terça-feira, 28 de julho de 2009
PROFESSOR MUDA, NÃO MUDANDO
Olhem no vídeo como um professor pode mudar, não mudando. Este perfil de professor presta, no meu entendimento, um deserviço para a educação. Como podemos vivenciar no nosso dia a dia muitos diretores ou secretários de educação se esforçam para fornecer novos recursos didáticos aos professores da escola ou rede, mas alguns professores continuam aplicando métodos de ensino tradicional daqueles de dar dó. Talvez contribuindo com as elevadas taxas de evasão e repetência. O professor tem que ter alteridade na construção do planejamento pedagógico. Respeitar as diferenças. A aula ele prepara é para o aluno e não para ele. A aula tem que ser alegre a prazerosa para ambos.
Crédito do Vídeo: UNIPAC
PROJETO VIAMÃO QUE QUEREMOS

ESCOLA AÇORIANOS INSTITUI RELÓGIO PONTO

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO ISABEL DE ESPANHA REALIZA SEMINÁRIO DA EDUCAÇÃO


PROFESSORES DISCUTEM AVALIAÇÃO ESCOLARO professor disse que a avaliação pode ser construída de forma prazerosa para diagnosticar a aprendizagem dos alunos. Segundo ele a avaliação muitas vezes é um instrumento de poder para muitos professores, e para os alunos é vista como medo e subordinação. Arruda observa que esta forma rigorosa de avaliar as pessoas na escola é cultural, pois é resquício dos tempos da educação colonizadora no Brasil, onde os jesuitas educavam os índios para serem subordinados as decisões da elite. "Subordinação é o contrário de autonomia", explica. Continuando relatou que nas LDBs de 1962, 71 e 82 também estava caracterizado nas leis as nuances da subordinação, e o professor assimilou muito bem essa avaliação subordinativa pela história cultural, por que ele também foi avaliado dessa maneira no seu tempo de estudante.
Arruda questiona: Se o aluno não aprende de quem é a culpa? "Claro que não estamos falando daqueles 10% de alunos que não querem aprender", explica.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
ESCOLA AÇORIANOS É A MELHOR NO PROJETO JOVEM DO FUTURO

VILSON ARRUDA É PROFESSOR HOMENAGEADO

ESCOLA CASTELO BRANCO DISCUTE AVALIAÇÃO
domingo, 19 de julho de 2009
VILSON ARRUDA É PARANINFO NA ETA VIAMÃO
PANDEMIA É ALERTA PARA GRIPE SUÍNA


A Influenza A(H1N1) é uma doença respiratória causada pelo vírus tipo "A" que
normalmente causa surtos de gripe entre os suínos.
Em 24 de abril, a partir das análises das amostras colhidas de casos de síndrome
gripal notificados pelos Governos do México e dos Estados Unidos da América foi identificado um
novo subtipo do vírus de Influenza A(H1N1), classificada como (A/CALIFORNIA/04/2009), que
não havia sido detectada previamente em humanos ou suínos.
Este novo subtipo do vírus da Influenza A(H1N1) é transmitido de pessoa a pessoa,
principalmente por meio da tosse ou espirro e secreções respiratórias de pessoas infectadas.
Segundo dados do site do Governo do México (ver link no item VI), os sintomas podem iniciar no
período de 3 a 7 dias e a transmissão ocorre principalmente em locais fechados.
Segundo a OMS, não há registro de transmissão deste novo subtipo da Influenza
A(H1N1) para pessoas por meio da ingestão de carne de porco e produtos derivados.
Usar máscaras cirúrgicas descartáveis, durante toda a permanência nas áreas
afetadas. Substituir sempre que necessário.
• Ao tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com um lenço, preferencialmente
descartável.
• Evitar locais com aglomeração de pessoas.
• Evitar o contato direto com pessoas doentes.
• Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal.
• Evitar tocar olhos, nariz ou boca.
• Lavar as mãos freqüentemente com sabão e água, especialmente depois de tossir
ou espirrar.
• Em caso de adoecimento, procurar assistência médica e informar história de contato
com doentes e roteiro de viagens recentes a esses países.
• Não usar medicamentos sem orientação médica.
ALERTA AMBIENTAL. MUDANDO A LEI
Seja responsável com o meio ambiente - só imprima se for necessário.
Jorge Amaro de Souza Borges ex-aluno da ETA
domingo, 10 de maio de 2009
MUTIRÃO PELA VIDA DO ARROIO FIÚZA
PROJETO PEDAGÓGICO SOCIOAMBIENTAL
ELABORADO PELO PROFESSOR VILSON ARRUDA
EDUCAÇÃO SOCIOAMBIENTAL: “DEIXE O ARROIO FIÚZA VIVER”
Vilson Antônio da Costa Arruda, ¹,² e João Ito Bergonci ² (orientador)
¹Escola Estadual de Ensino Médio Açorianos, ²Universidade Federal do Rio Grande do Sul; vilson.arruda@ig.com.br; joaobergonci@ufrgs.br
A água é um bem comum e por isso precisa ser preservada para garantir a sustentabilidade dos seres vivos. Este projeto ambiental “Deixe o Arroio Fiúza Viver” é uma iniciativa dos alunos do terceiro ano e do graduando de Licenciatura em Biologia (EAD) Vilson Antônio Arruda, com os seguintes objetivos a) melhorar a qualidade da água do Arroio Fiúza e seus afluentes; b) elevar a qualidade de vida dos moradores do entorno e a conscientização sustentável da bacia hídrica, através dos estudantes. Interdisciplinar com a integração de professores, direção, funcionários e entidades parceiras foi desenvolvido de abril a junho de 2009 na Escola Estadual de Ensino Médio Açorianos, em Viamão.
Iniciou a partir de uma aula de Educação Ambiental, quando um aluno sugeriu a possibilidade deles realizarem um estudo ambiental do Fiúza, com nascentes próximas da escola e onde a Corsan capta água para distribuir à população e os agricultores para irrigar as verduras. Com planilhas e máquina fotográfica os alunos e professor percorreram as margens do arroio realizando observações e anotações num percurso de 3,5 km. Constataram que a qualidade da água estava em desacordo com os parâmetros recomendados pela Corsan, pois a população ribeirinha descarta o lixo e os dejetos cloacais sem saneamento básico no leito do arroio causando poluição hídrica e comprometendo a saúde dos moradores do entorno e a vida aquática.
Após assistirem palestras, visitarem a Estação de Tratamento de Água e participação em seminário os alunos sensibilizados resolveram fazer um mutirão de limpeza, coletando 10 toneladas de lixo, plantio de 350 mudas de árvores ao longo das margens do arroio e a distribuição de folders explicativos na comunidade para conscientizar os moradores ribeirinhos da necessidade de revitalização do Fiúza.
Conclusão: Voltado à conscientização socioambiental através da educação, este projeto revitalizou a realidade ambiental ao melhorar a qualidade da água e a vida das pessoas que residem ou trabalham na região da Bacia do Arroio Fiúza. Concluímos que realizando o saneamento básico solucionam-se os problemas socioambientais detectados no estudo preliminar.
Apoio: Escola Açorianos, Corsan, Fundação Unibanco e Coletare Serviços.
Video dos alunos em ação no projeto
segunda-feira, 27 de abril de 2009
DÚVIDAS SOBRE A GRIPE SUÍNA
PARIS, França (AFP) - A gripe suína, que causou 20 casos de mortes confirmadas no México e dez casos de infeção confirmadas nos Estados Unidos, vem sendo motivo de muitas interrogações entre a população ante o alerta das autoridades sanitárias.
P. O que é a gripe suína?
R. Trata-se de uma doença respiratória que começa em criadores de porcos, um vírus gripal do tipo A que pode se
propagar rapidamente.P. É transmissível ao ser humano?
R. Sim, começando, em geral, por pessoas que estejam em contacto com esses animais.
P. Pode-se contrair a doença comendo carne de porco?
R. Não, como recordou neste sábado em Paris o Ministério da Agricultura. "A gripe de origem suína no México não se transmite pela carne, mas por via aérea, de pessoa para pessoa".
A temperatura de cozimento (71º Celsius) destrói os vírus e as bactérias, precisam os Centros de Controle de Enfermidades dos Estados Unidos (CDC).
P. Trata-se de um novo tipo de gripe suína?
R. Assim como no ser humano, os vírus da gripe sofrem mutação contínua no porco, um animal que possui, nas vias respiratórias, receptores sensíveis aos vírus da influenza suínos, humanos e aviários.
Os porcos tornam-se, então, "crisóis" que favorecem o aparecimento de novos vírus gripais, através de combinações genéticas, em caso de contaminações simultâneas.
Esses tipos de vírus híbridos podem provocar o aparecimento de um novo vírus da gripe, tão virulento como o da gripe aviária e tão transmissível como a gripe humana.
Esse tipo de vírus que o sistema imunológico humano desconhece poderia ter as características necessárias para desencadear uma pandemia de gripe.
P. Quais são os países afetados até o momento?
R. Exceto México e Estados Unidos, únicos países em que se registraram casos, as autoridades de Peru, Chile, El Salvador, Honduras, Colômbia, Nicarágua, Brasil e Costa Rica ativaram planos de vigilância sanitária.
No Canadá, a ministra da Saúde, Leona Aglukkaq, pediu à população para manter-se alerta.
P. Existe vacina contra esta doença?
R. Só para os porcos. Não para o ser humano. Segundo as autoridades mexicanas, que citam a Organização Mundial de Saúde (OMS), a vacina existente para humanos é para uma cepa anterior ao vírus, com o qual não é tão eficaz. Mas "a produção de vacina pode tornar-se possível na medida em que o vírus tenha sido identificado".
O Tamiflu, o medicamento que contéme oseltamivir, utilizado contra a gripe aviária, é eficaz diz a OMS.
A vacina contra a gripe estacionária humana não protege contra a gripe suína.
P. Por que a OMS está em estado de alerta?
R. "Porque há casos humanos associados a um vírus de gripe animal, mas também pela extensão geográfica dos diferentes focos, assim como pela idade não habitual dos grupos afetados", explicou a OMS em comunicado.
P. Quais os sintomas da doença em humanos?
R. Assim como a gripe humana comum, a suína apresenta os sintomas: febre, cansaço, fadiga,dores pelo corpo e tosse.
sábado, 25 de abril de 2009
DESPESCA É REALIZADA NA ESCOLA AGRICOLA DE VIAMÃO



Do açúde os peixes foram levados para um pequeno tanque. No local, eles ficam por 12 horas, sem receber nenhum tipo de alimentação. "Depois disso, o peixe fica mais saboroso e sem aquele gosto de terra comum, explica Igor Vargas.
“O gosto de barro se dá quando as carpas não sofrem o processo de depuração pois no açúde tem muita matéria orgânica, suspensão, argila e o hábito alimentar deles não foi alterado. Para a ração, no caso, ou água limpa. Se está só com matéria orgânica e algas, estas algas vão dar à carne o gosto de barro”, explica o aluno ....
Após a depuração e a limpeza os peixes foram encaminhados para armazenagem em câmara fria, na cozinha, e servirá para a alimentação dos alunos.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
RENDA É FLUXO, RIQUEZA É ESTOQUE
A concentração de renda média dos mais ricos é 150 vezes maior que a renda média dos mais pobres.
Nos Estados Unidos, os Bill Gates da vida controlam 26% da riqueza, metade do que os mais ricos no Brasil controlam’’, afirma o economista da UFRJ, Reinaldo Gonçalves.
Riqueza corresponde ao total dos prédios residenciais e não residenciais, máquinas e equipamentos, automóveis, eletrodomésticos, base monetária e títulos do governo em poder do público, menos a dívida externa líquida. ‘
Gini — O índice de Gini, que mede internacionalmente a distribuição de renda, está em 0,6 no Brasil, segundo dados da Pesquisa Nacional de Amostras por Domicílio (PNAD), de 1998. Quanto mais próximo de 1, mais desigual é a distribuição da renda no país.
Piores que o Brasil no mundo, só a República Centro-Africana e Suazilândia, com 0,61, e Serra Leoa, com 0,63. Todos os outros 150 países considerados no índice de desenvolvimento humano das Nações Unidas têm Gini menor que 0,60.
A desigualdade no Brasil vem sendo agravada pelos ajustes fiscais que sacrificam os programas sociais e geram mais concentração de renda. ‘‘Quando se faz ajuste assentado em estrutura tributária regressiva, a concentração aumenta’’, garante o economista da UFRJ. ‘‘É o que acontece no Brasil com a CPMF.
O sujeito que ganha salário mínimo e faz um cheque de 100 reais para as compras do mês, paga o mesmo imposto de quem tira R$ 100 do banco para comprar champanhe’’.
Reinaldo Gonçalves ressalta que o ajuste reduz a renda pessoal disponível dos mais pobres. ‘‘A massa de salários no Brasil está caindo mais do que a renda. Em 1999 caiu 5%, enquanto a renda brasileira caiu 0.7%’’.
Desemprego — Para o professor de história da Universidade Federal Fluminense, Bernardo Koche, o pior ajuste é o do plano Real, que no seu entender não só despreza a questão social, como a coloca sob a lógica do mercado. ‘‘A política econômica vulnerabiliza o movimento trabalhista, pois aumenta o desemprego. Nunca entendi distribuição da renda com aumento de desemprego’’.
Bernardo Koche considera que a questão social no Brasil hoje ‘‘está igual ou pior que na primeira república’’, período entre 1889 e 1930. ‘‘É a elite que se apossa do estado. Naquele momento, era cafeicultora. Hoje, é tecnocrata e associada ao capital internacional, sem preocupação com o mercado interno’’.
O professor de história vê semelhanças na política macroeconômica dos dois períodos, referindo-se a Campos Salles, a quem o próprio presidente Fernando Henrique Cardoso já comparou seu governo. ‘‘O modelo atual é de políticas deflacionárias, como o de Campos Sales, para honrar compromissos externos. A mentalidade que orienta as políticas econômicas é a mesma, sem conseguir deflação profunda.’’



