Pólos_ G23_ UFRGS _ Imbé / G24_ UFRGS_ Rio Grande
GESTÃO DEMOCRÁTICA DA EDUCAÇÃO BÁSICA BRASILEIRA
I – Componentes do grupo: Carina Souza Teixeira, Gilmara Maria Ferreira Lima, Lucila Sehn.
II – Objetivos:
Reconhecer a importância da gestão democrática dentro do sistema educacional; Estabelecer comparações entre a democracia e o autoritarismo educacional; Analisar a participação dos docentes e da comunidade no conselho educacional; Resgatar a idéia da democratização e descentralização do poder no âmbito escolar;
III- Gestão Democrática do ensino:
A política de gestão democrática do ensino ganhou destaque em termos de legislação a partir da Constituição Federal de 1988, que a incorpora como um princípio do ensino público na forma da lei. Porém, muito antes disso, já era estudada e reivindicada por alguns segmentos da sociedade.
As explicações para a incorporação desses princípios à Lei encontram-se no fato de que, no final da década de 1980, o Brasil saía de um período de governos ditatoriais com a expectativa de viver relações mais democráticas.
A proposta da gestão democrática ganhou corpo no contexto de transição democrática e na contestação das práticas de gestão escolar dominantes sob o regime militar e na luta pela construção de uma nova escola, isto é, uma escola aberta à participação popular e comprometida com seus interesses históricos com vistas a mudanças sociais duradouras e significativas para este segmento.
A LDB 9394/96 no seu Artigo 3º e 14º normatiza e oficializa a prática de uma gestão democrática no ensino público:
Art. 3º O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
VIII – Gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da Legislação dos sistemas de ensino; Art. 14 – Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios:
I. Participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola;
II. Participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes.
A Lei 10.172/200 cria o Plano Nacional de Educação (PNE) e no artigo 4º, estabelece metas para a gestão democrática da gestão do ensino público, entre as, “A democratização da gestão do ensino público, nos estabelecimentos oficiais, obedecendo aos princípios da participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola e a participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes”
IV- Educação Básica:
Segundo o Documento de Referência da Conferência Mundial de Jomtien, setembro 1991, New Delli – Índia dá a seguinte definição: “A educação básica refere-se à educação que objetiva satisfazer as necessidades básicas de aprendizagem; inclui a instrução primária ou fundamental, em que a aprendizagem subsequente deve ser baseada; compreende a educação infantil e primária, bem como a alfabetização, cultura geral e habilidades essenciais na capacitação de jovens e adultos; em alguns lugares inclui o ensino médio; A fonte também sita como necessidades básicas de aprendizagem “o conhecimento, habilidades, atitudes e valores necessários para as pessoas sobreviverem, desenvolverem a qualidade de suas vidas e continuarem aprendendo”.
V- Gestão escolar e seus desafios:
Acredita-se que administrar democraticamente um espaço escolar é uma atividade que exige um compromisso com o fazer educação com muito comprometimento. Isto porque a dimensão política da gestão em conduzir o projeto pedagógico, elaborado e executado por todos os envolvidos na comunidade escolar, exige, tanto do gestor escolar como dos demais, que deverão, no mínimo, conhecer as atribuições dos cargos ou funções que são desempenhadas na escola para que o gestor possa acompanhar as equipes de trabalho que coordena.
Este desenvolvimento precisa fundamentar-se em princípios que garantam a participação de todos os envolvidos, como os órgãos colegiados ou conselhos escolares, associações de apoio como os pais e mestres e grêmios estudantis, para que o processo se concretize e possibilite a expressão de idéias, suas discussões e decisões coletivas, compartilhando assim a prática da gestão democrática experimentada por todos os atores da escola.
É uma prática que deve ser conquistada pelos segmentos da escola, através da cultura da participação, do trabalho coletivo, da ação colegiada, tendo como visão o bem comum. Fazendo-se necessário que professores, alunos, pais e funcionários compreendam a importância da participação de cada um, rompendo o modelo tradicional de administração e participação escolar, sobretudo, com o modelo de educação escolar.
VI – Conclusão:
Quando a escola constrói a sua própria autonomia, abre o poder de decisão, para além de seus muros. Então, o poder, torna-se mais amplo e complexo, pois, atinge múltiplos aspectos sociais em diversos grupos de interesse.
Tratar sobre gestão democrática escolar é muito importante, porque, por meio disso, percebe-se a escola de forma global e independente, onde acontece a atuação de muitos e de todos.
É uma conquista contínua e diária, mas positiva para todos os segmentos. Ainda temos um caminho muito longo a seguir, visto que, o modelo de gestão ideal até existe, mas só na teoria. Não cabe a nós educadores desistir.
VII – Referências:
BRASIL. Constituição Federal de 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constitui%C3%A7ao.htm
BRASIL. Lei 10172. Aprova o Plano Nacional de Educação e dá outras providências. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS_2001/L10172.htm
BRASIL. Lei 9394/96. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. LDB. Disponível em: http://www.planalto.gov..br/ccivil_03/LEIS/L9394.htm
FRANCO, Alexandre de Paula, Conselhos Escolares caminho para a democratização da educação. Revista Gestão em Rede, n. 73, p. 12 a 15, outubro de 2006.
GADOTTI, Moacir, Significado e desafio da educação básica. International Workshop – World University Service (WUS). 9., 1991, New Delli – India.
PARENTE, Francisca F. Tomaz, Uma atitude que requer ética e competência. Revista Gestão em Rede, n. 90, p. 8 a 10, novembro de 2008.
PEREIRA, Fabíola Andrade; OLIVEIRA, Denise Lima de. Gestão Democrática: um princípio possível. Revista Gestão em Rede, n.71, p. 5, agosto 2006.
sábado, 17 de abril de 2010
FUNÇÃO DA SUPERVISÃO ESCOLAR E DO ORIENTADOR EDUCACIONAL
Pólo_G22_UCS
Adailza de Lourdes Pedroso Cainelli, Izabel Mussatto Rizzon, Mara Regina Costa de Souza, Rosanete Maria Schuh Bleil, Betina Xavier Pannebecker
A FUNÇÃO DA SUPERVISÃO ESCOLAR E DO ORIENTADOR EDUCACIONAL
Introdução
A integração nas ações dos especialistas em educação é importante para a inserção de propostas construtivas que permite à ação pedagógica o atingimento dos objetivos propostos. Através do acompanhamento da prática docente e prática discente ambos os profissionais poderão dentro das suas atribuições agregarem valores quanto ao papel de supervisor escolar e orientador educacional na escola. Neste sentido, o supervisor escolar é também responsável pela leitura de sociedade e de mundo procurando ir além dos aspectos individuais que permeiam a sala de aula e todos os seus elementos conflituosos e o orientador educacional pela postura metodológica do professor.
Objetivos- Entender como alguns autores descrevem a função da Supervisão Escolar e do Orientador Educacional.- Verificar a realidade vivenciada por profissionais que atuam nessas áreas.- Identificar as atribuições que cabem aos profissionais da Supervisão escolar e Orientação Educacional.
Metodologia
A presente pesquisa teve como foco a Supervisão Escolar e a Orientação Educacional, contando com a pesquisa bibliográfica, onde buscou-se suporte teórico para concretizar o trabalho, e através da pesquisa de campo, onde buscou-se informações com orientadores educacionais e professores sobre o tema aqui estudado, tendo como instrumentos a leitura em diversas fontes, análise de documentos escolares relacionados à pesquisa e observação do cotidiano da escola e também a aplicação de entrevistas com os profissionais da escola.
Breve histórico da Supervisão escolarEm seu início a supervisão escolar foi praticada no Brasil em condições que produziam o ofuscamento e não a elaboração da vontade do supervisor. O objetivo pretendido com a supervisão que se introduzia, era o de uma educação controlada, para uma sociedade controlada, um supervisor controlador e também controlado. O supervisor / educador foi percebendo, enfim, que sua tarefa não era transmitir uma mensagem pronta e acabada, mas reunir os educadores para que eles pudessem elaborar sua própria mensagem e com ela tentar mudar para melhor a vida de todas as pessoas a quem a mensagem pudesse ser apresentada. O supervisor hoje deve trabalhar de forma coletiva, com todos da unidade escolar (professores, direção etc.), para que se possa fazer uma análise consciente sobre o cotidiano escolar e do cotidiano da sociedade, atendendo as necessidades e aspirações da comunidade escolar, para uma melhor qualidade de ensino.
Exemplos de atribuições da supervisão escolar•Traçar as diretrizes e metas prioritárias e serem ativadas no Processo de Ensino, considerando a realidade educacional de sistema, face aos recursos disponíveis e de acordo com as metas que direcionam a ação educacional;• Participar do planejamento global da escola, identificando e aplicando os princípios de supervisão na Unidade Escolar, tendo em vista garantir o direcionamento do Sistema Escolar;• Coordenar o planejamento de ensino, buscando formas de assegurar a participação atuante e coesiva da ação docente na consecução dos objetivos propostos pela Escola;• Planejar as atividades do serviço de Coordenação Pedagógica, em função das necessidades a suprir e das possibilidades a explorar, tanto dos docentes e alunos, como da comunidade;• Propor sistemáticas do fazer pedagógico condizente com as condições do ambiente e em consonância com as diretrizes curriculares;• Coordenar e dinamizar mecanismos que visam instrumentalização aos professores quanto ao seu fazer docente”.A partir da promulgação da atual LDB, o Supervisor Escolar recebeu o grande compromisso de coordenar a elaboração e acompanhar a execução da proposta pedagógica, com a participação da comunidade escolar. É imprescindível que as atribuições do supervisor sejam planejadas em parceria com o Orientador Educacional, principalmente no aspecto de articulação com a comunidade escolar.
O Orientador Educacional
A profissão do Orientador Educacional foi criada através da Lei n° 5.564 de 21 de dezembro de 1968 e regulamentada pelo decreto n° 72.846/73. O profissional atua principalmente na área educacional, onde auxilia o aluno nos aspectos sociais, individuais e profissionais, devendo verificar suas aptidões, habilidades, qualidades e identificar suas deficiências. A função do Orientador Educacional é prestar assistência ao aluno durante o processo de aprendizado na escola que freqüenta visando ao seu encaminhamento vocacional. Subordinado à direção e à supervisão pedagógica da escola, o orientador emprega métodos pedagógicos e de psicologia no seu dia a dia e deve ter formação superior em Pedagogia. Na instituição escolar, o Orientador Educacional é um dos profissionais da equipe de gestão.
São funções do Orientador Educacional
* Auxiliar o educando quanto a seu auto-conhecimento, a sua vida intelectual e emocional, em parceria com os professores, para compreender o seu comportamento e agir de maneira adequada em relação a eles;* Procurar trazer a família para cooperar de maneira mais eficiente e positiva na vida do educando, estabelecendo assim uma parceria, principalmente quando há a desconfiança de que as dificuldades estejam em casa;* Trabalhar para estabelecer na escola um ambiente de alegria e confiança;* Realizar trabalho de aproximação da escola com a comunidade;* Realizar observações e entrevistas pessoais com os alunos e seus familiares; * Participar do processo de avaliação escolar e recuperação dos alunos;* Intermediar os conflitos escolares e ajudar os professores a lidar com alunos com dificuldade de aprendizagem;* É também seu papel manter reuniões semanais com as classes para mapear problemas, dar suporte a crianças com questões de relacionamento;* Participar no processo de elaboração do currículo pleno da escola;
Conclusão Acredita-se que o Supervisor Escolar tem a possibilidade de transformar a escola no exercício de uma função realmente comprometida com uma proposta política e não com o cumprimento de um papel alienado assumido. Assim, uma das funções específicas do Supervisor Escolar é a socialização do saber docente, na medida em que à ela cabe estimular a troca de experiências entre os professores, a discussão e a sistematização de práticas pedagógicas. Assim como a orientação educacional é relevante para o sucesso do processo de ensino-aprendizagem escolar, pois auxilia tanto professores como alunos e a família a ter prazer em participar do cotidiano da escola, e o prazer é o estímulo da vida.
Fontes consultadas:http://www.planetaeducacao.com.br http://www.revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/orientador-educacional http://pt.oboulo.com/areas-de-atuacao-do-orientador-educacional-diante-das-perspectivas-atuais-60386.htmlwww.webartigos.com/.../1/...Educacional... BRANDÃO, C. R. O que é educação. Disponível in: www.brasil.gov.br, 1999. BRASIL, Ministério da Educação e Cultura. Parâmetros Curriculares Nacionais. Ensino Fundamental / Ministério da EducaçãoCALDIERARO, Ires Parisoto. Escola de Educação Básica. Institutos Legais Organização e Funcionamento. Porto Alegre: Ed. da autora 2006GRISPUN, Mirian P. S. Z. Orientação Educacional: Conflitos de paradigmas e alternativas para a escola. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 2006.
Adailza de Lourdes Pedroso Cainelli, Izabel Mussatto Rizzon, Mara Regina Costa de Souza, Rosanete Maria Schuh Bleil, Betina Xavier Pannebecker
A FUNÇÃO DA SUPERVISÃO ESCOLAR E DO ORIENTADOR EDUCACIONAL
Introdução
A integração nas ações dos especialistas em educação é importante para a inserção de propostas construtivas que permite à ação pedagógica o atingimento dos objetivos propostos. Através do acompanhamento da prática docente e prática discente ambos os profissionais poderão dentro das suas atribuições agregarem valores quanto ao papel de supervisor escolar e orientador educacional na escola. Neste sentido, o supervisor escolar é também responsável pela leitura de sociedade e de mundo procurando ir além dos aspectos individuais que permeiam a sala de aula e todos os seus elementos conflituosos e o orientador educacional pela postura metodológica do professor.
Objetivos- Entender como alguns autores descrevem a função da Supervisão Escolar e do Orientador Educacional.- Verificar a realidade vivenciada por profissionais que atuam nessas áreas.- Identificar as atribuições que cabem aos profissionais da Supervisão escolar e Orientação Educacional.
Metodologia
A presente pesquisa teve como foco a Supervisão Escolar e a Orientação Educacional, contando com a pesquisa bibliográfica, onde buscou-se suporte teórico para concretizar o trabalho, e através da pesquisa de campo, onde buscou-se informações com orientadores educacionais e professores sobre o tema aqui estudado, tendo como instrumentos a leitura em diversas fontes, análise de documentos escolares relacionados à pesquisa e observação do cotidiano da escola e também a aplicação de entrevistas com os profissionais da escola.
Breve histórico da Supervisão escolarEm seu início a supervisão escolar foi praticada no Brasil em condições que produziam o ofuscamento e não a elaboração da vontade do supervisor. O objetivo pretendido com a supervisão que se introduzia, era o de uma educação controlada, para uma sociedade controlada, um supervisor controlador e também controlado. O supervisor / educador foi percebendo, enfim, que sua tarefa não era transmitir uma mensagem pronta e acabada, mas reunir os educadores para que eles pudessem elaborar sua própria mensagem e com ela tentar mudar para melhor a vida de todas as pessoas a quem a mensagem pudesse ser apresentada. O supervisor hoje deve trabalhar de forma coletiva, com todos da unidade escolar (professores, direção etc.), para que se possa fazer uma análise consciente sobre o cotidiano escolar e do cotidiano da sociedade, atendendo as necessidades e aspirações da comunidade escolar, para uma melhor qualidade de ensino.
Exemplos de atribuições da supervisão escolar•Traçar as diretrizes e metas prioritárias e serem ativadas no Processo de Ensino, considerando a realidade educacional de sistema, face aos recursos disponíveis e de acordo com as metas que direcionam a ação educacional;• Participar do planejamento global da escola, identificando e aplicando os princípios de supervisão na Unidade Escolar, tendo em vista garantir o direcionamento do Sistema Escolar;• Coordenar o planejamento de ensino, buscando formas de assegurar a participação atuante e coesiva da ação docente na consecução dos objetivos propostos pela Escola;• Planejar as atividades do serviço de Coordenação Pedagógica, em função das necessidades a suprir e das possibilidades a explorar, tanto dos docentes e alunos, como da comunidade;• Propor sistemáticas do fazer pedagógico condizente com as condições do ambiente e em consonância com as diretrizes curriculares;• Coordenar e dinamizar mecanismos que visam instrumentalização aos professores quanto ao seu fazer docente”.A partir da promulgação da atual LDB, o Supervisor Escolar recebeu o grande compromisso de coordenar a elaboração e acompanhar a execução da proposta pedagógica, com a participação da comunidade escolar. É imprescindível que as atribuições do supervisor sejam planejadas em parceria com o Orientador Educacional, principalmente no aspecto de articulação com a comunidade escolar.
O Orientador Educacional
A profissão do Orientador Educacional foi criada através da Lei n° 5.564 de 21 de dezembro de 1968 e regulamentada pelo decreto n° 72.846/73. O profissional atua principalmente na área educacional, onde auxilia o aluno nos aspectos sociais, individuais e profissionais, devendo verificar suas aptidões, habilidades, qualidades e identificar suas deficiências. A função do Orientador Educacional é prestar assistência ao aluno durante o processo de aprendizado na escola que freqüenta visando ao seu encaminhamento vocacional. Subordinado à direção e à supervisão pedagógica da escola, o orientador emprega métodos pedagógicos e de psicologia no seu dia a dia e deve ter formação superior em Pedagogia. Na instituição escolar, o Orientador Educacional é um dos profissionais da equipe de gestão.
São funções do Orientador Educacional
* Auxiliar o educando quanto a seu auto-conhecimento, a sua vida intelectual e emocional, em parceria com os professores, para compreender o seu comportamento e agir de maneira adequada em relação a eles;* Procurar trazer a família para cooperar de maneira mais eficiente e positiva na vida do educando, estabelecendo assim uma parceria, principalmente quando há a desconfiança de que as dificuldades estejam em casa;* Trabalhar para estabelecer na escola um ambiente de alegria e confiança;* Realizar trabalho de aproximação da escola com a comunidade;* Realizar observações e entrevistas pessoais com os alunos e seus familiares; * Participar do processo de avaliação escolar e recuperação dos alunos;* Intermediar os conflitos escolares e ajudar os professores a lidar com alunos com dificuldade de aprendizagem;* É também seu papel manter reuniões semanais com as classes para mapear problemas, dar suporte a crianças com questões de relacionamento;* Participar no processo de elaboração do currículo pleno da escola;
Conclusão Acredita-se que o Supervisor Escolar tem a possibilidade de transformar a escola no exercício de uma função realmente comprometida com uma proposta política e não com o cumprimento de um papel alienado assumido. Assim, uma das funções específicas do Supervisor Escolar é a socialização do saber docente, na medida em que à ela cabe estimular a troca de experiências entre os professores, a discussão e a sistematização de práticas pedagógicas. Assim como a orientação educacional é relevante para o sucesso do processo de ensino-aprendizagem escolar, pois auxilia tanto professores como alunos e a família a ter prazer em participar do cotidiano da escola, e o prazer é o estímulo da vida.
Fontes consultadas:http://www.planetaeducacao.com.br http://www.revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/orientador-educacional http://pt.oboulo.com/areas-de-atuacao-do-orientador-educacional-diante-das-perspectivas-atuais-60386.htmlwww.webartigos.com/.../1/...Educacional... BRANDÃO, C. R. O que é educação. Disponível in: www.brasil.gov.br, 1999. BRASIL, Ministério da Educação e Cultura. Parâmetros Curriculares Nacionais. Ensino Fundamental / Ministério da EducaçãoCALDIERARO, Ires Parisoto. Escola de Educação Básica. Institutos Legais Organização e Funcionamento. Porto Alegre: Ed. da autora 2006GRISPUN, Mirian P. S. Z. Orientação Educacional: Conflitos de paradigmas e alternativas para a escola. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 2006.
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FUNÇÕES DO SUPERVISOR E ORIENTADOR EDUCACIONAL
GESTÃO ESCOLAR E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES
Pólo_G22_ UCS
ALUNOS: SILVANA DA ROSA PAZINI, CELINA COBERLLINI, LEONICE TEREZINHA BOM, NILZA TEREZINHA MELO PIRES, FABIANA AVILA RODENBUSCH.
A GESTÃO ESCOLAR E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES
A gestão escolar é constituída por uma dimensão e um enfoque de atuação para promover e organizar a mobilização e a articulação de condições necessárias para que ocorra o avanço dos professores sócios educacionais das instituições de ensino onde a aprendizagem dos alunos é torná-los capaz de enfrentar os desafios da sociedade.
A gestão escolar é uma dimensão importante, pois por meio dela observa-se à escola e seus problemas educacionais.
O processo de gestão escolar deve estar voltado para garantir que os alunos aprendam sobre o seu mundo e sobre si.
Ela não é uma atividade puramente técnica. Ela está ligada aos valores e a função social da educação.
A missão dos diretores de escolas é transformar o corpo de professores em uma força envolvente de criatividade, com capacidade de progredir.
Apoiar o professor, sua atuação e decisões, favorecer o desenvolvimento autônomo e em equipe, esses elementos são decisivos na motivação que a direção de uma escola deve ter presente no exercício de suas funções.
Os educadores e a direção das escolas devem se formar e se envolver no planejamento de programas de formação atingindo três âmbitos fundamentais:
- Acadêmica – formação em novas metodologias;
- Ético e social – na formação de novas estratégias para a transmissão de valores e competências sociais;
- Diretiva – formação no desenvolvimento na capacidade diretiva para que todos os educadores queiram assumir postos de responsabilidade.
A gestão educacional e a formação dos formadores devem ser observadas conforme as reformas educacionais e política publica para a educação no Brasil. De acordo com Ferreira, tratar da administração da educação no âmbito da formação de profissionais para a educação exige analise e reflexão sobre a formação desses profissionais.
Espera-se que a gestão escolar seja capaz de atuar de forma a capacitar, aperfeiçoar e conceder ferramentas ao professor para atuar no contexto da realidade do mundo moderno, bem como das atuais necessidades de nossa geração. È necessário, portanto, que os educadores exerçam funções o múnus docente conforme o planejamento, a missão e a visão da escola como estabelecimento no Projeto Político Pedagógico.
O objetivo de qualquer gestão escolar é que o aluno aprenda. Todo o esforço converge para esse resultado: a aprendizagem do aluno. Mas nem sempre os professores atuam conforme a visão e o planejamento da instituição trazendo, às vezes, conseqüências negativas para a formação e aprendizado do alunado. Em algumas ocasiões o professor nega o processo de planejamento por conta de sua desorganização, noutras vezes, sua desmotivação é fruto da própria gestão escolar.
De acordo com Vasconcelos, muitos elementos contribuem para a desmotivação do professor em relação à elaboração do planejamento educacional. Destaca-se, sobretudo a cobrança a que os professores são submetidos pelos coordenadores, orientadores e supervisores a fim de que entreguem os planos em prazos curtíssimos.
Porém devemos destacar o fato dos professores desconfiarem do planejamento como instrumento controlador e que cerceia a criatividade em sala de aula. Embora muitos educadores percebam a necessidade do planejamento, os docentes percebem que suposto planejamento é mera burocracia.
Para a completa efetivação do planejamento e sua relação com a gestão democrática da escola, Vasconcelos afirma que não há qualquer técnica, processo e instrumento de planejamento que faça milagre, mas o que existe são caminhos mais ou menos adequados.
Todavia, não é apenas necessário como também plausível a valorização coletiva, a participação, o diálogo e a formação da consciência crítica para resgatar o lugar do planejamento na prática educacional.
Afirma o autor que, a consciência, a intencionalidade e a participação são fundamentos marcantes para romper com o planejamento funcional, tecnocrático e normativo. Por conseguinte, é imperativo que o professor exerça a práxis reflexiva a respeito de sua prática, a fim de ser sujeito capaz de mudar a realidade que o cerca. É imprescindível que o professor re-signifique o planejamento como elemento indispensável ao processo ensino-aprendizagem, pois assim resgatará a necessidade e possibilidade do ato de planejar.
Referências:
AUTOR. Título do texto. www.novaescola.org.br - Especial Gestão Escolar- agosto/2008.
BAZARRA, Lourdes; CASANOVA, Olga e UGARTE, Jerônimo García – Ser professor e dirigir professores em tempos de mudanças. São Paulo: Paulinas, 2006.CASASSUS, J. A profissionalização: eficácia política ou eficiência técnica? Brasília; MEC/Secretaria de Educação Fundamental, 1994. (Série Atualidades Pedagógicas 7).
FERREIRA, N.S.C. Gestão democrática da educação: atuais tendências, novos desafios. 4.ed., São Paulo: Cortez, 2003.
TEIXEIRA, Lezilda Maria. Gestão e planejamento nas organizações escolares. www.mundojovem.com.br/fevereiro/2008, p. 15. consultada em13/04/2010.
VASCONCELOS Celso dos Santos. Planejamento do processo ensino-aprendizagem e projeto político pedagógico: elementos metodológicos para a elaboração e realização. 7 ed., São Paulo: Libertad, 2000.
ALUNOS: SILVANA DA ROSA PAZINI, CELINA COBERLLINI, LEONICE TEREZINHA BOM, NILZA TEREZINHA MELO PIRES, FABIANA AVILA RODENBUSCH.
A GESTÃO ESCOLAR E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES
A gestão escolar é constituída por uma dimensão e um enfoque de atuação para promover e organizar a mobilização e a articulação de condições necessárias para que ocorra o avanço dos professores sócios educacionais das instituições de ensino onde a aprendizagem dos alunos é torná-los capaz de enfrentar os desafios da sociedade.
A gestão escolar é uma dimensão importante, pois por meio dela observa-se à escola e seus problemas educacionais.
O processo de gestão escolar deve estar voltado para garantir que os alunos aprendam sobre o seu mundo e sobre si.
Ela não é uma atividade puramente técnica. Ela está ligada aos valores e a função social da educação.
A missão dos diretores de escolas é transformar o corpo de professores em uma força envolvente de criatividade, com capacidade de progredir.
Apoiar o professor, sua atuação e decisões, favorecer o desenvolvimento autônomo e em equipe, esses elementos são decisivos na motivação que a direção de uma escola deve ter presente no exercício de suas funções.
Os educadores e a direção das escolas devem se formar e se envolver no planejamento de programas de formação atingindo três âmbitos fundamentais:
- Acadêmica – formação em novas metodologias;
- Ético e social – na formação de novas estratégias para a transmissão de valores e competências sociais;
- Diretiva – formação no desenvolvimento na capacidade diretiva para que todos os educadores queiram assumir postos de responsabilidade.
A gestão educacional e a formação dos formadores devem ser observadas conforme as reformas educacionais e política publica para a educação no Brasil. De acordo com Ferreira, tratar da administração da educação no âmbito da formação de profissionais para a educação exige analise e reflexão sobre a formação desses profissionais.
Espera-se que a gestão escolar seja capaz de atuar de forma a capacitar, aperfeiçoar e conceder ferramentas ao professor para atuar no contexto da realidade do mundo moderno, bem como das atuais necessidades de nossa geração. È necessário, portanto, que os educadores exerçam funções o múnus docente conforme o planejamento, a missão e a visão da escola como estabelecimento no Projeto Político Pedagógico.
O objetivo de qualquer gestão escolar é que o aluno aprenda. Todo o esforço converge para esse resultado: a aprendizagem do aluno. Mas nem sempre os professores atuam conforme a visão e o planejamento da instituição trazendo, às vezes, conseqüências negativas para a formação e aprendizado do alunado. Em algumas ocasiões o professor nega o processo de planejamento por conta de sua desorganização, noutras vezes, sua desmotivação é fruto da própria gestão escolar.
De acordo com Vasconcelos, muitos elementos contribuem para a desmotivação do professor em relação à elaboração do planejamento educacional. Destaca-se, sobretudo a cobrança a que os professores são submetidos pelos coordenadores, orientadores e supervisores a fim de que entreguem os planos em prazos curtíssimos.
Porém devemos destacar o fato dos professores desconfiarem do planejamento como instrumento controlador e que cerceia a criatividade em sala de aula. Embora muitos educadores percebam a necessidade do planejamento, os docentes percebem que suposto planejamento é mera burocracia.
Para a completa efetivação do planejamento e sua relação com a gestão democrática da escola, Vasconcelos afirma que não há qualquer técnica, processo e instrumento de planejamento que faça milagre, mas o que existe são caminhos mais ou menos adequados.
Todavia, não é apenas necessário como também plausível a valorização coletiva, a participação, o diálogo e a formação da consciência crítica para resgatar o lugar do planejamento na prática educacional.
Afirma o autor que, a consciência, a intencionalidade e a participação são fundamentos marcantes para romper com o planejamento funcional, tecnocrático e normativo. Por conseguinte, é imperativo que o professor exerça a práxis reflexiva a respeito de sua prática, a fim de ser sujeito capaz de mudar a realidade que o cerca. É imprescindível que o professor re-signifique o planejamento como elemento indispensável ao processo ensino-aprendizagem, pois assim resgatará a necessidade e possibilidade do ato de planejar.
Referências:
AUTOR. Título do texto. www.novaescola.org.br - Especial Gestão Escolar- agosto/2008.
BAZARRA, Lourdes; CASANOVA, Olga e UGARTE, Jerônimo García – Ser professor e dirigir professores em tempos de mudanças. São Paulo: Paulinas, 2006.CASASSUS, J. A profissionalização: eficácia política ou eficiência técnica? Brasília; MEC/Secretaria de Educação Fundamental, 1994. (Série Atualidades Pedagógicas 7).
FERREIRA, N.S.C. Gestão democrática da educação: atuais tendências, novos desafios. 4.ed., São Paulo: Cortez, 2003.
TEIXEIRA, Lezilda Maria. Gestão e planejamento nas organizações escolares. www.mundojovem.com.br/fevereiro/2008, p. 15. consultada em13/04/2010.
VASCONCELOS Celso dos Santos. Planejamento do processo ensino-aprendizagem e projeto político pedagógico: elementos metodológicos para a elaboração e realização. 7 ed., São Paulo: Libertad, 2000.
Marcadores:
Gestão Escolar e a Formação de Professores
LIDERANÇA E GESTÃO ESCOLAR
Pólo_G21_ UFRGS_ POA 2
Alunos: Rosimeri Vieira Bujes, Angela Viana da Silva, Denise Teresinha Kulmann.Ivalí Pessutto, Isis Fernanda Pedroso Lorscheiter.
A LIDERANÇA E A GESTÃO ESCOLAR
OBJETIVOS GERAIS
Uma vez que se conhece a realidade que se quer transformar e os desafios ou problemas a serem superados, resta, então, traçar estratégias e metas para a operacionalização do plano de trabalho. De maneira simples, esses elementos podem ser definidos dentro de uma gestão democrática.
JUSTIFICATIVA
Do ponto de vista pragmático, a construção de uma administração escolar, que tenha como fundamento a especificidade do processo pedagógico da escola, significa produzir um conhecimento sobre o trabalho pedagógico escolar e sua organização, voltando a melhorar qualitativa e quantitativamente e a formação dos sujeitos da educação, isto é, que seja um conhecimento iluminador da prática e indicador dos caminhos que a transforma em verdadeira práxis criadora e reflexiva.
INTRODUÇÃO:
Esse Projeto tem a finalidade de aprofundar as questões de conflitos que se instalou no âmbito da administração escolar. É um grande desafio a formulação de propostas e estratégias que garantam que as ações desenvolvidas na escola não violem a natureza do processo pedagógico, fortalecendo as lideranças educacionais, e desenvolvendo competências, que levem o aperfeiçoamento da gestão administrativa, financeira e pedagógica nas escolas públicas e, por consequência, à melhoria da qualidade do processo ensino-aprendizagem e da qualidade de vida nas comunidades sob influência escolar.
Do ponto de vista pragmático, a construção de uma administração escolar, que tenha como fundamento a especificidade do processo pedagógico da escola, significa produzir um conhecimento sobre o trabalho pedagógico escolar e sua organização, voltando a melhorar qualitativa e quantitativamente a formação dos sujeitos da educação, isto é, que seja um conhecimento iluminador da prática e indicador dos caminhos que a transforma em verdadeira práxis criadora e reflexiva, oferecendo para o aumento da produtividade da aprendizagem dos alunos.
PROBLEMÁTICA
A reflexão é um atributo necessário ao profissional da educação, especialmente, quando aceita uma maneira de busca, de pesquisa, de avaliação, de aprimoramento permanente. No entanto, passa a ser agente de transformação; observando ação da realidade em si, transformação individual e social ligadas. A realidade social é ponto de partida e de chegada, o procedimento criativo de ação-reflexão sobre uma determinada aparência, ressaltada ou vivenciada, será ocasionado intencionalmente na transformação da realidade.
Na educação, a gestão pode ser vista como meio de inovação, não se resumindo a uma atividade puramente técnica, o que colocaria em risco a forma e o tratamento dos alunos, como sistemas artificiais e burocráticos. Para pensarmos sobre a atuação do diretor, diante das exigências do mundo contemporâneo, impõe-se uma reflexão sobre o movimento pela qualidade da educação entendendo o movimento da gestão como um conjunto de ações desenvolvidas principalmente no interior da escola, que aponte para as exigências de um “modelo” educacional satisfatório, pelo menos nos termos da lei e das relações entre instituição escolar e sociedade.
A gestão democrática da educação, enquanto fruto de um processo de lutas e disputas por um modelo de gestão para a escola, exige o compartilhamento das decisões sobre os modos de organização escolar, implicando a participação da comunidade escolar e local. Isto significa que a gestão democrática da educação é um processo em construção que envolve toda a organização da educação brasileira. É um processo que pretende estruturar um modelo de educação que permita a emancipação social dos sujeitos tendo como base a democracia participativa. Na organização escolar, que se quer democrática, em que a participação é elemento inerente à consecução dos fins, em que se busca e se deseja participar coletivas e individuais baseia-se em decisões tomadas e assumidas pelo coletivo escolar, exigi-se da equipe diretiva, que é parte desse coletivo, liderança e vontade firme para coordenar, dirigir e comandar o processo decisório como tal e seus desdobramentos da execução. Liderança e firmeza no sentido de caminhar e viabilizar decisões pedagógica, com ética e profissionalização para assegurar e respaldar pedagógica e teoricamente os agentes organizacionais.
Criar uma nova cultura não significa apenas fazer individualmente descobertas “originais”; significa também, e sobre tudo, difundir criticamente verdades já descobertas, “socializá-las” por assim se dizer; transformá-las, portanto, em base de ações vitais, em elemento de coordenação e de ordem intelectual e moral. (Gramsci, 1981)
Gestão e Estratégia
TIPOS DE LIDERANÇA
Liderança Autocrática
É o tipo de liderança ditatorial. O ato de liderar está centralizado exclusivamente na pessoa do líder. O cuidado e as considerações para com os sentimentos das pessoas subalternas não existem. Espera-se a máxima produção de cada indivíduo isoladamente, sem nenhuma atenção para com as vantagens que poderiam resultar de um bem organizado trabalho de grupo.
As técnicas empregadas resumiram-se quase unicamente ao ato de dar ordens, de dizer às pessoas o que devem fazer e ao ato de fiscalização e de controle, como verificação relativamente ao cumprimento de ordens.
Dentro de um ambiente rígido exercido pela liderança autocrática, os colaboradores não têm oportunidades para desenvolverem o espírito de iniciativa. As pessoas assim dirigidas não sentem estímulo para o desenvolvimento de suas próprias qualidades de liderança. O líder oficial dá a tarefa em partes, exigindo o cumprimento de uma parte sem revelar qual o passo seguinte. Explicações sobre porquês e objetivos não são dadas. Na avaliação dos resultados do trabalho o líder é subjetivo. Sua crítica e reconhecimento são pessoais. O ambiente de trabalho é de comando, em que as ordens muitas vezes se contradizem, interrompendo assim a boa caminhada das atividades.
Liderança Democrática
As principais características desse tipo de liderança são representadas pela eqüidade de equilíbrio entre direitos e responsabilidades. O líder democrático procura sempre que possível a participação dos membros do grupo na formulação de programas de ação. Estimula e orienta discussões e decisão dá a toda a participante ampla perspectiva da razão e da continuidade das atividades sugerindo uma melhor execução do trabalho, faz de maneira à sempre permitir alternativas. O participante do grupo conhece o padrão que se estabeleceu para a avaliação do seu produto e compreendem as razões da necessidade de alcançar esse padrão. O líder não procura educar e instruir cada subordinado isoladamente.
Sua ambição é estimular e orientar cada pessoa no sentido de que ela passa realizar-se em sua plena potência e sentir-se membro importante do grupo. Liderança em seu sentido democrático deve ser um elo que faz com que um grupo de trabalho não seja apenas uma coleção de indivíduos. Exercer liderança deve ter como objetivo maior planejar, orientar, coordenar e controlar os esforços de todos a fim de que em conjunto possam alcançar seus objetivos mais eficientes. O líder democrático procura sem cessar estabelecer situações
favoráveis para que cada pessoa possa desenvolver-se ao máximo, e para que possa alcançar sucesso e satisfação no trabalho.
O líder democrático procura a objetividade em sua crítica e na sua maneira de avaliar a produção de todos. Ele se identifica com o grupo, fazendo-se um participante e colaborador.
Liderança Laissez-faire
É o tipo de liderança caracterizada pela atitude passiva do líder. Trata se do chefe amistoso, que nunca expressa uma crítica, que confia as decisões a cada pessoa individualmente, se abstendo de dar sugestões. Willard S. Elsbree e Harold Menally constataram que esse tipo de liderança é normalmente confundido com liderança democrática, e muitos administradores, quando permitem a todos que façam o que querem, acreditam que seja um líder democrático, que, portanto exercem liderança democrática.
A Liderança Laissez-Faire costuma levar o grupo de trabalho ao descontentamento para com a sua própria produção e eficiência. Um grupo de trabalho necessita ver em seu líder a manifestação de firmeza e de clareza de propósitos. Atitudes de incerteza e de confusão por parte do líder geram o descontentamento entre o grupo.
GESTÃO ESCOLAR E A LIDERANÇA
Direcionando a nossa pesquisa para a gestão escolar encontramos ainda outros tipos de lideranças voltadas particularmente ao processo educacional.
Na medida em que nos aproximamos do 3º milênio, os dirigentes de instituições escolares do mundo descobriram que os modelos convencionais anterior levando de liderança não são mais adequados para a nossa realidade, pois as instituições de ensino atuais necessitam de lideres capazes de trabalhar e facilitar a resolução dos problemas em grupo, ajudando-os a identificar suas necessidades de capacitação e adquirir as habilidades necessárias e ainda delegar autoridade e descentralizar o poder.
CONCLUSÕES
Concluirmos, portanto que o dialogo é um dos recursos precioso aos seres humanos, Para a vida e a convivência, com respeito e generosidade, na família, na escola, nos ambientes que estamos inseridos. E logo podemos afirmar que á atuação eficaz da equipe diretiva, juntamente com o grupo docente tem uma importância para o desempenho construtiva integral dos nossos educandos. E no entanto desvela-se o sentido da práxis, entendida como a ação do homem sobre a materia e criação ou por meio dela, por uma nova realidade humanizada.
REFERÊNCIAS
Carvalho, Marilia Pinto de. Estudo de uma escola Pública, Faculdade de educação da Universidade de São Paulo (USP), 1991
Alonso, Myrtes. O Papel do diretor na administração escolar. São Paulo: Difel/EDUC, 1976.
Supervisão e gestão na escola: conceitos e práticas de mediação. Mary Rangel- Campinas, SP Papirus, 2009- ( coleção Magisterio : Formação e trabalho pedagógico.)
Lima,Samantha Dias de. Gestão Planejamento e políticas públicas ULBRA: Curitiba:IBPEX,2008
Alunos: Rosimeri Vieira Bujes, Angela Viana da Silva, Denise Teresinha Kulmann.Ivalí Pessutto, Isis Fernanda Pedroso Lorscheiter.
A LIDERANÇA E A GESTÃO ESCOLAR
OBJETIVOS GERAIS
Uma vez que se conhece a realidade que se quer transformar e os desafios ou problemas a serem superados, resta, então, traçar estratégias e metas para a operacionalização do plano de trabalho. De maneira simples, esses elementos podem ser definidos dentro de uma gestão democrática.
JUSTIFICATIVA
Do ponto de vista pragmático, a construção de uma administração escolar, que tenha como fundamento a especificidade do processo pedagógico da escola, significa produzir um conhecimento sobre o trabalho pedagógico escolar e sua organização, voltando a melhorar qualitativa e quantitativamente e a formação dos sujeitos da educação, isto é, que seja um conhecimento iluminador da prática e indicador dos caminhos que a transforma em verdadeira práxis criadora e reflexiva.
INTRODUÇÃO:
Esse Projeto tem a finalidade de aprofundar as questões de conflitos que se instalou no âmbito da administração escolar. É um grande desafio a formulação de propostas e estratégias que garantam que as ações desenvolvidas na escola não violem a natureza do processo pedagógico, fortalecendo as lideranças educacionais, e desenvolvendo competências, que levem o aperfeiçoamento da gestão administrativa, financeira e pedagógica nas escolas públicas e, por consequência, à melhoria da qualidade do processo ensino-aprendizagem e da qualidade de vida nas comunidades sob influência escolar.
Do ponto de vista pragmático, a construção de uma administração escolar, que tenha como fundamento a especificidade do processo pedagógico da escola, significa produzir um conhecimento sobre o trabalho pedagógico escolar e sua organização, voltando a melhorar qualitativa e quantitativamente a formação dos sujeitos da educação, isto é, que seja um conhecimento iluminador da prática e indicador dos caminhos que a transforma em verdadeira práxis criadora e reflexiva, oferecendo para o aumento da produtividade da aprendizagem dos alunos.
PROBLEMÁTICA
A reflexão é um atributo necessário ao profissional da educação, especialmente, quando aceita uma maneira de busca, de pesquisa, de avaliação, de aprimoramento permanente. No entanto, passa a ser agente de transformação; observando ação da realidade em si, transformação individual e social ligadas. A realidade social é ponto de partida e de chegada, o procedimento criativo de ação-reflexão sobre uma determinada aparência, ressaltada ou vivenciada, será ocasionado intencionalmente na transformação da realidade.
Na educação, a gestão pode ser vista como meio de inovação, não se resumindo a uma atividade puramente técnica, o que colocaria em risco a forma e o tratamento dos alunos, como sistemas artificiais e burocráticos. Para pensarmos sobre a atuação do diretor, diante das exigências do mundo contemporâneo, impõe-se uma reflexão sobre o movimento pela qualidade da educação entendendo o movimento da gestão como um conjunto de ações desenvolvidas principalmente no interior da escola, que aponte para as exigências de um “modelo” educacional satisfatório, pelo menos nos termos da lei e das relações entre instituição escolar e sociedade.
A gestão democrática da educação, enquanto fruto de um processo de lutas e disputas por um modelo de gestão para a escola, exige o compartilhamento das decisões sobre os modos de organização escolar, implicando a participação da comunidade escolar e local. Isto significa que a gestão democrática da educação é um processo em construção que envolve toda a organização da educação brasileira. É um processo que pretende estruturar um modelo de educação que permita a emancipação social dos sujeitos tendo como base a democracia participativa. Na organização escolar, que se quer democrática, em que a participação é elemento inerente à consecução dos fins, em que se busca e se deseja participar coletivas e individuais baseia-se em decisões tomadas e assumidas pelo coletivo escolar, exigi-se da equipe diretiva, que é parte desse coletivo, liderança e vontade firme para coordenar, dirigir e comandar o processo decisório como tal e seus desdobramentos da execução. Liderança e firmeza no sentido de caminhar e viabilizar decisões pedagógica, com ética e profissionalização para assegurar e respaldar pedagógica e teoricamente os agentes organizacionais.
Criar uma nova cultura não significa apenas fazer individualmente descobertas “originais”; significa também, e sobre tudo, difundir criticamente verdades já descobertas, “socializá-las” por assim se dizer; transformá-las, portanto, em base de ações vitais, em elemento de coordenação e de ordem intelectual e moral. (Gramsci, 1981)
Gestão e Estratégia
TIPOS DE LIDERANÇA
Liderança Autocrática
É o tipo de liderança ditatorial. O ato de liderar está centralizado exclusivamente na pessoa do líder. O cuidado e as considerações para com os sentimentos das pessoas subalternas não existem. Espera-se a máxima produção de cada indivíduo isoladamente, sem nenhuma atenção para com as vantagens que poderiam resultar de um bem organizado trabalho de grupo.
As técnicas empregadas resumiram-se quase unicamente ao ato de dar ordens, de dizer às pessoas o que devem fazer e ao ato de fiscalização e de controle, como verificação relativamente ao cumprimento de ordens.
Dentro de um ambiente rígido exercido pela liderança autocrática, os colaboradores não têm oportunidades para desenvolverem o espírito de iniciativa. As pessoas assim dirigidas não sentem estímulo para o desenvolvimento de suas próprias qualidades de liderança. O líder oficial dá a tarefa em partes, exigindo o cumprimento de uma parte sem revelar qual o passo seguinte. Explicações sobre porquês e objetivos não são dadas. Na avaliação dos resultados do trabalho o líder é subjetivo. Sua crítica e reconhecimento são pessoais. O ambiente de trabalho é de comando, em que as ordens muitas vezes se contradizem, interrompendo assim a boa caminhada das atividades.
Liderança Democrática
As principais características desse tipo de liderança são representadas pela eqüidade de equilíbrio entre direitos e responsabilidades. O líder democrático procura sempre que possível a participação dos membros do grupo na formulação de programas de ação. Estimula e orienta discussões e decisão dá a toda a participante ampla perspectiva da razão e da continuidade das atividades sugerindo uma melhor execução do trabalho, faz de maneira à sempre permitir alternativas. O participante do grupo conhece o padrão que se estabeleceu para a avaliação do seu produto e compreendem as razões da necessidade de alcançar esse padrão. O líder não procura educar e instruir cada subordinado isoladamente.
Sua ambição é estimular e orientar cada pessoa no sentido de que ela passa realizar-se em sua plena potência e sentir-se membro importante do grupo. Liderança em seu sentido democrático deve ser um elo que faz com que um grupo de trabalho não seja apenas uma coleção de indivíduos. Exercer liderança deve ter como objetivo maior planejar, orientar, coordenar e controlar os esforços de todos a fim de que em conjunto possam alcançar seus objetivos mais eficientes. O líder democrático procura sem cessar estabelecer situações
favoráveis para que cada pessoa possa desenvolver-se ao máximo, e para que possa alcançar sucesso e satisfação no trabalho.
O líder democrático procura a objetividade em sua crítica e na sua maneira de avaliar a produção de todos. Ele se identifica com o grupo, fazendo-se um participante e colaborador.
Liderança Laissez-faire
É o tipo de liderança caracterizada pela atitude passiva do líder. Trata se do chefe amistoso, que nunca expressa uma crítica, que confia as decisões a cada pessoa individualmente, se abstendo de dar sugestões. Willard S. Elsbree e Harold Menally constataram que esse tipo de liderança é normalmente confundido com liderança democrática, e muitos administradores, quando permitem a todos que façam o que querem, acreditam que seja um líder democrático, que, portanto exercem liderança democrática.
A Liderança Laissez-Faire costuma levar o grupo de trabalho ao descontentamento para com a sua própria produção e eficiência. Um grupo de trabalho necessita ver em seu líder a manifestação de firmeza e de clareza de propósitos. Atitudes de incerteza e de confusão por parte do líder geram o descontentamento entre o grupo.
GESTÃO ESCOLAR E A LIDERANÇA
Direcionando a nossa pesquisa para a gestão escolar encontramos ainda outros tipos de lideranças voltadas particularmente ao processo educacional.
Na medida em que nos aproximamos do 3º milênio, os dirigentes de instituições escolares do mundo descobriram que os modelos convencionais anterior levando de liderança não são mais adequados para a nossa realidade, pois as instituições de ensino atuais necessitam de lideres capazes de trabalhar e facilitar a resolução dos problemas em grupo, ajudando-os a identificar suas necessidades de capacitação e adquirir as habilidades necessárias e ainda delegar autoridade e descentralizar o poder.
CONCLUSÕES
Concluirmos, portanto que o dialogo é um dos recursos precioso aos seres humanos, Para a vida e a convivência, com respeito e generosidade, na família, na escola, nos ambientes que estamos inseridos. E logo podemos afirmar que á atuação eficaz da equipe diretiva, juntamente com o grupo docente tem uma importância para o desempenho construtiva integral dos nossos educandos. E no entanto desvela-se o sentido da práxis, entendida como a ação do homem sobre a materia e criação ou por meio dela, por uma nova realidade humanizada.
REFERÊNCIAS
Carvalho, Marilia Pinto de. Estudo de uma escola Pública, Faculdade de educação da Universidade de São Paulo (USP), 1991
Alonso, Myrtes. O Papel do diretor na administração escolar. São Paulo: Difel/EDUC, 1976.
Supervisão e gestão na escola: conceitos e práticas de mediação. Mary Rangel- Campinas, SP Papirus, 2009- ( coleção Magisterio : Formação e trabalho pedagógico.)
Lima,Samantha Dias de. Gestão Planejamento e políticas públicas ULBRA: Curitiba:IBPEX,2008
GESTÃO ESCOLAR E A INOVAÇÃO PEDAGÓGICA
Pólo_G20_ UFRGS_POA1
Alunos: Carlos Alberto Nascimento Bernardes. Ione Pinheiro de Oliveira. Raquel Schneider Martins. Adriana Lopes da Silveira.
TRABALHO DE PESQUISA
A GESTÃO ESCOLAR E A INOVAÇÃO PEDAGÓGICA
Se for definido que Gestão da Educação é tomada de decisões conscientes sobre o que fazer a partir de objetivos definidos, necessário se faz entender que toda a tomada de decisões é um pensar e um ato político, porque implica em escolhas que se faz entre opções existentes e escolhas que se faz a partir de aonde se quer chegar.Em termos operacionais, o PPP enquanto expressão política das necessidades sociais e expressão política da Lei Maior, e considerando a estrutura e funcionamento da unidade escolar, tem como ponto de referência, documento-base, a maneira como se dispõe a organização interna e a fisionomia da instituição. Ele delineia a identidade da escola e é o documento fonte/instrumento das políticas educacionais em ação na escola. Por isso é necessária a organização do trabalho pedagógico a partir de objetivos precisamente expressos e conteúdos sistematizados. Essas decisões, que são tomadas pelo conjunto da comunidade escolar, isto é, coletivamente, vão garantir a política educacional e a qualidade do ensino.
Nesse sentido, a gestão democrática da Educação é, ao mesmo tempo, transparência e impessoalidade, autonomia e participação, liderança e trabalho coletivo, representatividade e competência. Voltada para um processo de decisão baseada na participação e na deliberação pública, a gestão escolar expressa um anseio de crescimento dos indivíduos como cidadãos e do crescimento da sociedade enquanto sociedade democrática. Por isso, a gestão escolar democrática é a gestão de uma administração concreta. A gestão democrática, hoje, enquanto expressão política Da norma constitucional e da LDB, está vinculada à formação da cidadania, por meio da construção coletiva do PPP. Todavia, a construção da cidadania envolve um processo de formação de consciência pessoal e social, e de reconhecimento desse processo em termos de direitos e deveres. A realização se faz por meio das lutas contra as discriminações, da abolição de barreiras segregativas entre indivíduos e contra as opressões e os tratamentos desiguais, isto é, pela extensão das mesmas condições de acesso às políticas públicas e pela participação de todos na tomada de decisões. É a condição essencial de a cidadania reconhecer que a emancipação depende fundamentalmente do interessado, uma vez que, quando a desigualdade é somente confrontada na arena pública, reina a tutela sobre a sociedade, fazendo-a dependente dos serviços públicos. O papel da comunidade não é substituir o Estado, libertá-lo de suas atribuições constitucionais, postar-se sob sua tutela, mas organizar de maneira competente para fazê-lo funcionar. Surge daí a necessidade da cidadania que vai determinar a qualidade do Estado. Nesse sentido, comunidade não é apenas um lócus geográfico espacial, mas uma categoria da realidade social, de intervenção social nessa realidade, assim como o abandono da postura, até então predominante na cultura, que é a de esperar pela ação do Estado como obrigação, e criticá-lo pelo não-cumprimento ou pela omissão (GOHN,1994).
Uma prática de gestão comprometida com a formação de brasileiros fortes e capazes de dirigir seus destinos – os destinos da nação e os do mundo – tem que possuir a força do conhecimento, emancipação que possibilita o equilíbrio da afetividade nas relações, a competência em todas as atividades e a riqueza firme do caráter que norteia as ações (FERREIRA, 2003, p.113).
A discussão sobre a gestão participativa mostra-se relevante à medida que se observa, no âmbito escolar, uma prática autoritária e conservadora, voltada apenas para a parte burocrático-administrativa e colocando em segundo plano a ação progressista, participativa, que busque uma ação transformadora no cotidiano escolar e o envolvimento de todos os envolvidos no processo educacional. Nesse contexto, o Diretor é figura de suma importância, visto que uma liderança consciente o auxiliará na transformação da prática administrativa, pedagógica e relacional no contexto escolar. Assim sendo, o trabalho buscou discutir as principais questões relacionadas à atuação do Diretor no âmbito escolar, enfocando a gestão democrática e participativa nas escolas, como também à função do Diretor dentro desse novo modelo organizacional para a construção de um ensino de qualidade; a gestão participativa não só produz visões compartilhadas pelos vários segmentos internos e externos da comunidade escolar, como promove a divisão de responsabilidades e o acompanhamento formal e informal das ações. Ela também enriquece os processos de busca coletiva de soluções para os problemas que surgem na escola e em suas relações com a comunidade usuária e com os órgãos centrais do sistema de ensino.
“Uma boa escola começa com um bom gestor. Muitos excelentes professores são maus gestores, administradores. O bom gestor é fundamental para dinamizar a escola, para buscar caminhos, para motivar todos os envolvidos no processo” (José Manuel Moran).
Alunos: Carlos Alberto Nascimento Bernardes. Ione Pinheiro de Oliveira. Raquel Schneider Martins. Adriana Lopes da Silveira.
TRABALHO DE PESQUISA
A GESTÃO ESCOLAR E A INOVAÇÃO PEDAGÓGICA
Se for definido que Gestão da Educação é tomada de decisões conscientes sobre o que fazer a partir de objetivos definidos, necessário se faz entender que toda a tomada de decisões é um pensar e um ato político, porque implica em escolhas que se faz entre opções existentes e escolhas que se faz a partir de aonde se quer chegar.Em termos operacionais, o PPP enquanto expressão política das necessidades sociais e expressão política da Lei Maior, e considerando a estrutura e funcionamento da unidade escolar, tem como ponto de referência, documento-base, a maneira como se dispõe a organização interna e a fisionomia da instituição. Ele delineia a identidade da escola e é o documento fonte/instrumento das políticas educacionais em ação na escola. Por isso é necessária a organização do trabalho pedagógico a partir de objetivos precisamente expressos e conteúdos sistematizados. Essas decisões, que são tomadas pelo conjunto da comunidade escolar, isto é, coletivamente, vão garantir a política educacional e a qualidade do ensino.
Nesse sentido, a gestão democrática da Educação é, ao mesmo tempo, transparência e impessoalidade, autonomia e participação, liderança e trabalho coletivo, representatividade e competência. Voltada para um processo de decisão baseada na participação e na deliberação pública, a gestão escolar expressa um anseio de crescimento dos indivíduos como cidadãos e do crescimento da sociedade enquanto sociedade democrática. Por isso, a gestão escolar democrática é a gestão de uma administração concreta. A gestão democrática, hoje, enquanto expressão política Da norma constitucional e da LDB, está vinculada à formação da cidadania, por meio da construção coletiva do PPP. Todavia, a construção da cidadania envolve um processo de formação de consciência pessoal e social, e de reconhecimento desse processo em termos de direitos e deveres. A realização se faz por meio das lutas contra as discriminações, da abolição de barreiras segregativas entre indivíduos e contra as opressões e os tratamentos desiguais, isto é, pela extensão das mesmas condições de acesso às políticas públicas e pela participação de todos na tomada de decisões. É a condição essencial de a cidadania reconhecer que a emancipação depende fundamentalmente do interessado, uma vez que, quando a desigualdade é somente confrontada na arena pública, reina a tutela sobre a sociedade, fazendo-a dependente dos serviços públicos. O papel da comunidade não é substituir o Estado, libertá-lo de suas atribuições constitucionais, postar-se sob sua tutela, mas organizar de maneira competente para fazê-lo funcionar. Surge daí a necessidade da cidadania que vai determinar a qualidade do Estado. Nesse sentido, comunidade não é apenas um lócus geográfico espacial, mas uma categoria da realidade social, de intervenção social nessa realidade, assim como o abandono da postura, até então predominante na cultura, que é a de esperar pela ação do Estado como obrigação, e criticá-lo pelo não-cumprimento ou pela omissão (GOHN,1994).
Uma prática de gestão comprometida com a formação de brasileiros fortes e capazes de dirigir seus destinos – os destinos da nação e os do mundo – tem que possuir a força do conhecimento, emancipação que possibilita o equilíbrio da afetividade nas relações, a competência em todas as atividades e a riqueza firme do caráter que norteia as ações (FERREIRA, 2003, p.113).
A discussão sobre a gestão participativa mostra-se relevante à medida que se observa, no âmbito escolar, uma prática autoritária e conservadora, voltada apenas para a parte burocrático-administrativa e colocando em segundo plano a ação progressista, participativa, que busque uma ação transformadora no cotidiano escolar e o envolvimento de todos os envolvidos no processo educacional. Nesse contexto, o Diretor é figura de suma importância, visto que uma liderança consciente o auxiliará na transformação da prática administrativa, pedagógica e relacional no contexto escolar. Assim sendo, o trabalho buscou discutir as principais questões relacionadas à atuação do Diretor no âmbito escolar, enfocando a gestão democrática e participativa nas escolas, como também à função do Diretor dentro desse novo modelo organizacional para a construção de um ensino de qualidade; a gestão participativa não só produz visões compartilhadas pelos vários segmentos internos e externos da comunidade escolar, como promove a divisão de responsabilidades e o acompanhamento formal e informal das ações. Ela também enriquece os processos de busca coletiva de soluções para os problemas que surgem na escola e em suas relações com a comunidade usuária e com os órgãos centrais do sistema de ensino.
“Uma boa escola começa com um bom gestor. Muitos excelentes professores são maus gestores, administradores. O bom gestor é fundamental para dinamizar a escola, para buscar caminhos, para motivar todos os envolvidos no processo” (José Manuel Moran).
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Gestão escolar e a inovação pedágógica
GESTÃO ESCOLAR E A INOVAÇÃO PEDAGÓGICA
Pólo_G20_ UFRGS_POA1
Alunos: Carlos Alberto Nascimento Bernardes. Ione Pinheiro de Oliveira. Raquel Schneider Martins. Adriana Lopes da Silveira.
TRABALHO DE PESQUISA
A GESTÃO ESCOLAR E A INOVAÇÃO PEDAGÓGICA
Se for definido que Gestão da Educação é tomada de decisões conscientes sobre o que fazer a partir de objetivos definidos, necessário se faz entender que toda a tomada de decisões é um pensar e um ato político, porque implica em escolhas que se faz entre opções existentes e escolhas que se faz a partir de aonde se quer chegar.Em termos operacionais, o PPP enquanto expressão política das necessidades sociais e expressão política da Lei Maior, e considerando a estrutura e funcionamento da unidade escolar, tem como ponto de referência, documento-base, a maneira como se dispõe a organização interna e a fisionomia da instituição. Ele delineia a identidade da escola e é o documento fonte/instrumento das políticas educacionais em ação na escola. Por isso é necessária a organização do trabalho pedagógico a partir de objetivos precisamente expressos e conteúdos sistematizados. Essas decisões, que são tomadas pelo conjunto da comunidade escolar, isto é, coletivamente, vão garantir a política educacional e a qualidade do ensino.
Nesse sentido, a gestão democrática da Educação é, ao mesmo tempo, transparência e impessoalidade, autonomia e participação, liderança e trabalho coletivo, representatividade e competência. Voltada para um processo de decisão baseada na participação e na deliberação pública, a gestão escolar expressa um anseio de crescimento dos indivíduos como cidadãos e do crescimento da sociedade enquanto sociedade democrática. Por isso, a gestão escolar democrática é a gestão de uma administração concreta. A gestão democrática, hoje, enquanto expressão política Da norma constitucional e da LDB, está vinculada à formação da cidadania, por meio da construção coletiva do PPP. Todavia, a construção da cidadania envolve um processo de formação de consciência pessoal e social, e de reconhecimento desse processo em termos de direitos e deveres. A realização se faz por meio das lutas contra as discriminações, da abolição de barreiras segregativas entre indivíduos e contra as opressões e os tratamentos desiguais, isto é, pela extensão das mesmas condições de acesso às políticas públicas e pela participação de todos na tomada de decisões. É a condição essencial de a cidadania reconhecer que a emancipação depende fundamentalmente do interessado, uma vez que, quando a desigualdade é somente confrontada na arena pública, reina a tutela sobre a sociedade, fazendo-a dependente dos serviços públicos. O papel da comunidade não é substituir o Estado, libertá-lo de suas atribuições constitucionais, postar-se sob sua tutela, mas organizar de maneira competente para fazê-lo funcionar. Surge daí a necessidade da cidadania que vai determinar a qualidade do Estado. Nesse sentido, comunidade não é apenas um lócus geográfico espacial, mas uma categoria da realidade social, de intervenção social nessa realidade, assim como o abandono da postura, até então predominante na cultura, que é a de esperar pela ação do Estado como obrigação, e criticá-lo pelo não-cumprimento ou pela omissão (GOHN,1994).
Uma prática de gestão comprometida com a formação de brasileiros fortes e capazes de dirigir seus destinos – os destinos da nação e os do mundo – tem que possuir a força do conhecimento, emancipação que possibilita o equilíbrio da afetividade nas relações, a competência em todas as atividades e a riqueza firme do caráter que norteia as ações (FERREIRA, 2003, p.113).
A discussão sobre a gestão participativa mostra-se relevante à medida que se observa, no âmbito escolar, uma prática autoritária e conservadora, voltada apenas para a parte burocrático-administrativa e colocando em segundo plano a ação progressista, participativa, que busque uma ação transformadora no cotidiano escolar e o envolvimento de todos os envolvidos no processo educacional. Nesse contexto, o Diretor é figura de suma importância, visto que uma liderança consciente o auxiliará na transformação da prática administrativa, pedagógica e relacional no contexto escolar. Assim sendo, o trabalho buscou discutir as principais questões relacionadas à atuação do Diretor no âmbito escolar, enfocando a gestão democrática e participativa nas escolas, como também à função do Diretor dentro desse novo modelo organizacional para a construção de um ensino de qualidade; a gestão participativa não só produz visões compartilhadas pelos vários segmentos internos e externos da comunidade escolar, como promove a divisão de responsabilidades e o acompanhamento formal e informal das ações. Ela também enriquece os processos de busca coletiva de soluções para os problemas que surgem na escola e em suas relações com a comunidade usuária e com os órgãos centrais do sistema de ensino.
“Uma boa escola começa com um bom gestor. Muitos excelentes professores são maus gestores, administradores. O bom gestor é fundamental para dinamizar a escola, para buscar caminhos, para motivar todos os envolvidos no processo” (José Manuel Moran).
Alunos: Carlos Alberto Nascimento Bernardes. Ione Pinheiro de Oliveira. Raquel Schneider Martins. Adriana Lopes da Silveira.
TRABALHO DE PESQUISA
A GESTÃO ESCOLAR E A INOVAÇÃO PEDAGÓGICA
Se for definido que Gestão da Educação é tomada de decisões conscientes sobre o que fazer a partir de objetivos definidos, necessário se faz entender que toda a tomada de decisões é um pensar e um ato político, porque implica em escolhas que se faz entre opções existentes e escolhas que se faz a partir de aonde se quer chegar.Em termos operacionais, o PPP enquanto expressão política das necessidades sociais e expressão política da Lei Maior, e considerando a estrutura e funcionamento da unidade escolar, tem como ponto de referência, documento-base, a maneira como se dispõe a organização interna e a fisionomia da instituição. Ele delineia a identidade da escola e é o documento fonte/instrumento das políticas educacionais em ação na escola. Por isso é necessária a organização do trabalho pedagógico a partir de objetivos precisamente expressos e conteúdos sistematizados. Essas decisões, que são tomadas pelo conjunto da comunidade escolar, isto é, coletivamente, vão garantir a política educacional e a qualidade do ensino.
Nesse sentido, a gestão democrática da Educação é, ao mesmo tempo, transparência e impessoalidade, autonomia e participação, liderança e trabalho coletivo, representatividade e competência. Voltada para um processo de decisão baseada na participação e na deliberação pública, a gestão escolar expressa um anseio de crescimento dos indivíduos como cidadãos e do crescimento da sociedade enquanto sociedade democrática. Por isso, a gestão escolar democrática é a gestão de uma administração concreta. A gestão democrática, hoje, enquanto expressão política Da norma constitucional e da LDB, está vinculada à formação da cidadania, por meio da construção coletiva do PPP. Todavia, a construção da cidadania envolve um processo de formação de consciência pessoal e social, e de reconhecimento desse processo em termos de direitos e deveres. A realização se faz por meio das lutas contra as discriminações, da abolição de barreiras segregativas entre indivíduos e contra as opressões e os tratamentos desiguais, isto é, pela extensão das mesmas condições de acesso às políticas públicas e pela participação de todos na tomada de decisões. É a condição essencial de a cidadania reconhecer que a emancipação depende fundamentalmente do interessado, uma vez que, quando a desigualdade é somente confrontada na arena pública, reina a tutela sobre a sociedade, fazendo-a dependente dos serviços públicos. O papel da comunidade não é substituir o Estado, libertá-lo de suas atribuições constitucionais, postar-se sob sua tutela, mas organizar de maneira competente para fazê-lo funcionar. Surge daí a necessidade da cidadania que vai determinar a qualidade do Estado. Nesse sentido, comunidade não é apenas um lócus geográfico espacial, mas uma categoria da realidade social, de intervenção social nessa realidade, assim como o abandono da postura, até então predominante na cultura, que é a de esperar pela ação do Estado como obrigação, e criticá-lo pelo não-cumprimento ou pela omissão (GOHN,1994).
Uma prática de gestão comprometida com a formação de brasileiros fortes e capazes de dirigir seus destinos – os destinos da nação e os do mundo – tem que possuir a força do conhecimento, emancipação que possibilita o equilíbrio da afetividade nas relações, a competência em todas as atividades e a riqueza firme do caráter que norteia as ações (FERREIRA, 2003, p.113).
A discussão sobre a gestão participativa mostra-se relevante à medida que se observa, no âmbito escolar, uma prática autoritária e conservadora, voltada apenas para a parte burocrático-administrativa e colocando em segundo plano a ação progressista, participativa, que busque uma ação transformadora no cotidiano escolar e o envolvimento de todos os envolvidos no processo educacional. Nesse contexto, o Diretor é figura de suma importância, visto que uma liderança consciente o auxiliará na transformação da prática administrativa, pedagógica e relacional no contexto escolar. Assim sendo, o trabalho buscou discutir as principais questões relacionadas à atuação do Diretor no âmbito escolar, enfocando a gestão democrática e participativa nas escolas, como também à função do Diretor dentro desse novo modelo organizacional para a construção de um ensino de qualidade; a gestão participativa não só produz visões compartilhadas pelos vários segmentos internos e externos da comunidade escolar, como promove a divisão de responsabilidades e o acompanhamento formal e informal das ações. Ela também enriquece os processos de busca coletiva de soluções para os problemas que surgem na escola e em suas relações com a comunidade usuária e com os órgãos centrais do sistema de ensino.
“Uma boa escola começa com um bom gestor. Muitos excelentes professores são maus gestores, administradores. O bom gestor é fundamental para dinamizar a escola, para buscar caminhos, para motivar todos os envolvidos no processo” (José Manuel Moran).
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GESTÃO ESCOLAR RELISE DOS GRUPOS
quinta-feira, 15 de abril de 2010
MINISTÉRIO DA MARINHA NÃO RESPEITA HISTÓRIA DO FAROL DE ITAPUÃ

Ministério da Marinha Brasileira não respeita patrimônio histórico de Viamão - Farol de Itapuã
Caros amigos e jornalistas
Como conselheiro representando a secretaria da educação de Viamão, há mais de um ano não recebo convocação para participar do Conselho Consultivo do Parque de Itapuã. Esta antena, como qualquer obra construida no espaço territorial do municipio de Viamão, tem que respeitar o Código de obras e o Plano Diretor. A antena, não sendo licenciada pela SMDE , pode ser embargada. Sugiro uma visita ao local, no barco do Professor Mansio, com a fiscalização de Viamão, Patrulha Ambiental, Fepam, Ibama, Covima, Concivi para tomarmos as devidas providencias. Covima e Concive deve pautar esta questão e convocarem o representante mais próximo do Ministerio da Marinha para prestar esclarecimentos. É flagrante a poluição visual de um monumento histórico em uma Unidade de Conservação. Destoa completamente da paisagem. è como colocar uma antena na frente do Cristo Redentor. Se temos orgulho de nossos espaços historico-ecológicos-culturais temos que lutar contra isto, mobilizando as entidades que nos representam. Eng Mauro Schreiner fone 84110425-Conselheiro do Concive, Covima e Conselho Gestor do Parque de Itapuã, diretor do primeiro grupo ecologico de Viamão, o GEV, que na década de 80 participou junto com AGAPAM efetivação do Parque de Itapuã.
Chegou-me de Itapuã a notícia da construção de uma antena de VHF junto ao Farol. Segundo informações, trata-se de uma obra do Ministério da Marinha necessária a comunicação com o Porto de Rio Grande.
O Farol de Itapuã é o segundo farol mais antigo no Sul do país. É patrimônio histórico. Além disso, está localizado no interior de uma unidade de conservação. Seu licenciamento deveria, portanto, passar pela anuência da DUC/DEFAP, ouvido o conselho consultivo daquela UC.
Segue foto em anexo para comprovar o quanto a instalação da referida antena compromete a paisagem do local.
Para obras desse tipo deveriam ser estudadas alternativas técnicas e locacionais.
From: mauroschreiner@hotmail.comTo: silveiracm@brturbo.com.brSubject: FW: Antena no Farol de ItapuãDate: Wed, 14 Apr 2010 00:15:28 +0000
Caro amigo biólogo Cristiano. Logo que recebi tua noticia procurei me informar através de seu próprio depoimento e confesso, FIQUEI ESTARRECIDA, quanta irresponsabilidade que ainda vemos nos dias de hoje da parte de pessoas que deveriam respeitar a lei. Estou a disposição para apoiar nossas paisagens ambientais e defender nosso patrimonio histórico-ecológico-cultural.
Chegou-me de Itapuã a notícia da construção de uma antena de VHF junto ao Farol. Segundo informações, trata-se de uma obra do Ministério da Marinha necessária a comunicação com o Porto de Rio Grande.
O Farol de Itapuã é o segundo farol mais antigo no Sul do país. É patrimônio histórico. Além disso, está localizado no interior de uma unidade de conservação. Seu licenciamento deveria, portanto, passar pela anuência da DUC/DEFAP, ouvido o conselho consultivo daquela UC.
Segue foto em anexo para comprovar o quanto a instalação da referida antena compromete a paisagem do local.
Para obras desse tipo deveriam ser estudadas alternativas técnicas e locacionais.
From: mauroschreiner@hotmail.comTo: silveiracm@brturbo.com.brSubject: FW: Antena no Farol de ItapuãDate: Wed, 14 Apr 2010 00:15:28 +0000
Caro amigo biólogo Cristiano. Logo que recebi tua noticia procurei me informar através de seu próprio depoimento e confesso, FIQUEI ESTARRECIDA, quanta irresponsabilidade que ainda vemos nos dias de hoje da parte de pessoas que deveriam respeitar a lei. Estou a disposição para apoiar nossas paisagens ambientais e defender nosso patrimonio histórico-ecológico-cultural.
Conte comigo, saudações.
Sonia Maria de Aguiar Machado da Casa de Cultura Nova Era.
--
Biól. Cristiano M. SilveiraDepartamento de Meio Ambiente
P.M. de Viamão
(51)30547612
From: mauroschreiner@hotmail.com
--
Biól. Cristiano M. SilveiraDepartamento de Meio Ambiente
P.M. de Viamão
(51)30547612
From: mauroschreiner@hotmail.com
quarta-feira, 14 de abril de 2010
GESTÃO EMPREENDEDORA DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO - UFRGS
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
REGESD
Disciplina: Gestão da Escola e Planejamento Educacional
Professora Titular: Ms Lezilda Maria Teixeira
Tutor a distância: Professor Rogério Antonio Rosa
Os alunos devem fazer um estudo do tema proposto.
Gestão do projeto político pedagógico
Autores:
*Deise Marisete dos Santos (Regesd) deiseleote@hotmail.com
*Rejane Maria Chaves da Silva (Regesd) rejanemariacs@yahoo.com.br
*Sandra Paula Ferrari (Regesd) sandrapaulaferrari@hotmail.com
*Vilson Antonio da Costa Arruda (Regesd) vilson.arruda@ig.com.br
*Os autores são acadêmicos de Lic. em Biologia – Regesd - UFRGS - 2010
Resumo
O Projeto Político Pedagógico é um documento que detalha objetivos, diretrizes e ações do processo educativo a ser desenvolvido na escola, expressando as exigências legais do sistema educacional. O gestor deverá animar e articular a comunidade educativa na execução do projeto educacional, conduzindo a participação de todos, respeitando as pessoas e suas opiniões promovendo a inclusão social para que ocorra uma gestão democrática consolidada.
Palavras chave: Gestão – Inclusão – Projeto Pedagógico – Ética – Democracia - Participativo
“O projeto político-pedagógico pode ser comparado, de forma análoga, a uma árvore. Ou seja, plantamos uma semente que brota, cria e fortalece suas raízes, produz sombra, flores e frutos que dão origem a outras árvores, frutos... Mas, para mantê-la viva, não basta regá-la, adubá-la e podá-la apenas uma vez”. Libâneo (2004, p. 152).
O Projeto Político Pedagógico (PPP) não é um documento definitivo, ao contrário tem um caráter dinâmico, mas torna-se fundamental para a escola por que é o elemento norteador da organização de seu trabalho, visando o sucesso de aprendizagem dos alunos - finalidade maior da escola como instituição social. É o instrumento que indica a direção norteadora do projeto pedagógico.
O processo de construção coletiva do PPP é importante para assegurar não só a aprendizagem dos alunos como sua permanência numa escola prazerosa e de qualidade, mas também para consolidar o processo participativo e a gestão democrática.
Segundo Veiga (1998, p.13-14), o PPP ao se constituir em processo democrático preocupa-se em instaurar uma forma de organização do trabalho pedagógico que supere os conflitos, buscando eliminar as relações competitivas, corporativas e autoritárias, rompendo com a rotina do mando impessoal e racionalizado da burocracia que permeia as relações no interior da escola, diminuindo os efeitos fragmentários da divisão do trabalho que reforça as diferenças e hierarquiza os poderes de decisão.
Muitos professores questionam o porquê de construir o PPP coletivamente? Primeiro temos que observar a questão legal na LDB, onde se destacam três grandes eixos relacionados à construção do PPP democrático.
a) Eixo de flexibilidade- vincula-se a autonomia, possibilitando a escola organizar o seu próprio projeto pedagógico com uma gestão inovadora voltada para o princípio da cooperação.
b) O eixo de avaliação – reforça um aspecto importante a ser observado no ensino público, pois além da avaliação do aluno também será submetido a avaliação e questionamento o processo de ensino e a equipe gestora.
c) O eixo da liberdade – se expressa no eixo do pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas e da proposta de gestão democrática do ensino, a ser definido em cada sistema de ensino.
O fato de a Lei determinar que cada escola construa o seu próprio PPP não é condição necessária para que a autonomia se efetive. É necessário, além da lei, ter outra autonomia, construída na própria escola, que estimule a participação de gestores, professores, pais, alunos, funcionários e representantes da comunidade na discussão do PPP. A lei do bom senso, do planejamento estruturado, da interdisciplinaridade e do respeito.
O Diretor escolhido por voto direto de todos os segmentos da instituição escolar, tem o dever de garantir o pleno funcionamento do PPP. Na qualidade de gestor deve ser um líder pedagógico que apóia o estabelecimento das prioridades, avaliando, participando na elaboração de programas de ensino e de programas de desenvolvimento e capacitação de funcionários, fazendo cumprir as normas estabelecidas no Regimento Escolar, incentivando a sua equipe a descobrir o que é necessário para dar um passo à frente, auxiliando os profissionais a melhor compreender a realidade educacional em que atuam, cooperando na solução de problemas pedagógicos, estimulando os docentes a debaterem em grupo, a refletirem sobre sua prática pedagógica e a experimentarem novas possibilidades, bem como enfatizando os resultados alcançados pelos alunos.
O novo paradigma da administração escolar democrática traz, junto com a autonomia, a idéia e a recomendação de gestão colegiada, com responsabilidades compartilhadas pelas comunidades interna e externa da escola, além de planejar a inclusão social das diferenças.
a) interna – que contempla os processos administrativos, aspectos gerais da escola como o quadro de pessoal, patrimônio, merenda, registro da vida escola, financeira e a participação da comunidade escolar nos projetos pedagógicos;
b) externa – é ligado à função social da escola, na forma como produz, divulga e socializa o conhecimento.
Hengemuhle (2004, p. 191) considera a Gestão Pedagógica o lado mais importante e significativo da gestão escolar, pois cuida de gerir a área educativa propriamente dita da escola. Segundo ele, também estabelece objetivos, gerais e específicos, para o ensino. Define as linhas de atuação de acordo com os objetivos e o perfil da comunidade e dos alunos. Propõe metas a serem atingidas. Elabora os conteúdos curriculares. Acompanha e avalia o rendimento das propostas pedagógicas e dos objetivos e o cumprimento das metas. Avalia o desempenho dos alunos, do corpo docente e da equipe escolar como um todo. Nosso grupo entende que não basta construir um PPP a partir da realidade da escola, mas que também existem dimensões e princípios a serem observados nesta caminhada. A gestão deve ter princípios de empreendedorismo e ética. A escola precisa procurar relacionar teoria e prática, articulando esses dois aspectos na construção do projeto para que o PPP não se torne apenas mais um “monte de papel engavetado”. Entendemos que o gestor moderno deve encaminhar um questionário de avaliação institucional aos segmentos da escola, no final dos semestres, para avaliar com clareza como anda o processo administrativo e o projeto pedagógico, e se necessário corrigir distorções.
Conclusão
Após a discussão no grupo de trabalho concluímos que o gestor escolar tem que se conscientizar de que ele, sozinho, não pode administrar todos os problemas da escola. O caminho é a descentralização, isto é, o compartilhamento de responsabilidades com alunos, pais, professores, funcionários e a comunidade externa formando redes de parcerias.
Referências
HENGEMUHL, Adelar. Gestão de ensino e práticas pedagógicas. Petrópolis, RJ. Vozes, 2004.
VEIGA, Ilma Passos e RESENDE, Lúcia M. G. de (orgs.). Escola: espaço do projeto político- pedagógico. Campinas: Papirus, 1998.
LIBÂNEO, José Carlos. Educação escolar, políticas, estruturas e organização. 2 ed. SP: Cortez,2004
MARÇAL, Juliane Corrêa. Progestão:como promover a construção coletiva do projeto pegagógico da escola, módulo III; Coordenação geral Maria Aglaê de Medeiros Machado. Brasília:CONSED-Conselho Nacional de Secretários de Educação, 2001
REGESD
Disciplina: Gestão da Escola e Planejamento Educacional
Professora Titular: Ms Lezilda Maria Teixeira
Tutor a distância: Professor Rogério Antonio Rosa
Os alunos devem fazer um estudo do tema proposto.
Gestão do projeto político pedagógico
Autores:
*Deise Marisete dos Santos (Regesd) deiseleote@hotmail.com
*Rejane Maria Chaves da Silva (Regesd) rejanemariacs@yahoo.com.br
*Sandra Paula Ferrari (Regesd) sandrapaulaferrari@hotmail.com
*Vilson Antonio da Costa Arruda (Regesd) vilson.arruda@ig.com.br
*Os autores são acadêmicos de Lic. em Biologia – Regesd - UFRGS - 2010
Resumo
O Projeto Político Pedagógico é um documento que detalha objetivos, diretrizes e ações do processo educativo a ser desenvolvido na escola, expressando as exigências legais do sistema educacional. O gestor deverá animar e articular a comunidade educativa na execução do projeto educacional, conduzindo a participação de todos, respeitando as pessoas e suas opiniões promovendo a inclusão social para que ocorra uma gestão democrática consolidada.
Palavras chave: Gestão – Inclusão – Projeto Pedagógico – Ética – Democracia - Participativo
“O projeto político-pedagógico pode ser comparado, de forma análoga, a uma árvore. Ou seja, plantamos uma semente que brota, cria e fortalece suas raízes, produz sombra, flores e frutos que dão origem a outras árvores, frutos... Mas, para mantê-la viva, não basta regá-la, adubá-la e podá-la apenas uma vez”. Libâneo (2004, p. 152).
O Projeto Político Pedagógico (PPP) não é um documento definitivo, ao contrário tem um caráter dinâmico, mas torna-se fundamental para a escola por que é o elemento norteador da organização de seu trabalho, visando o sucesso de aprendizagem dos alunos - finalidade maior da escola como instituição social. É o instrumento que indica a direção norteadora do projeto pedagógico.
O processo de construção coletiva do PPP é importante para assegurar não só a aprendizagem dos alunos como sua permanência numa escola prazerosa e de qualidade, mas também para consolidar o processo participativo e a gestão democrática.
Segundo Veiga (1998, p.13-14), o PPP ao se constituir em processo democrático preocupa-se em instaurar uma forma de organização do trabalho pedagógico que supere os conflitos, buscando eliminar as relações competitivas, corporativas e autoritárias, rompendo com a rotina do mando impessoal e racionalizado da burocracia que permeia as relações no interior da escola, diminuindo os efeitos fragmentários da divisão do trabalho que reforça as diferenças e hierarquiza os poderes de decisão.
Muitos professores questionam o porquê de construir o PPP coletivamente? Primeiro temos que observar a questão legal na LDB, onde se destacam três grandes eixos relacionados à construção do PPP democrático.
a) Eixo de flexibilidade- vincula-se a autonomia, possibilitando a escola organizar o seu próprio projeto pedagógico com uma gestão inovadora voltada para o princípio da cooperação.
b) O eixo de avaliação – reforça um aspecto importante a ser observado no ensino público, pois além da avaliação do aluno também será submetido a avaliação e questionamento o processo de ensino e a equipe gestora.
c) O eixo da liberdade – se expressa no eixo do pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas e da proposta de gestão democrática do ensino, a ser definido em cada sistema de ensino.
O fato de a Lei determinar que cada escola construa o seu próprio PPP não é condição necessária para que a autonomia se efetive. É necessário, além da lei, ter outra autonomia, construída na própria escola, que estimule a participação de gestores, professores, pais, alunos, funcionários e representantes da comunidade na discussão do PPP. A lei do bom senso, do planejamento estruturado, da interdisciplinaridade e do respeito.
O Diretor escolhido por voto direto de todos os segmentos da instituição escolar, tem o dever de garantir o pleno funcionamento do PPP. Na qualidade de gestor deve ser um líder pedagógico que apóia o estabelecimento das prioridades, avaliando, participando na elaboração de programas de ensino e de programas de desenvolvimento e capacitação de funcionários, fazendo cumprir as normas estabelecidas no Regimento Escolar, incentivando a sua equipe a descobrir o que é necessário para dar um passo à frente, auxiliando os profissionais a melhor compreender a realidade educacional em que atuam, cooperando na solução de problemas pedagógicos, estimulando os docentes a debaterem em grupo, a refletirem sobre sua prática pedagógica e a experimentarem novas possibilidades, bem como enfatizando os resultados alcançados pelos alunos.
O novo paradigma da administração escolar democrática traz, junto com a autonomia, a idéia e a recomendação de gestão colegiada, com responsabilidades compartilhadas pelas comunidades interna e externa da escola, além de planejar a inclusão social das diferenças.
a) interna – que contempla os processos administrativos, aspectos gerais da escola como o quadro de pessoal, patrimônio, merenda, registro da vida escola, financeira e a participação da comunidade escolar nos projetos pedagógicos;
b) externa – é ligado à função social da escola, na forma como produz, divulga e socializa o conhecimento.
Hengemuhle (2004, p. 191) considera a Gestão Pedagógica o lado mais importante e significativo da gestão escolar, pois cuida de gerir a área educativa propriamente dita da escola. Segundo ele, também estabelece objetivos, gerais e específicos, para o ensino. Define as linhas de atuação de acordo com os objetivos e o perfil da comunidade e dos alunos. Propõe metas a serem atingidas. Elabora os conteúdos curriculares. Acompanha e avalia o rendimento das propostas pedagógicas e dos objetivos e o cumprimento das metas. Avalia o desempenho dos alunos, do corpo docente e da equipe escolar como um todo. Nosso grupo entende que não basta construir um PPP a partir da realidade da escola, mas que também existem dimensões e princípios a serem observados nesta caminhada. A gestão deve ter princípios de empreendedorismo e ética. A escola precisa procurar relacionar teoria e prática, articulando esses dois aspectos na construção do projeto para que o PPP não se torne apenas mais um “monte de papel engavetado”. Entendemos que o gestor moderno deve encaminhar um questionário de avaliação institucional aos segmentos da escola, no final dos semestres, para avaliar com clareza como anda o processo administrativo e o projeto pedagógico, e se necessário corrigir distorções.
Conclusão
Após a discussão no grupo de trabalho concluímos que o gestor escolar tem que se conscientizar de que ele, sozinho, não pode administrar todos os problemas da escola. O caminho é a descentralização, isto é, o compartilhamento de responsabilidades com alunos, pais, professores, funcionários e a comunidade externa formando redes de parcerias.
Referências
HENGEMUHL, Adelar. Gestão de ensino e práticas pedagógicas. Petrópolis, RJ. Vozes, 2004.
VEIGA, Ilma Passos e RESENDE, Lúcia M. G. de (orgs.). Escola: espaço do projeto político- pedagógico. Campinas: Papirus, 1998.
LIBÂNEO, José Carlos. Educação escolar, políticas, estruturas e organização. 2 ed. SP: Cortez,2004
MARÇAL, Juliane Corrêa. Progestão:como promover a construção coletiva do projeto pegagógico da escola, módulo III; Coordenação geral Maria Aglaê de Medeiros Machado. Brasília:CONSED-Conselho Nacional de Secretários de Educação, 2001
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Gestão do Projeto Político Pedagógico
31º RODEIO CRIOULO DE VIAMÃO - 1ª EDIÇÃO INTERNACIONAL
ESCOLA AGRÍCOLA DE VIAMÃO PREPARA 1ª EDIÇÃO DO RODEIO CRIOULO INTERNACIONAL
A Escola Estadual Técnica de Agricultura de Viamão (ETA), no ano do seu centenário, em parceria com seu "CTG Vaqueanos da Cultura" (dos alunos) está realizando o 31º Rodeio Crioulo de Viamão de 21 a 25 de abril. O evento será no Parque Bento Gonçalves (campus da escola), bairro Passo do Vigário, situado na rua José Garibaldi. Neste ano será realizado a 1ª Edição Internacional do Rodeio. A abertura oficial do rodeio será no domingo, 25, às 11 horas com a presença da governadora Yeda Crusius, bem como o ex-aluno Giovani Cherini, atual presidente da Assembléia Legislativa do RS, que juntamente com outras autoridades estarão homenageando a ETA pelos 100 Anos de serviços pedagógicos prestados na formação dos Técnicos Agrícolas que atuam no desenvolvimento do setor primário da economia gaúcha.
A arrecadação financeira do evento será revertida para a educação, onde uma parte será aplicada nos setores pedagógico-produtivos e outra na melhoria do alojamento dos alunos internos.
A parte campeira apresentará competições de tiro de laço, prova de rédeas e gineteadas.
Na programação artística consta as atividades para peão e prenda nos concursos de Invernadas com danças gaúchas, Declamação, Tertúlia e Intérprete Vocal.
Show: No dia 23, sexta-deira, às 21 horas haverá um show com César Oliveira e Rogério Mello.
Os fandangos têm inicio a partir de sexta-feira (23), às 23 horas, com animação do grupo Campeiros do Sul; Já no sábado (24) o fandango oficial tem a animação do cantor Zezinho e Grupo Floreio. Para encerar a festança haverá uma domingueira (25), a tarde, com a animação do Grupo Matizes.
O ingresso de acesso no parque é de R$ 3,00, na noite de sexta-show será de R$ 5,00. Os participantes e visitantes não terão custo com acampamento e estacionamento.
Informações Geral: (51) 3485-1173
Provas campeiras: (51) 9871-0017
Provas Artísticas: (51) 9767-5381
Portaria de entrada: (51) 84572265
Professor Vilson Antônio Arruda
Assessoria de Comunicação Social da Escola
Escola Técnica de Agricultura de Viamão - ETA 100 ANOS
Professor de Administração Rural
A Escola Estadual Técnica de Agricultura de Viamão (ETA), no ano do seu centenário, em parceria com seu "CTG Vaqueanos da Cultura" (dos alunos) está realizando o 31º Rodeio Crioulo de Viamão de 21 a 25 de abril. O evento será no Parque Bento Gonçalves (campus da escola), bairro Passo do Vigário, situado na rua José Garibaldi. Neste ano será realizado a 1ª Edição Internacional do Rodeio. A abertura oficial do rodeio será no domingo, 25, às 11 horas com a presença da governadora Yeda Crusius, bem como o ex-aluno Giovani Cherini, atual presidente da Assembléia Legislativa do RS, que juntamente com outras autoridades estarão homenageando a ETA pelos 100 Anos de serviços pedagógicos prestados na formação dos Técnicos Agrícolas que atuam no desenvolvimento do setor primário da economia gaúcha.
A arrecadação financeira do evento será revertida para a educação, onde uma parte será aplicada nos setores pedagógico-produtivos e outra na melhoria do alojamento dos alunos internos.
A parte campeira apresentará competições de tiro de laço, prova de rédeas e gineteadas.
Na programação artística consta as atividades para peão e prenda nos concursos de Invernadas com danças gaúchas, Declamação, Tertúlia e Intérprete Vocal.
Show: No dia 23, sexta-deira, às 21 horas haverá um show com César Oliveira e Rogério Mello.
Os fandangos têm inicio a partir de sexta-feira (23), às 23 horas, com animação do grupo Campeiros do Sul; Já no sábado (24) o fandango oficial tem a animação do cantor Zezinho e Grupo Floreio. Para encerar a festança haverá uma domingueira (25), a tarde, com a animação do Grupo Matizes.
O ingresso de acesso no parque é de R$ 3,00, na noite de sexta-show será de R$ 5,00. Os participantes e visitantes não terão custo com acampamento e estacionamento.
Informações Geral: (51) 3485-1173
Provas campeiras: (51) 9871-0017
Provas Artísticas: (51) 9767-5381
Portaria de entrada: (51) 84572265
Professor Vilson Antônio Arruda
Assessoria de Comunicação Social da Escola
Escola Técnica de Agricultura de Viamão - ETA 100 ANOS
Professor de Administração Rural
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31º RODEIO CRIOULO DE VIAMÃO - 2010
sexta-feira, 2 de abril de 2010
SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO RS
Assessoria de Comunicão Social Secretaria Estadual da Educação RS
Fone: (51) 3288-4733 / 4737 / 4740 / 4744
E-mail: acs-gab@seduc.rs.gov.br
Site: www.educacao.rs.gov.br
Fone: (51) 3288-4733 / 4737 / 4740 / 4744
E-mail: acs-gab@seduc.rs.gov.br
Site: www.educacao.rs.gov.br
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SECREETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO RS
SEC-RS PREVÊ PLANO DE CARREIRA DIFERENTE PARA PROFESSORES TÉCNICOS

A Secretaria Estadual de Educação do Rio Grande do Sul (SEC) não obteve êxito na Assembléia Legislativa para mudar o Plano de Carreira dos professores mesmo tendo a maioria dos deputados, graças ao apoio da oposição que forçou a base aliada a retirar os projetos PLs 61 e 62/2010
Não se dando por vencido, o Governo, através de seu representante, secretário Elvino Deon (técnico agrícola) com apoio do presidente da Assembléia Giovani Cherini (PDT) promove nova tática, desta vez bem mais aguçada na tentativa de dividir a categoria oferecendo aos professores e funcionários do ensino profissional (cerca de 148 escolas técnicas) um plano de carreira específico. Se esta mudança ocorrer ela pode acabar com a esperança de todos os professores gaúchos de receberm o piso nacional de R$ de 1.500,00, bem como a unidade sindical dos trabalhadores em educação.
Há quem diga, nos bastidores, que a intensão do Governo Yeda Crusius (PSDB) é enfraquecer a categoria e o sindicato (CPERGS) para ver os seus intentos aprovados.
Para os professores isso está cheirando a golpe para dividir a categoria, já que ese projeto que está sendo preparado nem se quer foi discutido com os professores técnicos.
Os educadores acreditam que com os professores segmentados por categorias profissionais fica muito mais fácil de serem manobrados pelo governo, principalmente aqueles professores e funcionários de escola que ainda não estão conscientes do golpe que está sendo preparado.
Imaginem na hora de dar um aumento:
Quando o governo propor um aumento de salário ele poderá negociar maior percentual para uns e , para outros, não conceder este mesmo aumento salarial. Acreditamos que Isso é o que toda categoria não quer que aconteça.
Obs: Na reunião da escola com o secretário de educação,Ervino Deon e o presiente da Assembléia Giovani Cherini o assunto da pauta principal foi a possibilidade da abertura de ranchos e não sobre o novo projeto de carreira do magistério. Nós, na escola (ETA ficamos sabendo desta notícia através do Jornal Correio do Povo, edição de 2 de abril de 2010.
Professor Arruda
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SEC PROPÕE NO QUADRO DE CARREIRA
sexta-feira, 26 de março de 2010
REGESD - MEDIDAS DE DISPERSÃO É MÉDIA

REGESD
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
DISCIPLINA DE MÉTODOS QUANTITATIVOS EM CIÊNCIAS (ESTATÍSITCA)
RESUMO: MEDIDAS DE DISPERSÃO E MÉDIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
DISCIPLINA DE MÉTODOS QUANTITATIVOS EM CIÊNCIAS (ESTATÍSITCA)
RESUMO: MEDIDAS DE DISPERSÃO E MÉDIA
ALUNO: Vilson Antonio Arruda Matricula: 0178662 -
A origem etimológica de Estatística vem do vocábulo latino “Status” – Estado. A Estatística é uma ciência relativamente recente na área da pesquisa, no entanto em épocas da antiguidade, os gestores públicos já produziam operações de contagem da população para obtenção de informações sobre os habitantes, riquezas e poderio militar dos povos. Na época mercantilista os governantes viram a necessidade de coletar informações estatísticas referentes a variáveis econômicas tais como: comércio exterior, produção de bens e de alimentos.
Seguindo as orientações do texto proposto pelo professor Alois Schafer, da sua equipe e buscando leituras complementares em outros “Sites”, entendo que definir estatística não é tarefa fácil, pois os conceitos fundamentais não tem definição explícita. No entanto, quando nos deparamos com uma incerteza de acontecimentos ou fatos na natureza, nós buscamos na estatística o entendimento preciso destes fenômenos. Para se chegar a uma estatística de precisão se utiliza um conjunto de técnicas como classificação formal, observação e métodos de pesquisa que entre outros tópicos, envolve o planejamento do experimento a ser realizado, a coleta qualificada dos dados, o processamento, a análise final e a disseminação das informações. As conclusões podem ser realizadas de forma inferencial (indutiva) ou descritiva.
Pela Estatística Descritiva, pode-se descrever os dados observados, visando o registro através de tabelas e ou gráficos. Também podemos considerar que é possível através deste processo obter informações significativas a partir de conjuntos de números, como por exemplo, o cálculo de uma média. A Estatística Indutiva ou inferência tem como papel estimar propriedades de uma grande população a partir de observações feitas em uma amostra da mesma. Como as incertezas estão sempre nos rondando, então ocorre à necessidade de se estabelecer conclusões sobre populações, baseando-se em suas amostras, através do cálculo da probabilidade, como fez Mendel no estudo genético das características hereditárias em ervilhas.
A mensuração e avaliação dessa incerteza que são um dos principais objetivos da Estatística, que pode se realizadas por:
a)Estimação de parâmetros – inferências sobre descritores matemáticos da população em estudo, baseado em estatísticas análogas a partir da amostra.
b)Testes de significância – as probabilidades são calculadas com base em hipóteses sobre a população em estudo.
No espaço a seguir exemplificamos um exemplo de Inferência Estatística e outro de Estatística Descritiva.
Exemplo 1: Um teste de opinião revelou que 65% da população portuguesa apoiavam um determinado candidato para Presidente da República. Se esse candidato se apresentar às eleições, é de esperar que ele ganhe.
Temos aqui um exemplo de Inferência Estatística. Sendo a amostra representativa da população de todos os eleitores portugueses, então é de esperar que o que se passa na amostra se passe na população e, portanto que mais do que 50% dos portugueses votem nesse candidato. .
Exemplo 2: Os 120 empregados de uma fábrica ganham em média 100 mil escudos por mês.
Aqui temos um exemplo de Estatística Descritiva visto que a informação foi feita com base nos dados relativos ao salário de todos os empregados da empresa.
Acreditamos que o papel da estatística na pesquisa científica está na contribuição para a formulação de hipóteses estatísticas e na fixação das regras de decisão, no fornecimento de técnicas para um delineamento eficiente de pesquisa, na coleta, tabulação e análise dos dados empíricos (estatística descritiva) e em prover testes de hipóteses a serem realizados de tal modo que a incerteza da inferência indutiva possa ser expressa em um nível probabilístico pré-fixado (estatística dedutiva).
Estatística dedutiva: para compreensão da estatística dedutiva analisaremos o seguinte exemplo: João é humano. Todo o humano é mamífero. Então, João é mamífero. Esta conclusão vem acompanhada da premissa do silogismo. Então podemos concluir que a Estatística dedutiva é a utilização de uma regra geral (experiência) para interpretar e ordenar um caso específico. Podemos observamos que a Dedução é toda inferência que parte do universal para o particular (aspecto convergente). Utiliza-se da confrontação de duas proposições (uma generalizadora e outra particularizadora) para extrair uma conclusão.
A indução, ao contrário da dedução, parte da experiência sensível, dos dados particulares. Por exemplo: O cobre é condutor de eletricidade, assim como a prata, o ouro, o ferro, o zinco e outros metais. Sendo assim a utilização de um caso específico ou uma experiência parcial para formular uma regra geral.
A estatística pode ser considerada como tentativa matemática de objetivar as conclusões e deduções sobre fenômenos de grande escala a partir de um número reduzido de observações (casos).
Procedimento: levantamento aleatório de amostras, observando a inclusão de uma grande amplitude de características da suposta população.
A estatística utiliza uma nomenclatura própria para sua funcionabilidade.
Indivíduo: é um objeto ou um caso de uma observação, de uma medição ou de uma contagem. A cada indivíduo é contribuído um valor de uma variável. Um indivíduo ou um caso representa a unidade de uma população ou de uma amostra. Por exemplo, uma espécie de um conjunto de espécies em um levantamento faunístico ou um local de amostragem dentro de um conjunto População ou universo: conjunto de todos os indivíduos (objetos, casos) que apresentam uma ou mais características em comum susceptíveis de serem observadas ou determinadas. Ou o conjunto de todas as repetições possíveis de um fenômeno aleatório. de locais em um estudo ecológico.
A palavra “população” refere-se, na estatística, a um conjunto de observações ou medições. As variáveis descritivas e verdadeiras da população são chamadas “parâmetros”.
Uma variável torna-se um parâmetro quando ela descreve uma característica da população. A soma dos parâmetros descreve as propriedades mensuradas ou observadas de uma população. Quando se trabalha com amostras (partes representativas da população), estes valores são desconhecidos. Nestes casos, eles são estimados a partir dos dados da amostra. A média de uma variável da população é simbolizada por μ e o desvio padrão por σ. O tamanho da população é expressa, comumente, pela letra N.
Uma amostragem é o processo de obtenção de uma amostra de uma população.
Tipos de amostragem:
Amostragem probabilística: cada elemento de uma população tem uma probabilidade conhecida de entrar na amostra.
casual simples: sorteio ou utilização de números aleatórios (gerador de números aleatórios) entre os indivíduos de uma população.
casual simples estratificada: sorteio em estratos diferentes ou amostragem em grupos distintos (escolaridade, faixas de renda etc.).
Amostragem estratificada proporcional: a quantidade de indivíduos incluídos por estrato ou grupo corresponde à sua representação numérica na população.
Amostragem sistemática: seleção sistemática dos componentes de uma população. Por exemplo: amostra 10% da população: sorteia-se um número entre 1 e 9. e utiliza-se as fichas do número sorteado + 10, +20 .... Por exemplo, número sorteado é 5: 5, 15, 25, 35 ....até o fim do fichário
Estes tipos de amostragens, muitas vezes descritos em livros de estatística, consideram um processamento estatístico sobre um conjunto completo de dados (p.e. fichário, banco de dados) ou sobre a preparação e realização de censos através de questionários (p.e. estimativa de intenção de votos) em um número de pessoas na população.
Amostragem não-probabilística: a probabilidade de um elemento entrar na amostra não é conhecida. A amostragem não-probabilística é aplicada quando não se torna possível determinar a probabilidade da entrada de cada elemento da população na amostra. Neste caso, o perigo de conclusões errôneas sobre características da população torna-se muito grande, pois não pode se eliminar “vícios” ou “distorções” provocados pela metodologia da amostragem, ou a aplicação de uma estatística viciada.
Vício ou tendenciosidade é um processo em qualquer estágio de inferência que tende produzir resultados que se desviam sistematicamente (desvio sistemático) dos valores verdadeiros de uma população, amostras viciadas. Como cada população possui uma variabilidade “natural” torna-se difícil distinguir esta variabilidade de um efeito de um vício, principalmente em um número reduzido de amostragens.
Amostras únicas são, por este motivo, incapazes de descrever características da população pois é impossível distinguir entre a variação natural e o vício.
Para evitar a tendenciosidade pessoal na constituição das amostras e para eliminar a escolha intencional para a comprovação de uma hipótese ou para alcançar um objetivo pré-determinado (manipulação da amostragem) utiliza-se amostras aleatórias.
A escolha adequada e identificação exata de amostras representativas, ou seja, amostras que refletem as características holísticas da população, torna-se o passo mais decisivo no início de um processamento estatístico. Na “produção” de dados errôneos, as falhas ou o desprezo de uma sistemática científica na amostragem superam muitas vezes em potências de dez os erros das análises posteriores.
Deve-se considerar, apesar disto, a possibilidade do erro amostral devido a variabilidade desconhecida da população, por obra do acaso (desvio aleatório) e ao fato que a amostra representa apenas uma parte da população (representatividade).
Amostras devem ser exatas, ou seja, com uma faixa de erro menor possível. Exatidão é um termo utilizado para descrever os desvios totais (desvios sistemáticos e aleatórios: erro total da amostra).
Preciso e certo: Os dados estão corretos (certo) e encontram-se dentro do conjunto de valores desejados, ou seja, estão pouco dispersos (precisos).
Preciso mas errado: os dados estão pouco dispersos (precisos), mas fora do conjunto de valores desejados (errado).
Certo mas impreciso: os dados estão muito dispersos (impreciso), mas a media encontra-se dentro do conjunto de valores desejados (certo).
Impreciso e errado: os dados estão muito dispersos (impreciso) e a media está fora do conjunto de valores desejados (errado).
Uma variável é uma característica ou condição dos casos (objetos, indivíduos) estudados que podem ser observadas e mensuradas. Estes valores devem descrever as diferenças dentro da amostra de uma população. Uma constante não possui nenhum valor informativo calculável sobre a amostra, pois não diferencia os casos levantados.
A variabilidade na ocorrência dos fenômenos e a incerteza associada a essa ocorrência constituem o problema central da estatística. O objeto da estatística é o estudo dos fenômenos aleatórios, que são praticamente todos os fenômenos que ocorrem na natureza.
Tipos de variáveis: Aleatória, discreta, dicotômica, ordinal e contínua.
Existem, então, dois tipos de variáveis quantitativas:
variáveis quantitativas discretas (resultados de contagem: 0 a infinito)
variáveis quantitativas contínuas (resultados de medições: - ∞ a ∞)
Referências complementares
http://www.ence.ibge.gov.br/estatistica/default.asp
http://www.faculdadeamadeus.com.br/prof/eduardo/arquivos/Texto.doc
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ESTATÍSTICA RESUMO DOS CONCEITOS E HISTÓRICO
PROJETO DO MAGISTÉRIO DO RS - PLs 61 e 62/ 2010
Ola Arruda!!!
Estou encaminhando os PLs 61 e 62/2010, que está na Assembléia Legislatvia enviados pelo governo Yeda e que necessitamos aumentar nossa pressão nos parlamentares para que não votem no PLs 61, que institui o "piso" de R$ 1.500,00, já rejeitado pela Categoria em Assembléia Geral e que os indices de 4% em setembro e 2% em março/2011, são insuficientes e que os prazos necessitam serem reduzidos. Estamos convocando Assembléia Geral para dia 30/03, terça, pela manhã, por que tem dois PLs na Assembléia Legislativa e que dizem respeito à Categoria. Que embora não atenda as necessidades da mesma, já expressada pela Diretoria na audiência com o governo Yeda, necessita da tomada de posição de nossa Categoria. Procurar os e-mails dos deputados em nosso portal http://www.cpers.com.br/ para pressioná-los a retirem de pauta do PL 61/2010 e que melhorem os indices do PL 62/2010. Além de telefonemas, corpo a corpo nos deputados em visita nas regiões, pressão nos partidos políticos, vereadores etc. Esclarecendo-os e cobrando posição a nosso favor. Temos de intensificar a indignação, a rebeldia e a mobilização. Póis já está comprovado que só através da Luta que se consegue vitórias.
UNIDOS SOMOS FORTES.
Nei Sena
(Diretor CPERGS)
25 Mar 2010 11:45:35 -0300
Date: Thu, 25 Mar 2010 11:45:35 -0300> From: sergio.kapron@al.rs.gov.br
> To: neisena@hotmail.com> Subject:
PLs Magistério
> Projeto de Lei nº 61 /2010
O Poder Executivo
> Fixa o valor da remuneração mínima do Magistério Público
> Estadual e dá outras providências.
> Art. 1º - A remuneração, incluindo as vantagens pecuniárias pagas a
> qualquer título, dos integrantes> do Plano de Carreira do Magistério Público Estadual, instituído pela Lei
> Estadual nº 6.672, de 22 de abril de 1974, dos integrantes do Quadro Único do Magistério Público Estadual, em > extinção, criado pela Lei Estadual nº 6.181, de 08 de janeiro de 1971, bem como dos contratados
> emergenciais e/ou temporários, não poderá ser inferior a R$ 1.500,00 (um mil e quinhentos reais) mensais para o regime de trabalho de 40 (quarenta) horas semanais.
> § 1º - Nos casos de regime de trabalho semanal inferior ou superior a 40 > (quarenta) horas, o valor da remuneração mensal, de que trata o caput deste artigo, será proporcional à carga horária exercida.
> § 2º - Os membros do Magistério, cujos vencimentos não atinjam o valor estabelecido no caput, terão direito à parcela completiva individual, sobre a qual não incidirá qualquer vantagem, correspondente à diferença entre a remuneração bruta e a remuneração mínima ora fixada.
> § 3º - Para fins de fixação do quantum da parcela completiva individual serão excluídas as quantias mensais percebidas a título de ajuda de custo, diárias, salário família ou abono família e terço pelo gozo de férias.
> § 4º - Aos membros do Magistério que estiverem recebendo completivo do piso salarial instituído pela Lei Estadual nº 11.005, de 19 de agosto de 1997, e que, na entrada da vigência desta Lei, ficarem com remuneração inferior ao que vinham percebendo, será assegurada complementação salarial individual, correspondente a diferença a menor.
> § 5º - A parcela completiva individual e a complementação salarial individual, de que tratam os §§ 2º e 4º, serão absorvidas pelas alterações futuras do valor da remuneração bruta, ou pela modificação na sua> estrutura remuneratória, até sua extinção.
> Art. 2º - O disposto nesta lei estende-se aos inativos e pensionistas.
> Art. 3º - As despesas decorrentes da execução desta lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias.
> Art. 4º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
> Art. 5º - Revogam-se as disposições em contrário, especialmente os artigos 10, 14 e 15 da Lei nº 11.005, de 19 de agosto de 1997.
0 PL 61/2010
JUSTIFICATIVA: O Projeto de Lei que ora encaminho a essa Egrégia Casa Legislativa visa a fixa o valor da remuneração mínima dos integrantes do Plano de Carreira do Magistério Público Estadual, instituído pela> Lei Estadual nº 6.672, de 22 de abril de 1974, dos integrantes do Quadro Único do Magistério Público> Estadual, em extinção, criado pela Lei Estadual nº 6.181, de 08 de janeiro de 1971, bem como dos contratados emergenciais e/ou temporários em R$ 1.500,00 (um mil e quinhentos reais) para o regime de trabalho de 40 horas semanais. Caso os vencimentos dos membros do Magistério não atinjam o valor estabelecido no presente projeto, terão direito à parcela completiva individual, que corresponderá à diferença entre a remuneração bruta e a remuneração mínima ora fixada. Na hipótese de os membros do Magistério estarem percebendo o completivo salarial instituído pela Lei Estadual nº 11.005/97, e que permaneçam com remuneração inferior ao valor de remuneração mínima fixado pela presente proposta, será assegurada a complementação salarial individual, que corresponderá a diferença, a menor apurada entre a remuneração bruta, acrescida do completivo do piso salarial, e a remuneração mínimo ora fixada. Essa medida certamente representará melhorias salariais para a categoria, como forma de valorização dos educadores, na perspectiva da construção de uma Boa Escola Para Todos.> Poder Executivo
Projeto de Lei nº 62 /2010>
Poder Executivo Dispõe sobre o vencimento básico do Magistério Público Estadual e do Quadro dos Servidores de Escola e dá outras providências.
> Art. 1º - O vencimento básico correspondente à Classe A, Nível 1, do Plano de Carreira do> Magistério Público do Estado, instituído pela Lei nº 6.672, de 22 de abril de 1974, e o Quadro Único do> Magistério Público do Estado, em extinção, ficam reajustados, cumulativamente, pelos índices e prazos> abaixo especificados:
>I - em 4,0%, a partir de 1º de setembro de 2010;
> II - em 2,0%, a partir de 1º de março de 2011.
> Art. 2º - O vencimento básico dos cargos de provimento efetivo do Quadro dos Servidores de> Escola de que trata a Lei nº 11.407, de 6 de janeiro de 2000, ficam reajustados nas mesmas datas e índices previstos no artigo 1º desta Lei.
> Art. 3º - As disposições desta Lei aplicam-se, no que couber, aos extranumerários, inativos e> pensionistas.
> Art. 4º - As despesas decorrentes da aplicação desta Lei correrão à conta de dotações> orçamentárias próprias.
> Art. 5º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
> Art. 6º - Revogam-se as disposições em contrário.
> 28CA17AB> > PL 62/2010
> JUSTIFICATIVA> O presente Projeto de Lei que ora encaminho a esse Egrégio Poder dispõe > sobre o vencimento> básico do Magistério Público Estadual e do Quadro dos Servidores de Escola e dá outras providências. O vencimento básico correspondente à Classe A, Nível 1, do Plano de Carreira do Magistério Público do Estado, instituído pela Lei nº 6.672, de 22 de abril de 1974, e o Quadro Único do Magistério Público do Estado, em extinção, ficam reajustados, cumulativamente, pelos índices de 4,0%, a partir de 1º de setembro de 2010 e 2,0%, a partir de 1º de março de 2011. Com essa medida e como reconhecimento da importância dessas categorias o Governo do Estado concede aos membros do magistério e servidores das escolas as melhorias salariais contidas no presente
> Projeto de Lei.
Poder Executivo
Estou encaminhando os PLs 61 e 62/2010, que está na Assembléia Legislatvia enviados pelo governo Yeda e que necessitamos aumentar nossa pressão nos parlamentares para que não votem no PLs 61, que institui o "piso" de R$ 1.500,00, já rejeitado pela Categoria em Assembléia Geral e que os indices de 4% em setembro e 2% em março/2011, são insuficientes e que os prazos necessitam serem reduzidos. Estamos convocando Assembléia Geral para dia 30/03, terça, pela manhã, por que tem dois PLs na Assembléia Legislativa e que dizem respeito à Categoria. Que embora não atenda as necessidades da mesma, já expressada pela Diretoria na audiência com o governo Yeda, necessita da tomada de posição de nossa Categoria. Procurar os e-mails dos deputados em nosso portal http://www.cpers.com.br/ para pressioná-los a retirem de pauta do PL 61/2010 e que melhorem os indices do PL 62/2010. Além de telefonemas, corpo a corpo nos deputados em visita nas regiões, pressão nos partidos políticos, vereadores etc. Esclarecendo-os e cobrando posição a nosso favor. Temos de intensificar a indignação, a rebeldia e a mobilização. Póis já está comprovado que só através da Luta que se consegue vitórias.
UNIDOS SOMOS FORTES.
Nei Sena
(Diretor CPERGS)
25 Mar 2010 11:45:35 -0300
Date: Thu, 25 Mar 2010 11:45:35 -0300> From: sergio.kapron@al.rs.gov.br
> To: neisena@hotmail.com> Subject:
PLs Magistério
> Projeto de Lei nº 61 /2010
O Poder Executivo
> Fixa o valor da remuneração mínima do Magistério Público
> Estadual e dá outras providências.
> Art. 1º - A remuneração, incluindo as vantagens pecuniárias pagas a
> qualquer título, dos integrantes> do Plano de Carreira do Magistério Público Estadual, instituído pela Lei
> Estadual nº 6.672, de 22 de abril de 1974, dos integrantes do Quadro Único do Magistério Público Estadual, em > extinção, criado pela Lei Estadual nº 6.181, de 08 de janeiro de 1971, bem como dos contratados
> emergenciais e/ou temporários, não poderá ser inferior a R$ 1.500,00 (um mil e quinhentos reais) mensais para o regime de trabalho de 40 (quarenta) horas semanais.
> § 1º - Nos casos de regime de trabalho semanal inferior ou superior a 40 > (quarenta) horas, o valor da remuneração mensal, de que trata o caput deste artigo, será proporcional à carga horária exercida.
> § 2º - Os membros do Magistério, cujos vencimentos não atinjam o valor estabelecido no caput, terão direito à parcela completiva individual, sobre a qual não incidirá qualquer vantagem, correspondente à diferença entre a remuneração bruta e a remuneração mínima ora fixada.
> § 3º - Para fins de fixação do quantum da parcela completiva individual serão excluídas as quantias mensais percebidas a título de ajuda de custo, diárias, salário família ou abono família e terço pelo gozo de férias.
> § 4º - Aos membros do Magistério que estiverem recebendo completivo do piso salarial instituído pela Lei Estadual nº 11.005, de 19 de agosto de 1997, e que, na entrada da vigência desta Lei, ficarem com remuneração inferior ao que vinham percebendo, será assegurada complementação salarial individual, correspondente a diferença a menor.
> § 5º - A parcela completiva individual e a complementação salarial individual, de que tratam os §§ 2º e 4º, serão absorvidas pelas alterações futuras do valor da remuneração bruta, ou pela modificação na sua> estrutura remuneratória, até sua extinção.
> Art. 2º - O disposto nesta lei estende-se aos inativos e pensionistas.
> Art. 3º - As despesas decorrentes da execução desta lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias.
> Art. 4º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
> Art. 5º - Revogam-se as disposições em contrário, especialmente os artigos 10, 14 e 15 da Lei nº 11.005, de 19 de agosto de 1997.
0 PL 61/2010
JUSTIFICATIVA: O Projeto de Lei que ora encaminho a essa Egrégia Casa Legislativa visa a fixa o valor da remuneração mínima dos integrantes do Plano de Carreira do Magistério Público Estadual, instituído pela> Lei Estadual nº 6.672, de 22 de abril de 1974, dos integrantes do Quadro Único do Magistério Público> Estadual, em extinção, criado pela Lei Estadual nº 6.181, de 08 de janeiro de 1971, bem como dos contratados emergenciais e/ou temporários em R$ 1.500,00 (um mil e quinhentos reais) para o regime de trabalho de 40 horas semanais. Caso os vencimentos dos membros do Magistério não atinjam o valor estabelecido no presente projeto, terão direito à parcela completiva individual, que corresponderá à diferença entre a remuneração bruta e a remuneração mínima ora fixada. Na hipótese de os membros do Magistério estarem percebendo o completivo salarial instituído pela Lei Estadual nº 11.005/97, e que permaneçam com remuneração inferior ao valor de remuneração mínima fixado pela presente proposta, será assegurada a complementação salarial individual, que corresponderá a diferença, a menor apurada entre a remuneração bruta, acrescida do completivo do piso salarial, e a remuneração mínimo ora fixada. Essa medida certamente representará melhorias salariais para a categoria, como forma de valorização dos educadores, na perspectiva da construção de uma Boa Escola Para Todos.> Poder Executivo
Projeto de Lei nº 62 /2010>
Poder Executivo Dispõe sobre o vencimento básico do Magistério Público Estadual e do Quadro dos Servidores de Escola e dá outras providências.
> Art. 1º - O vencimento básico correspondente à Classe A, Nível 1, do Plano de Carreira do> Magistério Público do Estado, instituído pela Lei nº 6.672, de 22 de abril de 1974, e o Quadro Único do> Magistério Público do Estado, em extinção, ficam reajustados, cumulativamente, pelos índices e prazos> abaixo especificados:
>I - em 4,0%, a partir de 1º de setembro de 2010;
> II - em 2,0%, a partir de 1º de março de 2011.
> Art. 2º - O vencimento básico dos cargos de provimento efetivo do Quadro dos Servidores de> Escola de que trata a Lei nº 11.407, de 6 de janeiro de 2000, ficam reajustados nas mesmas datas e índices previstos no artigo 1º desta Lei.
> Art. 3º - As disposições desta Lei aplicam-se, no que couber, aos extranumerários, inativos e> pensionistas.
> Art. 4º - As despesas decorrentes da aplicação desta Lei correrão à conta de dotações> orçamentárias próprias.
> Art. 5º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
> Art. 6º - Revogam-se as disposições em contrário.
> 28CA17AB> > PL 62/2010
> JUSTIFICATIVA> O presente Projeto de Lei que ora encaminho a esse Egrégio Poder dispõe > sobre o vencimento> básico do Magistério Público Estadual e do Quadro dos Servidores de Escola e dá outras providências. O vencimento básico correspondente à Classe A, Nível 1, do Plano de Carreira do Magistério Público do Estado, instituído pela Lei nº 6.672, de 22 de abril de 1974, e o Quadro Único do Magistério Público do Estado, em extinção, ficam reajustados, cumulativamente, pelos índices de 4,0%, a partir de 1º de setembro de 2010 e 2,0%, a partir de 1º de março de 2011. Com essa medida e como reconhecimento da importância dessas categorias o Governo do Estado concede aos membros do magistério e servidores das escolas as melhorias salariais contidas no presente
> Projeto de Lei.
Poder Executivo
quinta-feira, 25 de março de 2010
CADEIA TRANSPORTADORA DE ELÉTRONS, FOSFORILAÇÃO OXIDATIVA E FOTOSSÍNTESE
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
REGESD
DISCIPLINA DE BIOQUÍMICA
Questionário 5 - respostas
Cadeia transportadora de elétrons, Fosforilação oxidativa, Fotossíntese.
ALUNO:Vilson Antônio Arruda
1) No que se resume a fosforilação oxidativa, qual a importância e onde ocorre este processo?
A fosforilação oxidativa é o processo metabólico de síntese de ATP a partir da energia liberada pelo transporte de elétrons na cadeia respiratória. Todo o processo depende de dois fatores, a energia livre obtida do transporte de elétrons e armazenada na forma de gradiente de íons hidrogênio e uma enzima transportadora denominada ATPsintase. Durante o fluxo de elétrons há liberação de energia livre suficiente para a síntese de ATP em 3 locais da cadeia respiratória: Complexos I, III e IV. Estes locais são denominados "SÍTIOS DE FOSFORILAÇÃO OXIDATIVA". Nestes locais a liberação de energia livre é em quantidade equivalente à necessária para a síntese do ATP. A membrana mitocondrial interna é o local onde ocorre a fosforilação oxidativa em eucariontes. (Celina Corbellini)
OU
A fosforilação oxidativa é uma via metabólica que utiliza energia libertada pela oxidação de nutrientes de forma a produzir trifosfato de adenosina (ATP). O processo refere-se à fosforilação do ADP em ATP, utilizando para isso a energia libertada nas reações de oxidação-redução.
É por meio da fosforilação oxidativa ,realizada na mitocôndria, que as células eucarióticas têm sua maior fonte de ATP, utilizado para suprir as necessidades do organismo. (Sandra Paula Ferrari)
2) Como os elétrons do NADH citosólico são aproveitados pela fosforilação oxidativa, uma vez que este processo ocorre na membrana mitocondrial interna?
Os elétrons do NADH que são obtidos em vias oxidativas citosólicas - como a cadeia glicolítica, por exemplo, entram na mitocôndria através de um sistema de transporte conhecido como "Transporte Malato/Aspartato". Através deste processo, o oxaloacetato é reduzido a malato no citosol, este atravessa a membrana mitocondrial interna para ser reoxidado a oxaloacetato com redução do NAD, agora na matriz mitocondrial. (Celina Corbellini)
Somente os elétrons do NADH citosólico são transportados para a
mitocôndria por um dos vários sistemas de transporte:
_Circuito do malato-aspartato
_Circuito do glicerol-fosfato(Sandra Paula Ferrari)
3) Descreva sucintamente a ação dos complexos I, II, III e IV participantes deste processo.
Complexo I: NADH à Ubiquinona
Equação geral: NADH + H+ + UQ NAD+ + UQH2
A entrega não é direta, passando por FMN (Flavina MonoNucleotídeo), que entrega os elétrons à Fe-S ao qual está associada, e só então estes são entregues à UQ.
Complexo II: Succinato à Ubiquinona
A enzima responsável pela oxidação do succinato (a succinato desidrogenase), é a única do Ciclo do Ácido Cítrico ligada à membrana interna da mitocôndria e é através dela que os elétrons são doados ao FAD, para daí serem entregues à UQ via Fe-S. Este complexo não é responsável pelo bombeamento de nenhum próton para o espaço intermembrana. Assim, os elétrons que chegam à CTE via FADH2 só serão responsáveis pelo bombeamento de prótons a partir do complexo III, daí a síntese de 1ATP a menos pelo FADH2 em comparação ao NADH+.
Complexo III: Ubiquinona ao Citocromo c
A Ubiquinona pode movimentar-se ao longo da bicamada lipídica. Assim, após receber elétrons a partir de qualquer um dos complexos anteriores, caminha até o complexo III, responsável por recebê-los e repassá-los ao citocromo c. A UQH2, entretanto, só doará um elétron por vez ao cit c, o outro será doado a um cit b no complexo, que o devolverá à UQ, estabelecendo um ciclo em que se repetem estas etapas: UQH recebe um elétron do complexo I ou II mais 1H+ da matriz. A UQH2 assim formada libera 1H+ para o espaço intermembrana e um elétron para o cit b. A UQH resultante libera outro H+ e doa um elétron ao cit c. A UQ recebe de volta um elétron do cit b e 1H+ da matriz.
Complexo IV - redução do O2
O citocromo c é livre para movimentar-se na superfície externa da membrana, levando assim os elétrons recebidos do complexo III ao IV. Só o fará, entretanto, quando houver acumulado 4 elétrons. Neste complexo, os elétrons após passarem pelos cit a e a3, serão doados a 4H+ e 1O2 da matriz, sintetizando assim duas moléculas de água.
(Sandra Paula Ferrari)
OU
O Complexo I transfere dois elétrons do NADH para a CoQ enquanto translada quatro prótons para o espaço intermembrana.
O Complexo II transfere elétrons do succinato através do FAD para a CoQ. Independe do complexo I.
O Complexo III transfere dois elétrons da CoQH2 para duas moléculas de citocromo c. A operação concomitante do ciclo Q translada quatro prótons para o espaço intermembrana.
O Complexo IV reduz o O2 a 2 H2O usando quatro elétrons doados por quatro citocromos c e quatro prótons da matriz. Dois prótons são transladados para o espaço intermembrana para cada dois elétrons que reduzem o oxigênio. (Celina Corbellini)
4) Resuma a teoria quimiosmótica
A teoria quimiosmótica, proposta em 1961 por Peter Mitchell, gerou muitas controvérsias antes de ser amplamente aceita. Segundo a teoria de Mitchell, a energia livre do transporte de elétrons é conservada pelo bombeamento de H+ da matriz mitocondrial para o espaço intermembrana, criando um gradiente eletroquímico de H+ através da membrana mitocondrial interna. O potencial eletroquímico desse gradiente é aproveitado para a síntese de ATP. Várias observações são explicadas pela teoria quimiosmótica:
1. A fosforilação oxidativa necessita de uma membrana mitocondrial interna intacta.
2. A membrana mitocondrial interna é impermeável a íons, como H+, OH--,K+ e Cl-, cuja livre difusão descarregaria um gradiente eletroquímico.
3. O transporte de elétrons resulta no transporte de H+ para fora da mitocôndria intacta (o espaço intermembrana é equivalente ao citosol), criando, assim, um gradiente eletroquímico mensurável através da membrana mitocondrial interna.
4. Os compostos que aumentam a permeabilidade da membrana mitocondrial interna aos prótons, dissipando, desse modo, o gradiente eletroquímico, permitem a continuação do transporte de elétrons (do NADH e da oxidação da succinato), mas inibem a síntese de ATP; isto é, eles “desacoplam” o transporte de elétrons da fosforilação oxidativa. Por outro lado, o aumento da acidez no lado de fora da membrana mitocondrial interna estimula a síntese de ATP.
5) Explique como a fosforilação oxidativa está ligada ao transporte de elétrons
A energia necessária para a formação de ATP a partir de ADP e Pi provém da dissipação do gradiente de prótons, gerado pelo transporte de elétrons na membrana mitocondrial interna (Fabiana).
6) Qual a importância do O2 na cadeia transportadora de elétrons?
Ser receptor final de elétrons. (Sandra Paula Ferrari)
7)Por que o Ciclo de Krebs deve ficar inibido na ausência de O2 se esta via não utiliza esta molécula? Por que a glicólise não fica?
De fato, a falta do receptor final de elétrons – O2 - inibe o ciclo de Krebs (via aeróbica da respiração celular). Na falta de O2, o FADH2 que chega da succinato-desidrogenase (complexo II) do ciclo de Krebs não tem como transferir seus elétrons à cadeia e ao O2, assim o FAD não é regenerado e isso bloqueia o ciclo de Krebs nesta etapa. Já a glicólise é anaeróbica, em que o NADH gerado (que entraria cadeia respiratória) pode ser re-oxidado pela fermentação do piruvato (formando duas moléculas de ATP) em ácido lático (lactato) ou etanol, dependendo do organismo. (Fabiana)
8) Explique a afirmação “O metabolismo aeróbico é mais eficiente do que o anaeróbico”.
Porque durante o processo aeróbico a produção de ATP é muito maior que no processo anaeróbico. EX:
Processo anaeróbico – 1 molécula de glicose produz 2 moléculas de ATP
Processo aeróbico: 1 molécula de glicose produz 32 moléculas de ATP (Sandra Paula Ferrari)
9) O tecido marrom presente em recém nascidos e mamíferos que hibernam pode gerar calor, sendo o fenômeno conhecido como termogênese sem tremor, relacione este fenômeno com a cadeia transportadora de elétrons
O mecanismo de geração de calor na gordura marrom envolve o desacoplamento regulado da fosforilação oxidativa. A mitocôndria da gordura marrom contém um canal de próton conhecido como proteína desacoplada (UCP1; também chamada de termogenina). Nos mamíferos adaptados ao frio, a UCP1 constitui até 15% das proteínas da membrana mitocondrial interna da gordura marrom. A dissipação do gradiente sem a concomitante síntese de ATP gera calor. (Celina)
10) Explique o que é e em que consiste a fotossíntese.
A fotossíntese é o processo pelo qual a energia luminosa é utilizada para retirar elétrons da água e tranferí-los, através de uma cadeia de transporte de elétrons, ao carbono (no forma de CO2 - aceptor final) para produzir carboidratos. Em organismos fotossintetizantes (plantas e em cianobactérias), a fotossíntese oxida água a O2. (Fabiana)
11) Qual a importância da clorofila na fotossíntese?
A clorofila é o principal pigmento receptor de luz visível, capaz de absorver fótons. A energia da absorção do fóton se converte na perda de elétron, gerando clorofila oxidada, que transfere o elétron a um aceptor de elétron. A clorofila recupera seu elétron ao tirá-lo da água, gerando assim O2 a partir de H2O. (Fabiana)
12) Em que consiste a fase clara da fotossíntese?
É na fase clara da fotossíntese que ocorrem as reações que dependem da energia da luz, coletada pelos complexos de pigmentos (o principal pigmento é a clorofila). A energia absorvida dos fótons é usada para retirar elétrons de substâncias que de outra forma não doariam seus elétrons (ou seja, substâncias com baixo poder redutor). A energia luminosa coletada no fotossistema II é usada para tirar elétrons do da água, e a energia luminosa coletada no fotossistema I é usada para tirar elétrons do citocromo b6f (via plastocianina). O aceptor final de elétrons é o NADP, que é reduzido a NADPH (que será utilizado nas reações biossintéticas da fase escura). Além de entregar os elétrons ao NADP, a passagem dos elétrons pela cadeia gera um gradiente de prótons através da membrana tilacóide, com mais prótons no exterior do que no interior do tilacóide. Assim como na mitocôndria, a energia da dissipação desse gradiente de prótons será usada para sintetizar ATP a partir de ADP e Pi (pela ATP-sintase). Fabiana
13) Explique a fase escura da fotossíntese.
Na fase escura, o CO2 será incorporado ao açúcar de cinco carbonos ribulose 1,5-bifosfato, gerando duas moléculas de 3-fosfoglicerato (3 carbonos). A enzima responsável pela fixação do CO2 à ribulose-bifosfato é a ribulose-bifosfato carboxilase (ou rubisco), que é a enzima mais abundante no planeta. Pode ser considerada também a enzima mais importante, pois da sua ação depende toda a vida na Terra. A partir dessa reação inicial, segue uma série de reações bioquímicas no que chamamos “ciclo de Calvin” que regenerará a ribulose agora com 3 de seus 5 carbonos provenientes de CO2 fixado. Nas quatro primeiras reações do ciclo de Calvin serão consumidos o ATP e NADPH gerados na fase clara. (Fabiana)
14) Explique a fotorrespiração.
Sabe-se desde a década de 1960 que plantas iluminadas consomem O2 e produzem
CO2 em uma rota distinta da fosforilação oxidativa. Na verdade, em níveis
baixos de CO2 e altos de O2, o processo de fotorrespiração pode superar a
fixação fotossintética de CO2. A descoberta da base da fotorrespiração foi uma
surpresa: o O2 compete com o CO2 como substrato pela RuBP-carboxilase (a
RuBP-carboxilase é, portanto, também chamada de RuBP-carboxilase-oxigenase
ou RuBisCo). Na reação de oxigenase, o O2 reage com o outro substrato
da enzima, a RuBP, para formar 3PG e 2-fosfoglicolato (Figura 18-29). O 2-fosfoglicolato
é hidrolisado a glicolato pela glicolato-fosfatase e, como descrito a
seguir, é parcialmente oxidado para produzir CO2 por uma série de reações enzimáticas
que ocorrem no peroxissomo e na mitocôndria. Portanto, a fotorrespiração
é um processo aparentemente de desperdício que desfaz parte do trabalho da fotossíntese. (Voet, cap. 18, p.621)
As plantas C4 (como a cana-de-açúcar e o milho) apresentam uma anatomia vegetal que concentra CO2: um tipo celular (mesófilos) que não possui a Rubisco captura o CO2 o e o envia, sob a forma de malato, para outro tipo celular (céls. da bainha vascular), que possui a Rubisco. Deste modo, a fotorrespiração é inibida e a fotossíntese estimulada. (Fabiana; ver questão 16)
15)Qual a importância do CO2 na fotossíntese?
O CO2 é a fonte de carbono para a síntese dos compostos orgânicos nas plantas. No entanto, como dito na questão 14, o CO2 só é fixado pela rubisco se estiver acima de concentrações mínimas. Ou seja, na falta de CO2 não há fixação de carbono e a fotossíntese não ocorre. (Fabiana)
16)Explique o metabolismo de plantas C4 e relacione com o tipo de clima onde podem ser encontradas.
As plantas C4 (como a cana-de-açúcar e o milho) apresentam uma anatomia vegetal que concentra CO2: um tipo celular (mesófilos) que não possui a Rubisco captura o CO2 sob a forma de oxalacetato (que tem 4 C) e o envia, sob a forma de malato, para outro tipo celular, as células da bainha vascular. Nestas células, que possuem a Rubisco, o malato é descarboxilado gerando CO2, que então é substrato para a Rubisco. Deste modo, nas plantas C4 a fotorrespiração é inibida e a fotossíntese estimulada. (Fabiana)
As plantas C4 ocorrem principalmente em regiões tropicais porque crescem mais rapidamente sob condições quentes e ensolaradas do que outras plantas denominadas C3 (assim chamadas por fixarem CO2 inicialmente na forma de ácidos de três carbonos). Em climas mais frios, onde a fotorrespiração é um problema menor, as plantas C3 levam vantagem, pois requerem menos energia para fixar CO2. (Voet, cap. 18, p. 624)
REGESD
DISCIPLINA DE BIOQUÍMICA
Questionário 5 - respostas
Cadeia transportadora de elétrons, Fosforilação oxidativa, Fotossíntese.
ALUNO:Vilson Antônio Arruda
1) No que se resume a fosforilação oxidativa, qual a importância e onde ocorre este processo?
A fosforilação oxidativa é o processo metabólico de síntese de ATP a partir da energia liberada pelo transporte de elétrons na cadeia respiratória. Todo o processo depende de dois fatores, a energia livre obtida do transporte de elétrons e armazenada na forma de gradiente de íons hidrogênio e uma enzima transportadora denominada ATPsintase. Durante o fluxo de elétrons há liberação de energia livre suficiente para a síntese de ATP em 3 locais da cadeia respiratória: Complexos I, III e IV. Estes locais são denominados "SÍTIOS DE FOSFORILAÇÃO OXIDATIVA". Nestes locais a liberação de energia livre é em quantidade equivalente à necessária para a síntese do ATP. A membrana mitocondrial interna é o local onde ocorre a fosforilação oxidativa em eucariontes. (Celina Corbellini)
OU
A fosforilação oxidativa é uma via metabólica que utiliza energia libertada pela oxidação de nutrientes de forma a produzir trifosfato de adenosina (ATP). O processo refere-se à fosforilação do ADP em ATP, utilizando para isso a energia libertada nas reações de oxidação-redução.
É por meio da fosforilação oxidativa ,realizada na mitocôndria, que as células eucarióticas têm sua maior fonte de ATP, utilizado para suprir as necessidades do organismo. (Sandra Paula Ferrari)
2) Como os elétrons do NADH citosólico são aproveitados pela fosforilação oxidativa, uma vez que este processo ocorre na membrana mitocondrial interna?
Os elétrons do NADH que são obtidos em vias oxidativas citosólicas - como a cadeia glicolítica, por exemplo, entram na mitocôndria através de um sistema de transporte conhecido como "Transporte Malato/Aspartato". Através deste processo, o oxaloacetato é reduzido a malato no citosol, este atravessa a membrana mitocondrial interna para ser reoxidado a oxaloacetato com redução do NAD, agora na matriz mitocondrial. (Celina Corbellini)
Somente os elétrons do NADH citosólico são transportados para a
mitocôndria por um dos vários sistemas de transporte:
_Circuito do malato-aspartato
_Circuito do glicerol-fosfato(Sandra Paula Ferrari)
3) Descreva sucintamente a ação dos complexos I, II, III e IV participantes deste processo.
Complexo I: NADH à Ubiquinona
Equação geral: NADH + H+ + UQ NAD+ + UQH2
A entrega não é direta, passando por FMN (Flavina MonoNucleotídeo), que entrega os elétrons à Fe-S ao qual está associada, e só então estes são entregues à UQ.
Complexo II: Succinato à Ubiquinona
A enzima responsável pela oxidação do succinato (a succinato desidrogenase), é a única do Ciclo do Ácido Cítrico ligada à membrana interna da mitocôndria e é através dela que os elétrons são doados ao FAD, para daí serem entregues à UQ via Fe-S. Este complexo não é responsável pelo bombeamento de nenhum próton para o espaço intermembrana. Assim, os elétrons que chegam à CTE via FADH2 só serão responsáveis pelo bombeamento de prótons a partir do complexo III, daí a síntese de 1ATP a menos pelo FADH2 em comparação ao NADH+.
Complexo III: Ubiquinona ao Citocromo c
A Ubiquinona pode movimentar-se ao longo da bicamada lipídica. Assim, após receber elétrons a partir de qualquer um dos complexos anteriores, caminha até o complexo III, responsável por recebê-los e repassá-los ao citocromo c. A UQH2, entretanto, só doará um elétron por vez ao cit c, o outro será doado a um cit b no complexo, que o devolverá à UQ, estabelecendo um ciclo em que se repetem estas etapas: UQH recebe um elétron do complexo I ou II mais 1H+ da matriz. A UQH2 assim formada libera 1H+ para o espaço intermembrana e um elétron para o cit b. A UQH resultante libera outro H+ e doa um elétron ao cit c. A UQ recebe de volta um elétron do cit b e 1H+ da matriz.
Complexo IV - redução do O2
O citocromo c é livre para movimentar-se na superfície externa da membrana, levando assim os elétrons recebidos do complexo III ao IV. Só o fará, entretanto, quando houver acumulado 4 elétrons. Neste complexo, os elétrons após passarem pelos cit a e a3, serão doados a 4H+ e 1O2 da matriz, sintetizando assim duas moléculas de água.
(Sandra Paula Ferrari)
OU
O Complexo I transfere dois elétrons do NADH para a CoQ enquanto translada quatro prótons para o espaço intermembrana.
O Complexo II transfere elétrons do succinato através do FAD para a CoQ. Independe do complexo I.
O Complexo III transfere dois elétrons da CoQH2 para duas moléculas de citocromo c. A operação concomitante do ciclo Q translada quatro prótons para o espaço intermembrana.
O Complexo IV reduz o O2 a 2 H2O usando quatro elétrons doados por quatro citocromos c e quatro prótons da matriz. Dois prótons são transladados para o espaço intermembrana para cada dois elétrons que reduzem o oxigênio. (Celina Corbellini)
4) Resuma a teoria quimiosmótica
A teoria quimiosmótica, proposta em 1961 por Peter Mitchell, gerou muitas controvérsias antes de ser amplamente aceita. Segundo a teoria de Mitchell, a energia livre do transporte de elétrons é conservada pelo bombeamento de H+ da matriz mitocondrial para o espaço intermembrana, criando um gradiente eletroquímico de H+ através da membrana mitocondrial interna. O potencial eletroquímico desse gradiente é aproveitado para a síntese de ATP. Várias observações são explicadas pela teoria quimiosmótica:
1. A fosforilação oxidativa necessita de uma membrana mitocondrial interna intacta.
2. A membrana mitocondrial interna é impermeável a íons, como H+, OH--,K+ e Cl-, cuja livre difusão descarregaria um gradiente eletroquímico.
3. O transporte de elétrons resulta no transporte de H+ para fora da mitocôndria intacta (o espaço intermembrana é equivalente ao citosol), criando, assim, um gradiente eletroquímico mensurável através da membrana mitocondrial interna.
4. Os compostos que aumentam a permeabilidade da membrana mitocondrial interna aos prótons, dissipando, desse modo, o gradiente eletroquímico, permitem a continuação do transporte de elétrons (do NADH e da oxidação da succinato), mas inibem a síntese de ATP; isto é, eles “desacoplam” o transporte de elétrons da fosforilação oxidativa. Por outro lado, o aumento da acidez no lado de fora da membrana mitocondrial interna estimula a síntese de ATP.
5) Explique como a fosforilação oxidativa está ligada ao transporte de elétrons
A energia necessária para a formação de ATP a partir de ADP e Pi provém da dissipação do gradiente de prótons, gerado pelo transporte de elétrons na membrana mitocondrial interna (Fabiana).
6) Qual a importância do O2 na cadeia transportadora de elétrons?
Ser receptor final de elétrons. (Sandra Paula Ferrari)
7)Por que o Ciclo de Krebs deve ficar inibido na ausência de O2 se esta via não utiliza esta molécula? Por que a glicólise não fica?
De fato, a falta do receptor final de elétrons – O2 - inibe o ciclo de Krebs (via aeróbica da respiração celular). Na falta de O2, o FADH2 que chega da succinato-desidrogenase (complexo II) do ciclo de Krebs não tem como transferir seus elétrons à cadeia e ao O2, assim o FAD não é regenerado e isso bloqueia o ciclo de Krebs nesta etapa. Já a glicólise é anaeróbica, em que o NADH gerado (que entraria cadeia respiratória) pode ser re-oxidado pela fermentação do piruvato (formando duas moléculas de ATP) em ácido lático (lactato) ou etanol, dependendo do organismo. (Fabiana)
8) Explique a afirmação “O metabolismo aeróbico é mais eficiente do que o anaeróbico”.
Porque durante o processo aeróbico a produção de ATP é muito maior que no processo anaeróbico. EX:
Processo anaeróbico – 1 molécula de glicose produz 2 moléculas de ATP
Processo aeróbico: 1 molécula de glicose produz 32 moléculas de ATP (Sandra Paula Ferrari)
9) O tecido marrom presente em recém nascidos e mamíferos que hibernam pode gerar calor, sendo o fenômeno conhecido como termogênese sem tremor, relacione este fenômeno com a cadeia transportadora de elétrons
O mecanismo de geração de calor na gordura marrom envolve o desacoplamento regulado da fosforilação oxidativa. A mitocôndria da gordura marrom contém um canal de próton conhecido como proteína desacoplada (UCP1; também chamada de termogenina). Nos mamíferos adaptados ao frio, a UCP1 constitui até 15% das proteínas da membrana mitocondrial interna da gordura marrom. A dissipação do gradiente sem a concomitante síntese de ATP gera calor. (Celina)
10) Explique o que é e em que consiste a fotossíntese.
A fotossíntese é o processo pelo qual a energia luminosa é utilizada para retirar elétrons da água e tranferí-los, através de uma cadeia de transporte de elétrons, ao carbono (no forma de CO2 - aceptor final) para produzir carboidratos. Em organismos fotossintetizantes (plantas e em cianobactérias), a fotossíntese oxida água a O2. (Fabiana)
11) Qual a importância da clorofila na fotossíntese?
A clorofila é o principal pigmento receptor de luz visível, capaz de absorver fótons. A energia da absorção do fóton se converte na perda de elétron, gerando clorofila oxidada, que transfere o elétron a um aceptor de elétron. A clorofila recupera seu elétron ao tirá-lo da água, gerando assim O2 a partir de H2O. (Fabiana)
12) Em que consiste a fase clara da fotossíntese?
É na fase clara da fotossíntese que ocorrem as reações que dependem da energia da luz, coletada pelos complexos de pigmentos (o principal pigmento é a clorofila). A energia absorvida dos fótons é usada para retirar elétrons de substâncias que de outra forma não doariam seus elétrons (ou seja, substâncias com baixo poder redutor). A energia luminosa coletada no fotossistema II é usada para tirar elétrons do da água, e a energia luminosa coletada no fotossistema I é usada para tirar elétrons do citocromo b6f (via plastocianina). O aceptor final de elétrons é o NADP, que é reduzido a NADPH (que será utilizado nas reações biossintéticas da fase escura). Além de entregar os elétrons ao NADP, a passagem dos elétrons pela cadeia gera um gradiente de prótons através da membrana tilacóide, com mais prótons no exterior do que no interior do tilacóide. Assim como na mitocôndria, a energia da dissipação desse gradiente de prótons será usada para sintetizar ATP a partir de ADP e Pi (pela ATP-sintase). Fabiana
13) Explique a fase escura da fotossíntese.
Na fase escura, o CO2 será incorporado ao açúcar de cinco carbonos ribulose 1,5-bifosfato, gerando duas moléculas de 3-fosfoglicerato (3 carbonos). A enzima responsável pela fixação do CO2 à ribulose-bifosfato é a ribulose-bifosfato carboxilase (ou rubisco), que é a enzima mais abundante no planeta. Pode ser considerada também a enzima mais importante, pois da sua ação depende toda a vida na Terra. A partir dessa reação inicial, segue uma série de reações bioquímicas no que chamamos “ciclo de Calvin” que regenerará a ribulose agora com 3 de seus 5 carbonos provenientes de CO2 fixado. Nas quatro primeiras reações do ciclo de Calvin serão consumidos o ATP e NADPH gerados na fase clara. (Fabiana)
14) Explique a fotorrespiração.
Sabe-se desde a década de 1960 que plantas iluminadas consomem O2 e produzem
CO2 em uma rota distinta da fosforilação oxidativa. Na verdade, em níveis
baixos de CO2 e altos de O2, o processo de fotorrespiração pode superar a
fixação fotossintética de CO2. A descoberta da base da fotorrespiração foi uma
surpresa: o O2 compete com o CO2 como substrato pela RuBP-carboxilase (a
RuBP-carboxilase é, portanto, também chamada de RuBP-carboxilase-oxigenase
ou RuBisCo). Na reação de oxigenase, o O2 reage com o outro substrato
da enzima, a RuBP, para formar 3PG e 2-fosfoglicolato (Figura 18-29). O 2-fosfoglicolato
é hidrolisado a glicolato pela glicolato-fosfatase e, como descrito a
seguir, é parcialmente oxidado para produzir CO2 por uma série de reações enzimáticas
que ocorrem no peroxissomo e na mitocôndria. Portanto, a fotorrespiração
é um processo aparentemente de desperdício que desfaz parte do trabalho da fotossíntese. (Voet, cap. 18, p.621)
As plantas C4 (como a cana-de-açúcar e o milho) apresentam uma anatomia vegetal que concentra CO2: um tipo celular (mesófilos) que não possui a Rubisco captura o CO2 o e o envia, sob a forma de malato, para outro tipo celular (céls. da bainha vascular), que possui a Rubisco. Deste modo, a fotorrespiração é inibida e a fotossíntese estimulada. (Fabiana; ver questão 16)
15)Qual a importância do CO2 na fotossíntese?
O CO2 é a fonte de carbono para a síntese dos compostos orgânicos nas plantas. No entanto, como dito na questão 14, o CO2 só é fixado pela rubisco se estiver acima de concentrações mínimas. Ou seja, na falta de CO2 não há fixação de carbono e a fotossíntese não ocorre. (Fabiana)
16)Explique o metabolismo de plantas C4 e relacione com o tipo de clima onde podem ser encontradas.
As plantas C4 (como a cana-de-açúcar e o milho) apresentam uma anatomia vegetal que concentra CO2: um tipo celular (mesófilos) que não possui a Rubisco captura o CO2 sob a forma de oxalacetato (que tem 4 C) e o envia, sob a forma de malato, para outro tipo celular, as células da bainha vascular. Nestas células, que possuem a Rubisco, o malato é descarboxilado gerando CO2, que então é substrato para a Rubisco. Deste modo, nas plantas C4 a fotorrespiração é inibida e a fotossíntese estimulada. (Fabiana)
As plantas C4 ocorrem principalmente em regiões tropicais porque crescem mais rapidamente sob condições quentes e ensolaradas do que outras plantas denominadas C3 (assim chamadas por fixarem CO2 inicialmente na forma de ácidos de três carbonos). Em climas mais frios, onde a fotorrespiração é um problema menor, as plantas C3 levam vantagem, pois requerem menos energia para fixar CO2. (Voet, cap. 18, p. 624)
segunda-feira, 22 de março de 2010
QUÍMICA PARA BIOLOGIA MARINHA
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