Instituto com a finalidade de:
a) aquisição de terreno e estabelecimento de uma granja-modelo e campo de experimentação.
b) criação e custeio de uma Escola Prática de Agricultura e Veterinária para 30 alunos, de ensino gratuito e com internato. Seria subvencionada pelo Governo Federal.
c) contratar no estrangeiro por cinco anos um agrônomo, um veterinário e um enólogo.
Esta taxa proporcionou a aquisição e equipagem dos Campus da Agronomia e do Campus de Viamão.
O ensino técnico profissional do RGS era comentado em todos jornais do país. Roosevelt, presidente do Estados Unidos em visita ao Brasil comentou que o nosso ensino profissional se igualava ao que de bom possuíam os países mais adiantados do mundo.
Em julho de 1911, por decreto federal, é anexado ao INSTITUTO o POSTO ZOOTÉCNICO (ETA) e a ESTAÇÃO EXPERIMENTAL (atual Escola Canadá), ambos sediados em Viamão.
As matrículas em número de trinta para o Curso de Capatazes, uma para cada município, foram selecionadas e concedidas pelo Presidente do Estado do RGS Dr. Carlos Barbosa Gonçalves no início do ano de 1911 - ano de Instalação do Curso de Capatazes Rurais. O Curso era ministrado por um corpo docente capaz (professores locais e técnicos estrangeiros), excelentes laboratórios, museus, campos experimentais, equipamentos modernos, vindos da Europa e Estados Unidos e outros complementos, incluindo o regime de internato para todos os alunos. Este Curso granjeou simpatia e prestígio perante e comunidade rio-grandense.
Em 1912 inicia-se a compra do restante de terras no Passo do Vigário em Viamão e no km 09 e 10 na Estrada do Mato Grosso, completando o restante da área do Instituto, onde hoje esta situada a Faculdade de Agronomia. Neste ano (14-05-1912) é lançada a Pedra Fundamental das construções dos futuros Posto Zootécnico (ETA) e Estação Experimental (atual Escola Canadá). Participaram do ato O Ministro da Agricultura e Nicolau Athanassoff eminente zootecnista da época. Neste local, em uma caixa zincada foram colocados, jornais e moedas da época, os Regulamentos do Instituto, também uma cópia da Ata com as assinaturas de todos os presentes (até hoje provavelmente não foi encontrada). Ainda em 1912 desembarcou no cais do porto de Porto Alegre, causando espanto na população, uma verdadeira Arca de Noé, constituída de animais reprodutores das mais diversas raças de bovinos, eqüinos e asininos, todos adquiridos na Europa.
Em julho de 1913 o Curso de Capatazes Rurais deixa a Chácara das Bananeiras transferindo-se para a nova sede com 135 ha do Instituto de Agronomia e Veterinária, na estrada Porto Alegre/Viamão - Estrada do Mato Grosso – km 09 (atual Faculdade de Agronomia).
Dos trinta alunos matriculados, somente sete concluíram o Curso constituindo-se a primeira turma de Capatazes Rurais, formada em 1914 e não em 1913, pois os formandos tinham que defender ainda um trabalho de conclusão. Três deles se formaram com distinção.
Em 28 de setembro de 1916 é fundado o Centro Estudantil (hoje CECAT). É o Primeiro Centro de Estudantes fundado no RGS. Seu primeiro presidente foi João Leal e o terceiro foi Cneu Aranha (irmão de Osvaldo Aranha)Ele que fundou a Biblioteca do Curso de Capatazes Rurais, ao mesmo tempo fazendo uma doação de 200 livros.
Em julho de 1917, por decreto do Presidente do Estado – Antonio Augusto Borges de Medeiros – o Curso de Capatazes Rurais torna-se autônomo e passa a funcionar oficialmente junto ao POSTO ZOOTÉCNICO (ETA) e à ESTAÇÃO EXPERIMENTAL (atual Escola Canadá) em VIAMÃO no km. 30 (partindo da Prefeitura de P. Alegre) da Estrada Viamão/Cidreira. Na verdade desde fins de 1915 o Curso de Capatazes já funcionava em Viamão. O Instituto de Agronomia e Veterinária passa a denominar-se INSTITUTO BORGES DE MEDEIROS ao qual passa a pertencer o Curso de Capatazes Rurais. O Posto e a Estação passam a atender além do ensino, trabalhos agrícolas e veterinários das regiões nordeste e sudeste do Estado, assim como os estabelecimentos filados à Escola de Engenharia. Aqui iniciaram-se os serviços de assistência técnica e melhoramento à agropecuária do Rio Grande do Sul. As Instalações do Posto e da Estação dispunham de uma completa infra-estrutura para o desenvolvimento do ensino, da pesquisa e experimentos. Os professores em número de 15 (quinze) vindos dos Estados Unidos e de três diferentes países europeus, no início constituíam a totalidade dos professores do Curso, após foram sendo substituídos por professores nossos que se aperfeiçoaram no exterior nas mais diversas especialidades. Fazia parte destes professores o italiano CELESTE GOBATTO, Doutor em Ciências Agrárias, nosso primeiro diretor.
Desde o início de seu funcionamento em Viamão a Escola contava com sua Secção de Laticínios, provida de modernos equipamentos para época com os quais já eram fabricados, queijos diversos, iogurte, doce de leite, rapadura de leite, requeijão, manteiga (aqui se produzia a famosa manteiga EGATEA – siglas iniciais da Escola de Engenharia e dos seus cinco outros Institutos).
Em 1918 devido à gripe espanhola os alunos (em número de 80) foram todos promovidos de ano, embora dois alunos (Remy Gorga e Teodolino Monteiro, que veio a falecer em 1980, aos 99 anos, faltando poucos dias para completar os 100 anos) e o Enfermeiro da Escola não fossem contaminados.
A partir de 1919 a Estação Experimental veio a contar com um vagão da Viação Férrea do RGS para ser empregado no ensino ambulante de agricultura e veterinária e em outras atividades extensionistas. Este Vagão levava professores e técnicos, aparelhagem de cinema, livros, revistas técnicas e científicas, mostruário de sementes e adubos, além de móveis fabricados pela Escola Parobé. Em vagão anexo, viajavam reprodutores, de várias raças importadas, para a cobertura de fêmeas principalmente nos pontos terminais da Estrada Férria. Um incêndio na Estação de Santa Maria destruiu os vagões, não mais voltando a funcionar esta extraordinária iniciativa.
Em1922, segundo o Dr. Mozart Pereira Soares – o curso passa de elementar, só no papel, pois na verdade nunca o fora -, a médio e secundário, mais amplo e mais completo. Neste ano e Escola passa a pertencer a UNIVERSIDADE TÉCNICA DO RIO GRANDE DO SUL, só reconhecida oficialmente em 1931.
Em 1929 o Curso volta para o Instituto Borges de Medeiros, embora os alunos do Curso de Agronomia e de Capatazes Rurais (agora Técnicos Rurais), continuassem usando o Posto Zootécnico e a Estação Experimental de Agricultura em Viamão para fazerem suas práticas. Neste ano, como no inicio, o Curso de Técnicos Rurais passa a ter mais um semestre de especialização. Os formandos fazem um trabalho de conclusão que é defendido perante uma banca examinadora.
Em 03 de agosto de 1931 o Curso de Técnicos Rurais passa oficialmente a pertencer a Universidade Técnica do RGS, neste mesmo ano é criado o MINISTÉRIO DA EDUÇÃO E CULTURA.
Em 1934 é criada a UNIVERSIDADE DE PORTO ALEGRE, que incorpora os Cursos Superiores da Escola de Engenharia.. O Curso de Técnicos Rurais continuou pertencendo a Universidade Técnica do RGS.
Em agosto de 1936 o Curso de Técnicos Rurais, volta a Viamão, passando a Escola a denominar-se ESCOLA DE TECNICOS RURAIS, pertencente a UNIVERSIDADE TÉCNICA, não mais saindo do campus Viamão
Em 1938 estudou na ETA o mais ilustre aluno LEONEL DE MOURA BRIZOLA. Outro ilustre aluno formado na Escola é HÉLIO PRATES DA SILVEIRA (1937), que foi governador de Brasília (Distrito Federal). Também o vice-governador do Mato Grosso do Sul, ARI RIGO (1965).
Em março de 1939 a Universidade Técnica passou a chamar-se INSTITUTO TÉCNICO PROFISSIONAL DO RIO GRANDE DO SUL e a Escola passa a denominar-se LICEU AGRÍCOLA composta pelos Cursos de Técnicos Rurais,Operários Rurais (na Estação Experimental de Agricultura – atual Escola Canadá) e Iniciação Agrícola (no Instituto Pinheiro Machado – no Morro Santana – Porto Alegre). Neste ano o Instituto de Zootecnia recebe o patrimônio do Instituto Experimental de Agricultura (atual Escola Canadá).
Em 1940 surge o primeiro rancho com o nome de São Jerônimo. Outros foram surgindo sendo o último (34º) de nome Tropeiro. Até 1960 existiam cinco ranchos: São Jerônimo, Três de Maio, Minuano, Entrevero e Saudade.
Em 1942 é criada a Superintendência do Ensino Profissional da Secretaria de Educação e Cultura. O LICEU AGRÍCOLA passa a denominar-se ESCOLA TÉCNICA DE AGRICULTURA - ETA, que manteve os Cursos de Técnicos Rurais no Instituto de Zootecnia (IZ- ETA), Operários Rurais e Capatazes Rurais no Instituto Experimental de Agricultura (IA-Escola Canadá) e o Curso de Operários Rurais no Instituto Pinheiro Machado (no Instituto Pinheiro Machado - Morro Santana –Porto Alegre).
Em 1943 é dado início a construção do Campo de Futebol (terraplanagem).
Em 1945 os Cursos da Escola Técnica de Agricultura são reconhecidos por decreto federal. De 1929 até 1945. Os técnicos formados recebiam o título de TÉCNICOS RURAIS.
Em 1946 com a Lei Orgânica do Ensino Agrícola a ETA passa a formar AGROTÉCNICOS em quatro Cursos Técnicos: Curso de Agricultura, Curso de Zootecnia, Curso de Horticultura e Curso de Laticínios cujos títulos são de TÉCNICO EM AGRICULTURA, TÉCNICO EM ZOOTECNIA, TÉCNICO EM HORTICULTURA e TÉCNICO EM LATICÍNIOS. Além dos Cursos de Mestria Agrícola (correspondente a 3ª e 4ª série do Curso Ginasial) e Operário Agrícola (correspondente a 1ª e 2ª série do Curso Ginasial).
De 1946 a 1963 coube a Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinário do Ministério da Agricultura a fiscalização do nosso Ensino Agrícola quanto a elaboração e aplicação dos programas pedagógicos. Neste ano é inaugurada a nova sede do CECAT (permanecendo até os nossos dias).
Em 1947 é fundado (17-09-1947) o CENTRO DOS PROFESSORES DA ESCOLA TÉCNICA DE AGRICULTURA, sendo eleito seu primeiro presidente o Prof. João Ferreira. Em 28-09-1947 é inaugurada a nova e atual sede do CECAT.
Em 1951 o Curso de Mestria Agrícola de quatro anos é desdobrado nos cursos de Iniciação Agrícola, em dois anos e no de Mestria Agrícola, em dois anos. Havia vestibular para a passagem do Curso de Iniciação Agrícola para o de Mestria Agrícola e também deste para o Curso Técnico.
Em 1952 os formandos da ETA, em excursão a Argentina são recebidos por Juan e Evita Perón. Neste ano é editado pelo CECAT sob a direção de Aldomar Sander o primeiro número do jornal A Voz da Terra.
Em 1957 é fundado (15-10-1957) o CTG VAQUEANOS DA CULTURA, tendo como Patrão Fernando Roque da Costa. Funcionou primeiramente na Escola de Mestria Agrícola Canadá ( que neste ano recebe autonomia administrativa), transferindo-se para a ETA em 1963). É composto o primeiro HINO DA ETA, Com música do Maestro Leo Schneider e letra de Raul Moreau.
Em 1959 foi criada a SUBSECRETARIA DO ENSINO TÉCNICO da qual fez parte a Superintendência do Ensino Agrícola a qual nossa Escola se liga. Neste ano o Curso de Iniciação Agrícola recebe autonomia administrativa, passando a Escola Canadá a chamar-se Escola de Mestria Agrícola Canadá.
Em 1960 (ano do cinquentenário), com deferência especial de Leonel de Moura Brizola, os formando fazem excursão a Brasília (ano de sua inauguração) e aos Estados de Sta. Catarina, Paraná, São Paulo, Guanabara e Minas Gerais.
Em 1961 com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional o Curso passa a denominar-se COLEGIAL AGRÍCOLA com mais um semestre de estágio após a sua última etapa. A ETA passa, neste ano, ao Sistema Estadual de Educação, No mesmo ano são concluídos o refeitório, os prédios das salas de aulas? e o dormitório de madeira, próximo à caixa d’água e ao dormitório ( que não mais existe)?. Também o Museu da ETA é inaugurado.
Em 1962 são realizados os primeiros estágios profissionalizantes após o advento da Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Em 1963 é realizado o primeiro RODEIO CRIOULO com o nome de FESTANÇA CRIOULA, considerado até hoje, o maior evento público do Município de Viamão. Foram seus organizadores o ex-aluno Irvan Antunes Vieira (Patrão do CTG e Jorge Xavier de Oliveira - Auxiliar de Disciplina da Escola Canadá).
Em 1964 é elaborado o Regimento Interno que serviu inclusive de modelo as demais Escolas Agrícolas. A ETA adota o regime semestral e o curso passa a ser politécnico, perdurando até 1975 (ano da última turma de formandos deste Curso). O sétimo semestre do Curso correspondia ao estágio profissionalizante.
No final de 1964 se forma na ETA, Zara Souza Kornelius, a primeira mulher Técnica Agrícola do Rio Grande do Su.
Em 1966 a ETA passa a chamar-se ESCOLA TÉCNICA DE AGRICULTURA “Dr. João Simplício Alves de Carvalho”, em homenagem ao seu patrono. Neste ano é concluído o Aviário com diversos galpões para corte e postura, sendo o local chamado de “Cidade Avícola”.
Em 1967 é criado o MUSEU DE CIÊNCIAS NATURAIS. Foi seu organizador o Biólogo José Carlos Becker. A Escola passa a ter a denominação de COLÉGIO AGRÍCOLA, antes denominada ESCOLA AGROTÈCNICA, também as Escolas e Cursos de Iniciação e Mestria Agrícola passam a ser Ginásios Agrícolas (Dec.Nº 18.416 de 28/01/67).
Em 1973 passa a ETA a formar Técnicos em Agricultura e Técnicos em Pecuária, juntamente com as habilitações parciais de Agentes de Defesa Sanitária Vegetal e Agentes de Defesa Sanitária Animal.
Em 1976 foi instituída uma reforma administrativa na Escola sendo adotados no seu regimento uma estrutura departamental com a criação dos Departamentos de Ensino, Administrativo, Agropecuário e o de Patrimônio – Disciplina e Internato, com seus respectivos vice-diretores. Pela primeira vez se vê no Estado estas figuras. Após popularizou-se nas escolas do RGS a figura do Vice-Diretor de Ensino. Antes a Escola era dirigida por um Diretor e um Administrador. Neste ano é criado o CÍRCULO DE PAIS E MESTRES DA ETA, sendo seu presidente Pedro Pimentel, pai de aluno e também professor.
Em 1979 a ETA passa a chamar-se ESCOLA ESTADUAL DE 2º GRAU “Dr. João Simplício Alves de Carvalho”. É construído o Pórtico de Entrada da Escola.
Em 1980 iniciam-se os ENCONTROS DE ESTUDOS SUL RIO-GRANDENSES, tendo como objetivo debater aspectos da formação cultural do Estado. Estes eventos tinham duração de uma semana e repetiram-se enquanto perdurou no currículo a disciplina de Estudos Rio-Grandenses.
.Neste ano (1980) é comemorado os 70 anos da Escola. A partir deste ano a comemoração de aniversário é realizada de cinco em cinco anos.
Em 1982 a Escola passa a atuar no Ensino não formal através do SENAR (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) com a criação do primeiro centro fundado no RGS com o nome de CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL RURAL”Professor Jonathas Gomes da Silva”, contando com Agências em Bagé, Farroupilha e Pelotas. Na Floricultura é construído o “Tijolado” com 80 m².
Em 1983 os diplomas antes registrados no Ministério da Agricultura e posteriormente no Ministério da Educação, passam a ser registrados na própria Escola. É construído um biodigestor, situado ao lado do Estábulo e atrás do Silo. Em eleição, junto a comunidade escolar, a FIGUEIRA (Ficus cestrifolia) é escolhida como ÁRVORE SÍMBOLO DA ETA.
Em 1984 a Indústria de Laticínios tem um grande incremento chegando a industrializar 800 litros diários de leite além de goiabadas, peradas, doces, chimíer e lingüiças. Seu slogam de comercialização de produtos naturais é “ETA! COISAS GOSTOSAS”. Como a Escola, com o apoio do CPM, fazia propaganda nos jornais da Capital, este slogam se tornou dito popular. Sempre que alguém ingeria algo saboroso citava o slogam. É concluída a primeira etapa (dois pisos) do novo dormitório construído em frente ao refeitório.
Em 1985 é editado o JORNAL DA ETA em comemoração aos seus 75 anos. Neste ano são inaugurados os novos setores de Suinocultura com maternidade para 14 porcas criadeiras além de instalações para recria e terminação correspondentes, lavagem e fosso de recolhimento de dejetos; situa-se, no outro lado da RS 01 oposto a avenida de plátanos e também o setor de Piscicultura próximo ao açude da RS 01, passando piscicultura a fazer parte como disciplina do currículo. É inaugurada Estação Climatológica da ETA. Também foi criada a Banda Marcial Lucas Guaselli composta inicialmente por 30 membros. É composto o segundo HINO DA ETA, com letra e música de Telmo de Lima Freitas.
Em 1986 a Escola mantém as Habilitações de Técnico em Agricultura, Técnico em Pecuária e a Habilitação Parcial de Agente de Defesa Sanitária Animal.
Em 04/06/1991 é criada a ASSOCIAÇÃO DOS EX-ALUNOS DA ESCOLA TÉCNICA DE AGRICULTURA , tendo como presidente o Dr. Yvan Joaquim Barros de Moraes.
Em 1997 o Setor de Agroindústrias passa a ter novas instalações junto ao prédio do refeitório. È montado o 1º Laboratório de Informática.
Em 1998 os cursos técnicos desvinculam-se do ensino médio, passando ambos a terem matrículas independentes. É construído no Setor de Gado de Corte o Abatedouro.
Em 1999 os Ranchos foram fechados pela Juíza da Vara da Família, Infância e Juventude de Viamão devido aos violentos trotes praticados pelos alunos veteranos. É construído o novo Centro de Treinamento.
Em 2000 é construído o 3º pavimento do dormitório.
Em 2001 volta a ETA a denominar-se ESCOLA TÉCNICA DE AGRICULTURA, sem o nome do patrono Dr. João Simplício Alves de Carvalho.
Em 2002 é acrescentado a palavra estadual, passando a chamar-se ESCOLA ESTADUAL TÉCNICA DE AGRICULTURA.
Em 2003 os Ranchos são tombados pelo Patrimônio Histórico do RGS.
Em 2009 são construídos o novo Abatedouro (72 m²) e a Unidade de Embutidos (60 m²). Em 2010, em Sessão Solene, a Assembléia Legislativa do RGS, através do Deputado Mano Changes (PP), presta homenagem à Escola pela passagem de seus 100 anos de existência.
Tanto o presidente da Assembléia Legislativa do RS (Deputado GIOVANI CHERINI - 1978) como o Secretário de Educação do Estado do RGS (ERVINO DEON – 1976) e o Superintendente do Ensino Profissionalizante (VULMAR SILVEIRA LEITE - 1967) e o atual Ministro da Pesca e Aquicultura ALTEMIR GREGOLIN (1981) são ex-alunos da EETA Viamão.

Valorizando o seu passado acreditamos no seu futuro.

ETA, 22-06-2010

Prof. NELMO MALTA GUTTERRES


P.S - ACEITAMOS COLABORAÇÃO. O Histórico está em elaboração.





HISTÓRICO

• 1896 – Fundada a Escola de Engenharia de Porto Alegre, reconhecida como de caráter oficial pelo Decreto Oficial 727/1900. A Escola de Engenharia tinha como objetivo preparar um corpo técnico qualitativa e quantitativamente habilitado ao conveniente aproveitamento do espaço habitacional rio-grandense. Foram criados dois Pólos Pedagógicos: Pólo Técnico ou Industrial e um Pólo Verde ou Rural. O Ensino Técnico, inclusive o agrícola, atingiu uma amplitude nunca antes verificada no País.

• 1902 - Diplomados os primeiros técnicos da terra em nível superior com o título de Agrônomos-Veterinários.

• 1906 - Cresce a idéia da criação de um Instituto de Agronomia Veterinária. O Ensino Técnico, inclusive o agrícola, atingiu uma amplitude nunca antes verificada no País.

• Através da Lei Estadual 93 de 27 de novembro de 1909 são concedidos os recursos para o Instituto de Agronomia e Veterinária criada pela Escola de Engenharia de Porto Alegre.
.....
Inciso IV-
B. à criação e custeio de uma Escola Prática de Agricultura e Veterinária para 30 alunos, de ensino gratuito e com internato. 1910
Em 1º de novembro de 1910 o Governo Federal cria o Curso de Capatazes Rurais com duração de três anos em regime de internato, este correspondia aos Aprendizados Agrícolas.
Este curso destinava-se os filhos de agricultores e lavradores pobres, inteiramente gratuitos.
.....

• 1910Foi criado o Curso de Capatazes Rurais, Inicia-se, assim, a trajetória deste centenário da ETA na Estação Agronômica, na Chácara das Bananeiras, bairro Partenon em Porto Alegre.

• 1912 - O Instituto foi dividido em três departamento:
Escola Agrícola - Porto Alegre
Estação Experimental - Viamão
Posto Zootécnico – Viamão

• 1913 - O Curso de Capatazes Rurais é transferido para a nova sede da Escola Agrícola no km 9 da Estrada Porto Alegre/Viamão (hoje bairro Agronomia).

• 1914 - Formada a 1ª Turma do Curso de Capatazes Rurais.

• 1916É fundado o Centro Estudantil (hoje CECAT). É o primeiro Centro de Estudante fundado no RGS.

• 1917 - A Escola Agrícola passa chamar-se Instituto Borges de Medeiros. O Curso de Capatazes Rurais é transferido para o Posto Zootécnico no Passo do Vigário em Viamão, local com toda infra-estrutura para pesquisa e experimentos.

• 1919 - O Decreto nº 13.508 de 19/03/1919 cria o Patronato Agrícola no Estado do Rio Grande do Sul sob a responsabilidade da Escola de Engenharia. Destinado ao recolhimento e a educação dos “menores desvalidos”. Nos processos práticos de trabalhos de agricultura e criação (Operários Rurais).

• 1922 - O Curso de Técnicos Rurais passa de Elementar a Médio e Secundário de Agricultura e Zootecnia mais amplo e mais completo acompanhando a evolução do ensino profissional.

• 1924 - Os Patronatos Agrícolas mantidos pela Escola de Engenharia são unificados em uma única sede no Instituto Pinheiro Machado (Morro Santana).

• 1929 - O Estatuto da Escola de Engenharia é reformulado com modificações em seus estabelecimentos de ensino. O Curso de Capatazes Rurais passa a chamar-se Curso de Técnicos Rurais e foi acrescido mais semestre de especialização

• 1931- O Curso de Técnicos Rurais é transferido para o Instituto Borges de Medeiros.

• 1934 - A Escola de Engenharia de Porto Alegre passa a chamar-se Universidade Técnica do Rio Grande do Sul, tornando-se instituição oficial do Estado de caráter elementar e médio. Neste mesmo ano foi criada a Universidade Técnica de Porto Alegre que incorporou todos os Institutos de Ensino Superior da Universidade Técnica do RS, passando o Curso Técnico Rurais a pertencer a ela.

• 1936 - O Curso de Técnicos Rurais volta definitivamente para o Instituto de Zootecnia, e passando este Instituto a denominar-se Escola de Técnicos Rurais.

• 1939 - A Universidade Técnica do RS passa a denominar-se Instituto Técnico Profissional do RS. O Instituto de Zootecnia (ETA) recebe o patrimônio do Instituto Experimental de Agricultura (Escola Canadá). Neste ano pelo Decreto Lei 7.964, é criado o Liceu Agrícola, composto pelos Cursos de Técnicos Rurais, Operários Rurais (na Estação Experimental) e Iniciação Agrícola (Instituto Pinheiro Machado

• 1942 - O Instituto Técnico Profissional do RS passa a denominar-se Superintendência do Ensino Profissional, passando a integrar a Secretaria de Educação e Cultura do RS, como órgão de administração especial. Pelo Decreto Estadual 649 de 29/12 /1942 o Liceu Agrícola passou a denominar-se Escola Técnica de Agricultura (ETA). Foram mantidos os cursos de Operários Rurais, Técnicos Rurais e recriado o Curso de Capatazes Rurais.


• 1944 - Os três cursos mantidos na Escola foram reconhecidos pelo Decreto Federal 15.497 de 10/05/1944.

• 1946 - O Decreto Lei 91.613 de 20/08 de 1946 – Lei Orgânica do Ensino Agrícola deu nova organização aos estabelecimentos de formação Agrotécnica. A ETA passou a formar Agrotécnicos em quatro cursos: Técnico de Agricultura, Técnico Horticultura, Técnico de Zootecnia, Técnico em Agroindústria. Além destes o Curso Mestria Agrícola (correspondente aos 3ª e 4ª ginasial) e o de Operários Rurais (correspondente a 1ª e 2ª do ginasial).
Após a aprovação da Lei Orgânica do Ensino Agrícola a ETA passou a ser orientada pedagogicamente pela Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinário do Ministério da Agricultura, embora continuasse sendo administrada e mantida pelo Governo do Estado.

• 1950 - Os cursos de Iniciação Agrícola e Mestria Agrícola desdobram-se em dois como previsto em lei.


• 1953 - Através da Lei Federal 1.821 de 12/03/53 e Decreto 34.330 de 21/10/53 é dada a equivalência entre os diversos cursos de grau médio agrícola para efeito de matrícula no ciclo colegial e superior.

• 1957 - Decreto 7.796 de 06/05/1957 cria a Escola de Mestria Agrícola como parte da ETA, ficando denominada de Escola de Mestria Canadá.

• 1959 - A Escola de Mestria Agrícola Canadá é desmembrada da ETA e passa a ter autonomia administrativa pelo Decreto 10.768 de 18/09/1959, mais tarde passando a Ginásio Agrícola.

• 1961 - Com a reforma da LDB 4.024 de 20/12/61 o curso agro-técnico passou a politécnico, recebendo a denominação de Curso Colegial Agrícola dando o título de Técnico Agrícola. O nome da escola continua sem alterações.

• 1962 - A Escola passa a admitir o ingresso de alunas. Neste ano matriculam-se duas alunas.

• 1963 - Resolução 12/63 de 19.09.63 do CEED/RS cria um semestre de especialização para o ciclo colegial, a ser realizada após a parte seriada e de livre escolha do aluno. Neste mesmo ano elaborado novo regimento com regime semestral, passando a formar duas turmas por ano.

• 1966 - A ETA passa chamar-se Escola Técnica de Agricultura Dr. João Simplício Alves de Carvalho, Decreto Estadual 18.212 de 06.12.1966.

• 1973 - Cursos com habilitação plena de Técnico em Agricultura e Técnico em Pecuária, e as habilitações parciais de Agente de Defesa Sanitária e Agente de Defesa Animal conforme LDB 5.192/71

• 1976 - Volta o regime anual com aprovação de novo regimento escolar

• 1979 - Através da Portaria 22.005 de 11/10/1979 a Escola Técnica de Agricultura passa a se chamar Escola Estadual de 2º Grau Dr. João Simplício Alves de Carvalho.

• 1986 - Atua no ensino informal em parceria com o SENAR.

• 1995 - Primeira Escola de Viamão a implantar o Conselho Escolar.

• 2001 - Volta a se chamar Escola Técnica de Agricultura, sendo solicitado alteração de designação para Escola Estadual Técnica de Agricultura, atendendo a Resolução 258/00 do CEED/RS.

• 2002 Em atendimento a nova LDB.
 Ensino Médio e Educação Profissional com organização curricular independente.
 Plano de Ensino Médio conforme os PCN.
 Plano de Curso para Educação Profissional (autonomia na organização curricular) e organizado por competências.
 Cadastro no CNCT.
 Aproveitamento de Estudos formais e informais.
 Regimento Único

• 2009 – em atividade
 Ensino Médio concomitante com Educação Profissional
 Educação profissional subsequente
 Formação Inicial e Continuada de Trabalhadores
 Programa Jovem Aprendiz

Cursos em atividade:
 Técnico em Agricultura
 Técnico em Pecuária
 Ensino Médio
 Qualificação e Aperfeiçoamento Profissional na área de agropecuária.

• Organização Curricular
 Curso Técnico de Nível Médio em Pecuária – Organizado em três etapas de 525 horas e estágio supervisionado de 640h perfazendo um total de 2.215 horas.
 Curso Técnico de Nível Médio em Agricultura – Organizado em três etapas de 525 horas e estágio supervisionado de 640h perfazendo um total de 2.215 horas.
 Ensino Médio – Três séries anuais de 850 horas, perfazendo um total de 2550 horas.
 Curso de curta duração de qualificação e aperfeiçoamento profissional.

• Regime de Matrícula
 Internato Integral (hospedagem completa incluindo final de semana)
 Internato parcial (hospedagem completa de segunda a sexta)
 Semi-internato (turno integral com alimentação)

• Ingresso nos Cursos Técnico
 A seleção de alunos novos é através de um processo de classificação, aprovado pelo Conselho Escolar desta instituição.

• Participação da Comunidade Escolar;
 Conselho Escolar;
 Centro dos Estudantes dos Cursos Agro-técnico (CECAT);
 CTG Vaqueanos da Cultura;
 Centro dos Professores da EETA (CPETA);
 Associação de x-alunos.

• Novas Propostas - Novo desafio desta Instituição de Educação Profissional será a implantação do PROEJA.


Diretores da ETA – por ordem

No Instituto de Agronomia e Veterinária – Porto Alegre:

1910 a 1915 – João José Pereira Parobé

1916 – Augusto Gonçalves Borges

Na sede da ETA:

1º - Celeste Gobbato
1917-1918

2º - Pedro Pereira de Souza
1919 -1924

3º - Josué Pereira de Souza
1925 -1929

4º - Írio Prado Lisboa
1930 – 1935
(no Instituto Borges de Medeiros – Porto Alegre)

5º - Dulphe Pinheiro Machado
1930-1935
(Diretor da sede – Instituto de Zootecnia – ETA, Viamão)

6º - Cantalício Preto de Oliveira
1936 – 1942

7º - Walter Borba dos Santos
1943 -1948

8º - Ary Caldeira da Silva
1949 -1953-1955


9º - Áureo Gonçalves Dias
1950-1953

10º -Yvan Joaquim Barros de Moraes
1956-1958


11º - Bortolo Luiz Casarin
1959-1960

12º - Fiorelo Ranzolin
1961-1962

13º - Jurandir Dutra de Souza
1962-1963

14º - José Wilson Pacheco de Souza
1964-1971

15º - Luiz Carlos Elers
1972-1974

16º - Aldo Leandro de Mello
1974-1975

17º - Irvan Antunes Vieira
1976-1989

18º - Edi Odete Braucks
1989-1990

19º - Paulo Roberto Muraro
1990-1991

20º - Maria Neuza Gomes Marques
1991-1995

21º - Santino Telmo Gomes
1995-1997

22º - Paulo Gilberto Cardozo Goulart
1998-2001

23º - Evandro Cardoso Minho atual Diretor) 2002



Viamão, de 31 maio de 2010.


Texto elaborado por
Professora Maria Clarice Rodrigues de Oliveira
Editado por

Professor Vilson Antônio Arruda
(51) 98454422

sexta-feira, 28 de maio de 2010

JOSÉ AFONSO NUNES - TÉCNICO AGRÍCOLA - FAZ PALESTRA NA ETA

JOSÉ AFONSO FAZ PALESTRA NA ETA

No ano de seu centenário a Escola Técnica de Agricultura de Viamão está organizando um ciclo de palestras para os alunos do ensino técnico em pecuária e agricultura com a finalidade de preparar ainda mais os alunos para o mundo do trabalho. No dia 26, quarta-feira, o paletrante foi o ex-aluno e professor José Afonso Nunes (técnico agrícola) formando no ano de 1982, que estava acompanhado da Administradora Rural Josenilda Cardoso da Silva.

Afonso reside em Fortaleza e tem um empresa a STA (serviços técnicos agrícolas) Exportadora de Melão (Email: stagaúcho@gmail.com)
Na sua fala incentivou os alunos apontando para a prosperidade do mercado de trabalho e abordou as questões da ética e da responsabilidade na profissão e também abordou da importância de aprender a fazer bem projetos, porque as empresas exigem que o profissional entenda de Planos de Negócios e viabilidade financeira para desenvolver atividades sustentáveis.







quarta-feira, 26 de maio de 2010

ELETROFORESE - BIOFÍSICA - UFRGS - REGESD

REGESD - UFRGS

Disciplina: Biofísica Básica
Professora: Mestra e Doutora Mara Silveira Benfato
Tutora: Mestra Clorildes Lessa da Silva
Aluno: Vilson Antônio da Costa Arruda (0178662)


Tarefa de pesquisa
Eletroforese Bidimensional é o método onde as proteínas são submetidas a dois processos consecutivos de separação, baseados em propriedades diferentes das proteínas.
Eletroforese são métodos Biofísicos de estudo das soluções e separação dos componentes de um sistema pela aplicação de um campo elétrico.
Eletroforese Capilar é o método que faz separação com alta resolução e alta velocidade, em volumes de amostra excepcionalmente pequenos.
Eletroforese em Gel de Poliacrilamida é um método muito utilizado para a análise de massas moleculares de proteínas oligoméricas.
Eletroforese em Gel de Agarose é um método padrão usados para separar, identificar, analisar, caracterizar e purificar fragmentos de DNA.
Agarose é um polissacarídeo linear de galactose e um derivado de galactose associados através de ponte de hidrogênio. É um componente da parede celular das algas.

domingo, 23 de maio de 2010

JULIANO PACHECO: ANIVERSÁRIO COM CHURRASQUEADO E BOLO - VIAMÃO

ANIVERSÁRIO DO JULIANO PACHECO
O Beco dos Pachecos, em Viamão, estava em festa no sábado, 22. O nosso amigo e graduando em Fisioterapia, Juliano Pacheco, comemorou os seus 24 anos. Os pais Cleonice e Adão Pacheco e sua irmã Patricia eram só felicidade. As atividades campeiras inciaram pela manhã com o abate de uma vaca gorda que serviu de carne para o apetitoso churrasco servido, à noite, com aipim de melhor qualidade e salada preparada pela sua mãe. Com a presença de muitos amigos, tios e primos a festança realizada na tafona da propriedade rural familiar virou baile que entrou a madrugada, e excelente animação do músico Roberto Arruda Fraga (violão/vocal) acompanhado na percursão pelo seu tio Vilson Arruda Filho.
Veja as fotos clicando sobre elas.















VITOR ORTIZ VAI PARA A TV BRASIL - RIO DE JANEIRO


VITOR VAI SOMAR NA TV BRASIL

O consultor e ativista cultural gaúcho de Viamão, Vitor Ortiz, 44 anos, está indo morar no Rio de Janeiro, onde vai somar como um dos editores da TV Brasil. Petista de carteirinha Ortiz já pertenceu as fileiras do PDT e PCdo B. Atuou como secretário da Cultura nas cidades de Viamão, Porto Alegre (quando construiu o sambódromo) e São Leopoldo. Já residiu na cidade maravilhosa quando foi coordenador das Câmaras Setoriais da Cultura, na gestão do ministro Gilberto Gil. Na despedida os amigos resolveram fazer uma surpresa para o filho do seu Lírio Bitencourt quando homenagearam o amigo com um suculento churrasco oferecido ao meio-dia no salão de festa do Estádio Edgar Leitão Teixeria (Tamoio), aos cuidados de Marcelo Zilli, Cláudio Nenê Barreto e nego Clóvis Adila.












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