REGESD - UFRGS
DISCIPLINA DE FENÔMENOS FÍSICOS I I
ALUNO: Vilson Arruda
Curso de Licenciatura em Biologia
Respostas no final da tarefa.
ONDAS SONORAS EXERCÍCIOS 01
1. O que nos faz distinguir a voz de uma pessoa da de outra é:
a) a altura; b) a intensidade; c) o timbre; d) todas as propriedades em conjunto;
2. O som se propaga com maior velocidade:
a) nos sólidos; b) na atmosfera; c) no vácuo; d) nos líquidos;
3. Esticando uma corda de um violão, o som se torna: a) mais agudo e a freqüência das vibrações diminui; b) mais grave e a freqüência das vibrações aumenta; c) mais agudo e a freqüência das vibrações aumenta; d) mais grave e a frequência das vibrações diminui;
4. O som se propaga:
a) com velocidade igual, seja ruído ou som musical; b) com velocidade igual, seja no ar úmido ou na água; c) com velocidade diferente conforme seja ruído ou som musical; d) com velocidade igual seja no ar, na água ou nos sólidos;
5. Qualidade que permite distinguir um som forte de um som fraco:
a) timbre; b) intensidade; c) altura; d) eco;
6. Fenômeno em que uma fonte sonora oscila espontaneamente quando atingida por um som de mesma frequência:
a) amplitude; b) reflexão; c) sonar; d) ressonância;
7. Um som de alta freqüência é muito:
a) forte; b) agudo; c) grave; d) fraco;
8. Numa experiência clássica, coloca-se em uma campânula de vidro, onde se faz o vácuo, uma lanterna acesa e um despertador que está despertando. A luz da lanterna é vista, mas o som do despertador não é ouvido. Isso acontece porque:
a) o comprimento de onda da luz é menor que o do som;
b) nossos olhos são mais sensíveis que nossos ouvidos; c) o som não se propaga no vácuo e a luz sim; d) a velocidade da luz é maior que a do som; e) o vidro da campânula serve de blindagem para o som, mas não para a luz;
9. A propriedade que nos permite distinguir a nota dó emitida por um piano e a nota dó emitida por um violão, sendo ambas de mesma freqüência, é:
a) a altura; b) o volume; c) o timbre; d) a intensidade;
10. O efeito Doppler está relacionado com a sensação de:
a) variação de altura do som; b) variação de timbre do som; c) aumento de intensidade do som; d) diminuição de intensidade do som; e) constância da altura do som;
11. A freqüência de um som é aumentada pelo efeito Doppler quando:
a) a fonte se aproxima do observador; b) a fonte se afasta do observador; c) o observador se afasta rapidamente da fonte; d) o observador se afasta lentamente da fonte;
12. Quando assistimos a filmes em que ocorrem batalhas espaciais, tipo Star Wars, notamos que em locais do espaço onde existe vácuo, uma espaçonave de combate atira contra outras, provocando grandes estrondos. A respeito, podemos dizer que:
a) esses estrondos realmente existem, pois o som se propaga no vácuo;
b) esses estrondos são muito mais intensos que os exibidos no cinema, porque surgem da emissão de ondas eletromagnéticas que se originam na desintegração das espaçonaves;
c) esses estrondos são mais fracos que os exibidos no cinema, pois no vácuo os sons se propagam com baixa velocidade;
d) esses estrondos não existem, pois o som não se propaga no vácuo;
13. O eco é um fenômeno que se baseia na:
a) refração do som; b) reflexão do som; c) difração do som; d) interferência do som;
14. Ao mexermos no botão de "volume" do rádio, estamos:
a) variando a altura do som; b) variando a intensidade do som; c) variando a freqüência do som; d) variando a velocidade do som;
15. A velocidade do som no ar depende:
a) da sua freqüência; b) da sua altura;
c) da sua intensidade; d) da temperatura do ar;
16. O que diferencia os infra-sons dos ultra-sons é a:
a) freqüência; b) intensidade; c) velocidade de propagação; d) amplitude de vibração;
17. Um menino, enquanto observa um operário martelando sobre um trilho de aço, encosta seu ouvido no trilho e ouve o som de cada batida duas vezes. Uma conclusão correta para esta observação seria que:
a) seus ouvidos estão a distâncias diferentes da fonte; b) parte da onda sofre reflexões múltiplas entre os trilhos de aço; c) a velocidade do som é maior no aço que no ar; d) ocorre interferência construtiva e destrutiva;
18. Um piano e um violão emitem a mesma nota musical. O fato do observador distinguir perfeitamente a nota emitida por um instrumento e o outro é devido:
a) a altura diferentes; b) a intensidade diferentes; c) a timbres diferentes; d) a frequências diferentes;
19. Um pianista toca várias vezes a mesma tecla de um piano com intensidade cada vez maior. Isso significa que as ondas sonoras emitidas terão aumentada (o) cada vez mais:
a) a sua frequencia; b) a sua amplitude; c) o seu comprimento de onda; d) o seu período; e) a sua velocidade;
20. Som mais agudo é som de:
a) maior intensidade; b) menor intensidade; c) menor freqüência; d) maior freqüência; e) maior velocidade de propagação;
21. Som é um fenômeno ondulatório que só se propaga:
a) no ar; b) no vácuo; c) em meio material; d) tanto no vácuo como no ar;
22. Se um astro situado a um ano-luz da Terra explode, ver-se-á o clarão depois de algum tempo. O som:
a) será ouvido no mesmo instante da explosão; b) será ouvido antes de um ano da explosão;
c) será ouvido depois de um ano da explosão; d) não será ouvido;
23. Quando um observador se aproxima de uma fonte sonora, a freqüência do som que o observador ouve, torna-se:
a) maior que a da fonte; b) menor que a da fonte; c) igual à da fonte; d) ora maior e ora menor que a da fonte;
Respostas:
1c, 2a, 3c, 4a, 5b, 6d, 7b, 8c, 9c, 10a, 11a, 12d, 13b, 14b, 15d, 16a, 17c, 18c, 19b, 20d, 21c, 22d, 23a,
domingo, 12 de setembro de 2010
ONDAS SONORAS - EXERCÍCIOS 02 - UFRGS - REGESD
UFRGS - REGESD
Aluno: Vilson Antonio Arruda (078662)
Disciplina: Fenômenos Físicos II
ONDAS
Exercícios Nº 02 -
Nota da avaliação: 10
Corrigidos pelo professor José Arthur
Exercícios para entregar dia 09 de setembro 2010
1-Analise as tirinhas abaixo:


a) Apresente uma explicação sobre a capacidade dos seres humanos, com sistema
auditivo normal, escutarem sons provocados por algumas fontes como o telefone, por exemplo.
Resposta:
Um dos modelos usados na caracterização dos sons ouvidos pelo ser humano baseia-se na hipótese de que ele funciona como um tubo ressonante. Neste caso, os sons externos produzem uma variação de pressão do ar no interior do canal auditivo, fazendo a membrana (tímpano) vibrar. Esse modelo pressupõe que o sistema funciona de forma equivalente à propagação de ondas sonoras em tubos com uma das extremidades fechadas pelo tímpano.
Quando ouvimos o som do telefone, este som é captado pela orelha que conduz o som para dentro do ouvido através do canal auditivo. O som é amplificado se dirigindo à membrana timpânica, que transforma o som em vibração, esta vibração é transmitida por meio de 3 pequenos ossos (martelo, bigorna e estribo) para a cóclea. A cóclea é um órgão sensorial composto de pequenas células ciliadas que convertem esses sinais em impulsos elétricos que só assim poderão ser interpretados pelo nosso cérebro.
b) Na segunda tirinha de humor, o Cascão pode ser considerado a fonte emissora de
som e o Cebolinha a fonte receptora. Qual a sua explicação para esta situação?
Resposta:
O som sempre tem uma origem. A comunicação das pessoas pode ser definida como o processo em que os emissores (Cascão) usam sinais modelados para modificar o comportamento daqueles que os captam (Cebolinha). Para isto ocorrer consomem energia. Portanto a vocalização é uma forma de comunicação que ocorre pelas vibrações das cordas vocais pela saída do ar. No sinal sonoro as propriedades acústicas são responsáveis pela transmissão da informação para o receptor. O emissor, Cascão, faz vibrar as suas cordas vocais e pela nasalidade emite os sons que são captados pelo ouvido do receptor que ocorre de duas etapas: na primeira o ouvido de Cebolinha recebe mecanicamente o som, que depois é transformado as oscilações em impulsos nervosos que são encaminhados ao cérebro que recebe a informação. Assim, o receptor decodifica a mensagem e apresenta uma reação.
2- Geralmente a voz das mulheres é menos “grossa” que a dos homens. Você saberia
explicar por que?
Resposta:
1-Analise as tirinhas abaixo:


a) Apresente uma explicação sobre a capacidade dos seres humanos, com sistema
auditivo normal, escutarem sons provocados por algumas fontes como o telefone, por exemplo.
Resposta:
Um dos modelos usados na caracterização dos sons ouvidos pelo ser humano baseia-se na hipótese de que ele funciona como um tubo ressonante. Neste caso, os sons externos produzem uma variação de pressão do ar no interior do canal auditivo, fazendo a membrana (tímpano) vibrar. Esse modelo pressupõe que o sistema funciona de forma equivalente à propagação de ondas sonoras em tubos com uma das extremidades fechadas pelo tímpano.
Quando ouvimos o som do telefone, este som é captado pela orelha que conduz o som para dentro do ouvido através do canal auditivo. O som é amplificado se dirigindo à membrana timpânica, que transforma o som em vibração, esta vibração é transmitida por meio de 3 pequenos ossos (martelo, bigorna e estribo) para a cóclea. A cóclea é um órgão sensorial composto de pequenas células ciliadas que convertem esses sinais em impulsos elétricos que só assim poderão ser interpretados pelo nosso cérebro.
b) Na segunda tirinha de humor, o Cascão pode ser considerado a fonte emissora de
som e o Cebolinha a fonte receptora. Qual a sua explicação para esta situação?
Resposta:
O som sempre tem uma origem. A comunicação das pessoas pode ser definida como o processo em que os emissores (Cascão) usam sinais modelados para modificar o comportamento daqueles que os captam (Cebolinha). Para isto ocorrer consomem energia. Portanto a vocalização é uma forma de comunicação que ocorre pelas vibrações das cordas vocais pela saída do ar. No sinal sonoro as propriedades acústicas são responsáveis pela transmissão da informação para o receptor. O emissor, Cascão, faz vibrar as suas cordas vocais e pela nasalidade emite os sons que são captados pelo ouvido do receptor que ocorre de duas etapas: na primeira o ouvido de Cebolinha recebe mecanicamente o som, que depois é transformado as oscilações em impulsos nervosos que são encaminhados ao cérebro que recebe a informação. Assim, o receptor decodifica a mensagem e apresenta uma reação.
2- Geralmente a voz das mulheres é menos “grossa” que a dos homens. Você saberia
explicar por que?
Resposta:
A voz é um som. As pregas vocais vibram muito rapidamente e produzem o som (onda sonora). Nos homens, esse número de ciclos vibratórios fica em torno de 125 vezes em 1 segundo. Na mulher, que tem voz, geralmente, mais aguda, o número aumenta para 250 vezes por segundo. A essa característica damos o nome de frequência. As pregas vocais do homem têm mais massa e são menos esticadas que as da mulher (como no violão, as cordas mais esticadas são mais agudas e vibram mais que as cordas mais graves. Daí, inclusive, que vem a expressão "pregas vocais").
3- No ano de 2005 um maremoto no Oceano Índico provocou uma Tsunami que devastou o litoral da Tailândia. Naquela época, muitas pessoas disseram que os elefantes puderam ouvir o som provocado pelo maremoto e correram para as partes mais altas, fugindo do litoral antes da chegada das gigantescas ondas. É correto, analisando o espectro sonoro ilustrado na Figura 2, considerar este fato como verdadeiro? Justifique.
Figura 2: espectro sonoro.
Resposta:
Cada animal está programado para ouvir em uma determinada frequência. Os elefantes escutam os gravíssimos infra-sons, presentes em tremores de terra. O Elefante pode ouvir até mesmo na frequência infra-sônica (inaudível para a audição humana) até 16 hertz. Visto que as frequências baixas trafegam mais longe. O elefante pode comunicar-se a distância de uns quatro quilômetros. De fato, alguns pesquisadores dizem que nós poderíamos usar tais animais para nos dar sinais antecipados a respeito de terremotos e graves distúrbios climáticos — os quais emitem sons infra-sônicos. Fundamentado neste conhecimento eu acredito que os elefantes puderam ouvir o som provocado pelo maremoto e fugindo das gigantescas ondas.
4- Muitos adestradores de cães utilizam um apito para chamar os animais. Porém, esse apito é muito “esquisito”, pois nós não conseguimos ouvir o som que ele produz. Explique por que isso acontece.
Resposta:
O apito que os adestradores utilizam emite um som de alta frequência e os nossos ouvidos (humanos) não percebem, mas os cachorros percebem, porque eles escutam as altas frequências (ultra-sons).
O Ser Humano apenas consegue ouvir sons com frequências entre os 20 e os 20000Hz, aproximadamente. Cão de 20 a 30000 Hz.
Nós, Seres Humanos, só conseguimos ouvir sons até 20000Hz, contudo os cães ouvem até 30000Hz. Sendo assim, os apitos para cães emitem sons fora da nossa gama audível, mas que eles ainda ouvem.
5- O principal instrumento musical do rock é a guitarra. Muitos músicos, como Mick Jagger, se consagraram, utilizando-a em seus shows. Já no pagode, o instrumento mais evidente é o cavaquinho. O som produzido por esses instrumentos é inconfundível, mesmo quando emitidos na mesma freqüência. Qual a qualidade do som que permite distinguir qual instrumento está sendo tocado?Justifique.
Resposta:
Figura 2: espectro sonoro.
Resposta:
Cada animal está programado para ouvir em uma determinada frequência. Os elefantes escutam os gravíssimos infra-sons, presentes em tremores de terra. O Elefante pode ouvir até mesmo na frequência infra-sônica (inaudível para a audição humana) até 16 hertz. Visto que as frequências baixas trafegam mais longe. O elefante pode comunicar-se a distância de uns quatro quilômetros. De fato, alguns pesquisadores dizem que nós poderíamos usar tais animais para nos dar sinais antecipados a respeito de terremotos e graves distúrbios climáticos — os quais emitem sons infra-sônicos. Fundamentado neste conhecimento eu acredito que os elefantes puderam ouvir o som provocado pelo maremoto e fugindo das gigantescas ondas.
4- Muitos adestradores de cães utilizam um apito para chamar os animais. Porém, esse apito é muito “esquisito”, pois nós não conseguimos ouvir o som que ele produz. Explique por que isso acontece.
Resposta:
O apito que os adestradores utilizam emite um som de alta frequência e os nossos ouvidos (humanos) não percebem, mas os cachorros percebem, porque eles escutam as altas frequências (ultra-sons).
O Ser Humano apenas consegue ouvir sons com frequências entre os 20 e os 20000Hz, aproximadamente. Cão de 20 a 30000 Hz.
Nós, Seres Humanos, só conseguimos ouvir sons até 20000Hz, contudo os cães ouvem até 30000Hz. Sendo assim, os apitos para cães emitem sons fora da nossa gama audível, mas que eles ainda ouvem.
5- O principal instrumento musical do rock é a guitarra. Muitos músicos, como Mick Jagger, se consagraram, utilizando-a em seus shows. Já no pagode, o instrumento mais evidente é o cavaquinho. O som produzido por esses instrumentos é inconfundível, mesmo quando emitidos na mesma freqüência. Qual a qualidade do som que permite distinguir qual instrumento está sendo tocado?Justifique.
Resposta:
TIMBRE
Justificando:
O timbre é uma qualidade sonora que permite distinguir dois sons de mesma altura (mesma frequência) e mesma intensidade, emitidos por instrumentos diferentes tocando a mesma intensidade, emitidos por instrumentos diferentes tocando a mesma nota musical ou acorde.
Desta maneira, conseguimos distinguir se a mesma nota musical é emitida por uma guitarra ou por um cavaquinho pelo timbre, pois às diferentes composições de harmônicos gerados por cada instrumento.
6- É comum se usar, para o som, uma escala denominada nível de intensidade sonora.
Sua unidade é o decibel (dB), que recebeu esse nome em homenagem a Alexander Graham Bell, inventor do telefone. Nessa escala, o limiar inferior e o superior de audição correspondem, respectivamente, a 0 dB e 120 dB. A exposição constante a sons de intensidades acima de 90 dB pode, a longo prazo, causar danos ao aparelho auditivo. Na tabela abaixo apresenta-se o nível de intensidade de alguns sons do cotidiano.6
Fonte do som Nível de intensidade (dB)
Quais dessas fontes podem ser prejudiciais ao ouvido humano, caso fique exposto ao som por elas emitido durante muito tempo? Justifique.
Justificando:
O timbre é uma qualidade sonora que permite distinguir dois sons de mesma altura (mesma frequência) e mesma intensidade, emitidos por instrumentos diferentes tocando a mesma intensidade, emitidos por instrumentos diferentes tocando a mesma nota musical ou acorde.
Desta maneira, conseguimos distinguir se a mesma nota musical é emitida por uma guitarra ou por um cavaquinho pelo timbre, pois às diferentes composições de harmônicos gerados por cada instrumento.
6- É comum se usar, para o som, uma escala denominada nível de intensidade sonora.
Sua unidade é o decibel (dB), que recebeu esse nome em homenagem a Alexander Graham Bell, inventor do telefone. Nessa escala, o limiar inferior e o superior de audição correspondem, respectivamente, a 0 dB e 120 dB. A exposição constante a sons de intensidades acima de 90 dB pode, a longo prazo, causar danos ao aparelho auditivo. Na tabela abaixo apresenta-se o nível de intensidade de alguns sons do cotidiano.6
Fonte do som Nível de intensidade (dB)
Quais dessas fontes podem ser prejudiciais ao ouvido humano, caso fique exposto ao som por elas emitido durante muito tempo? Justifique.
Resposta:
Podem prejudicar os Sons do Metrô, Conserto de Rock e a Decolagem de Jato.
Justificando:
Segundo, estudos a Organização Mundial de Saúde (OMS) considera que um som deve ficar em até 50 db (decibéis – unidade de medida do som) para não causar prejuízos ao ser humano. A partir de 50 db, os efeitos negativos começam. Alguns problemas podem ocorrer em curto prazo, outros levam anos para ser notados. A Norma Brasileira (NBR) 10152 fixa os seguintes limites: para os escritórios, salas de reunião, 30-40dB; salas de gerência salas de projetos e de administração, 35-45 dB; salas de computadores, 45-65 db; pavilhões fechados para espetáculos e atividades esportivas, 45-60; e para as residências os patamares aceitáveis são: dormitórios, 35-45 db; salas de estar, 40-50 db
No entanto, o trauma acústico é irreversível, permanente e ocorre quando o ouvido humano é exposto ao ruído de impacto, com intensidade sonora da ordem de 120 dB ou superior. Esta carga sonora produzirá, na cóclea, lesões intensas, como ruptura da membrana basilar e desorganização abrupta dos tecidos e células ciliadas. Clinicamente, apresenta-se por perda auditiva do tipo neurossensorial, imediata e permanente, uni ou bilateral, com presença de zumbidos constantes.
7- Os aviões supersônicos são projetados para atingirem velocidades superiores à do som. Sabendo que a velocidade de propagação do som no ar é de 340m/s, e que um desses aviões, com velocidade de 400m/s, está sendo atacado por mísseis que estão explodindo ao lado dele, os tripulantes escutariam o som da explosão? Justifique.
Resposta:
Os tripulantes Não escutariam, pois o som viaja numa velocidade de 340m/s, e o aviaão numa velocidade maior que o som (400m/s), então quando o som chegar no local, onde estava o avião, este já estaria em outro local, então o som estaria sempre atrasado em relação a posição do aviaão no espaço.
Arruda
08/09/2010
Podem prejudicar os Sons do Metrô, Conserto de Rock e a Decolagem de Jato.
Justificando:
Segundo, estudos a Organização Mundial de Saúde (OMS) considera que um som deve ficar em até 50 db (decibéis – unidade de medida do som) para não causar prejuízos ao ser humano. A partir de 50 db, os efeitos negativos começam. Alguns problemas podem ocorrer em curto prazo, outros levam anos para ser notados. A Norma Brasileira (NBR) 10152 fixa os seguintes limites: para os escritórios, salas de reunião, 30-40dB; salas de gerência salas de projetos e de administração, 35-45 dB; salas de computadores, 45-65 db; pavilhões fechados para espetáculos e atividades esportivas, 45-60; e para as residências os patamares aceitáveis são: dormitórios, 35-45 db; salas de estar, 40-50 db
No entanto, o trauma acústico é irreversível, permanente e ocorre quando o ouvido humano é exposto ao ruído de impacto, com intensidade sonora da ordem de 120 dB ou superior. Esta carga sonora produzirá, na cóclea, lesões intensas, como ruptura da membrana basilar e desorganização abrupta dos tecidos e células ciliadas. Clinicamente, apresenta-se por perda auditiva do tipo neurossensorial, imediata e permanente, uni ou bilateral, com presença de zumbidos constantes.
7- Os aviões supersônicos são projetados para atingirem velocidades superiores à do som. Sabendo que a velocidade de propagação do som no ar é de 340m/s, e que um desses aviões, com velocidade de 400m/s, está sendo atacado por mísseis que estão explodindo ao lado dele, os tripulantes escutariam o som da explosão? Justifique.
Resposta:
Os tripulantes Não escutariam, pois o som viaja numa velocidade de 340m/s, e o aviaão numa velocidade maior que o som (400m/s), então quando o som chegar no local, onde estava o avião, este já estaria em outro local, então o som estaria sempre atrasado em relação a posição do aviaão no espaço.
Arruda
08/09/2010
EDUARDA SANT'ANA DA SILVA - ANIVERSÁRIO PRIMEIRO ANINHO - VIAMÃO
sábado, 11 de setembro de 2010
BLOG VILSON ARRUDA FILHO TEM MÉDIA DIÁRIA DE 1.513 VISUALIZAÇÕES
BLOG VILSON ARRUDA FILHO COMEMORA MÉDIA DE VISUALIZAÇÕES
Este blog completou 7.569 visualizações de páginas de 10 de maio a 10 de setembro de 2010.
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ACOMODAÇÃO E ASSIMILAÇÃO: PIAGET, jean
CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO SEGUNDO PIAGET
Referência:
http://www.cerebromente.org.br/n08/mente/construtivismo/construtivismo.ht
Malcon Tafner, MSc
Eu, Vilson Arruda, tive muita dificuldade para entender a construção do conhecimento e encontrei nesta referência uma explicação que me fez assimilar este conhecimento, então estou repassando.
OS ESQUEMAS
Antes de prosseguir com a definição da assimilação e da acomodação, é interessante introduzir um novo conceito que é amplamente utilizado quando essas operações, assimilação e acomodação, são empregadas. Esse novo conceito que estamos procurando introduzir é chamado por Piaget de esquema (schema).
WADSWORTH (1996) define os esquemas como estruturas mentais, ou cognitivas, pelas quais os indivíduos intelectualmente se adaptam e organizam o meio. Assim sendo, os esquemas são tratados, não como objetos reais, mas como conjuntos de processos dentro do sistema nervoso. Os esquemas não são observáveis, são inferidos e, portanto, são constructos hipotéticos.
Conforme PULASKI (1986), esquema é uma estrutura cognitiva, ou padrão de comportamento ou pensamento, que emerge da integração de unidades mais simples e primitivas em um todo mais amplo, mais organizado e mais complexo. Dessa forma, temos a definição que os esquemas não são fixos, mas mudam continuamente ou tornam-se mais refinados.
Uma criança, quando nasce, apresenta poucos esquemas (sendo de natureza reflexa), e à medida que se desenvolve, seus esquemas tornam-se generalizados, mais diferenciados e mais numerosos. NITZKE et alli (1997a) escreve que os esquemas cognitivos do adulto são derivados dos esquemas sensório-motores da criança. De fato, um adulto, por exemplo, possui um vasto arranjo de esquemas comparativamente complexos que permitem um grande número de diferenciações.
Estes esquemas são utilizados para processar e identificar a entrada de estímulos, e graças a isto o organismo está apto a diferenciar estímulos, como também está apto a generalizá-los. O funcionamento é mais ou menos o seguinte, uma criança apresenta um certo número de esquemas, que grosseiramente poderíamos compará-los como fichas de um arquivo. Diante de um estímulo, essa criança tenta "encaixar" o estímulo em um esquema disponível. Vemos então, que os esquemas são estruturas intelectuais que organizam os eventos como eles são percebidos pelo organismo e classificados em grupos, de acordo com características comuns.
A Assimilação e Acomodação
A assimilação é o processo cognitivo pelo qual uma pessoa integra (classifica) um novo dado perceptual, motor ou conceitual às estruturas cognitivas prévias (WADSWORTH, 1996). Ou seja, quando a criança tem novas experiências (vendo coisas novas, ou ouvindo coisas novas) ela tenta adaptar esses novos estímulos às estruturas cognitivas que já possui.
O próprio Piaget define a assimilação como (PIAGET, 1996, p. 13) :
... uma integração à estruturas prévias, que podem permanecer invariáveis ou são mais ou menos modificadas por esta própria integração, mas sem descontinuidade com o estado precedente, isto é, sem serem destruídas, mas simplesmente acomodando-se à nova situação.
Isto significa que a criança tenta continuamente adaptar os novos estímulos aos esquemas que ela possui até aquele momento. Por exemplo, imaginemos que uma criança está aprendendo a reconhecer animais, e até o momento, o único animal que ela conhece e tem organizado esquematicamente é o cachorro. Assim, podemos dizer que a criança possui, em sua estrutura cognitiva, um esquema de cachorro.
Pois bem, quando apresentada, à esta criança, um outro animal que possua alguma semelhança, como um cavalo, ela a terá também como cachorro (marrom, quadrúpede, um rabo, pescoço, nariz molhado, etc.).

Notadamente, ocorre, neste caso, um processo de assimilação, ou seja a similaridade entre o cavalo e o cachorro (apesar da diferença de tamanho) faz com que um cavalo passe por um cachorro em função da proximidades dos estímulos e da pouca variedade e qualidade dos esquemas acumulados pela criança até o momento. A diferenciação do cavalo para o cachorro deverá ocorrer por um processo chamado de acomodação.
Ou seja, a criança, apontará para o cavalo e dirá "cachorro" . Neste momento, uma adulto intervém e corrige, "não, aquilo não é um cachorro, é um cavalo". Quando corrigida, definindo que se trata de um cavalo, e não mais de um cachorro, a criança, então, acomodará aquele estímulo a uma nova estrutura cognitiva, criando assim um novo esquema. Esta criança tem agora, um esquema para o conceito de cachorro e outro para o conceito de cavalo.
Entrando agora na operação cognitiva da acomodação, iniciamos com definição dada por PIAGET (p. 18, 1996) :
Chamaremos acomodação (por analogia com os "acomodatos" biológicos) toda modificação dos esquemas de assimilação sob a influência de situações exteriores (meio) ao quais se aplicam.
COLEGAS GOSTARAM DO TEXTO?
ENTÃO, LEIAM DE NOVO QUE SE FORMARÁ OUTRA IDÉIA DO QUE LERAM ANTES. VEJAM!!! OU VÃO NO SITE DE REFERÊNCIA
Grande presença
ARRUDA
Referência:
http://www.cerebromente.org.br/n08/mente/construtivismo/construtivismo.ht
Malcon Tafner, MSc
Eu, Vilson Arruda, tive muita dificuldade para entender a construção do conhecimento e encontrei nesta referência uma explicação que me fez assimilar este conhecimento, então estou repassando.
OS ESQUEMAS
Antes de prosseguir com a definição da assimilação e da acomodação, é interessante introduzir um novo conceito que é amplamente utilizado quando essas operações, assimilação e acomodação, são empregadas. Esse novo conceito que estamos procurando introduzir é chamado por Piaget de esquema (schema).
WADSWORTH (1996) define os esquemas como estruturas mentais, ou cognitivas, pelas quais os indivíduos intelectualmente se adaptam e organizam o meio. Assim sendo, os esquemas são tratados, não como objetos reais, mas como conjuntos de processos dentro do sistema nervoso. Os esquemas não são observáveis, são inferidos e, portanto, são constructos hipotéticos.
Conforme PULASKI (1986), esquema é uma estrutura cognitiva, ou padrão de comportamento ou pensamento, que emerge da integração de unidades mais simples e primitivas em um todo mais amplo, mais organizado e mais complexo. Dessa forma, temos a definição que os esquemas não são fixos, mas mudam continuamente ou tornam-se mais refinados.
Uma criança, quando nasce, apresenta poucos esquemas (sendo de natureza reflexa), e à medida que se desenvolve, seus esquemas tornam-se generalizados, mais diferenciados e mais numerosos. NITZKE et alli (1997a) escreve que os esquemas cognitivos do adulto são derivados dos esquemas sensório-motores da criança. De fato, um adulto, por exemplo, possui um vasto arranjo de esquemas comparativamente complexos que permitem um grande número de diferenciações.
Estes esquemas são utilizados para processar e identificar a entrada de estímulos, e graças a isto o organismo está apto a diferenciar estímulos, como também está apto a generalizá-los. O funcionamento é mais ou menos o seguinte, uma criança apresenta um certo número de esquemas, que grosseiramente poderíamos compará-los como fichas de um arquivo. Diante de um estímulo, essa criança tenta "encaixar" o estímulo em um esquema disponível. Vemos então, que os esquemas são estruturas intelectuais que organizam os eventos como eles são percebidos pelo organismo e classificados em grupos, de acordo com características comuns.
A Assimilação e Acomodação
A assimilação é o processo cognitivo pelo qual uma pessoa integra (classifica) um novo dado perceptual, motor ou conceitual às estruturas cognitivas prévias (WADSWORTH, 1996). Ou seja, quando a criança tem novas experiências (vendo coisas novas, ou ouvindo coisas novas) ela tenta adaptar esses novos estímulos às estruturas cognitivas que já possui.
O próprio Piaget define a assimilação como (PIAGET, 1996, p. 13) :
... uma integração à estruturas prévias, que podem permanecer invariáveis ou são mais ou menos modificadas por esta própria integração, mas sem descontinuidade com o estado precedente, isto é, sem serem destruídas, mas simplesmente acomodando-se à nova situação.
Isto significa que a criança tenta continuamente adaptar os novos estímulos aos esquemas que ela possui até aquele momento. Por exemplo, imaginemos que uma criança está aprendendo a reconhecer animais, e até o momento, o único animal que ela conhece e tem organizado esquematicamente é o cachorro. Assim, podemos dizer que a criança possui, em sua estrutura cognitiva, um esquema de cachorro.
Pois bem, quando apresentada, à esta criança, um outro animal que possua alguma semelhança, como um cavalo, ela a terá também como cachorro (marrom, quadrúpede, um rabo, pescoço, nariz molhado, etc.).

Notadamente, ocorre, neste caso, um processo de assimilação, ou seja a similaridade entre o cavalo e o cachorro (apesar da diferença de tamanho) faz com que um cavalo passe por um cachorro em função da proximidades dos estímulos e da pouca variedade e qualidade dos esquemas acumulados pela criança até o momento. A diferenciação do cavalo para o cachorro deverá ocorrer por um processo chamado de acomodação.
Ou seja, a criança, apontará para o cavalo e dirá "cachorro" . Neste momento, uma adulto intervém e corrige, "não, aquilo não é um cachorro, é um cavalo". Quando corrigida, definindo que se trata de um cavalo, e não mais de um cachorro, a criança, então, acomodará aquele estímulo a uma nova estrutura cognitiva, criando assim um novo esquema. Esta criança tem agora, um esquema para o conceito de cachorro e outro para o conceito de cavalo.
Entrando agora na operação cognitiva da acomodação, iniciamos com definição dada por PIAGET (p. 18, 1996) :
Chamaremos acomodação (por analogia com os "acomodatos" biológicos) toda modificação dos esquemas de assimilação sob a influência de situações exteriores (meio) ao quais se aplicam.
COLEGAS GOSTARAM DO TEXTO?
ENTÃO, LEIAM DE NOVO QUE SE FORMARÁ OUTRA IDÉIA DO QUE LERAM ANTES. VEJAM!!! OU VÃO NO SITE DE REFERÊNCIA
Grande presença
ARRUDA
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ASSIMILAÇÃO E ACMODAÇÃO SEGUNDO PIAGET
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
4ª FECITEP - SUEPRO - 2010 - PROGRAMAÇÃO ESCOLA TÉCNICA DE AGRICULTURA DE VIAMÃO - FOTOS DO EVENTO
PROGRAMAÇÃO DA 4ª FECITEP 2010 COM FOTOS DO EVENTO
A 4ª FECITEP vai ocorrer no campus da Escola Estadual Técnica de Agricultura de Viamão - ETA de 23 a 25 de setembro de 2010. A Feira será na ETA em comemoração do centenário da Escola mais antiga do Rio Grande do Sul/BR.
Clic sobre o convite para ver programação.
VEJA AS FOTOS DO EVENTO NA PÁGINA
http://vilsonarruda.blogspot.com/2010/09/4-feira-estadual-de-ciencia-e.html


LLL
A 4ª FECITEP vai ocorrer no campus da Escola Estadual Técnica de Agricultura de Viamão - ETA de 23 a 25 de setembro de 2010. A Feira será na ETA em comemoração do centenário da Escola mais antiga do Rio Grande do Sul/BR.
Clic sobre o convite para ver programação.
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FECITEP 4ª - 2010 - PROGRAMAÇÃO
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
FIDEL CASTRO: MODELO ECONÔMICO DE CUBA NÃO SERVE MAIS

Em entrevista a um jornalista americano, em que disse aconselhou o líder iraniano Mahmoud Ahmadinejad a abandonar o antissemitismo, o cubano Fidel Castro disse que o modelo econômico de Cuba não funciona mais. A revelação foi feita pelo jornalista dos EUA Jeffrey Goldberg, na quarta-feira, após realizar entrevistas com o ex-presidente cubano na semana passada.
Goldberg, articulista da revista Atlantic Monthly, contou em um blog que perguntou a Fidel, de 84 anos, se ainda vale apenas tentar exportar o modelo comunista cubano para outros países. "O modelo cubano não funciona mais nem para nós", teria respondido Fidel.
O comentário parece refletir a concordância de Fidel - já manifestada em uma coluna em abril na imprensa estatal cubana - com as modestas reformas econômicas que vêm sendo promovidas por seu irmão caçula Raúl, atual presidente de Cuba.
Goldberg, articulista da revista Atlantic Monthly, contou em um blog que perguntou a Fidel, de 84 anos, se ainda vale apenas tentar exportar o modelo comunista cubano para outros países. "O modelo cubano não funciona mais nem para nós", teria respondido Fidel.
O comentário parece refletir a concordância de Fidel - já manifestada em uma coluna em abril na imprensa estatal cubana - com as modestas reformas econômicas que vêm sendo promovidas por seu irmão caçula Raúl, atual presidente de Cuba.
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/modelo+economico+de+cuba+nao+funciona+mais+diz+fidel/n1237771856659.html
TAPIR ROCHA (PDT) DEPUTADO ESTADUAL VIAMÃO
Tapir Tabajara Canto da Rocha (Porto Alegre, 29 de abril de 1928 — Porto Alegre, 16 de abril de 2000) foi um político brasileiro, vereador e prefeito de Viamão e deputado estadual no Rio Grande do Sul. Tapir nasceu em São Paulo, e quando ainda muito criança, veio para o RS.Biografia
De origem humilde, Brizolista da gema, logo cedo começou a trabalhar como engraxate no centro da cidade. Tapir Rocha também foi entregador de jornais, tipógrafo do Correio Rural, motorista de caminhão, taxista, comerciante. Aposentou-se como funcionário da Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul.
Política
Na política iniciou como o vereador mais votado do antigo PTB em 1959, reelegendo-se como o mais votado do município em 1963. Quando do golpe de 1964 foi perseguido pela ditadura, teve seu mandato cassado e foi preso, permanecendo 41 dias no cárcere do DOPS - a polícia política do regime militar.
Como vereador, liderou o Movimento dos Agricultores Sem-Terra em Itapuã, juntamente com Wilson Silveira Arruda (que depois foi vereador em Viamão) onde foi realizada a reforma agrária durante o governo de Leonel Brizola. Os lotes, na época foram divididos igualitariamente, mas hoje, não há resquícios da reforma agrária. Os posseiros da´época foram falecendo e seus herdeiros vendendo as propriedades.
Após os anos de chumbo, com a volta dos exilados, Tapir Rocha articulou a organização do PDT em Viamão. Em 1982 elegeu-se prefeito. Com uma administração voltada às obras de benefício aos mais pobres, e com sua personalidade carismática, encerrou seu mandato com altos índices de popularidade.
Em 1988, conseguiu articular a eleição de seu sucessor, Jorge Prates Chiden, para prefeito.
Conhecido em toda a Região Metropolitana de Porto Alegre por seus feitos como prefeito, e lembrado pelas inúmeras obras realizadas em Viamão, conseguiu deslanchar uma campanha para Deputado Estadual em 1990. Tornou-se o primeiro (e único até hoje) deputado estadual da história de Viamão, uma cidade que sempre enfrentou a falta de engajamento político de sua população.
Durante seu mandato na Assembléia Legislativa, o município ganhou a nova Companhia da Brigada Militar na parada 32, o Corpo de Bombeiros, a Avenida do Trabalhador e novas centrais automáticas da antiga companhia telefônica estatal CRT.
Tapir opôs-se ao movimento pela emancipação municipal do 4º Distrito, que congrega as maiores vilas de Viamão, na divisa com Porto Alegre. Diante do avançado estágio do processo emancipatório, a população daquela região chegou a realizar uma grande festividade comemorando a independência do município-sede. Tapir manobrou pela reversão do desmembramento, aliado com Moacir Santos (tabelião do Cartório de Imóveis de Viamão). Viamão continuou tendo toda a sua extensão original. Com as mudanças na legislação, atualmente tal emancipação deixou de ser possível. O povo do 4º Distrito queria a emancipação, porém, o Governador Antônio Britto (PMDB) não sancionou o plebiscito para a emancipação.
O PDT de Tapir, na tentativa de fazer o terceiro mandato, lançou (1992)o professor Pedro Negelinski como candidato a prefeitura, tendo como vice o vereador Russinho. Derrotado nas urnas pelo "frentão" liderado pelo PMDB, tendo como candidato Pedro Antônio de Godoy, e vice Chico Gutierres, o PDT foi se desmantelando com as brigas de disputa internas.
O PDT, em 1996, na tentativa de voltar ao poder lançou Tapir Rocha para candidato a prefeito de Viamão, e novamente foi derrotado por um principiante do PT, Eliseu Chaves "Ridi", A derrota na disputa pela prefeitura foi dura para Tapir Rocha. Aos 71 anos, sua saúde começou a deteriorar-se no final da década, devido a um câncer de próstata. Em 2000, para tristeza dos viamonenses, Tapir Rocha faleceu.
Ainda em 2000, seu filho, Leonel Rocha, lançou-se candidato a vice-prefeito na chapa de Atidor da Cruz. Uma eventual vitória de Atidor e Leonel serviria para manter a luta de Tapir viva e comprovaria o poder simbólico do falecido caudilho. Mas Atidor e Leonel foram derrotados por Ridi que reelegeu-se. A partir daí o PDT foi se desmantelando e, atualmente, se encontra aos pedaços.
Até hoje, nenhum outro membro da família Rocha tentou eleger-se para nada em Viamão. O derradeiro herdeiro político de Tapir Rocha passou a ser seu genro, Romer Guex, eleito vereador em 1996, 2000 e 2004. Em 2007, Romer saiu o PDT para ingressar no PSOL, onde detém uma cadeira na Câmara de Vereadores de Viamão.
Em 2005, a rodovia RS-040, que liga Porto Alegre ao Litoral, passou a chamar-se Rodovia Tapir Rocha, por lei aprovado por unanimidade pela Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, sendo sancionada pelo então governador Germano Rigotto.
Em 2008, foi inaugurado um busto de Tapir Rocha no canteiro do Calçadão Tapir Rocha, ao lado da Prefeitura de Viamão.
Os viamonenses se orgulham de terem um cidadão político honrado como foi o nosso Tapir.
Referências:
http://www.tapirrocha.com.br/
Site Tapir Rocha de Marcus Vinícius Rocha Marçal
Amigo Wilson Silveira Arruda
LAÍS SICA DA ROCHA: MINHA VÓ ERA ASSIM...
Homenagem em memória ao aniversário da professora Laís Sica da Rocha, esposa de Tapir Rocha (PDT), ex-deputado estadual e ex-prefeito de Viamão.
Laís nasceu em 06 de setembro de 1931 e faleceu em 09 de outubro de 2009.
MINHA VÓ ERA ASSIM...
Texto produzido pela sua neta Ana Caroline da Rocha Guex

Mandado publicar no Jornal Zero-Hora
Para ler o texto clic sobre o conteúdo
Laís nasceu em 06 de setembro de 1931 e faleceu em 09 de outubro de 2009.
MINHA VÓ ERA ASSIM...
Texto produzido pela sua neta Ana Caroline da Rocha Guex

Mandado publicar no Jornal Zero-Hora
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CÓDIGO FLORESTAL: PRODUZIR E FLORESTAR - CANAL RURAL
Fórum Canal Rural
Codigo Florestal:
para produzir e preservar
Relatório Rafael Bueno Siega
Turma 322 ETA - 2010
Nesse fórum sobre o código florestal, que ocorreu dia 31 de agosto, na expointer 2010, na casa da RBS TV, em Esteio (RS). Teve a participação por teleconferência do Deputado federal do PC do B de SP Aldo Rebelo, autor da proposta de projeto legislativo ambiental.
Debatendo com uma mesa de convidado na casa da RBS TV, constituída pelo Dr. Julio Almeida, Promotor (Ministério Publico do RS), O Dr. Rodrigo Justus Brito do (CNA) e o Dr. Ricardo Alfonsin do (IEJUR ).
A aplicação da lei do Código Florestal é atualmente impossível de ser cumprida pelos produtores rurais. Foi o que disse Aldo Rebelo, relator do texto que propõe mudanças na legislação ambiental, durante o Fórum Canal Rural: Um Código Florestal para Produzir e Preservar. Para o deputado, o Brasil possui leis que beneficiam apenas os países estrangeiros.
- A nossa legislação não é a melhor do mundo, mas a melhor para o mundo, pois auxilia os europeus e os americanos. Ela foi feita com a ajuda de organizações não governamentais, órgãos internacionais.
Rebelo criticou a postura do Ministério do Meio Ambiente. Para ele, é preciso considerar todos os lados envolvidos.
- Não queremos a degradação do meio ambiente, nem da vida das pessoas. O ministério não deve pensar apenas em uma das partes afetadas ou na arrecadação.
O presidente do Iejur, Ricardo Alfonsin, também participou do evento. Ele criticou as medidas do governo sobre os custos causados por áreas assinaladas, como de preservação ambiental (APPs) e de reserva legal. Atualmente, são de responsabilidade do produtor os custos pela manutenção e recuperação das áreas.
Durante o debate, algumas das medidas apresentadas no relatório de Rebelo foram criticadas.
O coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Julio Almeida, citou o Desmatamento Zero. A lei propõe a suspensão do desmatamento por cinco anos em todo o país, mas não abrange os licenciamentos já feitos, os projetos já aprovados e as áreas já concedidas.
- Esta lei beira à falsidade. Ela tem muitas exceções – disse ele.
Também foi comentado as dificuldades de criar uma lei ambiental para um pais do tamanho do Brasil. Existe um problema de falta de efetivo para fiscalizar, temos diversidade na agricultura, sendo que área de minifúndios de não deveriam ter as mesmas leis como para as áreas de latifúndios.
Se formos analisar há uma grande diferença se falarmos em 20% de uma área de 10ha aonde poderá se produzir no maximo em 8ha e se pegarmos uma área de 1000ha aonde poderá ainda produzir em 800ha.
Também devemos levar em consideração que cada estado ou região do Brasil tem geografia, vegetação e biomas distintos, onde não faz sentido a aplicação da mesma lei para todo o lugares.
Acredito que devemos preservar, mas temos o direito de produzir.
Codigo Florestal:
para produzir e preservar
Relatório Rafael Bueno Siega
Turma 322 ETA - 2010
Nesse fórum sobre o código florestal, que ocorreu dia 31 de agosto, na expointer 2010, na casa da RBS TV, em Esteio (RS). Teve a participação por teleconferência do Deputado federal do PC do B de SP Aldo Rebelo, autor da proposta de projeto legislativo ambiental.
Debatendo com uma mesa de convidado na casa da RBS TV, constituída pelo Dr. Julio Almeida, Promotor (Ministério Publico do RS), O Dr. Rodrigo Justus Brito do (CNA) e o Dr. Ricardo Alfonsin do (IEJUR ).
A aplicação da lei do Código Florestal é atualmente impossível de ser cumprida pelos produtores rurais. Foi o que disse Aldo Rebelo, relator do texto que propõe mudanças na legislação ambiental, durante o Fórum Canal Rural: Um Código Florestal para Produzir e Preservar. Para o deputado, o Brasil possui leis que beneficiam apenas os países estrangeiros.
- A nossa legislação não é a melhor do mundo, mas a melhor para o mundo, pois auxilia os europeus e os americanos. Ela foi feita com a ajuda de organizações não governamentais, órgãos internacionais.
Rebelo criticou a postura do Ministério do Meio Ambiente. Para ele, é preciso considerar todos os lados envolvidos.
- Não queremos a degradação do meio ambiente, nem da vida das pessoas. O ministério não deve pensar apenas em uma das partes afetadas ou na arrecadação.
O presidente do Iejur, Ricardo Alfonsin, também participou do evento. Ele criticou as medidas do governo sobre os custos causados por áreas assinaladas, como de preservação ambiental (APPs) e de reserva legal. Atualmente, são de responsabilidade do produtor os custos pela manutenção e recuperação das áreas.
Durante o debate, algumas das medidas apresentadas no relatório de Rebelo foram criticadas.
O coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Julio Almeida, citou o Desmatamento Zero. A lei propõe a suspensão do desmatamento por cinco anos em todo o país, mas não abrange os licenciamentos já feitos, os projetos já aprovados e as áreas já concedidas.
- Esta lei beira à falsidade. Ela tem muitas exceções – disse ele.
Também foi comentado as dificuldades de criar uma lei ambiental para um pais do tamanho do Brasil. Existe um problema de falta de efetivo para fiscalizar, temos diversidade na agricultura, sendo que área de minifúndios de não deveriam ter as mesmas leis como para as áreas de latifúndios.
Se formos analisar há uma grande diferença se falarmos em 20% de uma área de 10ha aonde poderá se produzir no maximo em 8ha e se pegarmos uma área de 1000ha aonde poderá ainda produzir em 800ha.
Também devemos levar em consideração que cada estado ou região do Brasil tem geografia, vegetação e biomas distintos, onde não faz sentido a aplicação da mesma lei para todo o lugares.
Acredito que devemos preservar, mas temos o direito de produzir.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
O QUE É CONSTRUTIVISMO - RESENHA
REGESD - UFRGS
DISCIPLINA: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Professora: TANIA BEATRIZ IWASZKO MARQUES
Professora: DENISE SEVERO
Aluno: Vilson Antônio Arruda1
O QUE É CONSTRUTIVISMO?
O objetivo deste trabalho é analisar a evolução dos modelos pedagógicos com ênfase ao construtivismo, baseado no texto de Fernando Becker, proposto pela disciplina de Psicologia da Educação.
Analisando a história da educação observo que as teorias de aprendizagem se dividem em duas correntes: uma empirista e outra apriorista.
Para os empiristas as bases do conhecimento estão nos objetos, em sua observação. É nesta teoria que se baseiam a maioria das correntes pedagógicas que existem atualmente pelas escolas, e entre elas o behaviorismo. Essa corrente acredita que o conhecimento pode ser repassado de um indivíduo para outro pelo contato (estímulo do meio) na forma escrita, oral ou gestual.
Por outro lado, a corrente dos aprioristas entende que a origem do conhecimento está no próprio sujeito, pois acreditam que a bagagem cultural já vem armazenada geneticamente no interior do indivíduo (condições internas), e que este conhecimento desperta quando o professor promove corretamente os estímulos.
Contrário a esses dois paradigmas surge à teoria de Jean Piaget que funde as duas teorias em uma única, fruto de suas observações sistematizada com uma metodologia de análise, denominada de Método Clínico que consiste em provar cientificamente como se constrói o conhecimento no ser humano a partir dos recém-nascidos, fundamentando as suas bases teóricas na Epistemologia Genética.
No livro “O Nascimento da Inteligência na Criança”, Piaget (1982) fundamenta a sua teoria quando afirma que “as relações entre o sujeito e o seu meio consistem numa interação arrojada, de tal forma que a consciência não começa pelo conhecimento dos objetos, e nem pela atividade do sujeito, mas por um estado diferenciado; Segundo, Piaget, é desse estado que derivam dois movimentos complementares, um de incorporação das coisas ao sujeito, e outro de acomodação às próprias coisas”.
Assim, Piaget define nas suas bases três conceitos fundamentais para a sua teoria: a interação, a assimilação e a acomodação. Dessa forma as teorias de Piaget são utilizadas em vários campos de pesquisa, inclusive na pedagogia.
Então, o construtivismo encontra a suas bases nas pesquisas em Piaget (Epistemologia Genética), quando afirma que é o resultado da construção do próprio indivíduo. Quando se fala em construtivismo no âmbito da educação, muitas pessoas pensam que é teoria educacional, no entanto, nada mais é que uma teoria sobre o conhecimento, mas um subsídio fundamental para o aperfeiçoamento das técnicas pedagógicas. Esse assunto é bem visto por uns, mal vistos por outros e ainda existem aqueles que não sabem o que isto significa.
Para Fernando Becker construtivismo é esta forma de conceber conhecimento: sua gênese e seu desenvolvimento. “É, por consequência, um novo modo de ver o universo, a vida e o mundo das relações sociais, e acrescenta que se é esquisito dizer que um método é construtivista, dizer que um currículo é construtivista é mais esquisito ainda”
O professor que trabalha a pedagogia relacional (construtivista) sempre traz para a sala de aula algum material – algo que, presume, ter significado para os alunos. Propõe que eles explorem este material – observando o grau de escolaridade. Esgotada a exploração do material, o professor dirige um determinado número de perguntas, explorando, sistematicamente, diferentes aspectos problemáticos a que o material dá lugar. Pode solicitar, em seguida, que os alunos representem - desenhando, pintando, escrevendo, fazendo cartunismo, teatralizando, etc. - o que elaboraram. A partir daí, discute-se a direção, a problemática, o material da(s) próxima(s) aula(s).
Por que o professor age assim? Porque ele acredita - melhor, compreende (teoria) - que o aluno só aprenderá alguma coisa, isto é, construirá algum conhecimento novo, se ele agir e problematizar a sua ação. Em outras palavras, ele sabe que há duas condições necessárias para que algum conhecimento novo seja construído: a) que o aluno aja (assimilação) sobre o material que o professor presume que tenha sigo de cognitivamente interessante, ou melhor, significativo para o aluno; b) que o aluno responda para si mesmo às perturbações (acomodação) provocadas pela assimilação deste material, ou, que o aluno se aproprie, neste segundo momento, não mais do material, mas dos mecanismos íntimos de suas ações sobre este material
Lendo o texto proposto observo que a aprendizagem do indivíduo começa muito antes da aprendizagem escolar e que nunca parte do zero. Toda aprendizagem do indivíduo na escola tem uma pré-história. Atividade criadora é uma manifestação exclusiva do ser humano, pois só este tem a capacidade de criar algo novo a partir do que já existe. Através da memória, o homem pode imaginar situações futuras e formar outras imagens. Sendo assim, a ação criadora reside no fato da não-adaptação do ser, isto é, de não estar acomodado e conformado com uma situação, buscando através do imaginário e da fantasia, um equilíbrio, bem como a construção de algo novo. No filme “Rachachânt” é observado que aluno estava desmotivado, pois o professor, certamente, desconsiderava a sua aprendizagem anterior à escola.
Na pedagogia relacional de aprendizagem observa-se outro aspecto fundamental que é o fato de propiciar ao estudante (aprendiz) a chance de aprender com seus próprios erros. Acredito que no construtivismo, o erro deixa de ser uma arma de punição e passa a ser uma situação que nos leva a entender melhor nossas relações e conceitualizações. Assim, o aluno é livre para explorar os conceitos, e os erros são usados para depurar os conceitos e não para se tornarem a arma do professor. Desta forma o construtivismo é revolucionário por que retira do professor o poder e a autoridade transformando-o de todo poderoso detentor do saber para um “educador-educando”, segundo as palavras de Paulo Freire, e é nesta visão que devemos permear todo um “ambiente construtivista”.
Concluindo: a vantagem do construtivismo sobre outras linhas de ensino é procurar formar pessoas de espírito inquisitivo, participativo e cooperativo, com mais desembaraço na elaboração do próprio conhecimento. Além disso, o construtivismo cria condições para um contato mais intenso e prazeroso com o universo da leitura e da escrita.
Eu já trabalho com os alunos de forma participativa e em grupos, mas ainda atado ao currículo, e as regras da escola pública. Ainda, tenho os meus medos de promover uma pedagogia muito aberta, mas não sou tanto mais, autoritário quanto já fui e exemplo disso, é que não trabalho mais com provas, notas e canetas vermelhas. Respeito o tempo de aprendizagem de cada aluno. Os alunos praticam auto-avaliação e a minha avaliação é por apresentação de trabalhos que eles fazem através de temas que eles mesmos escolhem. E se não satisfazerem o que foi proposto pelo grupo, eles podem apresentar novamente quantas vezes for necessário, até que estejam aptos.
1Aluno do curso de Licenciatura em Biologia – Regesd – UFGRS1
Referências:
BECKER, Fernando. Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos. Educação e Realidade, Porto Alegre, RS, v. 19, n. 1, p. 89-96, 1999. Página da REGESD – Disciplina Psicologia da Educação.
Fernando Becker é professor da Faculdade de Educação e atual coordenador do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFRGS
DISCIPLINA: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Professora: TANIA BEATRIZ IWASZKO MARQUES
Professora: DENISE SEVERO
Aluno: Vilson Antônio Arruda1
O QUE É CONSTRUTIVISMO?
O objetivo deste trabalho é analisar a evolução dos modelos pedagógicos com ênfase ao construtivismo, baseado no texto de Fernando Becker, proposto pela disciplina de Psicologia da Educação.
Analisando a história da educação observo que as teorias de aprendizagem se dividem em duas correntes: uma empirista e outra apriorista.
Para os empiristas as bases do conhecimento estão nos objetos, em sua observação. É nesta teoria que se baseiam a maioria das correntes pedagógicas que existem atualmente pelas escolas, e entre elas o behaviorismo. Essa corrente acredita que o conhecimento pode ser repassado de um indivíduo para outro pelo contato (estímulo do meio) na forma escrita, oral ou gestual.
Por outro lado, a corrente dos aprioristas entende que a origem do conhecimento está no próprio sujeito, pois acreditam que a bagagem cultural já vem armazenada geneticamente no interior do indivíduo (condições internas), e que este conhecimento desperta quando o professor promove corretamente os estímulos.
Contrário a esses dois paradigmas surge à teoria de Jean Piaget que funde as duas teorias em uma única, fruto de suas observações sistematizada com uma metodologia de análise, denominada de Método Clínico que consiste em provar cientificamente como se constrói o conhecimento no ser humano a partir dos recém-nascidos, fundamentando as suas bases teóricas na Epistemologia Genética.
No livro “O Nascimento da Inteligência na Criança”, Piaget (1982) fundamenta a sua teoria quando afirma que “as relações entre o sujeito e o seu meio consistem numa interação arrojada, de tal forma que a consciência não começa pelo conhecimento dos objetos, e nem pela atividade do sujeito, mas por um estado diferenciado; Segundo, Piaget, é desse estado que derivam dois movimentos complementares, um de incorporação das coisas ao sujeito, e outro de acomodação às próprias coisas”.
Assim, Piaget define nas suas bases três conceitos fundamentais para a sua teoria: a interação, a assimilação e a acomodação. Dessa forma as teorias de Piaget são utilizadas em vários campos de pesquisa, inclusive na pedagogia.
Então, o construtivismo encontra a suas bases nas pesquisas em Piaget (Epistemologia Genética), quando afirma que é o resultado da construção do próprio indivíduo. Quando se fala em construtivismo no âmbito da educação, muitas pessoas pensam que é teoria educacional, no entanto, nada mais é que uma teoria sobre o conhecimento, mas um subsídio fundamental para o aperfeiçoamento das técnicas pedagógicas. Esse assunto é bem visto por uns, mal vistos por outros e ainda existem aqueles que não sabem o que isto significa.
Para Fernando Becker construtivismo é esta forma de conceber conhecimento: sua gênese e seu desenvolvimento. “É, por consequência, um novo modo de ver o universo, a vida e o mundo das relações sociais, e acrescenta que se é esquisito dizer que um método é construtivista, dizer que um currículo é construtivista é mais esquisito ainda”
O professor que trabalha a pedagogia relacional (construtivista) sempre traz para a sala de aula algum material – algo que, presume, ter significado para os alunos. Propõe que eles explorem este material – observando o grau de escolaridade. Esgotada a exploração do material, o professor dirige um determinado número de perguntas, explorando, sistematicamente, diferentes aspectos problemáticos a que o material dá lugar. Pode solicitar, em seguida, que os alunos representem - desenhando, pintando, escrevendo, fazendo cartunismo, teatralizando, etc. - o que elaboraram. A partir daí, discute-se a direção, a problemática, o material da(s) próxima(s) aula(s).
Por que o professor age assim? Porque ele acredita - melhor, compreende (teoria) - que o aluno só aprenderá alguma coisa, isto é, construirá algum conhecimento novo, se ele agir e problematizar a sua ação. Em outras palavras, ele sabe que há duas condições necessárias para que algum conhecimento novo seja construído: a) que o aluno aja (assimilação) sobre o material que o professor presume que tenha sigo de cognitivamente interessante, ou melhor, significativo para o aluno; b) que o aluno responda para si mesmo às perturbações (acomodação) provocadas pela assimilação deste material, ou, que o aluno se aproprie, neste segundo momento, não mais do material, mas dos mecanismos íntimos de suas ações sobre este material
Lendo o texto proposto observo que a aprendizagem do indivíduo começa muito antes da aprendizagem escolar e que nunca parte do zero. Toda aprendizagem do indivíduo na escola tem uma pré-história. Atividade criadora é uma manifestação exclusiva do ser humano, pois só este tem a capacidade de criar algo novo a partir do que já existe. Através da memória, o homem pode imaginar situações futuras e formar outras imagens. Sendo assim, a ação criadora reside no fato da não-adaptação do ser, isto é, de não estar acomodado e conformado com uma situação, buscando através do imaginário e da fantasia, um equilíbrio, bem como a construção de algo novo. No filme “Rachachânt” é observado que aluno estava desmotivado, pois o professor, certamente, desconsiderava a sua aprendizagem anterior à escola.
Na pedagogia relacional de aprendizagem observa-se outro aspecto fundamental que é o fato de propiciar ao estudante (aprendiz) a chance de aprender com seus próprios erros. Acredito que no construtivismo, o erro deixa de ser uma arma de punição e passa a ser uma situação que nos leva a entender melhor nossas relações e conceitualizações. Assim, o aluno é livre para explorar os conceitos, e os erros são usados para depurar os conceitos e não para se tornarem a arma do professor. Desta forma o construtivismo é revolucionário por que retira do professor o poder e a autoridade transformando-o de todo poderoso detentor do saber para um “educador-educando”, segundo as palavras de Paulo Freire, e é nesta visão que devemos permear todo um “ambiente construtivista”.
Concluindo: a vantagem do construtivismo sobre outras linhas de ensino é procurar formar pessoas de espírito inquisitivo, participativo e cooperativo, com mais desembaraço na elaboração do próprio conhecimento. Além disso, o construtivismo cria condições para um contato mais intenso e prazeroso com o universo da leitura e da escrita.
Eu já trabalho com os alunos de forma participativa e em grupos, mas ainda atado ao currículo, e as regras da escola pública. Ainda, tenho os meus medos de promover uma pedagogia muito aberta, mas não sou tanto mais, autoritário quanto já fui e exemplo disso, é que não trabalho mais com provas, notas e canetas vermelhas. Respeito o tempo de aprendizagem de cada aluno. Os alunos praticam auto-avaliação e a minha avaliação é por apresentação de trabalhos que eles fazem através de temas que eles mesmos escolhem. E se não satisfazerem o que foi proposto pelo grupo, eles podem apresentar novamente quantas vezes for necessário, até que estejam aptos.
1Aluno do curso de Licenciatura em Biologia – Regesd – UFGRS1
Referências:
BECKER, Fernando. Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos. Educação e Realidade, Porto Alegre, RS, v. 19, n. 1, p. 89-96, 1999. Página da REGESD – Disciplina Psicologia da Educação.
Fernando Becker é professor da Faculdade de Educação e atual coordenador do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFRGS
domingo, 5 de setembro de 2010
NÃO PAGUE MULTA DE TRÂNSITO SE NÃO FOR REINCIDENTE

MAIS UMA QUE NÃO SABÍAMOS
SOBRE AS MULTAS DE TRÂNSITO
No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa.
É só ir ao Detran e pedir o formulário para converter a infração em advertência com base no Art. 267 do CTB.
Levar Xerox da carteira de motorista e a notificação da multa.
Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.
Código de Trânsito Brasileiro
"Art. 267. Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa." Código de Trânsito Brasileiro
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) atribuiu à autoridade de trânsito competência para a aplicação de uma série de penalidades administrativas aos infratores de trânsito. No artigo 256, do mesmo diploma legal, encontra-se o rol taxativo dessas penalidades e, dentre estas, a penalidade de advertência por escrito.
Ocorre que só há possibilidade de aplicação da advertência por escrito em situações muito específicas, ou seja, somente quando o infrator se enquadrar nas hipóteses previstas no caput do artigo 267 do CTB, o qual reza: “Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa.”.
Embora a redação do supracitado artigo não tenha explicitado, entendemos não ser possível a conversão de ofício da penalidade de multa em penalidade de advertência por escrito, pois, embora tal conversão, em tese, fosse benéfica em virtude de se afastar a aplicação de penalidade pecuniária, o infrator poderia entender que, no seu caso, seria preferível arcar com o valor de uma multa leve ou média ao invés de ver lançada uma advertência por escrito em seu prontuário.
Havendo solicitação da conversão por parte do infrator, a autoridade de trânsito poderá (na realidade deverá, caso não fundamente o motivo do indeferimento do pedido de conversão) aplicar a penalidade de advertência por escrito, desde que o interessado encontre-se nas hipóteses previstas no artigo 267, ou seja, desde que não tenha praticado a mesma infração, de natureza leve ou média, nos últimos doze meses, e a autoridade de trânsito entender esta providência como mais educativa. Assim, nada impede o infrator de ser contemplado com a conversão, mesmo que tenha cometido nos últimos doze meses uma infração mais grave, como, por exemplo, a de conduzir o veículo com falta de licenciamento, infração esta que, embora gravíssima, não implica riscos à segurança do trânsito.
Outra questão que se levanta é se a respectiva pontuação lançada no prontuário do infrator deve ou não permanecer após a conversão da multa em advertência por escrito.
O artigo 259, do CTB, narra: “A cada infração cometida são computados os seguintes números de pontos:”. Portanto, é forçoso o entendimento no sentido de que a pontuação lançada no prontuário do infrator deverá persistir após a aplicação da penalidade de advertência por escrito, pois, conforme explicita a redação do citado artigo, a pontuação decorre da prática de determinada infração e não da penalidade de multa.
Posto isso, entendemos que, com a conversão da penalidade de multa em penalidade de advertência por escrito, quis a Lei apenas livrar o infrator de sanção pecuniária, mantendo-se a pontuação decorrente da infração praticada para fins de contagem de pontos em caso de eventual aplicação da penalidade de suspensão do direito de dirigir, caso o infrator atinja, no período de doze meses, vinte pontos em seu prontuário, nos termos do parágrafo 1º do artigo 261, do CTB, combinado com o inciso I, do artigo 3º, da Resolução CONTRAN nº 182/05.
São Paulo, 16 de maio de 2006.
ARNALDO LUIS THEODOSIO PAZETTI, Capitão da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Assistente do Diretor da Divisão de Educação de Trânsito do DETRAN/SP, Bacharel em Direito pela PUC/SP, Professor em cursos na área de trânsito e Professor no Curso de Pós-Graduação de “Especialização em Gestão e Normatização de Trânsito” do Centro de Estudos Avançados de Trânsito (CEAT).
SOBRE AS MULTAS DE TRÂNSITO
No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa.
É só ir ao Detran e pedir o formulário para converter a infração em advertência com base no Art. 267 do CTB.
Levar Xerox da carteira de motorista e a notificação da multa.
Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.
Código de Trânsito Brasileiro
"Art. 267. Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa." Código de Trânsito Brasileiro
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) atribuiu à autoridade de trânsito competência para a aplicação de uma série de penalidades administrativas aos infratores de trânsito. No artigo 256, do mesmo diploma legal, encontra-se o rol taxativo dessas penalidades e, dentre estas, a penalidade de advertência por escrito.
Ocorre que só há possibilidade de aplicação da advertência por escrito em situações muito específicas, ou seja, somente quando o infrator se enquadrar nas hipóteses previstas no caput do artigo 267 do CTB, o qual reza: “Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa.”.
Embora a redação do supracitado artigo não tenha explicitado, entendemos não ser possível a conversão de ofício da penalidade de multa em penalidade de advertência por escrito, pois, embora tal conversão, em tese, fosse benéfica em virtude de se afastar a aplicação de penalidade pecuniária, o infrator poderia entender que, no seu caso, seria preferível arcar com o valor de uma multa leve ou média ao invés de ver lançada uma advertência por escrito em seu prontuário.
Havendo solicitação da conversão por parte do infrator, a autoridade de trânsito poderá (na realidade deverá, caso não fundamente o motivo do indeferimento do pedido de conversão) aplicar a penalidade de advertência por escrito, desde que o interessado encontre-se nas hipóteses previstas no artigo 267, ou seja, desde que não tenha praticado a mesma infração, de natureza leve ou média, nos últimos doze meses, e a autoridade de trânsito entender esta providência como mais educativa. Assim, nada impede o infrator de ser contemplado com a conversão, mesmo que tenha cometido nos últimos doze meses uma infração mais grave, como, por exemplo, a de conduzir o veículo com falta de licenciamento, infração esta que, embora gravíssima, não implica riscos à segurança do trânsito.
Outra questão que se levanta é se a respectiva pontuação lançada no prontuário do infrator deve ou não permanecer após a conversão da multa em advertência por escrito.
O artigo 259, do CTB, narra: “A cada infração cometida são computados os seguintes números de pontos:”. Portanto, é forçoso o entendimento no sentido de que a pontuação lançada no prontuário do infrator deverá persistir após a aplicação da penalidade de advertência por escrito, pois, conforme explicita a redação do citado artigo, a pontuação decorre da prática de determinada infração e não da penalidade de multa.
Posto isso, entendemos que, com a conversão da penalidade de multa em penalidade de advertência por escrito, quis a Lei apenas livrar o infrator de sanção pecuniária, mantendo-se a pontuação decorrente da infração praticada para fins de contagem de pontos em caso de eventual aplicação da penalidade de suspensão do direito de dirigir, caso o infrator atinja, no período de doze meses, vinte pontos em seu prontuário, nos termos do parágrafo 1º do artigo 261, do CTB, combinado com o inciso I, do artigo 3º, da Resolução CONTRAN nº 182/05.
São Paulo, 16 de maio de 2006.
ARNALDO LUIS THEODOSIO PAZETTI, Capitão da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Assistente do Diretor da Divisão de Educação de Trânsito do DETRAN/SP, Bacharel em Direito pela PUC/SP, Professor em cursos na área de trânsito e Professor no Curso de Pós-Graduação de “Especialização em Gestão e Normatização de Trânsito” do Centro de Estudos Avançados de Trânsito (CEAT).
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
RACHÂCHANT- RESENHA FILME
RACHÂCHANT

DISCIPLINA: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Professora: TANIA BEATRIZ IWASZKO MARQUES
UFRGS - REGESD
Aluno: Vilson Antônio Arruda1
Tarefa: Fazer uma resenha do filme
O objetivo deste trabalho é analisar criticamente as ações pedagógicas, sociais e culturais no curta metragem “Rachânchant”, baseado no texto de Marguerite Duras (1971) que conta a história cômica e elíptica de um garoto que se recusa a cooperar no processo educacional, com direção de Danièle Huillet e Jean-Marie Straub. É uma obra que descreve fatos ocorridos numa escola tradicional francesa.
A análise deste filme será feita com foco na relação entre os três personagens principais, a configuração da sala de aula, e também abordar como a aprendizagem pode ser compreendida.
Ernesto é um menino que vive numa cidade na França e a sua sensatez desafia constantemente seu professor e ironiza o sistema educacional da sua escola. Um dia, para espanto dos seus pais, Ernesto chega em casa e diz que não quer mais ir ao colégio e justifica-se relatando que só quer “aprender” o que já sabe.
Os pais do menino, surpresos, mas demonstrando ser participativos e interessados pela educação do filho, vão até a escola conversar com o professor. na tentativa de solucionar o problema do menino.
Observando, no filme, o contexto desta escola, ela representa ser fria, rígida, seca, formal e o mobiliário apresenta disposição enfileirada impedindo o diálogo entre os alunos. O recurso didático utilizado, aparece como um quadro afixado na parede mostrando a borboleta, é padronizado em preto e branco e fora de época.
Pela posição central da mesa do professor se observa que ele é o centro do ensino, e na sua postura ao conversar com a família representa aplicar na sala de aula um modelo napoleônico de educação desenvolvido no século XIX, em que só ele professa conhecimento. O filme dá a entender que o professor de Ernesto aplica o modelo da “Pedagogia Diretiva, onde o professor fala e o aluno escuta. O professor dita e o aluno copia. O professor decide o que fazer e o aluno executa. O professor ensina e o aluno aprende. O professor age assim porque ele acredita que o conhecimento pode ser transmitido ao aluno. O conhecimento não está só na escola e sim em todos os lugares. O grande educador Paulo Freire no seu livro “Pedagogia do Oprimido” condena esta educação napoleônica e como alternativa propõe uma educação libertadora-crítica.
Pensando bem, na escola de Ernesto não dá vontade, mesmo, de aprender coisas novas. Este modelo superado, desmotiva o estudante, e que não contente com a situação, quer aprender só o que sabe. Isto é comum entre os alunos da escola de hoje que se desinteressam por aprender coisas novas, mantendo-se fechados e resistentes em adquirir novos conhecimentos.
Prevalece ainda hoje o modelo tradicional de educação baseado na transmissão para memorização, ou na distribuição de pacotes fechados de informações ditas “conhecimento”. Há cinco mil anos a escola está baseada no falar-ditar do mestre e na repetição do que foi dito por ele.
Reforçando, Paulo Freire criticou intensamente esse modelo educacional. Ele dizia: “a educação autêntica não se faz de A para B ou de A sobre B, mas de A com B”. Isto é, professor e aluno aprendem juntos.
Acredito, que se a escola não se aproximar do aluno e não falar a sua linguagem, não compartilhar nas experiências, vivencias e conhecimentos que ele tem e desconhecer o seu universo infantil/adolescente/cultural/histórico/psicológico, a escola vai ficar totalmente desinteressante para o aluno e gerando violência intelectual no âmbito escolar.
1Aluno do curso de Licenciatura em Biologia – Regesd - UFGRS - 2010
Obra – Filme - Retirado do endereço
Página da REGESD – Disciplina Psicologia da Educação –
You tub
http://www.youtube.com/watch?v=bKdivIJr3Nc
COMENTÁRIO DA PROFESSORA
Vilson:
Inicias com uma contextualização do filme, o que é muito bom.
A tua análise está muito boa. Além de bem escrita, consegue trazer uma boa reflexão teórica, estabelecendo relações entre os detalhes apresentados no filme e aquilo que os autores escrevem.
A frase “Pensando bem, na escola de Ernesto não dá vontade, mesmo, de aprender coisas novas.”, me parece perfeita para descrever o filme. Mostra, dessa forma, a tua visão crítica sobre esse sistema de ensino mostrado, que, infelizmente, continua muito presente nas nossas salas de aula. Concordo, contigo. Realmente, tem que ter muita vontade para estudar numa escola assim.
Um abraço.
Professora: Tania Marques - 04/09/2010
UFRGS - REGESD

DISCIPLINA: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Professora: TANIA BEATRIZ IWASZKO MARQUES
UFRGS - REGESD
Aluno: Vilson Antônio Arruda1
Tarefa: Fazer uma resenha do filme
O objetivo deste trabalho é analisar criticamente as ações pedagógicas, sociais e culturais no curta metragem “Rachânchant”, baseado no texto de Marguerite Duras (1971) que conta a história cômica e elíptica de um garoto que se recusa a cooperar no processo educacional, com direção de Danièle Huillet e Jean-Marie Straub. É uma obra que descreve fatos ocorridos numa escola tradicional francesa.
A análise deste filme será feita com foco na relação entre os três personagens principais, a configuração da sala de aula, e também abordar como a aprendizagem pode ser compreendida.
Ernesto é um menino que vive numa cidade na França e a sua sensatez desafia constantemente seu professor e ironiza o sistema educacional da sua escola. Um dia, para espanto dos seus pais, Ernesto chega em casa e diz que não quer mais ir ao colégio e justifica-se relatando que só quer “aprender” o que já sabe.
Os pais do menino, surpresos, mas demonstrando ser participativos e interessados pela educação do filho, vão até a escola conversar com o professor. na tentativa de solucionar o problema do menino.
Observando, no filme, o contexto desta escola, ela representa ser fria, rígida, seca, formal e o mobiliário apresenta disposição enfileirada impedindo o diálogo entre os alunos. O recurso didático utilizado, aparece como um quadro afixado na parede mostrando a borboleta, é padronizado em preto e branco e fora de época.
Pela posição central da mesa do professor se observa que ele é o centro do ensino, e na sua postura ao conversar com a família representa aplicar na sala de aula um modelo napoleônico de educação desenvolvido no século XIX, em que só ele professa conhecimento. O filme dá a entender que o professor de Ernesto aplica o modelo da “Pedagogia Diretiva, onde o professor fala e o aluno escuta. O professor dita e o aluno copia. O professor decide o que fazer e o aluno executa. O professor ensina e o aluno aprende. O professor age assim porque ele acredita que o conhecimento pode ser transmitido ao aluno. O conhecimento não está só na escola e sim em todos os lugares. O grande educador Paulo Freire no seu livro “Pedagogia do Oprimido” condena esta educação napoleônica e como alternativa propõe uma educação libertadora-crítica.
Pensando bem, na escola de Ernesto não dá vontade, mesmo, de aprender coisas novas. Este modelo superado, desmotiva o estudante, e que não contente com a situação, quer aprender só o que sabe. Isto é comum entre os alunos da escola de hoje que se desinteressam por aprender coisas novas, mantendo-se fechados e resistentes em adquirir novos conhecimentos.
Prevalece ainda hoje o modelo tradicional de educação baseado na transmissão para memorização, ou na distribuição de pacotes fechados de informações ditas “conhecimento”. Há cinco mil anos a escola está baseada no falar-ditar do mestre e na repetição do que foi dito por ele.
Reforçando, Paulo Freire criticou intensamente esse modelo educacional. Ele dizia: “a educação autêntica não se faz de A para B ou de A sobre B, mas de A com B”. Isto é, professor e aluno aprendem juntos.
Acredito, que se a escola não se aproximar do aluno e não falar a sua linguagem, não compartilhar nas experiências, vivencias e conhecimentos que ele tem e desconhecer o seu universo infantil/adolescente/cultural/histórico/psicológico, a escola vai ficar totalmente desinteressante para o aluno e gerando violência intelectual no âmbito escolar.
1Aluno do curso de Licenciatura em Biologia – Regesd - UFGRS - 2010
Obra – Filme - Retirado do endereço
Página da REGESD – Disciplina Psicologia da Educação –
You tub
http://www.youtube.com/watch?v=bKdivIJr3Nc
COMENTÁRIO DA PROFESSORA
Vilson:
Inicias com uma contextualização do filme, o que é muito bom.
A tua análise está muito boa. Além de bem escrita, consegue trazer uma boa reflexão teórica, estabelecendo relações entre os detalhes apresentados no filme e aquilo que os autores escrevem.
A frase “Pensando bem, na escola de Ernesto não dá vontade, mesmo, de aprender coisas novas.”, me parece perfeita para descrever o filme. Mostra, dessa forma, a tua visão crítica sobre esse sistema de ensino mostrado, que, infelizmente, continua muito presente nas nossas salas de aula. Concordo, contigo. Realmente, tem que ter muita vontade para estudar numa escola assim.
Um abraço.
Professora: Tania Marques - 04/09/2010
UFRGS - REGESD
ENSINE MENOS E APRENDA MAIS- GESTÃO DA TERRA
Caro Prof Vilson
Para que não se sintas solitário neste conflito educacional ao sobreviver entre os diferentes ambientes digitais que nos deparemos no dia-a-dia em contraste com a ETA e seu ambiente arcaico, encontrei um texto na net bem apropriado. Seria inclusive oportuno uma reflexão coletiva entre os educadores desta escola, de preferencia no Centro do Professores.
"Acabou a fase, da aula cronometrada em espaços concretos. O espaço escolar espalha-se pelo blog do professor, Facebook, Orkut, Twitter, redes sociais dos protagonistas da educação"
Desta forma, é louvável a sua disposição em compartilhar o conhecimento em seu blog, achei bem inovador, apesar de que a garotada da ETA, ai no Passo do Vigário, ainda viva em condições tecnológicas precárias.
E não se iluda com a ETA, embora faça 100 anos!!!, não é tão velha assim, pois ainda está em plena "idade média".
Parabéns pelo trabalho.
Boa Leitura
Zé Afonso
Mossoró/RN
Email: stagaucho@gmail.com
ENSINE MENOS E APRENDA MAIS
Em tempos em que a fonte do conhecimento passou a ser a internet e não mais o professor, Gil Giardeli traz uma reflexão sobre as mídias sociais e o futuro da educação no País. Veja mais!
O pensador Mark Prensky disse: “A fonte do conhecimento não é mais o professor, mas a internet. A educação mais útil para o futuro não está acontecendo na escola. Está acontecendo depois da escola, especialmente em clubes de robótica e na internet como um todo – está acontecendo nos games.”
Dito isso, vivemos o fim de salas de aulas com espaços geográficos definidos e aulas cronometradas? Como a escola supera o tempo e o espaço, em um mundo imediatista? Como prepararemos as pessoas, para um mundo onde as profissões mudam radicalmente a cada cinco anos? O formato atual da escola ajuda a escolher o futuro de promissores alunos?
Não é a hora de cidadãos globais e conectados encontrarem a educação progressista? “As escolas deveriam ser lugares para se aprender, e não para se ensinar. Em vez de isolar os estudantes, as escolas deveriam encorajá-los a colaborar”, escreveu Don Tapscott no livro “A hora da geração digital”
O educador Jeffery Bannister alfinetou sobre os modelos de educação seculares: “Professores que leem anotações manuscritas e escrevem em quadros negros, assim como alunos que anotam o que eles dizem. Esse é um modelo pré-Gutenberg.”
Eric Mazur da Universidade de Harvard afirma: “Educação é muito mais do que mera transferência de informação. A informação precisa ser assimilada. Os alunos têm de conectar a informação ao que já sabem, desenvolver modelos mentais, aprender a aplicar o novo conhecimento e adaptá-lo a situações novas e desconhecidas.”
Recentemente fui convidado para palestrar para 300 educadores do Grupo “Salesianas” um grupo que reúne dezenas de escolas no Brasil. Administrado por irmãs católicas, que acreditam na educação como grande motor para o futuro.
A educadora Irmã Raquel, abriu o evento e fez um rico paralelo com o livro “Modernidade Liquida” de Zygmunt Bauman, proclamando ”Vivemos um tempo que exige repensarmos velhos conceitos. Dar novas formas ou enterrá-los.” Irmã Raquel, convocou suas amáveis educadoras para dar autonomia, ou seja, independência moral e intelectual para os alunos. Para ensinar que alunos devem desde cedo entender o ato de governar a si mesmo, por meio da autonomia do pensar.
“Professores devem ajudar o outro (aluno) a ser autônomo e Genial. O professor deve ensinar o que significa coletivo e comunidade – em um mundo onde a individualização reina. Ensinar que a tolerância é tolerar o intolerável – em um mundo onde pessoas morrem pela sua opção sexual, religiosa ou politica. (Irã, Afeganistão e Cuba). Ensinar valores inegociáveis neste mundo, como ética, amor ao próximo, gosto pelo inovar e o pioneirismo.” Esta foi a fala da educadora.
Após ricas discussões, sai de lá com vários questionamentos. Acabou a fase, da aula cronometrada em espaços concretos. O espaço escolar espalha-se pelo blog do professor, Facebook, Orkut, Twitter, redes sociais dos protagonistas da educação?
Educador e alunos definindo o que é periférico e importante?
E para colocar mais pimenta nesta encruzilhada, não contávamos com as rápidas vias digitais. “No século 21, redes de banda larga serão tão cruciais para a prosperidade econômica e social quanto as redes de transporte, água e eletricidade” disse Hamadoun Touré, secretário-geral da União Internacional de Telecomunicações (ITU).
“Conectar regiões rurais remotas à internet e à telefonia móvel, ajudando a libertar os camponeses que vivem da agricultura de subsistência, anteriormente presos ao conhecimento local e aos mercados locais. São novos estudantes, com ensinamentos seculares e locais! Fica claro, que a escola precisa de uma reforma. Ser interativa! Coletiva! Em rede! “Banda largueada”. Como será ensinar para alunos conectados na rede com bandas gigantescas, trocando arquivos, experiências e percepções?
Uma era, onde a simples troca de informação é um motor de grandes mudanças Vivemos o choque entre a era do “seu diploma tem prazo de curta validade” com a pedagogia da era industrial? Do aprendizado em massa à interatividade? Do aprendizado individual ao colaborativo? Da padronização à personalização?
Somente juntos conseguiremos avançar as fronteiras do conhecimento individual para a mentalidade coletiva, saltar para o software da sabedoria das multidões. Vivemos um sopro renovador. São tempos de transição, vamos aprender o “pacifismo, a bondade, o perdão, o amor, a filantropia, a honestidade e a ternura”. No século XXI na era digital precisamos de humanos magnânimos, progressistas, talentosos, sensatos e probos.* Vivemos uma nova música global e como disse Nietzsche “aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a musica.“ Não use velhos mapas para descobrir novas terras! Boa viagem!
Gil Giardelli (Ceo da Gaia Creative, onde implementa ações de redes sociais e web colaborativa para empresas como BMW, Hospital Einstein, Mini Cooper, Grupo Cruzeiro do Sul entre outras. Professor de MBA e Pós graduação da ESPM – São Paulo e Brasília)
*Inspirado no artigo “A libertação no mundo por meio da banda larga” e nos livros “A hora da geração digital” e “Gestação da Terra”.
Para que não se sintas solitário neste conflito educacional ao sobreviver entre os diferentes ambientes digitais que nos deparemos no dia-a-dia em contraste com a ETA e seu ambiente arcaico, encontrei um texto na net bem apropriado. Seria inclusive oportuno uma reflexão coletiva entre os educadores desta escola, de preferencia no Centro do Professores.
"Acabou a fase, da aula cronometrada em espaços concretos. O espaço escolar espalha-se pelo blog do professor, Facebook, Orkut, Twitter, redes sociais dos protagonistas da educação"
Desta forma, é louvável a sua disposição em compartilhar o conhecimento em seu blog, achei bem inovador, apesar de que a garotada da ETA, ai no Passo do Vigário, ainda viva em condições tecnológicas precárias.
E não se iluda com a ETA, embora faça 100 anos!!!, não é tão velha assim, pois ainda está em plena "idade média".
Parabéns pelo trabalho.
Boa Leitura
Zé Afonso
Mossoró/RN
Email: stagaucho@gmail.com
ENSINE MENOS E APRENDA MAIS
Em tempos em que a fonte do conhecimento passou a ser a internet e não mais o professor, Gil Giardeli traz uma reflexão sobre as mídias sociais e o futuro da educação no País. Veja mais!
O pensador Mark Prensky disse: “A fonte do conhecimento não é mais o professor, mas a internet. A educação mais útil para o futuro não está acontecendo na escola. Está acontecendo depois da escola, especialmente em clubes de robótica e na internet como um todo – está acontecendo nos games.”
Dito isso, vivemos o fim de salas de aulas com espaços geográficos definidos e aulas cronometradas? Como a escola supera o tempo e o espaço, em um mundo imediatista? Como prepararemos as pessoas, para um mundo onde as profissões mudam radicalmente a cada cinco anos? O formato atual da escola ajuda a escolher o futuro de promissores alunos?
Não é a hora de cidadãos globais e conectados encontrarem a educação progressista? “As escolas deveriam ser lugares para se aprender, e não para se ensinar. Em vez de isolar os estudantes, as escolas deveriam encorajá-los a colaborar”, escreveu Don Tapscott no livro “A hora da geração digital”
O educador Jeffery Bannister alfinetou sobre os modelos de educação seculares: “Professores que leem anotações manuscritas e escrevem em quadros negros, assim como alunos que anotam o que eles dizem. Esse é um modelo pré-Gutenberg.”
Eric Mazur da Universidade de Harvard afirma: “Educação é muito mais do que mera transferência de informação. A informação precisa ser assimilada. Os alunos têm de conectar a informação ao que já sabem, desenvolver modelos mentais, aprender a aplicar o novo conhecimento e adaptá-lo a situações novas e desconhecidas.”
Recentemente fui convidado para palestrar para 300 educadores do Grupo “Salesianas” um grupo que reúne dezenas de escolas no Brasil. Administrado por irmãs católicas, que acreditam na educação como grande motor para o futuro.
A educadora Irmã Raquel, abriu o evento e fez um rico paralelo com o livro “Modernidade Liquida” de Zygmunt Bauman, proclamando ”Vivemos um tempo que exige repensarmos velhos conceitos. Dar novas formas ou enterrá-los.” Irmã Raquel, convocou suas amáveis educadoras para dar autonomia, ou seja, independência moral e intelectual para os alunos. Para ensinar que alunos devem desde cedo entender o ato de governar a si mesmo, por meio da autonomia do pensar.
“Professores devem ajudar o outro (aluno) a ser autônomo e Genial. O professor deve ensinar o que significa coletivo e comunidade – em um mundo onde a individualização reina. Ensinar que a tolerância é tolerar o intolerável – em um mundo onde pessoas morrem pela sua opção sexual, religiosa ou politica. (Irã, Afeganistão e Cuba). Ensinar valores inegociáveis neste mundo, como ética, amor ao próximo, gosto pelo inovar e o pioneirismo.” Esta foi a fala da educadora.
Após ricas discussões, sai de lá com vários questionamentos. Acabou a fase, da aula cronometrada em espaços concretos. O espaço escolar espalha-se pelo blog do professor, Facebook, Orkut, Twitter, redes sociais dos protagonistas da educação?
Educador e alunos definindo o que é periférico e importante?
E para colocar mais pimenta nesta encruzilhada, não contávamos com as rápidas vias digitais. “No século 21, redes de banda larga serão tão cruciais para a prosperidade econômica e social quanto as redes de transporte, água e eletricidade” disse Hamadoun Touré, secretário-geral da União Internacional de Telecomunicações (ITU).
“Conectar regiões rurais remotas à internet e à telefonia móvel, ajudando a libertar os camponeses que vivem da agricultura de subsistência, anteriormente presos ao conhecimento local e aos mercados locais. São novos estudantes, com ensinamentos seculares e locais! Fica claro, que a escola precisa de uma reforma. Ser interativa! Coletiva! Em rede! “Banda largueada”. Como será ensinar para alunos conectados na rede com bandas gigantescas, trocando arquivos, experiências e percepções?
Uma era, onde a simples troca de informação é um motor de grandes mudanças Vivemos o choque entre a era do “seu diploma tem prazo de curta validade” com a pedagogia da era industrial? Do aprendizado em massa à interatividade? Do aprendizado individual ao colaborativo? Da padronização à personalização?
Somente juntos conseguiremos avançar as fronteiras do conhecimento individual para a mentalidade coletiva, saltar para o software da sabedoria das multidões. Vivemos um sopro renovador. São tempos de transição, vamos aprender o “pacifismo, a bondade, o perdão, o amor, a filantropia, a honestidade e a ternura”. No século XXI na era digital precisamos de humanos magnânimos, progressistas, talentosos, sensatos e probos.* Vivemos uma nova música global e como disse Nietzsche “aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a musica.“ Não use velhos mapas para descobrir novas terras! Boa viagem!
Gil Giardelli (Ceo da Gaia Creative, onde implementa ações de redes sociais e web colaborativa para empresas como BMW, Hospital Einstein, Mini Cooper, Grupo Cruzeiro do Sul entre outras. Professor de MBA e Pós graduação da ESPM – São Paulo e Brasília)
*Inspirado no artigo “A libertação no mundo por meio da banda larga” e nos livros “A hora da geração digital” e “Gestação da Terra”.
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MORFOLOGIA E ANATOMIA VEGETAL - REGESD -UFRGS
REGESD - UFRGS
DISCIPLINA DE ANATOMIA E MORFOLOGIA VEGETAL
DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA - BIOCIÊNCIAS
Professor Dr. Rinaldo Pires dos Santos (professor pesquisador)
Professora Dr. Alexandra Antunes Mastroberti (professora formadora)
ALUNO: Vilson Antonio Arruda
Marque a alternativa correta
Exercícios da aula 4
Mostrar uma a uma.
1. A lamela média está presente entre ______________, cuja função principal é _______________.
A. os espaços intercelulares – o crescimento celular
B. as paredes primárias de duas células – o crescimento celular
C. as paredes primárias de duas células – deter a entrada de patógenos.
D. as paredes secundárias de duas células– a adesão celular
E. as paredes primárias de duas células – a adesão celular
CORRETA LETRA "E"
2. Durante a formação da parede secundária, há algumas pequenas regiões onde nenhum material de parede celular secundária é depositado, originando o que denominamos:
A. os campos primários de pontoação
B. os espaços intercelulares
C. a pontoação
D. as placas de perfuração
E. os plasmodesmos
CORRETA "C"
3. Normalmente, células que depositam parede secundária morrem na maturidade. Esta é depositada:
A. entre a parede primária de duas células, junto à lamela média.
B. externamente à parede primária após a cessar o crescimento celular.
C. externamente à parede primária durante o crescimento celular.
D. internamente à parede primária após cessar o crescimento celular.
E. internamente à parede primária durante o crescimento celular.
CORRETA "D"
4. A parede primária das plantas, basicamente, é constituída de:
A. celulose, pectinas, hemiceluloses
B. celulose, pectinas, ligninas
C. A e C estão corretas
D. quitina, celulose, pectinas
E. esporopolenina e celulose
CORRETA "A"
5. Os "canalículos" que permitem a intercomunicação celular e que atravessam as paredes primárias e a lamela média de células adjacentes são denominados de:
A. plasmodesmos, os quais formam grupos denominandos campos primários de pontoação
B. pontoações
C. pontoação simples
D. plasmodesmos, os quais formam grupos denominados pontoações.
E. pontoação areolada
CORRETA "A"
6. Os plastídios que armazenam amido são os:
A. cloroplastos e proteinoplastos
B. protoplastos
C. cloroplastos e amiloplastos
D. cromoplastos e cloroplastos
E. amiloplastos e proteinoplastos
CORRETA "C"
7. Assinale uma das funções relacionadas ao vacúolo:
A. armazenamento de substâncias ergásticas e controle osmótico.
B. fotossíntese
C. síntese da celulose
D. nenhuma alternativa correta
E. armazenamento de amido
CORRETO "A"
8. A lignina é um componente importante nas paredes secundárias porque:
A. nenhuma alternativa está correta.
B. promove elasticidade da célula.
C. todas estão corretas
D. é uma molécula que dá rigidez à parede celular, presente em algumas células que constituem os tecidos de sustentação e condução.
E. é uma molécula que dá rigidez à parede celular, presente em todas as células vegetais.
CORRETO "D"
9. As ______ são agregados de cristais prismáticos constituídos de oxalato de cálcio. Por outro lado ____________ são cristais de carbonato de cálcio.
A. drusas – as ráfides
B. ráfides – as drusas
C. drusas – os corpos silicosos
D. drusas – os cistólitos
E. ráfides – os cistólitos
CORRETO "D"
10. O compartimento celular que sintetiza e acumula inclusões na forma de cristais de oxalato de cálcio é:
A. o núcleo celular
B. a parede celular
C. o vacúolo
D. o cloroplasto
E. o citoplasma
CORRETO "C"
DISCIPLINA DE ANATOMIA E MORFOLOGIA VEGETAL
DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA - BIOCIÊNCIAS
Professor Dr. Rinaldo Pires dos Santos (professor pesquisador)
Professora Dr. Alexandra Antunes Mastroberti (professora formadora)
ALUNO: Vilson Antonio Arruda
Marque a alternativa correta
Exercícios da aula 4
Mostrar uma a uma.
1. A lamela média está presente entre ______________, cuja função principal é _______________.
A. os espaços intercelulares – o crescimento celular
B. as paredes primárias de duas células – o crescimento celular
C. as paredes primárias de duas células – deter a entrada de patógenos.
D. as paredes secundárias de duas células– a adesão celular
E. as paredes primárias de duas células – a adesão celular
CORRETA LETRA "E"
2. Durante a formação da parede secundária, há algumas pequenas regiões onde nenhum material de parede celular secundária é depositado, originando o que denominamos:
A. os campos primários de pontoação
B. os espaços intercelulares
C. a pontoação
D. as placas de perfuração
E. os plasmodesmos
CORRETA "C"
3. Normalmente, células que depositam parede secundária morrem na maturidade. Esta é depositada:
A. entre a parede primária de duas células, junto à lamela média.
B. externamente à parede primária após a cessar o crescimento celular.
C. externamente à parede primária durante o crescimento celular.
D. internamente à parede primária após cessar o crescimento celular.
E. internamente à parede primária durante o crescimento celular.
CORRETA "D"
4. A parede primária das plantas, basicamente, é constituída de:
A. celulose, pectinas, hemiceluloses
B. celulose, pectinas, ligninas
C. A e C estão corretas
D. quitina, celulose, pectinas
E. esporopolenina e celulose
CORRETA "A"
5. Os "canalículos" que permitem a intercomunicação celular e que atravessam as paredes primárias e a lamela média de células adjacentes são denominados de:
A. plasmodesmos, os quais formam grupos denominandos campos primários de pontoação
B. pontoações
C. pontoação simples
D. plasmodesmos, os quais formam grupos denominados pontoações.
E. pontoação areolada
CORRETA "A"
6. Os plastídios que armazenam amido são os:
A. cloroplastos e proteinoplastos
B. protoplastos
C. cloroplastos e amiloplastos
D. cromoplastos e cloroplastos
E. amiloplastos e proteinoplastos
CORRETA "C"
7. Assinale uma das funções relacionadas ao vacúolo:
A. armazenamento de substâncias ergásticas e controle osmótico.
B. fotossíntese
C. síntese da celulose
D. nenhuma alternativa correta
E. armazenamento de amido
CORRETO "A"
8. A lignina é um componente importante nas paredes secundárias porque:
A. nenhuma alternativa está correta.
B. promove elasticidade da célula.
C. todas estão corretas
D. é uma molécula que dá rigidez à parede celular, presente em algumas células que constituem os tecidos de sustentação e condução.
E. é uma molécula que dá rigidez à parede celular, presente em todas as células vegetais.
CORRETO "D"
9. As ______ são agregados de cristais prismáticos constituídos de oxalato de cálcio. Por outro lado ____________ são cristais de carbonato de cálcio.
A. drusas – as ráfides
B. ráfides – as drusas
C. drusas – os corpos silicosos
D. drusas – os cistólitos
E. ráfides – os cistólitos
CORRETO "D"
10. O compartimento celular que sintetiza e acumula inclusões na forma de cristais de oxalato de cálcio é:
A. o núcleo celular
B. a parede celular
C. o vacúolo
D. o cloroplasto
E. o citoplasma
CORRETO "C"
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