Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS
Ciências Físicas e Biológicas - EAD
Tarefa da semana 09
Disciplina: Psicologia da Educação
Professora: Tânia Beatriz Iwaszco Marques
Aluno: Vilson Antonio Arruda
Pólo: Porto Alegre
TAREFA: Proponha uma proposta de aula a partir da teoria eleita.
CONSTRUÇÃO DA TAREFA:
Teoria eleita: Construtivismo Relacional
Biologia e o grão de feijão
Escola Estadual Técnica de Agricultura de Viamão
Disciplina: Biologia
Professor: Vilson Arruda
Curso: Ensino Médio
Etapa: 1º série
Conteúdo: Método Científico
Subitens:
a) Metodologia
b) Observação
Número: 30 alunos
Sexo: 21 do sexo masculino e 09 do sexo feminino.
Idade dos alunos: Entre 15 a 16 anos
Tempo: 04 períodos de 50 minutos
Introdução:
Método científico é uma forma de investigação da natureza. Para isso, não leva em consideração superstições ou sentimentos religiosos, mas a lógica e a observação sistemática dos fenômenos estudados.
Objetivo de ensino:
Proporcionar aos alunos modelo de aprendizagem para entender que a Ciência necessita de uma linguagem precisa, que não dê margem a múltiplas interpretações. Por isso, a ciência utiliza termos específicos, com significados restritos e bem definidos.
Material:
Essa atividade visa abordar a necessidade comum a todas as ciências utilizando materiais bastante simples:
- Lápis
- Folhas (pautadas)
- Folhas ou pedaços de papel milimetrado
- Réguas
- Copos plásticos
- Grãos de feijão
Estratégia Pedagógica:
Pedagogia Relacional.
Procedimento/Metodologia
Vídeo: o professor mostra um vídeo com duração de 15 minutos para os alunos, onde aparecem diferentes tipos de feijão e as variedades de pratos alimentares que podem ser preparados com cada tipo de feijão.
Questão Geradora:
- Observação
Observação é a primeira etapa do Método Científico
Questão Geradora Motivacional:
Os grãos de feijão são iguais (homogêneos)?
Uma pessoa cega pode observar algo?
Como?
Descrição dos fatos:
O tema da aula que planejei para os alunos trata do Método Científico. Neste planejamento de ensino será trabalhada a questão da Observação, que é a primeira etapa do Método Científico.
A tarefa será aplicada num grupo de 30 jovens com idade, entre 15 à 16 anos, que estudam na primeira série do ensino médio, cujo grupo é constituído por 21 alunos do sexo masculino e 09 alunas. Segundo Piaget, nesta idade os alunos estão no estágio das operações formais, quando já pensam de forma mais lógica e abstrata. Nesta fase o indivíduo é capaz de usar o raciocínio hipotético dedutivo.
Como referencial de ensino vou utilizar a teoria construtivista relacional. Após, a sondagem constatei que a maioria dos alunos já tem alguma noção sobre o tema, pois já trabalharam noções desse assunto na 6ª série do ensino fundamental.
Para que um ambiente de ensino seja construtivista relacional é fundamental que o professor conceba o conhecimento sob a ótica levantada por Piaget, ou seja, que todo e qualquer desenvolvimento cognitivo só será efetivo se for baseado em uma interação muito forte entre o sujeito e o objeto. É imprescindível que se compreenda que sem uma atitude de objeto que perturbe as estruturas do sujeito, este não tentará acomodar-se à situação, criando uma futura assimilação do objeto, dando origem as sucessivas adaptações do sujeito ao meio, com o constante desenvolvimento de seu cognitivismo. Sendo, assim, levei uns grãos de feijão para sala de aula com o objetivo de interar o objeto observado, com o sujeito aprendiz.
Mesmo que os alunos já tenham trabalhado este assunto e acreditando na idéia de que nada, a rigor, está pronto, acabado, e de que, especificamente, o conhecimento não é dado, em nenhuma instância como algo terminado, planejei esta aula com a seguinte metodologia.
Momento de interação com os objetos observados:
A explicação do construtivismo para a aprendizagem é que ela ocorre por meio do estabelecimento de relações entre o que o sujeito já sabe e as novidades que o meio lhe oferece.
Primeiro os alunos assistem a um vídeo onde aparecem diferentes tipos de feijão e as variedades de pratos alimentares que podem ser preparados com diferentes variedades de feijão.
Após o vídeo, o professor desafia a turma perguntando se todos os grãos de feijão são iguais (homegêneos)? E se uma pessoa cega pode fazer observação?
A classe é organizada em grupos de três.
Cada grupo recebe um copo com 12 grãos de feijões.
Após, é distribuído aos componentes do grupo os lápis, folhas – pautada/milimetrada e régua;
Questões de análise de dados:
Em seguida, é solicitado que cada aluno, no grupo, escolha um grão de feijão para descrevê-lo e desenhá-lo.
- Aos alunos é dito que essa descrição tem de ser precisa (detalhada).
Para isso, o aluno utiliza medidas feitas com a régua ou com o papel milimetrado. A descrição e desenho devem conter ainda informações relativas ao formato, ao padrão de cores, à existência de saliências ou reentrâncias e outros detalhes, e ainda citar na descrição um tipo de prato alimentar que pode se fazer com o feijão escolhido.
Depois de concluírem a descrição e transcreverem os dados para a folha pautada, os grãos de feijão são novamente colocados nos copos e misturados.
Baseado na sua própria descrição, cada aluno procura encontrar o grão de feijão que desenhou e descreveu. Nessa etapa, em geral os alunos reencontram seus grãos de feijão.
Em seguida, um grupo troca com outro o copo com os grãos e as folhas com as descrições e desenhos. Baseado na descrição e desenho que consta na folha pautada, os componentes do grupo devem encontrar cada um dos grãos observados.
Essa etapa costuma gerar muitas dúvidas e os alunos dificilmente conseguem estabelecer parâmetros baseados, exclusivamente, na descrição do outro.
Mesmo que nesta etapa da observação os alunos cometam erros, os erros serão importantes para a fonte de aprendizagem. Um ambiente de aprendizagem tem que conviver com os erros, pois segundo Piaget, o aprendiz deve sempre questionar-se sobre as consequências de suas atitudes, e a partir de seus erros ou acertos, ir construindo seus conceitos, ao invés de servir apenas para verificar o quanto do que foi repassado para o aluno foi assimilado, como é comum nas práticas empiristas.
Em ato contínuo, dando prosseguimento à atividade, cada grupo, após discussão interna, deve responder ao seguinte questionário:
Questionário 01:
1. A objetividade é uma das características atribuídas à Ciência. Com base nas observações feitas sobre o feijão, descrevam o que vocês entendem pela frase: “A Ciência é objetiva”.
2. Em Ciência, trabalha-se com observações e inferências (extrapolações feitas a partir das observações). Nos exemplos abaixo, identifiquem o que são observações e o que são inferências:
- A semente está enrugada, portanto não germinará?
- A semente tem 8 milímetros de comprimento?
- A semente origina-se de uma planta?
- A semente é homogênea?
- A semente é manchada?
3. Entre as observações e inferências, existem aquelas que contribuem para uma melhor compreensão do que se pretende estudar e compartilhar com outras pessoas. Existem, também, descrições e inferências que não contribuem para nada. Entre as observações que vocês realizaram no primeiro momento do estudo e as que outro grupo realizou, quais foram as mais úteis para a identificação dos grãos de feijão descritos?
4. Na opinião do grupo, qual a importância das observações e das inferências para a Ciência?
Momento da Assimilação
5. - Neste momento o professor fala que: “Uma das características marcantes da Ciência é a comunicação entre a comunidade científica. Essa divulgação é feita, geralmente, por meio de publicações em revistas especializadas (revistas científicas) e de apresentações em congressos, onde se reúnem especialistas em determinado assunto”.
5.1 – Neste momento os alunos falam:
- Na opinião do grupo, qual é a importância da divulgação dos conhecimentos para a Ciência?
5.2 – Neste momento o professor solicita que cinco (05) alunos saiam da sala de aula e solicita que quando chamados venham com os olhos vendados. Ao chegarem em sala os alunos recebem um recipiente graduado contendo 100 ml de álcool para observarem.
Eles têm que dizer que substância está sendo observado e que quantidade tem no recipiente.
É esperado que os alunos acertem a substância, mas não a quantidade.
Novamente, aqui nos deparamos com as idéias de Piaget sobre a questão dos erros. Aqui também se o aprendiz errar não será punido com nota baixa ou repreensão, mas propiciando a chance de aprender com seus próprios erros. Assim o erro deixa de ser uma arma de punição que nos leva a entender melhor nossas ações e conceitualizações. “O aprendiz é livre para explorar os meios de aprendizagem e os erros são usados para depurar os conceitos e não para se tornarem a arma do professor”. (Valente).
Momento da Acomodação
Fórum de discussões
Uma vez respondido o questionário 01 e debatidas as questões em grupo, o professor encaminha uma discussão com toda a classe, apontando algumas características da Ciência:
a linguagem é precisa; o método é comum para a coleta de informações; a construção de inferências e hipóteses sólidas, baseadas em observações precisas e verificáveis; a utilização de termos específicos; a importância de submeter os resultados e conclusões à comunidade de especialistas; a idéia de que o conhecimento produzido pela Ciência é coletivo e não obra de um único pesquisador; o conhecimento científico é transitório e depende da aceitação da comunidade científica.
O Fórum é proposto para que haja interação e socialização e para que o aluno nesta etapa da sua aprendizagem responda prá si às perturbações (acomodações) provocadas pela assimilação deste material preparado previamente no planejamento de ensino, ou que, o aluno se aproprie, neste segundo momento, não mais do material, mas dos mecanismos íntimos de suas ações sobre este material. Este processo far-se-á por reflexionamento e reflexão (Piaget, 1977), a partir das questões levantadas pelos próprios alunos e das perguntas levantadas pelo professor, e de todos os desdobramentos que daí ocorre.
Avaliação
Será processada durante o processo.
Avaliação: vale 100 pontos
A missão da escola é promover a aprendizagem assistida, onde o professor é o facilitador, visando o pleno desenvolvimento do educando, então a avaliação da aprendizagem não é focalizada apenas em conteúdos, mas prioriza as competência e habilidades, e além disso incentiva a auto-avaliação do aluno e do professor durante o processo.
Na avaliação, o aluno será capaz de descrever o que é observação e citar que órgãos dos sentidos utilizados para observar objetos. E ainda citar se é possível uma pessoa cega observar algo.
A avaliação será continua e realizada durante todo o processo, quando será observado durante as aulas a participação dos alunos, bem como a realização das atividades.
a) Avaliação quantitativa:
Vale: 40 pontos
Critérios:
*Respostas aos questionamentos orais solicitados pelo professor;
* Participação nas discussões sempre que esta solicitar expressão oral;
*Construção dos relatórios e dos painéis em sala de aula (fórum);
b) Avaliação Qualitativa: Vale: 50 pontos
Critérios:
*Capacidade individual e coletiva dos/as alunos/as de argumentar e discutir a temática;
* Pró-atividade;
* Voluntariado;
*Trabalho colaborativo, sugestão de idéias, criatividade e integração com o grupo.
Auto-avaliação do aluno
Vale: 10 pontos
Considerações finais
Para preparar este plano de aula levei em consideração os critérios da idade (15 à 16 anos) e um alimento de consumo diário comum a todos os alunos para elaborarem a habilidade de observação. Nesta idade os alunos estão no estágio das operações formais, quando já pensa de forma mais lógica e abstrata. Nesta fase de idade o indivíduo é capaz de usar o raciocínio hipotético dedutivo.
“PROFESSOR! SEJA UM FACILITADOR ÉTICO COM SEU ALUNO, CASO CONTRÁRIO ELE NÃO LHE PERDOARÁ” (Vilson Arruda)
REFERÊNCIAS:
BECKER, Fernando. O que é construtivismo? Revista de Educação AEC, Brasília, v. 21, n.
83, p. 7-15, abr./jun. 1992.
PIAGET, Jean. (1959) Aprendizagem e conhecimento. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1975.
C nascimento da inteligência na criança. São Paulo: Zahar.
Ensino e construção do conhecimento; o processo de abstração reflexionante. Educação e
Realidade, Porto Alegre, v. 18, n. 1, jan./jun. 1993.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
EMBRIOLOGIA VEGETAL: EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
UFRGS - REGSD
CURSO: LICENCIATURA EM BIOLOGIA
Aluno: Vilson Antonio Arruda
Exercício Resolvido
Microsporogênese/Microgametogênese
Megasporogênese/Megagametogênese
• Qual a sequência correta da megasporogêse, que ocorre no interior do megasporângio?
a) célula-mãe de megásporo, díade, tétrade de megásporos, megásporo viável
b) saco embrionário maduro, célula-mãe de ginófito, díade de ginófitos, tétrade de ginófitos, ginófito maduro
c)megásporo viável, ginófito binucleado, ginófito tetranucleado, ginófito octanucleado, saco embrionário maduro
d) célula-mãe de ginófito, díade, tetrade de ginósporos, ginófito maduro
e) célula-mãe de saco embrionário, díade, tetrade de ginófito, ginófito viável
• Qual a sequência correta da microsporogênese que ocorre no interior dos microsporângios?
a)díade, tétrade de micrósporos, micrósporos livres, célula-mãe de grão de pólen
b)andrósporos livres, andrófito bicelular, andrófito tricelular
c)célula-mãe de grão de pólen, andrófito bicelular, andrófito tricelular, grão de pólen
d)célula-mãe de andrófito, tétrade de micrósporos, micrósporos livres
e)célula-mãe de micrósporo, díade, tétrade de micrósporos, micrósporos livres
• O gametófito feminino das Angiospermas está geralmente formado por:
a)duas células. As células vegetativa e a generativa.
b) sete células. A oosfera, duas sinérgides, a célula média e três antípodas.
c)quatro células. São os megásporos.
d)quatro células. São os micrósporos.
• A sequência correta da megagametogênese nas Angiospermas é:
a) célula-mãe de ginófito, ginófito bicelular, ginófito tetracelular, ginófito octacelular (saco embrionário)
b) saco embrionário, ginófito bicelular, ginófito tetracelular e célula-mãe de ginófito.
c)célula-mãe de ginósporo, díade de ginósporos, tétrade de ginósporos e ginósporo viável.
d)célula-mãe de ginófito, ginófito binucleado, ginófito tetranucleado, ginófito octanucleado e saco embrionário maduro, com sete células.
• A dupla fecundação ocorre com a fusão dos gametas masculinos, transportados através do tubo polínico com:
a)as duas sinégides
b) as antípodas
c)a oosfera e a célula média
d) a oosfera e uma das antípodas
e)a oosfera e uma das sinérgides
• A esporoderme, a parede que envolve os grãos de pólen, está estratificada em uma camada acetólise-resistente, mais externa, denominada exina, e outra mais interna, a intina. Estas camadas podem estar constituídas, respectivamente, por:
a)pectinas e esporopolenina
b)celulose e hemicelulose
c)celulose e calose
d)esporopolenina e pectinas
e)lignina e celulose
• As células do tapete constituem-se em uma camada muito importante na antera. NÃO é sua função:
a) secretar enzimas, entre elas a calase, que permite a dissolução da calose ao redor dos micrósporos.
b) produzir precursores da esporopolenina que, juntamente com a atividade do micrósporo e gametófito masculino, vão gerar a esporopolenina encontrada na exina.
c)produzir substâncias lipofílicas, como o pollenkitt, que se depositam sobre os grãos de pólen, permitindo sua adesão sobre vetores animais.
d)gerar uma força que, quando suas células estão desidratadas, permite que a antera se abre e libere os grãos de pólen para o meio externo.
• Após a dupla fecundação, o encontro dos gametas masculinos provenientes do tubo polínico com os gametas femininos, no interior do nucelo, leva à formação do:
a)zigoto e célula vegetativa
b) zigoto e núcleos polares
c) gametófito feminino e endosperma
d) embrião zigótico e embrião xenofítico
e) endosperma primário e endosperma secundário
• O estrato da antera responsável pela sua deiscência é ______________, o qual permite que a antera se abra numa região de células especializadas denominado ______________. As palavras que completam corretamente esta afirmativa são, respectivamente:
a) o endotécio e o opérculo
b)a camada média e o opérculo
c) o endotécio e o estômio
d) o tapete e o estômio
• Qual a sequência correta da microgametogênese?
a)díade, tétrade de micrósporos, micrósporos livres, célula-mãe de andrófito
b) célula-mãe de megásporo, andrófito bicelular, andrófito tricelular, tubo polínico
c)micrósporos livres,micrósporo vacuolado, andrófito bicelular, andrófito tricelular, formação do tubo polínico
d)célula-mãe de micrósporo, díade, tétrade de micrósporos, micrósporos livres
e)célula-mãe de andrófito, tétrade de andrósporos, andrósporos livres
• A ____________________ é a responsável pela formação dos gametas masculinos. Quando bicelular, esta célula divide-se ao longo do tubo polínico, formado pelo crescimento da _________________________. Qual das combinações abaixo completa corretamente as lacunas?
a) sinérgide; antípoda
b) célula vegetativa; célula sifonogênica
c) oosfera; célula média
d) célula generativa; célula vegetativa
• Eles são produzidos pelas células do tapete e são um resultado da síntese de precursores de esporopolenina produzidos no citoplasma tapetal. Podem ser encontrados em tapetes, sobre as superfícies radial e tangencial interna, junto ao lóculo da antera. Acredita-se que são homólogos ao estrato mais externo da exina. Estamos falando dos:
a)orbículos
b)dictiossomos
c)pollenkitt
d)drusas
• Nas Angiospermas, qual a parte do rudimento seminal (óvulo) é o megasporângio?
a)Tegumentos
b) Funículo
c) Micrópila
d)Calaza
e) Nucelo
• O gametófito masculino, nas Angiospermas, pode ser liberado pela antera na forma bicelular ou tricelular. Quando bicelular, o gametófito é formado:
a) pelas célula vegetativa e generativa
b)por dois gametas masculinos
c) pelos dois núcleos polares
d) pela célula média e oofera
e)pelo núcleo vegetativo e por um gameta
• No final da microsporogênese, os micrósporos são envolvidos por uma parede celular especial, a qual é rapidamente sintetizada durante a citocinese. Esta parede está composta por:
a) lignina
b)pectina
c) calose
d)hemicelulose
e)celulose
CURSO: LICENCIATURA EM BIOLOGIA
Aluno: Vilson Antonio Arruda
Exercício Resolvido
Microsporogênese/Microgametogênese
Megasporogênese/Megagametogênese
• Qual a sequência correta da megasporogêse, que ocorre no interior do megasporângio?
a) célula-mãe de megásporo, díade, tétrade de megásporos, megásporo viável
b) saco embrionário maduro, célula-mãe de ginófito, díade de ginófitos, tétrade de ginófitos, ginófito maduro
c)megásporo viável, ginófito binucleado, ginófito tetranucleado, ginófito octanucleado, saco embrionário maduro
d) célula-mãe de ginófito, díade, tetrade de ginósporos, ginófito maduro
e) célula-mãe de saco embrionário, díade, tetrade de ginófito, ginófito viável
• Qual a sequência correta da microsporogênese que ocorre no interior dos microsporângios?
a)díade, tétrade de micrósporos, micrósporos livres, célula-mãe de grão de pólen
b)andrósporos livres, andrófito bicelular, andrófito tricelular
c)célula-mãe de grão de pólen, andrófito bicelular, andrófito tricelular, grão de pólen
d)célula-mãe de andrófito, tétrade de micrósporos, micrósporos livres
e)célula-mãe de micrósporo, díade, tétrade de micrósporos, micrósporos livres
• O gametófito feminino das Angiospermas está geralmente formado por:
a)duas células. As células vegetativa e a generativa.
b) sete células. A oosfera, duas sinérgides, a célula média e três antípodas.
c)quatro células. São os megásporos.
d)quatro células. São os micrósporos.
• A sequência correta da megagametogênese nas Angiospermas é:
a) célula-mãe de ginófito, ginófito bicelular, ginófito tetracelular, ginófito octacelular (saco embrionário)
b) saco embrionário, ginófito bicelular, ginófito tetracelular e célula-mãe de ginófito.
c)célula-mãe de ginósporo, díade de ginósporos, tétrade de ginósporos e ginósporo viável.
d)célula-mãe de ginófito, ginófito binucleado, ginófito tetranucleado, ginófito octanucleado e saco embrionário maduro, com sete células.
• A dupla fecundação ocorre com a fusão dos gametas masculinos, transportados através do tubo polínico com:
a)as duas sinégides
b) as antípodas
c)a oosfera e a célula média
d) a oosfera e uma das antípodas
e)a oosfera e uma das sinérgides
• A esporoderme, a parede que envolve os grãos de pólen, está estratificada em uma camada acetólise-resistente, mais externa, denominada exina, e outra mais interna, a intina. Estas camadas podem estar constituídas, respectivamente, por:
a)pectinas e esporopolenina
b)celulose e hemicelulose
c)celulose e calose
d)esporopolenina e pectinas
e)lignina e celulose
• As células do tapete constituem-se em uma camada muito importante na antera. NÃO é sua função:
a) secretar enzimas, entre elas a calase, que permite a dissolução da calose ao redor dos micrósporos.
b) produzir precursores da esporopolenina que, juntamente com a atividade do micrósporo e gametófito masculino, vão gerar a esporopolenina encontrada na exina.
c)produzir substâncias lipofílicas, como o pollenkitt, que se depositam sobre os grãos de pólen, permitindo sua adesão sobre vetores animais.
d)gerar uma força que, quando suas células estão desidratadas, permite que a antera se abre e libere os grãos de pólen para o meio externo.
• Após a dupla fecundação, o encontro dos gametas masculinos provenientes do tubo polínico com os gametas femininos, no interior do nucelo, leva à formação do:
a)zigoto e célula vegetativa
b) zigoto e núcleos polares
c) gametófito feminino e endosperma
d) embrião zigótico e embrião xenofítico
e) endosperma primário e endosperma secundário
• O estrato da antera responsável pela sua deiscência é ______________, o qual permite que a antera se abra numa região de células especializadas denominado ______________. As palavras que completam corretamente esta afirmativa são, respectivamente:
a) o endotécio e o opérculo
b)a camada média e o opérculo
c) o endotécio e o estômio
d) o tapete e o estômio
• Qual a sequência correta da microgametogênese?
a)díade, tétrade de micrósporos, micrósporos livres, célula-mãe de andrófito
b) célula-mãe de megásporo, andrófito bicelular, andrófito tricelular, tubo polínico
c)micrósporos livres,micrósporo vacuolado, andrófito bicelular, andrófito tricelular, formação do tubo polínico
d)célula-mãe de micrósporo, díade, tétrade de micrósporos, micrósporos livres
e)célula-mãe de andrófito, tétrade de andrósporos, andrósporos livres
• A ____________________ é a responsável pela formação dos gametas masculinos. Quando bicelular, esta célula divide-se ao longo do tubo polínico, formado pelo crescimento da _________________________. Qual das combinações abaixo completa corretamente as lacunas?
a) sinérgide; antípoda
b) célula vegetativa; célula sifonogênica
c) oosfera; célula média
d) célula generativa; célula vegetativa
• Eles são produzidos pelas células do tapete e são um resultado da síntese de precursores de esporopolenina produzidos no citoplasma tapetal. Podem ser encontrados em tapetes, sobre as superfícies radial e tangencial interna, junto ao lóculo da antera. Acredita-se que são homólogos ao estrato mais externo da exina. Estamos falando dos:
a)orbículos
b)dictiossomos
c)pollenkitt
d)drusas
• Nas Angiospermas, qual a parte do rudimento seminal (óvulo) é o megasporângio?
a)Tegumentos
b) Funículo
c) Micrópila
d)Calaza
e) Nucelo
• O gametófito masculino, nas Angiospermas, pode ser liberado pela antera na forma bicelular ou tricelular. Quando bicelular, o gametófito é formado:
a) pelas célula vegetativa e generativa
b)por dois gametas masculinos
c) pelos dois núcleos polares
d) pela célula média e oofera
e)pelo núcleo vegetativo e por um gameta
• No final da microsporogênese, os micrósporos são envolvidos por uma parede celular especial, a qual é rapidamente sintetizada durante a citocinese. Esta parede está composta por:
a) lignina
b)pectina
c) calose
d)hemicelulose
e)celulose
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Embriologia vegetal Exercício Resolvido
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
FEIRA CIENTÍFICA DA UNIVERSIDADE LA SALLE - CANOAS
A VI Semana Científica do Unilasalle é um evento que congrega o Salão e Feira de Iniciação Científica (SEFIC), a Mostra de trabalhos Científicos (MTC) e Atividades Integradas de Extensão. Ocorrerá entre 04 e 06/10/2010, nas dependências do Unilasalle.
O evento, destinado ao público interno e externo à Instituição, tem por objetivo divulgar os resultados parciais ou finais de pesquisa científica produzidos por alunos de graduação e pós-graduação lato ou stricto sensu, professores, pesquisadores e egressos, nas diversas áreas do conhecimento
O professor Vilson Arruda participou, no dia 05 de outubro, da VI Feira de Iniciação Científica da Universidade La Salle, na cidade da Canoas no RS.
Inscrito como aluno da gradução em Licenciatura em Biologia pela UFRGS, ele apresentou poster do projeto "Deixe o Arroio Fíúza Viver". Durante a exposição do poster o projeto foi avaliado, das 19 horas às 21h30min.
RESUMO DO PROJETO
EDUCAÇÃO SOCIOAMBIENTAL: “DEIXE O ARROIO FIÚZA VIVER”
Vilson Antônio da Costa Arruda1,2 e João Ito Bergonci2 (orient.)
¹Escola Estadual de Ensino Médio Açorianos; ²Universidade Federal do Rio Grande do Sul; vilson.arruda@ig.com.br; joaobergonci@ufrgs.br.
A água é um bem comum e por isso precisa ser preservada para garantir a sustentabilidade dos seres vivos. Este projeto ambiental “Deixe o Arroio Fiúza Viver” é uma iniciativa de alunos do terceiro ano e de um graduando de Licenciatura em Biologia (Ensino à Distância - UFRGS), com os seguintes objetivos: a) melhorar a qualidade da água do Arroio Fiúza e seus afluentes; b) elevar a qualidade de vida dos moradores do entorno e promover a conscientização sobre a importância da bacia hídrica, através dos estudantes. A atividade interdisciplinar, com a integração de professores, direção, funcionários e entidades parceiras, foi desenvolvida de abril a junho de 2009 na Escola Estadual de Ensino Médio Açorianos, em Viamão. O trabalho iniciou a partir de uma aula de Educação Ambiental, quando um aluno sugeriu a possibilidade deles realizarem um estudo ambiental do Fiúza. Este arroio tem suas nascentes próximas da escola, e sua água é utilizada por olericultores e para captação de água pela Corsan. Com planilhas e máquina fotográfica, alunos e professor percorreram as margens do arroio realizando observações e anotações num percurso de 3,5 km. Constataram que a qualidade da água estava em desacordo com os parâmetros recomendados pela Corsan, pois a população ribeirinha descarta o lixo e os dejetos cloacais sem saneamento básico no leito do arroio, causando poluição hídrica e comprometendo a saúde dos moradores do entorno e a vida aquática. Após assistirem palestras, visitarem a Estação de Tratamento de Água e terem participado de seminário, os alunos sensibilizados resolveram fazer um mutirão de limpeza, com a coleta de 10 toneladas de lixo, plantio de 350 mudas de árvores ao longo das margens do arroio e a distribuição de folders explicativos na comunidade para conscientizar os moradores ribeirinhos da necessidade de revitalização do Fiúza. Voltado à conscientização socioambiental através da educação, este projeto revitalizou a realidade ambiental ao melhorar a qualidade da água e a vida das pessoas que residem ou trabalham na região da Bacia do Arroio Fiúza. Concluímos que realizando o saneamento básico solucionam-se os problemas socioambientais e de saúde pública detectados no estudo preliminar.
Apoio: Escola Açorianos/Corsan/Fundação Unibanco/ Coletare Serviços.
Marcadores:
Feira Cientíca da Universidade La Salle - Canoas
domingo, 17 de outubro de 2010
FETO DE CINCO MESES É ABANDONADO EM IGREJA DE VIAMÃO

Foto por celular
VIAMÃO: FETO DE CINCO MESES É
ENCONTRADO EM BANHEIRO DE IGREJA
Aparentando ter cinco meses um feto foi abandonado no banheiro da Igreja Universal do Reino de Deus, no centro de Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre, RS/BR.
O feto foi localizado por um fiel por volta das 15h de sábado, 16 de outubro. O caso está sendo investigado pela 3ª Delegacia de Polícia de Viamão. O feto será submetido à perícia no Departamento Médico Legal (DML).
Não há informações sobre quem poderia ter deixado a sacola plástica com o feto no banheiro.
Marcadores:
Feto é encontrado em Igreja de Viamão
sábado, 16 de outubro de 2010
KADU SCHAWARTZHAUPT INDICADO COORDENADOR REGIONAL METROPOLITANO NA CAMPANHA DE JOSÉ SERRA

Na última terça-feira, dia 12 de outubro, os partidos coligados e apoiadores de José Serra, reuniram-se e designaram seus representantes junto ao comitê suprapartidário. Para representar o PSDB na Metropolitana foi indicado o coordenador regional Kadu Schwartzhaupt,
de Viamão, que recebeu a missão de conversar com os partidos que não
estavam na campanha de José Serra no primeiro turno.
Na quarta-feira o comitê suprapartidário já participou de uma reunião com José Serra no hotel Everest, onde estiveram representantes do PSDB,PMDB, DEM, PTB, e integrantes da coligação.
Já na quinta-feira, os integrantes do comitê suprapartidário, já arregaçaram as mangas e foram em busca de apoio para encorpar a campanha presidencial na região Metropolitana.
O representante do PSDB Kadu schwartzhaupt, juntamente com lideranças do PMDB, PTB, DEM e outras agremiações percorreu doze (12) municípios, com maior densidade eleitoral, da Metropolitana, buscando motivar e colocar a campanha na rua.
Kadu afirmou que em todos os municípios que passou, existe uma motivação muito forte, e estão todos confiantes com a vitória de José Serra, ressalta ainda que tem feito um esforço muito grande para que esta motivação vá também para a rua e agregue novas lideranças, porque
a campanha está criando corpo e agora não pode mais parar de crescer.
Em Viamão, o PSDB, o PPS e o PP que estiveram lado a lado no primeiro turno, agora ganharam um reforço, vem somar o PMDB, além de lideranças de outros partidos que não vieram para o apoio oficial. Esta mudança será percebida no início da semana que vem, quando será dado o start em todos os municípios da Metropolitana.
TOMAZ WONGHON
FUNDADOR NACIONAL PSDB
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KADU COORDENADOR METROPOLITANO JOSÉ SERRA
CONVITE DOS AGROTÉCNICOS PARA ANIVERSÁRIO DOS 100 ANOS DA ETA - FORMANDOS DA TURMA DE 1960
Clicando na foto amplia imagemOs formandos da Turma de 1960 estão convidando a comunidade etiana para a festa de aniversário dos 100 ANOS da Escola Técnica de Agricultura de Viamão, que será realizada no dia 07 de novembro de 2010 no campus central da escola.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
PROFESSOR ARRUDA NA REVISTA NOVA ESCOLA

Olha eu ai sendo homenageado na Capa da Revista Nova Escola pela passagem do dia do professor em 15 de outubro de 2010.
Professora Ione Pinheiro de Oliveira (E) da cidade de Santa Maria a professora Suelen Paesi da Universidade de Caxias do Sul são homenageadas na Capa da Revista Nova Escola no dia do professor (15 de novembro 2010).
Parabéns vocês merecem!!!

Professor José Arthur da REGESD é professor que está na Capa da Revista Nova Escola no dia do professor, 15 de outubro, por merecimento.

Professores da Escola Técnica da Agricultura de Viamão são homenageados na Capa da Revista Nova Escola no ano do centenário da escola ETA

Professora Leonice Terezinha Bom é merecedora da foto na Capa da Revista Nova Escola pelo dia do professor.
Parabéns!!!!

Drª, mestra e professora Tania Marques da UFRGS foi homenageada, no dia 15 de novembro 2010, pelos seus alunos da REGESD/UFRGS na capa da Revista Nova Escola. Ele é mercedora pelo carinho e a sensibilidade que trata todos os seus alunos. Ela sabe que é estimada pelos alunos do nosso curso em Licenciatura em Biologia EAD.
Professora Ione Pinheiro de Oliveira (E) da cidade de Santa Maria a professora Suelen Paesi da Universidade de Caxias do Sul são homenageadas na Capa da Revista Nova Escola no dia do professor (15 de novembro 2010).Parabéns vocês merecem!!!

Professor José Arthur da REGESD é professor que está na Capa da Revista Nova Escola no dia do professor, 15 de outubro, por merecimento.

Professores da Escola Técnica da Agricultura de Viamão são homenageados na Capa da Revista Nova Escola no ano do centenário da escola ETA

Professora Leonice Terezinha Bom é merecedora da foto na Capa da Revista Nova Escola pelo dia do professor.
Parabéns!!!!

Drª, mestra e professora Tania Marques da UFRGS foi homenageada, no dia 15 de novembro 2010, pelos seus alunos da REGESD/UFRGS na capa da Revista Nova Escola. Ele é mercedora pelo carinho e a sensibilidade que trata todos os seus alunos. Ela sabe que é estimada pelos alunos do nosso curso em Licenciatura em Biologia EAD.
Parabéns professora!!!!!!

A professora Denise Ferreira (Viamão) por merecimento é capa da Revista Nova Escola no dia do professor .
Parabéns Denise.

Sandra Paula Ferrari (Santa Maria) e seu esposo também foram capa da Revista Nova Escola no dia do professor em 2010.
JACOB JUCHEN: HISTÓRIA QUE SÓ VIAMONENSE ENTENDE

Foto: Jacob no casamento da Erika
Ah! (quem dera), esses dedinhos
numa oito baixo, hein, Seu Jacób!!!
Vitor Ortiz*
Ontem fiquei realmente prostrado com a notícia da morte do Jacob Juchem (ocorrida no início deste outubro, em Viamão). Me veio uma tristeza indisfarçável... Uma sensação de grande perda.
Parece estranho, já que, na nossa idade – e na idade dos nossos amigos mais velhos – essa coisa de morrer algum dos nossos é coisa até meio esperada. Depois dos 40, já temos desenvolvida essa noção da finitude. Mas realmente me chateie.
Enfim, liguei essa tristeza, então, ao fato de que cultivava pelo Jacob uma imensa admiração. Fizemos amizade de classe maior na mesa dos bares da cidade, que tanto eu como ele sempre adoramos. No velho Santo Antônio (A Petisqueira), quando ainda era ali ao lado do Bianchi. No Bar do Manoel. Na Toca do Solon... Conversas políticas com gente inteligente e não-dogmática. Era assim que disciplinávamos o diálogo. Na verdade, havia pouca discordância e muito consenso.
Foi no final de uma noite dessas de bares que nasceu o Newton Vladimir. Enxarcados os copos, saímos no encerramento do expediente do bar. Eu pra casa e o Jacob pro Hospital de Caridade de Viamão, onde a Fátima acabara de dar a luz ao varão da família. O primeiro menino depois das meninas. E, não obstante a circunstância, perguntei como seria batizado o garoto.
Nesse dia, o General Newton Cardoso, do alto de quatro patas de cavalos, relho em punho, tinha chicoteado e pisoteado manifestantes que protestavam nas portas do Congresso Nacional, em Brasília. Eram os últimos atos da longa ditadura, então sob comando do General Figueiredo.
Newton Vladimir, respondeu o Jacob à pergunta sobre o nome do menino: Newton, em homenagem ao Newton Cardoso; e Vladimir, em homenagem ao Vladimir Ilich Ulianov. O Lenin da Revolução Russa.
INTELIGÊNCIA e SABEDORIA
Não sei bem todo o currículo vitae do Jacob, mas sei que se formou em direito pela UFRGS. Isso porque, uns anos antes, estivemos juntos no cursinho pré-vestibular em Porto Alegre, onde nos acompanhava também – e que não me deixaria mentir sozinho – o Zico Veterinário.
Eu e o Zico éramos – vamos dizer assim – uns rapazotes. Com toda a vida ainda pela frente. Recém tentando acessar a universidade.
Foi por isso que numa das noites em que voltávamos da aula – de ônibus – de pé no Viamão lotado – lá pelas 11h e tanto da noite – o Zico me confidenciou que sentia muita pena do Jacob (esse já então com uns quarenta e tantos anos).
Coitado dele, Vitor. O cara trabalha o dia todo num cartório. Tem família, criança pequena, e tem que se tocar todo o dia de Viamão pra Porto Alegre pra estudar, de noite... Qual a chance dele num vestibular da UFRGS pra direito? Nenhuma. Sentenciou o Zicorana.
Na verdade, o Jacob era quem estava indo melhor nos estudos. Mais maduro, era extremamente disciplinado. Bem focado, queria e demonstrava enorme prazer em aprender.
Foi ele quem me ensinou uma técnica para enfiar de vez o conteúdo de uma aula na cabeça. Olha a receita:
Vitor, faz o seguinte: no sábado, a aula do cursinho é só sobre uma matéria (matemática, história, geografia...) e é opcional. A mesma aula da manhã, repete à tarde. Então, duas coisas. Tu tens que ir a aula sábado. Em épocas de vestibular, sacrificam-se os finais de semana. Não tem sábado nem domingo. Vai pra aula sábado de manhã e, no meio-dia, compra uma Zero Hora, vai almoçar no Mercado, ali pelo Bar Naval, toma uma Barrolda (tradicional trago do Mercado), sai pra dar uma caminhada, senta num dos bancos da Praça XV e pega pra ler o Caderno de Cultura do jornal. Sempre tem um assunto que cai no vestibular. No mínimo tu te prepara pra redação. Depois, lá pelas duas da tarde, volta pro cursinho e assiste a mesma aula de novo.
Caracas! Pra nossa cabeça de guri era uma doideira isso. Duas aulas iguais no mesmo sábado, de manhã e de tarde!
Mas foi assim que todos os três eu, o Zico e o Jacob passamos no vestibular. E na UFRGS.
O Jacob, que disputava uma vaga no direito noturno, enfrentava o maior número de candidatos por vaga daquele vestibular. Maior que medicina. E adivinhem? Passou nas primeiras colocações, em que pese o sacrifício, o cursinho de noite, depois de um dia de trabalho, a família pra zelar e a diferença de idade com os playboys do Colégio Farroupilha de Porto Alegre, do Champagnat e do Anchieta.
Não é incrível? Foi a aliança entre inteligência – porque ele era muito inteligente – e a sabedoria. Para mim, foi uma lição de vida. Nunca mais deixei de passar em um vestibular.
NO CARTÓRIO
Por fim, a história da gaita oito-baixo.
Tendo antes trabalhado longo tempo com o falecido Dr. Carlos Viegas, o Jacob era um rato de Cartório. E respondia pelo Cartório das Águas Claras, onde, pelo pouco movimento, só dava expediente uma ou duas vezes por semana.
Num desses dias, ao descer do ônibus, encontrou na porta do estabelecimento um dos corretores de imóveis da região, muito ansioso e aflito, pedindo quase que pelo amor de Deus que o Jacob aprontasse pra ele uma escritura que deveria confirmar um negócio naquele mesmo dia:
Seu Jacob, tô precisano muito mesmo desse dinheirinho do negócio pra hoje!
Solícito como sempre, o Jacob atendeu.
Sentou-se à maquina de escrever e desandou a datilografar de forma exímia e impressionantemente rápida, como era sua característica, a ponto de tornar os dedos quase invisíveis e de ser impossível de se perceber a olho nú o momento em que o mingo acertava o ésse e o polegar o espaçador, e todos os dedos e toda a mão direita o carro a ser empurrado, linha a linha, como se fosse um trem bala, ricocheteando letras e gravando números na agonizante folha de papel, tonta de tantas bordoadas. O barulho, era de uma metralhadora.
Escorado no balcão, e vendo toda aquela distreza, o corretor, no ímpeto de puxar o saco do Jacob, e com a intenção de incentivá-lo, de não deixá-lo esmurecer e desistir da tarefa de lavrar aquela escirtura, lançou essa boca a fora:
Oh, Seu Jacob!!! Ah esses dedinhos numa oito-baixo, hein!!!
Vitor Ortiz é natural de Viamão, filho do seu Lírio Bitencourt da Loja Ida,
e atualmente dirige a TV Brasil do Rio de Janeiro.
Este artigo é da série, histórias que só viamonenses entendem.
Vitor Ortiz*
Ontem fiquei realmente prostrado com a notícia da morte do Jacob Juchem (ocorrida no início deste outubro, em Viamão). Me veio uma tristeza indisfarçável... Uma sensação de grande perda.
Parece estranho, já que, na nossa idade – e na idade dos nossos amigos mais velhos – essa coisa de morrer algum dos nossos é coisa até meio esperada. Depois dos 40, já temos desenvolvida essa noção da finitude. Mas realmente me chateie.
Enfim, liguei essa tristeza, então, ao fato de que cultivava pelo Jacob uma imensa admiração. Fizemos amizade de classe maior na mesa dos bares da cidade, que tanto eu como ele sempre adoramos. No velho Santo Antônio (A Petisqueira), quando ainda era ali ao lado do Bianchi. No Bar do Manoel. Na Toca do Solon... Conversas políticas com gente inteligente e não-dogmática. Era assim que disciplinávamos o diálogo. Na verdade, havia pouca discordância e muito consenso.
Foi no final de uma noite dessas de bares que nasceu o Newton Vladimir. Enxarcados os copos, saímos no encerramento do expediente do bar. Eu pra casa e o Jacob pro Hospital de Caridade de Viamão, onde a Fátima acabara de dar a luz ao varão da família. O primeiro menino depois das meninas. E, não obstante a circunstância, perguntei como seria batizado o garoto.
Nesse dia, o General Newton Cardoso, do alto de quatro patas de cavalos, relho em punho, tinha chicoteado e pisoteado manifestantes que protestavam nas portas do Congresso Nacional, em Brasília. Eram os últimos atos da longa ditadura, então sob comando do General Figueiredo.
Newton Vladimir, respondeu o Jacob à pergunta sobre o nome do menino: Newton, em homenagem ao Newton Cardoso; e Vladimir, em homenagem ao Vladimir Ilich Ulianov. O Lenin da Revolução Russa.
INTELIGÊNCIA e SABEDORIA
Não sei bem todo o currículo vitae do Jacob, mas sei que se formou em direito pela UFRGS. Isso porque, uns anos antes, estivemos juntos no cursinho pré-vestibular em Porto Alegre, onde nos acompanhava também – e que não me deixaria mentir sozinho – o Zico Veterinário.
Eu e o Zico éramos – vamos dizer assim – uns rapazotes. Com toda a vida ainda pela frente. Recém tentando acessar a universidade.
Foi por isso que numa das noites em que voltávamos da aula – de ônibus – de pé no Viamão lotado – lá pelas 11h e tanto da noite – o Zico me confidenciou que sentia muita pena do Jacob (esse já então com uns quarenta e tantos anos).
Coitado dele, Vitor. O cara trabalha o dia todo num cartório. Tem família, criança pequena, e tem que se tocar todo o dia de Viamão pra Porto Alegre pra estudar, de noite... Qual a chance dele num vestibular da UFRGS pra direito? Nenhuma. Sentenciou o Zicorana.
Na verdade, o Jacob era quem estava indo melhor nos estudos. Mais maduro, era extremamente disciplinado. Bem focado, queria e demonstrava enorme prazer em aprender.
Foi ele quem me ensinou uma técnica para enfiar de vez o conteúdo de uma aula na cabeça. Olha a receita:
Vitor, faz o seguinte: no sábado, a aula do cursinho é só sobre uma matéria (matemática, história, geografia...) e é opcional. A mesma aula da manhã, repete à tarde. Então, duas coisas. Tu tens que ir a aula sábado. Em épocas de vestibular, sacrificam-se os finais de semana. Não tem sábado nem domingo. Vai pra aula sábado de manhã e, no meio-dia, compra uma Zero Hora, vai almoçar no Mercado, ali pelo Bar Naval, toma uma Barrolda (tradicional trago do Mercado), sai pra dar uma caminhada, senta num dos bancos da Praça XV e pega pra ler o Caderno de Cultura do jornal. Sempre tem um assunto que cai no vestibular. No mínimo tu te prepara pra redação. Depois, lá pelas duas da tarde, volta pro cursinho e assiste a mesma aula de novo.
Caracas! Pra nossa cabeça de guri era uma doideira isso. Duas aulas iguais no mesmo sábado, de manhã e de tarde!
Mas foi assim que todos os três eu, o Zico e o Jacob passamos no vestibular. E na UFRGS.
O Jacob, que disputava uma vaga no direito noturno, enfrentava o maior número de candidatos por vaga daquele vestibular. Maior que medicina. E adivinhem? Passou nas primeiras colocações, em que pese o sacrifício, o cursinho de noite, depois de um dia de trabalho, a família pra zelar e a diferença de idade com os playboys do Colégio Farroupilha de Porto Alegre, do Champagnat e do Anchieta.
Não é incrível? Foi a aliança entre inteligência – porque ele era muito inteligente – e a sabedoria. Para mim, foi uma lição de vida. Nunca mais deixei de passar em um vestibular.
NO CARTÓRIO
Por fim, a história da gaita oito-baixo.
Tendo antes trabalhado longo tempo com o falecido Dr. Carlos Viegas, o Jacob era um rato de Cartório. E respondia pelo Cartório das Águas Claras, onde, pelo pouco movimento, só dava expediente uma ou duas vezes por semana.
Num desses dias, ao descer do ônibus, encontrou na porta do estabelecimento um dos corretores de imóveis da região, muito ansioso e aflito, pedindo quase que pelo amor de Deus que o Jacob aprontasse pra ele uma escritura que deveria confirmar um negócio naquele mesmo dia:
Seu Jacob, tô precisano muito mesmo desse dinheirinho do negócio pra hoje!
Solícito como sempre, o Jacob atendeu.
Sentou-se à maquina de escrever e desandou a datilografar de forma exímia e impressionantemente rápida, como era sua característica, a ponto de tornar os dedos quase invisíveis e de ser impossível de se perceber a olho nú o momento em que o mingo acertava o ésse e o polegar o espaçador, e todos os dedos e toda a mão direita o carro a ser empurrado, linha a linha, como se fosse um trem bala, ricocheteando letras e gravando números na agonizante folha de papel, tonta de tantas bordoadas. O barulho, era de uma metralhadora.
Escorado no balcão, e vendo toda aquela distreza, o corretor, no ímpeto de puxar o saco do Jacob, e com a intenção de incentivá-lo, de não deixá-lo esmurecer e desistir da tarefa de lavrar aquela escirtura, lançou essa boca a fora:
Oh, Seu Jacob!!! Ah esses dedinhos numa oito-baixo, hein!!!
Vitor Ortiz é natural de Viamão, filho do seu Lírio Bitencourt da Loja Ida,
e atualmente dirige a TV Brasil do Rio de Janeiro.
Este artigo é da série, histórias que só viamonenses entendem.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
PLANO DE AULA: BIOLOGIA - UFRGS REGESD
UFRGS - REGESD
CURSO: Licenciatura em Biologia
Disciplina: Seminário Integrador Específico 01
Professor (a) Formadora:
Aluno: Vilson Antonio Arruda
Tarefa: Descrever um Planejamento de Ensino.
Roteiros:
Deverá constar Disciplina, Série, Conteúdo(s),
Objetivos de ensino, Metodologia e Avaliação
BIOLOGIA E O GRÃO DE FEIJÃO
Escola Estadual Técnica de Agricultura de Viamão
Disciplina: Biologia
Professor: Vilson Arruda
Curso: Ensino Médio
Etapa: 1º série
Conteúdo: Método Científico
Assuntos:
a) Metodologia
b) Observação
Idade dos alunos: Entre 15 a 16 anos
Tempo: 4 períodos de 50 minutos
Introdução:
Método científico é uma forma de investigação da natureza. Para isso, não leva em consideração superstições ou sentimentos religiosos, mas a lógica e a observação sistemática dos fenômenos estudados.
Objetivo de ensino:
Proporcionar aos alunos modelo de aprendizagem para entender que a Ciência necessita de uma linguagem precisa, que não dê margem a múltiplas interpretações. Por isso, a ciência utiliza termos específicos, com significados restritos e bem definidos.
Material:
Essa atividade visa abordar a necessidade comum a todas as ciências utilizando materiais bastante simples:
• Lápis
• Folhas (pautadas)
• Folhas ou pedaços de papel milimetrado
• Réguas
• Copos plásticos
• Grãos de feijão
Estratégia Pedagógica:
Pedagogia não-diretiva e pedagogia relacional.
Procedimento/Metodologia
Vídeo: o professor mostra um vídeo com duração de 15 minutos para os alunos, onde aparecem diferentes tipos de feijão e as variedades de pratos alimentares que podem ser preparados com cada tipo de feijão.
Questão Geradora:
- Observação
Observação é a primeira etapa do Método Científico
Questão Geradora Motivacional:
Uma pessoa cega pode observar algo?
Como?
Execução da atividade:
A classe é organizada em grupos formados por três alunos (as).
Cada grupo recebe um copo com 12 grãos de feijões.
Após, é distribuído aos componentes do grupo os lápis, folhas - pautada e milimetrada - e régua;
Questões de análise de dados:
- Solicitar que cada aluno, no grupo, escolha um grão de feijão para descrevê-lo.
- Aos alunos é dito que essa descrição tem de ser precisa (detalhada).
Para isso, o aluno utiliza medidas feitas com a régua ou com o papel milimetrado. A descrição deve conter ainda informações relativas ao formato, ao padrão de cores, à existência de saliências ou reentrâncias e outros detalhes.
Depois de concluírem a descrição e a transcreverem para a folha pautada, os grãos de feijão são novamente colocados no copo e misturados.
Baseado na sua própria descrição, cada aluno procura encontrar o grão de feijão que descreveu. Nessa etapa, em geral os alunos reencontram seus grãos de feijão.
Em seguida, um grupo troca com outro o copo com os grãos e as folhas com as descrições. Baseado apenas na descrição que consta na folha pautada, os componentes do grupo devem encontrar cada um dos grãos descritos.
Essa etapa costuma gerar muitas dúvidas e os alunos dificilmente conseguem estabelecer parâmetros baseados exclusivamente na descrição do outro.
Após, dando prosseguimento à atividade, cada grupo, após discussão interna, deve responder ao seguinte questionário:
Questionário 01:
1. A objetividade é uma das características atribuídas à Ciência. Com base nas observações feitas sobre o feijão, descrevam o que vocês entendem pela frase: “A Ciência é objetiva”.
2. Em Ciência, trabalha-se com observações e inferências (extrapolações feitas a partir das observações). Nos exemplos abaixo, identifiquem o que são observações e o que são inferências:
• A semente está enrugada, portanto não germinará?
• A semente tem 8 milímetros de comprimento?
• A semente origina-se de uma planta?
• A semente é homogênea?
• A semente é manchada?
3. Entre as observações e inferências, existem aquelas que contribuem para uma melhor compreensão do que se pretende estudar e compartilhar com outras pessoas. Existem, também, descrições e inferências que não contribuem para nada. Entre as observações que vocês realizaram no primeiro momento do estudo e as que outro grupo realizou, quais foram as mais úteis para a identificação dos grãos de feijão descritos?
4. Na opinião do grupo, qual a importância das observações e das inferências para a Ciência?
5. - Neste momento o professor fala que: “Uma das características marcantes da Ciência é a comunicação entre a comunidade científica. Essa divulgação é feita, geralmente, por meio de publicações em revistas especializadas (revistas científicas) e de apresentações em congressos, onde se reúnem especialistas em determinado assunto”.
5.1 – Neste momento os alunos falam: Na opinião do grupo, qual é a importância da divulgação dos conhecimentos para a Ciência?
6 – Neste momento o professor solicita que cinco (05) alunos saiam da sala de aula e solicita que quando chamados venham com os olhos vendados. Ao chegarem em sala os alunos recebem um recipiente graduado contendo 100 ml de álcool para observarem.
Eles têm que dizer que substância está sendo observado e que quantidade tem no recipiente.
É esperado que os alunos acertem a substância, mas não a quantidade.
Fórum
Uma vez respondido o questionário 01 e debatidas as questões em grupo, o professor encaminha uma discussão com toda a classe, apontando algumas características da Ciência:
a linguagem é precisa; o método é comum para a coleta de informações; a construção de inferências e hipóteses sólidas, baseadas em observações precisas e verificáveis; a utilização de termos específicos; a importância de submeter os resultados e conclusões à comunidade de especialistas; a idéia de que o conhecimento produzido pela Ciência é coletivo e não obra de um único pesquisador; o conhecimento científico é transitório e depende da aceitação da comunidade científica.
Avaliação: vale 100 pontos
A missão da escola é a autoformação assistida, visando o pleno desenvolvimento do educando, então a avaliação da aprendizagem, focalizada apenas em conteúdos, competência e habilidades não é suficiente, por isso há a necessidade da auto-avaliação do aluno e do professor.
Na avaliação o aluno será capaz de descrever o que é observação e citar que órgãos dos sentidos utilizados para observar objetos.
A avaliação será continua realizada durante todo o processo, observando a participação dos alunos, bem como a realização das atividades, que será dividida em:
a) Avaliação quantitativa:
Vale: 40 pontos
Critérios:
*Respostas aos questionamentos orais solicitados pelo professor;
* Participação nas discussões sempre que esta solicitar expressão oral;
* Construção dos relatórios e dos painéis em sala de aula;
b) Avaliação Qualitativa:
Vale: 50 pontos
Critérios:
*Capacidade individual e coletiva dos/as alunos/as de argumentar e discutir a temática;
* Pró-atividade;
* Voluntariado;
*Trabalho colaborativo, sugestão de idéias, criatividade e integração com o grupo.
Auto-avaliação do aluno
Vale: 10 pontos
Considerações finais
Para preparar este plano de aula levei em consideração os critérios da idade (15 a 16 anos) e um alimento de consumo diário comum a todos os alunos para elaborarem a habilidade de observação. Nesta idade os alunos estão no estágio das operações formais, quando já pensa de forma mais lógica e abstrata. Nesta fase de idade o indivíduo é capaz de usar o raciocínio hipotético dedutivo.
CURSO: Licenciatura em Biologia
Disciplina: Seminário Integrador Específico 01
Professor (a) Formadora:
Aluno: Vilson Antonio Arruda
Tarefa: Descrever um Planejamento de Ensino.
Roteiros:
Deverá constar Disciplina, Série, Conteúdo(s),
Objetivos de ensino, Metodologia e Avaliação
BIOLOGIA E O GRÃO DE FEIJÃO
Escola Estadual Técnica de Agricultura de Viamão
Disciplina: Biologia
Professor: Vilson Arruda
Curso: Ensino Médio
Etapa: 1º série
Conteúdo: Método Científico
Assuntos:
a) Metodologia
b) Observação
Idade dos alunos: Entre 15 a 16 anos
Tempo: 4 períodos de 50 minutos
Introdução:
Método científico é uma forma de investigação da natureza. Para isso, não leva em consideração superstições ou sentimentos religiosos, mas a lógica e a observação sistemática dos fenômenos estudados.
Objetivo de ensino:
Proporcionar aos alunos modelo de aprendizagem para entender que a Ciência necessita de uma linguagem precisa, que não dê margem a múltiplas interpretações. Por isso, a ciência utiliza termos específicos, com significados restritos e bem definidos.
Material:
Essa atividade visa abordar a necessidade comum a todas as ciências utilizando materiais bastante simples:
• Lápis
• Folhas (pautadas)
• Folhas ou pedaços de papel milimetrado
• Réguas
• Copos plásticos
• Grãos de feijão
Estratégia Pedagógica:
Pedagogia não-diretiva e pedagogia relacional.
Procedimento/Metodologia
Vídeo: o professor mostra um vídeo com duração de 15 minutos para os alunos, onde aparecem diferentes tipos de feijão e as variedades de pratos alimentares que podem ser preparados com cada tipo de feijão.
Questão Geradora:
- Observação
Observação é a primeira etapa do Método Científico
Questão Geradora Motivacional:
Uma pessoa cega pode observar algo?
Como?
Execução da atividade:
A classe é organizada em grupos formados por três alunos (as).
Cada grupo recebe um copo com 12 grãos de feijões.
Após, é distribuído aos componentes do grupo os lápis, folhas - pautada e milimetrada - e régua;
Questões de análise de dados:
- Solicitar que cada aluno, no grupo, escolha um grão de feijão para descrevê-lo.
- Aos alunos é dito que essa descrição tem de ser precisa (detalhada).
Para isso, o aluno utiliza medidas feitas com a régua ou com o papel milimetrado. A descrição deve conter ainda informações relativas ao formato, ao padrão de cores, à existência de saliências ou reentrâncias e outros detalhes.
Depois de concluírem a descrição e a transcreverem para a folha pautada, os grãos de feijão são novamente colocados no copo e misturados.
Baseado na sua própria descrição, cada aluno procura encontrar o grão de feijão que descreveu. Nessa etapa, em geral os alunos reencontram seus grãos de feijão.
Em seguida, um grupo troca com outro o copo com os grãos e as folhas com as descrições. Baseado apenas na descrição que consta na folha pautada, os componentes do grupo devem encontrar cada um dos grãos descritos.
Essa etapa costuma gerar muitas dúvidas e os alunos dificilmente conseguem estabelecer parâmetros baseados exclusivamente na descrição do outro.
Após, dando prosseguimento à atividade, cada grupo, após discussão interna, deve responder ao seguinte questionário:
Questionário 01:
1. A objetividade é uma das características atribuídas à Ciência. Com base nas observações feitas sobre o feijão, descrevam o que vocês entendem pela frase: “A Ciência é objetiva”.
2. Em Ciência, trabalha-se com observações e inferências (extrapolações feitas a partir das observações). Nos exemplos abaixo, identifiquem o que são observações e o que são inferências:
• A semente está enrugada, portanto não germinará?
• A semente tem 8 milímetros de comprimento?
• A semente origina-se de uma planta?
• A semente é homogênea?
• A semente é manchada?
3. Entre as observações e inferências, existem aquelas que contribuem para uma melhor compreensão do que se pretende estudar e compartilhar com outras pessoas. Existem, também, descrições e inferências que não contribuem para nada. Entre as observações que vocês realizaram no primeiro momento do estudo e as que outro grupo realizou, quais foram as mais úteis para a identificação dos grãos de feijão descritos?
4. Na opinião do grupo, qual a importância das observações e das inferências para a Ciência?
5. - Neste momento o professor fala que: “Uma das características marcantes da Ciência é a comunicação entre a comunidade científica. Essa divulgação é feita, geralmente, por meio de publicações em revistas especializadas (revistas científicas) e de apresentações em congressos, onde se reúnem especialistas em determinado assunto”.
5.1 – Neste momento os alunos falam: Na opinião do grupo, qual é a importância da divulgação dos conhecimentos para a Ciência?
6 – Neste momento o professor solicita que cinco (05) alunos saiam da sala de aula e solicita que quando chamados venham com os olhos vendados. Ao chegarem em sala os alunos recebem um recipiente graduado contendo 100 ml de álcool para observarem.
Eles têm que dizer que substância está sendo observado e que quantidade tem no recipiente.
É esperado que os alunos acertem a substância, mas não a quantidade.
Fórum
Uma vez respondido o questionário 01 e debatidas as questões em grupo, o professor encaminha uma discussão com toda a classe, apontando algumas características da Ciência:
a linguagem é precisa; o método é comum para a coleta de informações; a construção de inferências e hipóteses sólidas, baseadas em observações precisas e verificáveis; a utilização de termos específicos; a importância de submeter os resultados e conclusões à comunidade de especialistas; a idéia de que o conhecimento produzido pela Ciência é coletivo e não obra de um único pesquisador; o conhecimento científico é transitório e depende da aceitação da comunidade científica.
Avaliação: vale 100 pontos
A missão da escola é a autoformação assistida, visando o pleno desenvolvimento do educando, então a avaliação da aprendizagem, focalizada apenas em conteúdos, competência e habilidades não é suficiente, por isso há a necessidade da auto-avaliação do aluno e do professor.
Na avaliação o aluno será capaz de descrever o que é observação e citar que órgãos dos sentidos utilizados para observar objetos.
A avaliação será continua realizada durante todo o processo, observando a participação dos alunos, bem como a realização das atividades, que será dividida em:
a) Avaliação quantitativa:
Vale: 40 pontos
Critérios:
*Respostas aos questionamentos orais solicitados pelo professor;
* Participação nas discussões sempre que esta solicitar expressão oral;
* Construção dos relatórios e dos painéis em sala de aula;
b) Avaliação Qualitativa:
Vale: 50 pontos
Critérios:
*Capacidade individual e coletiva dos/as alunos/as de argumentar e discutir a temática;
* Pró-atividade;
* Voluntariado;
*Trabalho colaborativo, sugestão de idéias, criatividade e integração com o grupo.
Auto-avaliação do aluno
Vale: 10 pontos
Considerações finais
Para preparar este plano de aula levei em consideração os critérios da idade (15 a 16 anos) e um alimento de consumo diário comum a todos os alunos para elaborarem a habilidade de observação. Nesta idade os alunos estão no estágio das operações formais, quando já pensa de forma mais lógica e abstrata. Nesta fase de idade o indivíduo é capaz de usar o raciocínio hipotético dedutivo.
domingo, 10 de outubro de 2010
ANATOMIA DA FOLHA - EXERCÍCIOS RESOLVIDOS - UFRGS REGESD

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
REGESD
CURSO DE LICENCIATURA EM BIOLOGIA
Disciplina de Anatomia e Morfologia Vegetal
Professora formadora: Alexandra Antunes Mastroberti
Professor Adjunto: Rinaldo Pires dos Santos
Tutora: Ana Carolina Oliveira da Costa
Aluno: Vilson Antonio Arruda
Tarefa: Resolver os exercícios
Exercícios corrigidos
Aula 8 (Anatomia da folha)
OBS.: AS RESPOSTAS EM VERMELHO SAO AS CORRETAS!!!!!
OBS.: AS RESPOSTAS EM VERMELHO SAO AS CORRETAS!!!!!
1- Algumas garmíneas apresentam células epidérmicas especiais, responsáveis pelo dobramento ou enrolamento foliar em condições de estresse hídrico. Estas células são denominadas:
a. cistólitos
b. esclereídes
c. células mucilaginosas
d. células buliformes
e. idioblastos
a. cistólitos
b. esclereídes
c. células mucilaginosas
d. células buliformes
e. idioblastos
2- Anatomicamente, folhas diferem de caules e raizes por:
a) não apresentarem protoxilema e metaxilema.
b) não possuirem simetria radial típica de raizes e caules e serem, geralmente, achatadas dorsiventralmente, perdendo uma região cortical e medular.
c) nunca apresentarem um sistema vascular secundário, já que nenhuma folha pode apresenta câmbio vascular.
d) não apresentarem tecidos de sustentação, como esclerênquima e colênquima.
e) apresentarem estômatos, ausentes em caules e raízes.
a) não apresentarem protoxilema e metaxilema.
b) não possuirem simetria radial típica de raizes e caules e serem, geralmente, achatadas dorsiventralmente, perdendo uma região cortical e medular.
c) nunca apresentarem um sistema vascular secundário, já que nenhuma folha pode apresenta câmbio vascular.
d) não apresentarem tecidos de sustentação, como esclerênquima e colênquima.
e) apresentarem estômatos, ausentes em caules e raízes.
3- Em monocotiledôneas, em geral, não há uma distinção morfológica nas células do mesofilo. Assim, o mesofilo das suas folhas podem ser classificadas como __________________.
a) dorsiventral
b) isolateral
c) homogêneo
d) equifacial
e) isobilateral
a) dorsiventral
b) isolateral
c) homogêneo
d) equifacial
e) isobilateral
4) As folhas são geralmente achatadas dorsiventralmente, com a formação de uma lâmila ou limbo foliar, rico em parênquima clorofilado. Na folha, a face adaxial (ou ventral) é facilmente reconhecida pela posição do xilema primário em feixes vasculares colaterais, porque:
a) o metaxilema fica sempre voltado para a face adaxial, enquanto que o protoxilema, para a face abaxial.
b) nenhuma das alternativas está correta.
c) o xilema fica sempre voltado para a face adaxial, enquanto que o floema, para a face abaxial.
d) o floema fica sempre voltado para a face adaxial, enquanto que o xilema, para a face abaxial.
e) o xilema primário fica sempre voltado para a face abaxial, enquanto que o xilema secundário, quando existir, para a a adaxial.
a) o metaxilema fica sempre voltado para a face adaxial, enquanto que o protoxilema, para a face abaxial.
b) nenhuma das alternativas está correta.
c) o xilema fica sempre voltado para a face adaxial, enquanto que o floema, para a face abaxial.
d) o floema fica sempre voltado para a face adaxial, enquanto que o xilema, para a face abaxial.
e) o xilema primário fica sempre voltado para a face abaxial, enquanto que o xilema secundário, quando existir, para a a adaxial.
5- O parênquima paliçádico e esponjoso do mesofilo foliar pode estar arranjado em diversos padrões. Em folhas ______________, há um parênquima paliçadico junto à face adaxial e um esponjoso junto à face abaxial; já nas folhas ______________, há parênquima paliçádico nas duas faces foliares, com esponjoso entre eles.
a) dorsiventral / bifacial
b) bifacial / dorsiventral
c) isolateral / dorsiventral
d) equifacial / dorsiventral
e) dorsiventral / isolateral
a) dorsiventral / bifacial
b) bifacial / dorsiventral
c) isolateral / dorsiventral
d) equifacial / dorsiventral
e) dorsiventral / isolateral
6- Os cloroplastos da bainha Kranz, em plantas com metabolismo fotossintético C4, são morfologicamente diferentes em tamanho, ou seja, são maiores que as outras células do mesofilo. Além disso, os cloroplastos apresentam outra característica marcante que é:
a) nenhuma alternativa correta.
b) o sistema de membranas (tilacóides e grana) modificado, com poucos grana e um acúmulo de grãos de amido, maiores que o restante das células do mesofilo.
c) o sistema de membranas (tilacóides e grana) modificado, com poucos grana e uma redução no tamanho dos grãos de amido.
d) o sistema de membranas (tilacóides e grana) modificado, com muito mais grana e uma redução no tamanho de grãos de amido.
e) o sistema de membranas (tilacóides e grana) modificado, com ausência de tilacóides e redução no tamanho de grãos de amido.
a) nenhuma alternativa correta.
b) o sistema de membranas (tilacóides e grana) modificado, com poucos grana e um acúmulo de grãos de amido, maiores que o restante das células do mesofilo.
c) o sistema de membranas (tilacóides e grana) modificado, com poucos grana e uma redução no tamanho dos grãos de amido.
d) o sistema de membranas (tilacóides e grana) modificado, com muito mais grana e uma redução no tamanho de grãos de amido.
e) o sistema de membranas (tilacóides e grana) modificado, com ausência de tilacóides e redução no tamanho de grãos de amido.
7- O ______ é uma região do limbo foliar derivada do meristema fundamental. Na maioria das vezes, está na forma de um parênquima _______ , cujas células são alongadas, perpendiculares à epiderme e número variado de camadas, e um parênquima ______ onde as células são de formato variado, freqüentemente irregulares, do tipo braciformes, com amplos espaços intercelulares.
a) mesofilo / paliçádico / esponjoso
b) mesofilo / esponjoso/ paliçádico
c) córtex / paliçádico / esponjoso
d) córtex / clorofiliano / aerífero
e) córtex / esponjoso / paliçádico
a) mesofilo / paliçádico / esponjoso
b) mesofilo / esponjoso/ paliçádico
c) córtex / paliçádico / esponjoso
d) córtex / clorofiliano / aerífero
e) córtex / esponjoso / paliçádico
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Anatomia da folha aula 08 exercícios resolvidos
domingo, 3 de outubro de 2010
MANO CHANGES VOTAÇÃO ELEIÇÕES 2010

Algumas localidades onde o planejado trabalho político do deputado estadual
Mano Changes (PP) resultou em sucesso de 42. 220 votos
Alvorada ..................... 1.252 votos
Alegrete....................... 106 votos
Bagé ............................. 26 votos
Balneario Pinhal......... 230 votos
Barra do Ribeiro........ 66 votos
Bento Gonçalves......... 1.583 votos
Bom Jesus.................... 07 votos
Mano Changes (PP) resultou em sucesso de 42. 220 votos
Alvorada ..................... 1.252 votos
Alegrete....................... 106 votos
Bagé ............................. 26 votos
Balneario Pinhal......... 230 votos
Barra do Ribeiro........ 66 votos
Bento Gonçalves......... 1.583 votos
Bom Jesus.................... 07 votos
Caará........................... 937 votos
Cachoerinha ............... 652 votos
Cachoeira do Sul........ 1.108 votos
Cachoerinha ............... 652 votos
Cachoeira do Sul........ 1.108 votos
Cambará do Sul......... 04 votos
Camaquã.................... 205 votos
Campo Bom............. 43 votos
Capão da Canoa ...... 186 votos
Canela......................... 234 votos
Canoas ........................ 1.556 votos
Caxias do Sul.............. 358 votos
Cidreira...................... 164 votos
Canela......................... 234 votos
Canoas ........................ 1.556 votos
Caxias do Sul.............. 358 votos
Cidreira...................... 164 votos
Coqueiro Alto............ 16 votos
Coronel Bicaco........ 01 votos
Dois Irmãos ............ 46 votos
Eldorado do Sul..... 59 votos
Estância Velha ....... 93 votos
Esteio .................... 304 votos
Farroupilha ......... 518 votos
Feliz...................... 10 votos
Gaíba ....................... 295 votos
Glorinha..................... 83 votos
Gramado................... 331 votos
Capão da Canoa .......186 votos
Gaíba ....................... 295 votos
Glorinha..................... 83 votos
Gramado................... 331 votos
Capão da Canoa .......186 votos
Garibaldi ................. 215 votos
Genaral Câmara ... 05 votos
Gravataí................. 1.104 votos
Guaporé ............... 28 votos
Guarani das Missões 01 votos
Igrejinha.................. 61 votos
Imbé........................... 382 votos
Ivoti........................... 13 votos
Guarani das Missões 01 votos
Igrejinha.................. 61 votos
Imbé........................... 382 votos
Ivoti........................... 13 votos
Montenegro ............. 157 votos
Mariana Pimentel.... 12 votos
Mostardas ................ 428 votos
Novo Hamburgo.......724 votos
Nova Petrópolis ......... 22 votos
Osório.......................... 535 votos
Palmares do Sul........ 199 votos
Parobé........................ 31 votos
Passo Fundo.............. 175 votos
Pelotas ........................ 90 votos
Porto Alegre........ 7.639 votos
Rio Grande ................ 59 votos
Mariana Pimentel.... 12 votos
Mostardas ................ 428 votos
Novo Hamburgo.......724 votos
Nova Petrópolis ......... 22 votos
Osório.......................... 535 votos
Palmares do Sul........ 199 votos
Parobé........................ 31 votos
Passo Fundo.............. 175 votos
Pelotas ........................ 90 votos
Porto Alegre........ 7.639 votos
Rio Grande ................ 59 votos
Rio Pardo ................. 53 votos
Riozinho..................... 06 votos
Rondinha .................. 01 voto
Uruguaiana............... 19 votos
Taquara..................... 57 votos
Taquari.................... 193 votos
Tramandaí................ 697 votos
Torres....................... 365 votos
Santa Cruz................ 44 votos
São Jerônimo.......... 37 votos
São Franc Paula..... 38 votos
Santa Maria............... 553 votos
Santo Antônio Pat 6.543 votos
São Leopoldo............ 1.751 votos
Santana do Livramento 31 votos
Sapucaia do Sul........... 228 votos
Viamão............... 2.986 votos
Xangrilá.................... 215 votos
Riozinho..................... 06 votos
Rondinha .................. 01 voto
Uruguaiana............... 19 votos
Taquara..................... 57 votos
Taquari.................... 193 votos
Tramandaí................ 697 votos
Torres....................... 365 votos
Santa Cruz................ 44 votos
São Jerônimo.......... 37 votos
São Franc Paula..... 38 votos
Santa Maria............... 553 votos
Santo Antônio Pat 6.543 votos
São Leopoldo............ 1.751 votos
Santana do Livramento 31 votos
Sapucaia do Sul........... 228 votos
Viamão............... 2.986 votos
Xangrilá.................... 215 votos
RESULTADO E APURAÇÃO DAS ELEIÇÕES RS 2010

Foto Clic RBS
RESULTADO DAS ELEIÇÕES NO RIO GRANDE DO SUL
NO CLIC RBS
CLIC NO SITE ABAIXO:
http://www.clicrbs.com.br/eleicoes/2010/sc/resultado-eleicoes-2010.html
GRUPO CIA FANDANGUEIRA - VIAMÃO
GRUPO CIA FANDANGUEIRA DE VIAMÃO

O Grupo CIA Fandangueira foi formada em 08 de agosto de 2010. É composta por 4 jovens de Viamão. Os jovens já estão famosos na região metropolitana de Porto Alegre, e mesmo antes de começarem a animar festas, aniversários e bailantas já conquistaram diversas fãs, entre elas as suas mães. Os ensaios ocorrem nas quinta-feiras no bairro Jardim Itapema.
O repertório é composto de músicas tradicionais gauchescas, conteporâneas e sertanejo universitário.
Cléber Vieira (Vocal/Guitarrista)
Sérgio (Vocal/Baterista)
João (Vocal/Gaiteiro)
Roberto Arruda Fraga (Vocal solo/Violão)
Contato:
Fone celular: (51) 85001363
O Grupo CIA Fandangueira foi formada em 08 de agosto de 2010. É composta por 4 jovens de Viamão. Os jovens já estão famosos na região metropolitana de Porto Alegre, e mesmo antes de começarem a animar festas, aniversários e bailantas já conquistaram diversas fãs, entre elas as suas mães. Os ensaios ocorrem nas quinta-feiras no bairro Jardim Itapema.
O repertório é composto de músicas tradicionais gauchescas, conteporâneas e sertanejo universitário.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
ANATOMIA DA RAIZ E CAULE: EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

REGESD - UFRGS
DISCIPLINA:
ANATOMIA E MORFOLOGIA VEGETAL
PROFESSORA FORMADORA:
DISCIPLINA:
ANATOMIA E MORFOLOGIA VEGETAL
PROFESSORA FORMADORA:
Dr. Alexandra Antunes Mastroberti
ALUNO: Vilson Arruda
TAREFA 07
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS E CORRIGIDOS
1- O periciclo tem importância no desenvolvimento do sistema da raiz porque:
a) é capaz de formar o protoxilema.
b) é a última camada cortical e gera raízes laterais.
C) é capaz de formar parte do câmbio vascular, felogênio e raízes laterais.
d) tem importância no controle de substâncias que entrarão no sistema vascular, já que possui estrias de Caspary.
e) é a última camada cortical e forma o câmbio vascular.
2- No que diz respeito a organização do xilema primário na raiz e no caule, podemos afirmar que:
a) raizes tem organização do tipo exarca, com protoxilema mais interno e metaxilema mais externo; já os caules são endarcos, com protoxilema mais externo e metaxilema mais interno.
b) raizes tem organização do tipo endarca, com protoxilema mais externo e metaxilema mais interno;
c) já os caules são exarcos, com protoxilema mais interno e metaxilema mais externo.
d) raizes tem organização do tipo endarca, com protoxilema mais interno e metaxilema mais externo; já os caules são exarcos, com protoxilema mais externo e metaxilema mais interno.
raizes e caules são sempre exarcos, com desenvolvimento centrifugo do xilema primário.
e) raizes tem organização do tipo exarca, com protoxilema mais externo e metaxilema mais interno; já os caules são endarcos, com protoxilema mais interno e metaxilema mais externo.
3- O felogênio, no caule, pode ser originado a partir da desdiferenciação e novas divisões mitóticas em células de vários tecidos caulinares, exceto:
a) as fibras do floema.
b) o parênquima do floema.
c) a epiderme.
d) o parênquima cortical.
e) o colênquima subepidérmico.
4- A endoderme, última camada cortical nas raízes, tem uma função importante no controle de subtâncias que entram no sistema vascular. Isso acontece graças a uma importante característica das células endodérmicas, que é:
a) a presença das chamadas estrias de Caspary, uma impregnação de suberina nas primárias radiais, as quais impedem o transporte simplástico (pelo citoplasma) e forçam o transporte apoplástico (através da parede celular).
b) a presença das chamadas estrias de Caspary, uma impregnação de lignina nas paredes primárias radiais, as quais impedem o transporte apoplástico (através da parede celular) e forçam o transporte simplástico (pelo citoplasma).
c) a presença das chamadas estrias de Caspary, uma impregnação de cutina nas paredes primárias radiais, as quais impedem o transporte apoplástico (através da parede celular) e forçam o transporte simplástico (pelo citoplasma).
d) a presença das chamadas estrias de Caspary, uma impregnação de suberina nas paredes primárias radiais, as quais impedem o transporte apoplástico (através da parede celular) e forçam o transporte simplástico (pelo citoplasma).
e) a presença de espessamentos secundários que impedem a entrada de substâncias indesejadas.
5- O câmbio vascular no caule primário pode ser constituido a partir:
a) de células procambiais localizadas entre o xilema e floema primários, as quais formarão o câmbio interfascicular, e do parênquima fascicular, que se transforma em câmbio fascicular.
b) de células procambiais localizadas entre o xilema e floema primários, as quais formarão o câmbio fascicular, e do parênquima interfascicular, o qual se transforma no câmbio interfascicular.
c) de células iniciais radiais entre o xilema e floema primários, as quais formarão o câmbio fascicular, e de iniciais fusiformes, originadas do parênquima interfascicular.
d) de células iniciais radiais entre o protoxilema e metaxilema, as quais formarão o câmbio fascicular, e de iniciais fusiformes, originadas do parênquima interfascicular.
e) de células procambiais localizadas entre o protoxilema e metaxilema, as quais formarão o câmbio fascicular, e do câmbio interfascicular, originado do parênquima interfascicular.
6- A última camada cortical nos caules primários é homóloga a endoderme das raízes primárias. Neste caso, contudo, difere desta porque:
a) nem sempre apresenta estrias de Caspary e está envolvida na formação do câmbio interfascicular.
b) sempre apresenta estrias de Caspary e está envolvida na formação do câmbio fascicular.
c) nem sempre apresenta estrias de Caspary e está envolvida no geotropismo caulinar, apresentando grãos de amido responsáveis pela detecção da posição do caule.
d) nunca apresenta estrias de Caspary e está envolvida na regulação de substâncias que são produzidas no clorênquima caulinar.
e) sempre apresenta estrias de Caspary e está envolvida no geotropismo caulinar, apresentando cristais de oxalato de cálcio responsáveis pela detecção da posição do caule.
7- A organização do xilema primário da raiz nas Monocotiledôneas difere das Eudicotiledôneas porque:
a) Monocotiledôneas geralmente são triarcas.
b) Monocotiledôneas geralmente são endarcas.
c) Monocotiledôneas geralmente são pentarcas.
d) Monocotiledôneas geralmente são poliarcas.
e) Monocotiledôneas geralmente são diarcas.
TAREFA 07
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS E CORRIGIDOS
1- O periciclo tem importância no desenvolvimento do sistema da raiz porque:
a) é capaz de formar o protoxilema.
b) é a última camada cortical e gera raízes laterais.
C) é capaz de formar parte do câmbio vascular, felogênio e raízes laterais.
d) tem importância no controle de substâncias que entrarão no sistema vascular, já que possui estrias de Caspary.
e) é a última camada cortical e forma o câmbio vascular.
2- No que diz respeito a organização do xilema primário na raiz e no caule, podemos afirmar que:
a) raizes tem organização do tipo exarca, com protoxilema mais interno e metaxilema mais externo; já os caules são endarcos, com protoxilema mais externo e metaxilema mais interno.
b) raizes tem organização do tipo endarca, com protoxilema mais externo e metaxilema mais interno;
c) já os caules são exarcos, com protoxilema mais interno e metaxilema mais externo.
d) raizes tem organização do tipo endarca, com protoxilema mais interno e metaxilema mais externo; já os caules são exarcos, com protoxilema mais externo e metaxilema mais interno.
raizes e caules são sempre exarcos, com desenvolvimento centrifugo do xilema primário.
e) raizes tem organização do tipo exarca, com protoxilema mais externo e metaxilema mais interno; já os caules são endarcos, com protoxilema mais interno e metaxilema mais externo.
3- O felogênio, no caule, pode ser originado a partir da desdiferenciação e novas divisões mitóticas em células de vários tecidos caulinares, exceto:
a) as fibras do floema.
b) o parênquima do floema.
c) a epiderme.
d) o parênquima cortical.
e) o colênquima subepidérmico.
4- A endoderme, última camada cortical nas raízes, tem uma função importante no controle de subtâncias que entram no sistema vascular. Isso acontece graças a uma importante característica das células endodérmicas, que é:
a) a presença das chamadas estrias de Caspary, uma impregnação de suberina nas primárias radiais, as quais impedem o transporte simplástico (pelo citoplasma) e forçam o transporte apoplástico (através da parede celular).
b) a presença das chamadas estrias de Caspary, uma impregnação de lignina nas paredes primárias radiais, as quais impedem o transporte apoplástico (através da parede celular) e forçam o transporte simplástico (pelo citoplasma).
c) a presença das chamadas estrias de Caspary, uma impregnação de cutina nas paredes primárias radiais, as quais impedem o transporte apoplástico (através da parede celular) e forçam o transporte simplástico (pelo citoplasma).
d) a presença das chamadas estrias de Caspary, uma impregnação de suberina nas paredes primárias radiais, as quais impedem o transporte apoplástico (através da parede celular) e forçam o transporte simplástico (pelo citoplasma).
e) a presença de espessamentos secundários que impedem a entrada de substâncias indesejadas.
5- O câmbio vascular no caule primário pode ser constituido a partir:
a) de células procambiais localizadas entre o xilema e floema primários, as quais formarão o câmbio interfascicular, e do parênquima fascicular, que se transforma em câmbio fascicular.
b) de células procambiais localizadas entre o xilema e floema primários, as quais formarão o câmbio fascicular, e do parênquima interfascicular, o qual se transforma no câmbio interfascicular.
c) de células iniciais radiais entre o xilema e floema primários, as quais formarão o câmbio fascicular, e de iniciais fusiformes, originadas do parênquima interfascicular.
d) de células iniciais radiais entre o protoxilema e metaxilema, as quais formarão o câmbio fascicular, e de iniciais fusiformes, originadas do parênquima interfascicular.
e) de células procambiais localizadas entre o protoxilema e metaxilema, as quais formarão o câmbio fascicular, e do câmbio interfascicular, originado do parênquima interfascicular.
6- A última camada cortical nos caules primários é homóloga a endoderme das raízes primárias. Neste caso, contudo, difere desta porque:
a) nem sempre apresenta estrias de Caspary e está envolvida na formação do câmbio interfascicular.
b) sempre apresenta estrias de Caspary e está envolvida na formação do câmbio fascicular.
c) nem sempre apresenta estrias de Caspary e está envolvida no geotropismo caulinar, apresentando grãos de amido responsáveis pela detecção da posição do caule.
d) nunca apresenta estrias de Caspary e está envolvida na regulação de substâncias que são produzidas no clorênquima caulinar.
e) sempre apresenta estrias de Caspary e está envolvida no geotropismo caulinar, apresentando cristais de oxalato de cálcio responsáveis pela detecção da posição do caule.
7- A organização do xilema primário da raiz nas Monocotiledôneas difere das Eudicotiledôneas porque:
a) Monocotiledôneas geralmente são triarcas.
b) Monocotiledôneas geralmente são endarcas.
c) Monocotiledôneas geralmente são pentarcas.
d) Monocotiledôneas geralmente são poliarcas.
e) Monocotiledôneas geralmente são diarcas.
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ANATOMIA DO CAULE E RAIZES EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
ENERGIA MECÂNICA EXERCÍCIOS RESOLVIDOS UFRGS - REGESD
UFRGS - REGESD
CURSO: LICENCIATURA EM BIOLOGIA
DISCIPLINA DE FENÔMENOS FÍSICOS
PROFESSOR: JOSÉ ARTHUR
ALUNO: VILSON ANTÔNIO ARRUDA (0178662)
REGESD - UFRGS
Exercícios para POSTAR
AINDA NÃO CORRIGIDOS
01) Complete as lacunas abaixo:
a) Todo corpo em movimento possui energia CINÉTICA. Quanto maior a velocidade do corpo MAIOR será sua energia cinética. Quanto maior a massa do corpo MAIOR será sua energia cinética. A energia cinética é proporcional ao QUADRADO da velocidade.
b) Um corpo largado de uma certa altura em relação a superfície da Terra, entra em movimento; isto porque o corpo armazena uma forma de energia denominada energia POTENCIAL GRAVITACIONAL. Quanto maior a altura em relação ao nível de referência (superfície da Terra), MAIOR será a energia potencial gravitacional. Quanto maior a massa do corpo MAIOR será a energia potencial gravitacional. Quanto maior o campo gravitacional(g), MAIOR será a energia potencial gravitacional. Um corpo preso a uma mola deformada (comprimida ou distendida) sente a ação de uma força denominada força ELÁSTICA. Quanto maior a deformação sofrida pela mola MAIOR será a força elástica. Quanto maior a constante elástica da mola, MENOR será a força elástica. Se um corpo está preso a uma mola deformada, quando largado, entra em movimento; isto porque a mola armazena uma forma de energia denominada energia POTENCIAL ELÁSTICA. Quanto maior a deformação sofrida pela mola MAIOR será sua energia potencial elástica. Quanto maior a constante elástica da mola MAIOR será a energia potencial elástica.
c) Definimos energia mecânica como a SOMA da energia cinética e a ENERGIA POTENCIAL. Se o sistema for isento de forças de atrito, a energia mecânica é CONSERVADA. Este é o princípio da CONSERVAÇÃO da energia mecânica.
d) A grandeza física que nos informa sobre a variação da energia de um corpo chama-se TRABALHO. Uma força realiza trabalho quando promove um DESLOCAMENTO. Se o trabalho realizado por uma força for positivo ele é denominado de trabalho MOTOR e se for negativo será denominado de trabalho RESISTENTE. O trabalho realizado por uma força é igual à variação da ENERGIA CINÉTICA do corpo.
e) A grandeza física que nos informa a rapidez na transformação de energia ou a rapidez na realização do trabalho é denominada POTÊNCIA. Quanto maior trabalho realizado num certo intervalo de tempo MAIOR é a potência. Quanto maior o tempo para a realização de certo trabalho, MENOR é a potência. Denomina-se força conservativa, aquela cujo trabalho realizado INDEPENDENTE da trajetória seguida pelo corpo. As forças gravitacionais, elásticas e elétricas são denominadas forças CONSERVATIVAS. A força de atrito NÃO conservativa, pois o trabalho realizado DEPENDE da trajetória.
02) Uma pessoa caminha horizontalmente, carregando uma mala. A mala pesa 70 N. Qual o trabalho realizado pela força-peso, se o deslocamento horizontal foi de 20 metros?
RESPOSTA:
Peso da mala (Força) (F) : 70 N
Trabalho (ﺡ):
Deslocamento (d): 20 m
ﺡ = F . d = 70 . 20 = 1400 J (Joule)
03) Um sorveteiro empurra seu carrinho, cuja massa é igual a 40 Kg, aplicando-lhe uma força horizontal de 30 N e deslocando-o por 100 metros. Qual o trabalho realizado pelo sorveteiro? (Despreze o trabalho da força de atrito).
RESPOSTA:
Força (F) = 30 N
Deslocamento (d) = 100 m
Trabalho (ﺡ) = ?
ﺡ = F . d = 30 . 100 = 3000 J (joule)
04) Numa “montanha-russa”, um carrinho com 300 kg de massa é abandonado do repouso de um ponto A, que está a 5,0 m de altura. Supondo que o atrito seja desprezível, pergunta-se:
m = 300 kg h = 5 m Ep → Ec mgh = m.v2 / 2
a) O valor da velocidade do carrinho no ponto B.
V = ?
mgh= mV2 / 2 = V2 = 2gh VB = √2 . 10 . 5 = √ 100 = 10 m/s
b) A energia cinética do carrinho no ponto C, que está a 4,0 m de altura.
Ec = ?
Ecc = EpA - Epc
Ecc = mg (hA – hc) = 300 . 10 (5 – 4) = 3000 J
Ec = 3000 J
05) Um garoto pratica “skate” descendo uma rampa curva. No alto da rampa ele começa o seu movimento com energia potencial igual a 740 J e energia cinética igual a zero. Quando ele atinge a base da rampa ele apresenta 460 J de energia cinética e zero de energia potencial. Pergunta-se:
1. A energia mecânica do sistema se conserva?
NÃO, porque perdeu energia ao longo do deslocamento.
2. De quanto variou a energia interna do sistema?
460 ≠ 740 Efinal - Einicial = 460 J – 740 J = - 280 J
3. A energia total do sistema se conservou?
NÃO, porque chegou ao final do deslocamento com uma energia negativa
CURSO: LICENCIATURA EM BIOLOGIA
DISCIPLINA DE FENÔMENOS FÍSICOS
PROFESSOR: JOSÉ ARTHUR
ALUNO: VILSON ANTÔNIO ARRUDA (0178662)
REGESD - UFRGS
Exercícios para POSTAR
AINDA NÃO CORRIGIDOS
01) Complete as lacunas abaixo:
a) Todo corpo em movimento possui energia CINÉTICA. Quanto maior a velocidade do corpo MAIOR será sua energia cinética. Quanto maior a massa do corpo MAIOR será sua energia cinética. A energia cinética é proporcional ao QUADRADO da velocidade.
b) Um corpo largado de uma certa altura em relação a superfície da Terra, entra em movimento; isto porque o corpo armazena uma forma de energia denominada energia POTENCIAL GRAVITACIONAL. Quanto maior a altura em relação ao nível de referência (superfície da Terra), MAIOR será a energia potencial gravitacional. Quanto maior a massa do corpo MAIOR será a energia potencial gravitacional. Quanto maior o campo gravitacional(g), MAIOR será a energia potencial gravitacional. Um corpo preso a uma mola deformada (comprimida ou distendida) sente a ação de uma força denominada força ELÁSTICA. Quanto maior a deformação sofrida pela mola MAIOR será a força elástica. Quanto maior a constante elástica da mola, MENOR será a força elástica. Se um corpo está preso a uma mola deformada, quando largado, entra em movimento; isto porque a mola armazena uma forma de energia denominada energia POTENCIAL ELÁSTICA. Quanto maior a deformação sofrida pela mola MAIOR será sua energia potencial elástica. Quanto maior a constante elástica da mola MAIOR será a energia potencial elástica.
c) Definimos energia mecânica como a SOMA da energia cinética e a ENERGIA POTENCIAL. Se o sistema for isento de forças de atrito, a energia mecânica é CONSERVADA. Este é o princípio da CONSERVAÇÃO da energia mecânica.
d) A grandeza física que nos informa sobre a variação da energia de um corpo chama-se TRABALHO. Uma força realiza trabalho quando promove um DESLOCAMENTO. Se o trabalho realizado por uma força for positivo ele é denominado de trabalho MOTOR e se for negativo será denominado de trabalho RESISTENTE. O trabalho realizado por uma força é igual à variação da ENERGIA CINÉTICA do corpo.
e) A grandeza física que nos informa a rapidez na transformação de energia ou a rapidez na realização do trabalho é denominada POTÊNCIA. Quanto maior trabalho realizado num certo intervalo de tempo MAIOR é a potência. Quanto maior o tempo para a realização de certo trabalho, MENOR é a potência. Denomina-se força conservativa, aquela cujo trabalho realizado INDEPENDENTE da trajetória seguida pelo corpo. As forças gravitacionais, elásticas e elétricas são denominadas forças CONSERVATIVAS. A força de atrito NÃO conservativa, pois o trabalho realizado DEPENDE da trajetória.
02) Uma pessoa caminha horizontalmente, carregando uma mala. A mala pesa 70 N. Qual o trabalho realizado pela força-peso, se o deslocamento horizontal foi de 20 metros?
RESPOSTA:
Peso da mala (Força) (F) : 70 N
Trabalho (ﺡ):
Deslocamento (d): 20 m
ﺡ = F . d = 70 . 20 = 1400 J (Joule)
03) Um sorveteiro empurra seu carrinho, cuja massa é igual a 40 Kg, aplicando-lhe uma força horizontal de 30 N e deslocando-o por 100 metros. Qual o trabalho realizado pelo sorveteiro? (Despreze o trabalho da força de atrito).
RESPOSTA:
Força (F) = 30 N
Deslocamento (d) = 100 m
Trabalho (ﺡ) = ?
ﺡ = F . d = 30 . 100 = 3000 J (joule)
04) Numa “montanha-russa”, um carrinho com 300 kg de massa é abandonado do repouso de um ponto A, que está a 5,0 m de altura. Supondo que o atrito seja desprezível, pergunta-se:
m = 300 kg h = 5 m Ep → Ec mgh = m.v2 / 2
a) O valor da velocidade do carrinho no ponto B.
V = ?
mgh= mV2 / 2 = V2 = 2gh VB = √2 . 10 . 5 = √ 100 = 10 m/s
b) A energia cinética do carrinho no ponto C, que está a 4,0 m de altura.
Ec = ?
Ecc = EpA - Epc
Ecc = mg (hA – hc) = 300 . 10 (5 – 4) = 3000 J
Ec = 3000 J
05) Um garoto pratica “skate” descendo uma rampa curva. No alto da rampa ele começa o seu movimento com energia potencial igual a 740 J e energia cinética igual a zero. Quando ele atinge a base da rampa ele apresenta 460 J de energia cinética e zero de energia potencial. Pergunta-se:
1. A energia mecânica do sistema se conserva?
NÃO, porque perdeu energia ao longo do deslocamento.
2. De quanto variou a energia interna do sistema?
460 ≠ 740 Efinal - Einicial = 460 J – 740 J = - 280 J
3. A energia total do sistema se conservou?
NÃO, porque chegou ao final do deslocamento com uma energia negativa
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