terça-feira, 28 de julho de 2009

PROFESSOR MUDA, NÃO MUDANDO





Olhem no vídeo como um professor pode mudar, não mudando. Este perfil de professor presta, no meu entendimento, um deserviço para a educação. Como podemos vivenciar no nosso dia a dia muitos diretores ou secretários de educação se esforçam para fornecer novos recursos didáticos aos professores da escola ou rede, mas alguns professores continuam aplicando métodos de ensino tradicional daqueles de dar dó. Talvez contribuindo com as elevadas taxas de evasão e repetência. O professor tem que ter alteridade na construção do planejamento pedagógico. Respeitar as diferenças. A aula ele prepara é para o aluno e não para ele. A aula tem que ser alegre a prazerosa para ambos.



Crédito do Vídeo: UNIPAC

PROJETO VIAMÃO QUE QUEREMOS


Hoje, segunda-feira, 27, no salão de festas do Cantegril Club, em Viamão, ocorreu um almoço organizado pela Associação Comercial e Industrial de Viamão (Acivi) para apresentar a comunidade e lideranças locais o projeto de desenvolvimento econômico designado "Viamão que Queremos". Cerca de 140 empresários participaram do lançamento do projeto, cuja a missão é buscar soluções e alternativas ao desenvolvimento do município para um futuro com melhor qualidade para viver e trabalhar.

Estavam presentes no evento o prefeito Alex Boscaini (PT) e Marcos Alba, secretário estadual do Bem Estar Social, Habitação e Saneamento.

ESCOLA AÇORIANOS INSTITUI RELÓGIO PONTO


A Escola Estadual Açorianos de Viamão, no bairro Jardim Krahe, é a segunda escola de Viamão a instituir o relógio ponto digital para controlar o horário de entrada e saída dos professores na instituição. A maioria dos professores ficaram indignados com a medida do diretor Marcelo Rodrigues, no entanto, acataram a decisão.

A primeira escola estadual, em Viamão, a adotar tal medida foi a Escola Cecília Meireles, localizada no bairro Açorianos, onde a diretora Maria Inês Gonçalves implementou o relógio ponto no ano de 2007.

A foto acima registra a reunião quando o diretor Marcelo informa a nova medida a partir da primeira semana de agosto.

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO ISABEL DE ESPANHA REALIZA SEMINÁRIO DA EDUCAÇÃO




PROFESSORES DISCUTEM AVALIAÇÃO ESCOLAR
Antes de iniciar o período de recesso escolar o Instituto de Educação Isabel de Espanha realizou no dia 24 de julho um seminário pedagógico em parceria com outras cinco escolas estaduais, que constituem a região da grande Santa Isabel, para discutirem a avaliação dos alunos no âmbito escolar. Participaram do evento cerca de 245 professores. Como palestrante foi convidado o professor Vilson Arruda que leciona há 30 nas Escolas Técnica de Agricultura de Viamão e Açorianos para falar da sua experiência profissional como educador e sobre as vivências de avaliar o aluno ao longo destes anos.
O professor disse que a avaliação pode ser construída de forma prazerosa para diagnosticar a aprendizagem dos alunos. Segundo ele a avaliação muitas vezes é um instrumento de poder para muitos professores, e para os alunos é vista como medo e subordinação. Arruda observa que esta forma rigorosa de avaliar as pessoas na escola é cultural, pois é resquício dos tempos da educação colonizadora no Brasil, onde os jesuitas educavam os índios para serem subordinados as decisões da elite. "Subordinação é o contrário de autonomia", explica. Continuando relatou que nas LDBs de 1962, 71 e 82 também estava caracterizado nas leis as nuances da subordinação, e o professor assimilou muito bem essa avaliação subordinativa pela história cultural, por que ele também foi avaliado dessa maneira no seu tempo de estudante.

O professor observa que não adianta o educador-facilitador ficar só aplicando instrumentos de avaliação (prova, trabalhos...) como forma de recuperação, e sim o que deve ser realizado é a retomada do que o aluno não aprendeu. Para ele a avaliação por competências e habilidades que está na LDB 9394/96 é a que mais se adapta aos dias atuais. Nestes tempos de modernidade o professor deve aplicar na escola uma pedagogia interativa e negociadora com os seus alunos para obter sucesso.
Arruda questiona: Se o aluno não aprende de quem é a culpa? "Claro que não estamos falando daqueles 10% de alunos que não querem aprender", explica.

Concluindo o professor disse que a escola também perdeu muito em qualidade quando foram excluídos dos ensinos fundamental e médio as disciplinas de técnicas domésticas, agrícolas, carpintaria e outros que eram ensinados no turno inverso ao curso regular. "Hoje a garotada não tendo o que fazer no turno inverso muitas vezes ficam desorientados e a um passo do caminho das drogas, observou, e para voltar essas atividades essenciais complementares ao ensino o governo só precisa de uma caneta e muita vontade política.


segunda-feira, 20 de julho de 2009

ESCOLA AÇORIANOS É A MELHOR NO PROJETO JOVEM DO FUTURO




ALTO NÍVEL NO ENSINO MÉDIO
A Escola Estadual Açorianos obteve premiação pelo melhor desempenho nas disciplinas de Português e Matemática, dentro dos padrões de exigência do projeto Jovem do Futuro da Fundação Unibanco.
A premiação cocorreu após a avaliação dos resultados de 2008 das escolas que participam do projeto. Foram levados em conta os desempenhos no ensino de Matemática e Português como também ocorreu redução na evasão escolar. Além da escola também foram premiados professores e alunos.
Para a secretária estadual da educação, Mariza Abreu, os resultados do projeto mostram que a educação no RS tem potencial para voltar a ser uma das primeiras do Brasil.
Segundo o coordenador nacional do projeto Jovem do Futuro, Vanderson Berbat, o projeto contribui para a melhoria da qualidade da educação, pois incentiva os jovens a concluírem o ensino médio.
Dentre as escolas que integram o projeto a disciplina de matemática na escola Açorianos ficou em primeiro lugar no Estado. A professora Diovana Carvalho da escola Açorianos ganhou o 1º lugar. Na disciplina de Português a escola levou o prêmio de 2º lugar.
Contente o diretor da escola, Marcelo Rodrigues, era só felicidade e comentou que os alunos e professores tem se empenhado para potencializar o conhecimento e as trocas de experiências.

VILSON ARRUDA É PROFESSOR HOMENAGEADO


A Escola Estadual de Ensino Médio Açorianos - Viamão - publicou no Jornal Correio Rural (05 junho) da cidade uma homenagem de reconhecimento para o professor Vilson Arruda Filho devido ao sucesso do projeto ambiental "Deixe o Arroio Fiúza Viver".

O signatário deste Blog agradece aos alunos que foram os grandes líders deste projeto ecológico. Quem ganha com isso é toda a comunidade de Viamão.

ESCOLA CASTELO BRANCO DISCUTE AVALIAÇÃO

A Escola Municipal Humberto de Alencar Castelo Branco de Viamão realizou uma formação pedagógica com participação de 52 professores, no dia 30 de junho.
Para palestrante convidou o experiente professor Vilson Arruda da Escola Estadual Açorianos para fazer uma palestra e promover uma troca de experiência sobre a avalição escolar. Estava presente no evento o diretor geral da secretaria da educação, professor Belini Romanzini.
Para visualizar o conteúdo do assunto clic com o botão esquerdo em cima da foto.

ESCOLA CASTELO BRANCO DISCUTE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS



domingo, 19 de julho de 2009

VILSON ARRUDA É PARANINFO NA ETA VIAMÃO

Para visualizar clic com o botão esquerdo sobre a foto.
Os alunos do Curso Técnico em Pecuária, modalidade subsequente, na Escola Estadual Técnica de Agricultura de Viamão - ETA -, que se formaram em 18 de julho deste ano, convidaram o professor Vilson Arruda Filho para paraninfo.
O professor Vilson Arruda é professor da disiciplina de Administração Rural naquela escola a cerca de 30 anos.

Os estudantes agora estão aptos a fazerem o estágio profissional em propriedades, fazendas ou empresas rurais.

PANDEMIA É ALERTA PARA GRIPE SUÍNA







A Influenza A(H1N1) é uma doença respiratória causada pelo vírus tipo "A" que
normalmente causa surtos de gripe entre os suínos.


Em geral este vírus não infecta o homem, no entanto, existem registros de transmissão pontual do vírus para os seres humanos.
Em 24 de abril, a partir das análises das amostras colhidas de casos de síndrome
gripal notificados pelos Governos do México e dos Estados Unidos da América foi identificado um
novo subtipo do vírus de Influenza A(H1N1), classificada como (A/CALIFORNIA/04/2009), que
não havia sido detectada previamente em humanos ou suínos.
Este novo subtipo do vírus da Influenza A(H1N1) é transmitido de pessoa a pessoa,
principalmente por meio da tosse ou espirro e secreções respiratórias de pessoas infectadas.
Segundo dados do site do Governo do México (ver link no item VI), os sintomas podem iniciar no
período de 3 a 7 dias e a transmissão ocorre principalmente em locais fechados.
Segundo a OMS, não há registro de transmissão deste novo subtipo da Influenza
A(H1N1) para pessoas por meio da ingestão de carne de porco e produtos derivados.




CUIDADOS



Usar máscaras cirúrgicas descartáveis, durante toda a permanência nas áreas
afetadas. Substituir sempre que necessário.
• Ao tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com um lenço, preferencialmente
descartável.
• Evitar locais com aglomeração de pessoas.
• Evitar o contato direto com pessoas doentes.
• Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal.
• Evitar tocar olhos, nariz ou boca.
• Lavar as mãos freqüentemente com sabão e água, especialmente depois de tossir
ou espirrar.
• Em caso de adoecimento, procurar assistência médica e informar história de contato
com doentes e roteiro de viagens recentes a esses países.
• Não usar medicamentos sem orientação médica.




SINTOMAS


Tosse rouca


Febre


Diarréia


ALERTA AMBIENTAL. MUDANDO A LEI

Alerta ambiental no Rio Grande do Sul!



Hoje, 16 de julho, está sendo protocolado um projeto de lei para alterar significativamente a legislação ambiental do Rio Grande do Sul.

O anúncio foi feito nesta manhã pela Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da Assembleia Legislativa. Trata-se de um assunto que exige a máxima vigilância, visto que a proposta revoga importantes avanços conquistados pela sociedade gaúcha após anos de análises e diálogo. Ela altera não apenas dispositivos relacionados à produção rural, mas também às demais atividades econômicas. Da mesma forma, propõe mudanças que se refletirão em impactos graves para a zona urbana, em virtude de modificações na proteção de encostas e topos de morros e na beira dos recursos hídricos.

Segundo a minuta a área mínima para a preservação das matas ciliares será reduzida de 30 metros para 5 metros; passa-se a permitir a propaganda de produtos que possam fazer mal à saúde e ao meio ambiente; o acesso da população às informações sobre os danos causados à biodiversidade será suprimido; a proteção do entorno das reservas ecológicas (unidades de conservação) será retirada; dentre outros atrasos. A proposta revoga as seguintes leis: -

Lei 9.519, de 21 de janeiro de 1992, que institui o Código Florestal do Rio Grande do Sul e dá outras providências;-

Lei 11.520, de 3 de agosto de 2000, que institui o Código Estadual do Meio Ambiente do Rio Grande do Sul e dá outras providências;-

Lei 10.330, de 27 de dezembro de 1994, que dispõe sobre a organização do Sistema Estadual de Proteção Ambiental, a elaboração, implementação e controle da política ambiental do Estado e dá outras providências;-

Lei 9.474, de 20 de dezembro de 1991, que dispõe sobre a preservação do solo agrícola e adota outras providências;-

Lei 12.115, de 6 de julho de 2004, que altera dispositivos do Código Florestal do Estado do Rio Grande do Sul relativos ao regramento do corte e ao conceito de capoeira;-

Lei 10.350, de 30 de dezembro de 1994, que institui o Sistema Estadual de Recursos Hídricos;-Lei 9.921, de 27 de julho de 1993, que dispõe sobre a gestão dos resíduos sólidos. Tudo isso é lamentável. O Código Estadual do Meio Ambiente foi protocolado em dezembro de 1994, após quatro anos de muitas reuniões, audiências públicas e seminários, com a participação de todos os segmentos da sociedade. O projeto de lei em questão, ao contrário, foi elaborado em somente 70 dias, conforme com o presidente da Comissão proponente.

Precisamos estar mobilizados para evitar mais uma tentativa de degenerar nossas vitórias socioambientais! Porto Alegre, 16 de julho de 2009. Beto Moesch - Vereador de Porto Alegre, advogado e coordenador da elaboração do Código Estadual do Meio Ambiente e do Código Florestal do Rio Grande do Sul
Seja responsável com o meio ambiente - só imprima se for necessário.


Detalhes entrar em contato com

Jorge Amaro de Souza Borges ex-aluno da ETA


vhecologia.blogspot.com

Fone: (51) 96128261

domingo, 10 de maio de 2009

MUTIRÃO PELA VIDA DO ARROIO FIÚZA

PROJETO PEDAGÓGICO SOCIOAMBIENTAL

ELABORADO PELO PROFESSOR VILSON ARRUDA

EDUCAÇÃO SOCIOAMBIENTAL: “DEIXE O ARROIO FIÚZA VIVER”
Vilson Antônio da Costa Arruda, ¹,² e João Ito Bergonci ² (orientador)
¹Escola Estadual de Ensino Médio Açorianos, ²Universidade Federal do Rio Grande do Sul; vilson.arruda@ig.com.br; joaobergonci@ufrgs.br
A água é um bem comum e por isso precisa ser preservada para garantir a sustentabilidade dos seres vivos. Este projeto ambiental “Deixe o Arroio Fiúza Viver” é uma iniciativa dos alunos do terceiro ano e do graduando de Licenciatura em Biologia (EAD) Vilson Antônio Arruda, com os seguintes objetivos a) melhorar a qualidade da água do Arroio Fiúza e seus afluentes; b) elevar a qualidade de vida dos moradores do entorno e a conscientização sustentável da bacia hídrica, através dos estudantes. Interdisciplinar com a integração de professores, direção, funcionários e entidades parceiras foi desenvolvido de abril a junho de 2009 na Escola Estadual de Ensino Médio Açorianos, em Viamão.
Iniciou a partir de uma aula de Educação Ambiental, quando um aluno sugeriu a possibilidade deles realizarem um estudo ambiental do Fiúza, com nascentes próximas da escola e onde a Corsan capta água para distribuir à população e os agricultores para irrigar as verduras. Com planilhas e máquina fotográfica os alunos e professor percorreram as margens do arroio realizando observações e anotações num percurso de 3,5 km. Constataram que a qualidade da água estava em desacordo com os parâmetros recomendados pela Corsan, pois a população ribeirinha descarta o lixo e os dejetos cloacais sem saneamento básico no leito do arroio causando poluição hídrica e comprometendo a saúde dos moradores do entorno e a vida aquática.
Após assistirem palestras, visitarem a Estação de Tratamento de Água e participação em seminário os alunos sensibilizados resolveram fazer um mutirão de limpeza, coletando 10 toneladas de lixo, plantio de 350 mudas de árvores ao longo das margens do arroio e a distribuição de folders explicativos na comunidade para conscientizar os moradores ribeirinhos da necessidade de revitalização do Fiúza.
Conclusão: Voltado à conscientização socioambiental através da educação, este projeto revitalizou a realidade ambiental ao melhorar a qualidade da água e a vida das pessoas que residem ou trabalham na região da Bacia do Arroio Fiúza. Concluímos que realizando o saneamento básico solucionam-se os problemas socioambientais detectados no estudo preliminar.
Apoio: Escola Açorianos, Corsan, Fundação Unibanco e Coletare Serviços.





Video dos alunos em ação no projeto





segunda-feira, 27 de abril de 2009

DÚVIDAS SOBRE A GRIPE SUÍNA

DÚVIDAS SOBRE A DOENÇA

PARIS, França (AFP) - A gripe suína, que causou 20 casos de mortes confirmadas no México e dez casos de infeção confirmadas nos Estados Unidos, vem sendo motivo de muitas interrogações entre a população ante o alerta das autoridades sanitárias.
P. O que é a gripe suína?
R. Trata-se de uma doença respiratória que começa em criadores de porcos, um vírus gripal do tipo A que pode se propagar rapidamente.
P. É transmissível ao ser humano?
R. Sim, começando, em geral, por pessoas que estejam em contacto com esses animais.
P. Pode-se contrair a doença comendo carne de porco?
R. Não, como recordou neste sábado em Paris o Ministério da Agricultura. "A gripe de origem suína no México não se transmite pela carne, mas por via aérea, de pessoa para pessoa".
A temperatura de cozimento (71º Celsius) destrói os vírus e as bactérias, precisam os Centros de Controle de Enfermidades dos Estados Unidos (CDC).
P. Trata-se de um novo tipo de gripe suína?
R. Assim como no ser humano, os vírus da gripe sofrem mutação contínua no porco, um animal que possui, nas vias respiratórias, receptores sensíveis aos vírus da influenza suínos, humanos e aviários.
Os porcos tornam-se, então, "crisóis" que favorecem o aparecimento de novos vírus gripais, através de combinações genéticas, em caso de contaminações simultâneas.
Esses tipos de vírus híbridos podem provocar o aparecimento de um novo vírus da gripe, tão virulento como o da gripe aviária e tão transmissível como a gripe humana.
Esse tipo de vírus que o sistema imunológico humano desconhece poderia ter as características necessárias para desencadear uma pandemia de gripe.
P. Quais são os países afetados até o momento?
R. Exceto México e Estados Unidos, únicos países em que se registraram casos, as autoridades de Peru, Chile, El Salvador, Honduras, Colômbia, Nicarágua, Brasil e Costa Rica ativaram planos de vigilância sanitária.
No Canadá, a ministra da Saúde, Leona Aglukkaq, pediu à população para manter-se alerta.
P. Existe vacina contra esta doença?
R. Só para os porcos. Não para o ser humano. Segundo as autoridades mexicanas, que citam a Organização Mundial de Saúde (OMS), a vacina existente para humanos é para uma cepa anterior ao vírus, com o qual não é tão eficaz. Mas "a produção de vacina pode tornar-se possível na medida em que o vírus tenha sido identificado".
O Tamiflu, o medicamento que contéme oseltamivir, utilizado contra a gripe aviária, é eficaz diz a OMS.
A vacina contra a gripe estacionária humana não protege contra a gripe suína.
P. Por que a OMS está em estado de alerta?
R. "Porque há casos humanos associados a um vírus de gripe animal, mas também pela extensão geográfica dos diferentes focos, assim como pela idade não habitual dos grupos afetados", explicou a OMS em comunicado.

P. Quais os sintomas da doença em humanos?
R. Assim como a gripe humana comum, a suína apresenta os sintomas: febre, cansaço, fadiga,dores pelo corpo e tosse.

sábado, 25 de abril de 2009

DESPESCA É REALIZADA NA ESCOLA AGRICOLA DE VIAMÃO
















Os alunos da Escola Técnica de Agricultura de Viamão - ETA - realizaram a prática da despesca no açúde da escola. Acompanhados pelo professor, Igor Vargas, da cadeira de piscicultura, os estudantes do Curso de Pecuária retiraram grande parte da água da reservatório natural, através da abertura do monge que fica localizado em uma das margens do açúde. Segundo, o professor a retirada do peixe da água, através de redes, tem que ter muito cuidado, porque os animais se debatem muito e machuca no momento que bate na gente. "Dependendo do jeito, até corta”, conta a aluna Fernanda Braga.
Do açúde os peixes foram levados para um pequeno tanque. No local, eles ficam por 12 horas, sem receber nenhum tipo de alimentação. "Depois disso, o peixe fica mais saboroso e sem aquele gosto de terra comum, explica Igor Vargas.
“O gosto de barro se dá quando as carpas não sofrem o processo de depuração pois no açúde tem muita matéria orgânica, suspensão, argila e o hábito alimentar deles não foi alterado. Para a ração, no caso, ou água limpa. Se está só com matéria orgânica e algas, estas algas vão dar à carne o gosto de barro”, explica o aluno ....
Uma das carpas fêmea apresentou uma pesagem de 15 kg.
Após a depuração e a limpeza os peixes foram encaminhados para armazenagem em câmara fria, na cozinha, e servirá para a alimentação dos alunos.
O diretor da Escola, Evandro Minho, disse que a criação de peixe é uma das alternativas de subsistência para o pequeno e médio produtor rural. O professor da Disciplina de Administração e Economia Rural da ETA, Vilson Arruda, salientou que os custos de produção são muito baixo e a rentabilidade é alta, pois o produtor não precisa todo dia realizar manejo.
Daqui há alguns dias os alunos irão realizar o peixamento (repovoamento do açude com alevinos de carpa), mas para isto eles irão coletar amostras de solo e água para fazer a correção e adubação do açúde, calculando a lotação ideal de peixes, como também outros aspectos de manejo.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

RENDA É FLUXO, RIQUEZA É ESTOQUE




CONCENTRAÇÃO DE RENDA NO BRASIL É PERIGOSA




O Brasil, com 170 milhões de habitantes, a nona economia mundial e a quarta maior concentração de renda do planeta, tem em seu território cerca de 50 milhões de pessoas vivendo em condições de indigência, com renda inferior a 80 reais por mês.


A concentração de renda no Brasil gerou cinco categorias de grupos sociais, segundo indicadores do desenvolvimento, publicados há um mês pelo Banco Mundial:


Os miseráveis correspondem a 24 milhões;


Os pobres, 30 milhões;


Os quase pobres, 60 milhões;


A classe média, 50 milhões;


Os ricos, 2 milhões.
A concentração de renda média dos mais ricos é 150 vezes maior que a renda média dos mais pobres.


A riqueza privada no Brasil está na ordem de R$ 2 trilhões.


Os ricos controlam 53% deste valor. ‘‘Não há evidência no mundo de país em que isso ocorra.
Nos Estados Unidos, os Bill Gates da vida controlam 26% da riqueza, metade do que os mais ricos no Brasil controlam’’, afirma o economista da UFRJ, Reinaldo Gonçalves.
Riqueza corresponde ao total dos prédios residenciais e não residenciais, máquinas e equipamentos, automóveis, eletrodomésticos, base monetária e títulos do governo em poder do público, menos a dívida externa líquida. ‘


‘Renda é fluxo, riqueza é estoque’’, caracteriza Reinaldo Gonçalves.


‘‘A concentração do fluxo deriva da concentração do estoque’’.
Gini — O índice de Gini, que mede internacionalmente a distribuição de renda, está em 0,6 no Brasil, segundo dados da Pesquisa Nacional de Amostras por Domicílio (PNAD), de 1998. Quanto mais próximo de 1, mais desigual é a distribuição da renda no país.
Piores que o Brasil no mundo, só a República Centro-Africana e Suazilândia, com 0,61, e Serra Leoa, com 0,63. Todos os outros 150 países considerados no índice de desenvolvimento humano das Nações Unidas têm Gini menor que 0,60.
A desigualdade no Brasil vem sendo agravada pelos ajustes fiscais que sacrificam os programas sociais e geram mais concentração de renda. ‘‘Quando se faz ajuste assentado em estrutura tributária regressiva, a concentração aumenta’’, garante o economista da UFRJ. ‘‘É o que acontece no Brasil com a CPMF.
O sujeito que ganha salário mínimo e faz um cheque de 100 reais para as compras do mês, paga o mesmo imposto de quem tira R$ 100 do banco para comprar champanhe’’.
Reinaldo Gonçalves ressalta que o ajuste reduz a renda pessoal disponível dos mais pobres. ‘‘A massa de salários no Brasil está caindo mais do que a renda. Em 1999 caiu 5%, enquanto a renda brasileira caiu 0.7%’’.
Desemprego — Para o professor de história da Universidade Federal Fluminense, Bernardo Koche, o pior ajuste é o do plano Real, que no seu entender não só despreza a questão social, como a coloca sob a lógica do mercado. ‘‘A política econômica vulnerabiliza o movimento trabalhista, pois aumenta o desemprego. Nunca entendi distribuição da renda com aumento de desemprego’’.
Bernardo Koche considera que a questão social no Brasil hoje ‘‘está igual ou pior que na primeira república’’, período entre 1889 e 1930. ‘‘É a elite que se apossa do estado. Naquele momento, era cafeicultora. Hoje, é tecnocrata e associada ao capital internacional, sem preocupação com o mercado interno’’.
O professor de história vê semelhanças na política macroeconômica dos dois períodos, referindo-se a Campos Salles, a quem o próprio presidente Fernando Henrique Cardoso já comparou seu governo. ‘‘O modelo atual é de políticas deflacionárias, como o de Campos Sales, para honrar compromissos externos. A mentalidade que orienta as políticas econômicas é a mesma, sem conseguir deflação profunda.’’

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